Transcrição do áudio
Bom pessoal, eu vou falar com vocês agora aqui, na verdade vou lhes explicar a questão de cabo e principalmente cabo de par transado, vou focar nisso, depois eu falar de cabo coaxial, vou falar de outras formas de transmissão. Lembrando que o cabo de par transado ele é um meio de comunicação, um meio do mundo físico, metálico que eu utilizo para fazer comunicação. Lembrando também que é um tipo de cabo que já é utilizado há muito tempo. Nós vamos falar sobre as categorias dele daqui a pouquinho. Mas antes de começar eu preciso que você entenda que tem três interferências físicas e estudamos em redes computadores. Duas são externas, ou seja elas são produzidas fora do meio e impactam dentro desse meio. Vamos dizer que esse meio eu vou simplificar, porque se eu não simplificar fica difícil, vou dizer que esse meio é o cabo, ok? Imagino você tem um cabinho azul, você vê por aí, vamos dizer que aquele é o meio, eu estou simplificando, é o cabo. Então MI e RFI são duas interferências externas que atuam sobre o cabo, sobre o meio. A MI é uma interferência eletromagnética que pode ser radiada ou naturalmente conduzida até o material, é magnético e a RFI é por radiofrequência. Final, o que acontece? Cara, se você pegar um cabo metálico e fizer um círculo de exatamente 1 metro e produzir uma onda, um comprimento de onda, exatamente de 1 metro, o que vai acontecer? Esse cabo que está formando esse círculo vira o que nós chamamos de dipolo, a teoria então de telecomunicações, como as antenas de TV funcionam. E esse dipolo capta esse sinal naturalmente e esvera uma pequena e elétrica, entenderam? Inclusive tem uma história legal que eu acho que no AIOA, por aí, a Motorola tinha um aparelho que quando ligava desligava o carro, porque emitia um sinal para central do carro, e central do carro desligava, porque tinha o mesmo tamanho de copo de onda emitido. Então é muito difícil de ver exatamente o impacto dessas duas interferências, mas é sensível, é sensível e é estudado inclusive no trabalho do nosso amigo Shennel's, falha memória, de 1948. Já a diafonia é uma interferência interna do meio nele mesmo, como assim? Alguns cabos tem mais de um canal, o simplificando também, imagina que um canal interfira no outro, mas está dentro do cabo, ou seja, está dentro do meio, pegou jogada, isso é chamado de diafonia. Então quando o próprio meio interfere nele mesmo, nós chamamos isso de diafonia, ou seja, uma interferência interna. Legal, sabemos isso, né? Qual seria o primeiro tipo de cabo que nós utilizaríamos? Está vendo esse cabinho aqui? Ele era basicamente a base das telecomunicações da década de 90 e início de 2000 acertada. No post você realmente tinha cobre, cara, esse abitório de quase um milímetro aqui, material bom isso aqui, material bom, bom mesmo. Acontece que ele é chamado de fita dupla, chamado fio de fita dupla. O que acontece se você pega um fio de fita dupla e arranca a parte de o seu corpo? Você vai ver que ele tem dois cor de cobre com doutores, exatamente, perfeitamente paralelos entre si. Eita porra, isso é ruim, por quê? Você tem que agora recorrer a dois conceitos que você aprendeu na física do segundo grau. Primeiro, em força você aprendeu a tal da normal, e também você vai ver em geometria e também em matemática. A normal, um ângulo normal de 90 graus é um quadradinho com um pontinho no meio, lembra? A normal é uma força ali naquilo exatamente 90 graus. Acontece que a normal de um core metálico é coincidente com a normal do outro core Eita porra, qual o problema disso? O problema disso é que eu vou usar outra teoria que você viu no segundo grau, que quando eu passo uma corrente elétrica por um cabo, é natural que ele gere um campo eletromagnético com a regra da mão direita, lembra da regra da mão direita? Corrente num sentido, o campo magnético vai ser nesse sentido, acontece que essa imagem tem, eu acho que está zoada, essa sete não deveria estar apontando para cima, deveria estar apontando para trás. Eu passo a corrente elétrica nesse sentido, esse campo eletromagnético bate com a normal deles e ele gera uma corrente contrária para cá e coloca nesse desenho aqui. A corrente elétrica está indo para lá, aí eu tenho a regra da mão direita e esse campo eletromagnético está gerando um sinal contrário para lá. Repare, e isso é, naturalmente, uma interferência do próprio meio nele mesmo. Afinal, ambos os core metálicos estão ali dentro do mesmo meio. Estou se simplificando, beleza? Até a final de um vídeo que é meio muito complexo. Legal, cara, legal, mas como eu resolvo isso aqui, bichos? Tá foda, porque isso aqui é lei da física. Legal, então vamos lá. Vamos dar em isso a explicação agora do par transado, sabendo você que existe esse problema nos cabos não transados e que eu tenho esses três tipos de interferência aqui, beleza? Um dos meios de interferência mais antigos ainda muito comum é o par transado. Um par transado consiste em dois filhos de cobre encapados, naturalmente, para que ambos não encoste um do outro, ok? E em geral tem cerca de um milímetro de espessura. Se você comprar um frocal, você tem isso. Se você comprar aquele fiozinho vagabundo de circuito de TV, você vai ter, acho que é 0.3 ou 0.4 milímetros. Os fios são enrolados de forma helicoidal com os pares. Então, por exemplo, aqui eu tenho um par transado, aqui eu tenho outro par transado, aqui eu tenho outro par transado e aqui eu tenho outro par transado. Por caso aqui esse meio tem quatro pares transados, beleza? Eles não são transados entre eles aqui, é só os pares, tá? Não são os oito não. Bom, qual o impacto disso, vamos ver aqui? Agora, cara, a internet é foda, tá as imagens bacanas, mas pelo que eu não consegui uma boa qualidade. O transado dos fios é feito porque dois fios paralelos formam uma antena simples, formam um de polo, ou seja, porque naturalmente ali tem inclusive as normais de uma apuntando para as normais do outro, né? Conforme eu já expliquei, isso é um grande problema. Quando os fios são transados, as ondas de diferentes partes do fio se cancelam. Significa que é a menor interferência interna dele, nele mesmo. Um sinal normalmente é transportado a partir da diferença das tensões geralmente entre os terminais DDP. Você viu isso, acho que em física 3 lá na sua escola do segundo grau, tá? Cara, se você não teve, cara, põe na bunda esses cara que no vão da aula, tá? Que eu tive esse problema também, sou de escola pública, faz como eu, cara, peguei os livros, tudo, enreli tudo de novo, cara. Enrelhei essa bosta toda de novo. Química, nunca tive uma aula, fiz tudo, fiz que pouco tive aula, fui lá, peguei os livros e fiz tudo, põe na própria conta, põe na bunda esses professores, vagabundo, entendeu? Foi mal, que nervoso. É que eu lembrei como é que foi, a minha década de 90, né? A década de 90 era ir só pra não ter aula, era fulca. Bom, então aqui repare que eu tenho o sinal indo de um lado, a corrente no de um, do outro, e as normais não estão se batendo, se você olhar, esse cabo aqui onde perfeitamente paralelas normais estão todas se batendo, os campos heteromagnéticos, isso aqui gera muita interferência, isso aqui gera pouca interferência. Quer dizer o seguinte, que quanto mais você enrolar, menos interferência você tem. O problema é que você sabe que se você enrolar mais e mais e mais, se você pegar 100 metros, enrolar só um pouquinho, você não alcança mais 100 metros de distância, ok? Vai ser 98 metros, vai ser 99 metros e 90 centímetros. Se você enrolar mais e mais e mais e mais, bem mais mesmo, você vai alcançar 99 metros e 50 centímetros e para que você enrola. Bom, mas como é que eu alcanço de novo 100 metros? Você vai ter que colocar mais cabo. Peraí, se eu coloco mais cabo, eu aumento a resistência elétrica, que você também viu lá em física também no segundo grau. Cara, parece que o segundo grau vai me perseguir por um bom tempo. Vai mesmo. Você resolve um problema da interferência e aumenta a resistência e aí você tem que encontrar um ponto de equilíbrio nisso. Os seus vagabundos são pouco enrolados. Os seus bons furocalas chegam nessa precisão entre a resistência e a torção ideal, ok? Vai chegar um crescente sem o seu alí, cara. Por isso que você compra um cabo decente. Por isso que o furocal é 900 pila e um cabo CTF vagabunda de ciclo e televisão vai lhe custar 100 e poucos reais. Os pares trançados podem ser estendidos por diversos quilômetros se você compra um cabo bom, cara, um cabo bom, tá? Mas quando trata de distância mais longa, o sinal é atenuado e existe a necessidade por repetidores semem problemática. Hoje em dia nós temos fibra ótica para suplantar essa nossa necessidade, né? Quando muitos pares trançados percorrem paralelamente, uma distância muito grande, como acontece na ligação entre um prédio, uma estação central, telefônica, eles são envolvidos por uma capa protetora e eu vou mostrar daqui a pouco alguns exemplos desse tipo de cabo. Na verdade, aqui você já viu um, né? Mas eu vou mostrar daqui a pouquinho. E os pares trançados podem ser também, né? Podem ser usados na transmissão de sinais analógicos ou digital. Vai depender da largura de banda, vai depender da espessura do fio, vai depender naturalmente da qualidade do cobre ali dentro, ou seja, da liga metálica, tá? Vamos pegar aqui alguns exemplos de CAT, categorias. Eu pouco vou trazer, dá um, dá o oito, tá? O cabeamento de par trançado pode ser dividido em vários tipos. A variedade mais comum empregada em muitos prédios, escritórios, é o CAT 5, a categoria 5. Um par trançado, categoria 6 e 5, consiste naturalmente em dois exemplos, basicamente, levemente trançados. Se você olhar, vamos fazer algumas comparações. Vamos pegar um CAT 3, que era padrão década de 90, para a telefonia. Ele era pouco enrolado, tá vendo? Aqui o cara teve o capricho. O cara que fez essa imagem, ele teve o capricho de colocar mais ou menos as diferenças, tá? Aqui se você olhar, já está mais trançado. Nem todos os fiozinhos são trançados da mesma forma, tá? Tem umas particularidades. Se você pegar um CAT 6 muito usado agora, é muito enrolado. Mas para esse CAT 6 ser muito enrolado, eu preciso de ter naturalmente uma ligagem. Eu preciso também naturalmente ter aqui uma cruzeta para separar os pares e eu preciso de um copo de boa qualidade, ou seja, uma liga metálica de boa qualidade, bem como também uma boa espessura, tá? Então vão ter categorias. Daqui a pouco vou mostrar várias categorias e as taxas que são dessas categorias. Vamos dar uma olhada aqui. Um cabo que é muito utilizado, já até falei, até mostrei imagens, é o cabo chamado UTP. O cabeamento UTP é a mídia de rede, uma forma de mídia, meio cabo, mais comum. O cabo UTP, terminado com um conector RJ45, é usado para interconexão de computadores, de redes, de roasters, de suíte, é muito utilizado dentro de uma LAN. A dentro de LAN ele é muito utilizado mesmo. Principalmente pela sua maleabilidade. É um, posso dizer que é um cabo suscetível, AMI, RFI, tá? É muito suscetível. Já vou explicar por que. Nas LANs o cabo UTP consiste em quatro pares de fio codificado por cores, torcidos juntos, envolvido em um cabo flexível. Ele é bem flexível, tá? Costuma se ter uma ponta UTP45 para cada cabo. Porcamente, em muitas redes de computadores, eles ligam dois computadores em um único cabo na estação de trabalho, por preguiça de passagem de cabo, por preguiça, por miséria, por alguma coisa assim. E nós vamos ver que isso tem um impacto assim. Ah, mas dá certo, dá certo, mas vira um lixo. Vamos dar uma olhada aqui. Na história dos cabos. Então nós temos ali, o volta da década de 80 eu tenho o CAT 1, um fio porcamente enrolado com um fiozinho ali, com uma capinha ali protetora. CAT 2 chegando a 4 megabits por segundo, ali também na década de 80. Já na década de 90 eu tenho o CAT 3 chegando a 10 megabits por segundo, o CAT 4. Então, eu reparei que o CAT 3 nem foi muito falado, o CAT 4 eu cheguei a manipular ele por volta da década de 90. O CAT 5, ele tem um reinado muito longo, se você olhar, tá? O reinado do CAT 5 ele é bem longo, porque ele foi muito utilizado. E aí ele foi melhorado com o CAT 5E e aí, repare que ele foi 100 MHz, tá? 100 MHz em 2000, na verdade, em 1995 ele já chega, tá? Mas ele chega em 2001, você tem megahertz com uma qualidade melhor, tá? Cara, você fazer acrimpagem desse cabo com essa cruzeta, o capítaco, eu odeio pegar essa merda. E uma vez eu vou contar, meus caras chegaram num, eu cheguei num hacking pra fazer o acrimpagem de um cabo desse aí. Quando eu fui fazer acrimpagem, cara, você não vai acreditar. Eu tinha 5 cm de cabo além do aparelho, quer dizer que não dava nem pra virar pro aparelho, entendeu? E aí eu saí correndo a entrada da infraestrutura pra esticar nesse fio, consegui esticar, mas aí quando eu fui fazer na outra ponta de vinha, não deu. Sério, não deu, não deu. Não deu, cara, não deu. Cara, é um tipo de cabo que você tem que deixar um pedaço pelo amor de Deus, porque a chance de errar é muito grande, cara. E aí, como é que você faz, cara? Eu tipo que fazer uma gambiá alascada, tá? Com suíte, mas vou fazer o quê? Eu passava o cabo só que o cabo passava por dois andares, cara. Fozinho nessa situação, fio. O Cati 5, ó, repare que eu passo de 16, 16 do Cati 4, 16 Mbps pro segundo pra 100 Mbps pro segundo, e por ter menos interferência em 2001 e naturalmente eu consegui utilizar todos o cabo com maior facilidade, os equipamentos são melhores também. O Cati 5 chega então ali a 1 Gbps, tá? E aí você tem o Cati 6 com 1 Gbps. E naturalmente, é, cara, é um cabo já um pouquinho mais caro, um pouquinho mais salgado. Os Cati 5 ainda são muito usados, é muito barato ainda, os Cati 5, os 5E é muito barato. O Cati 6, então ele vai ser ali muito empregado por volta de 2000, Cati 6 eu estou vendo agora chegar no mercado ali, na verdade, onde eu estou trabalhando. Cabos, né? Cati 7 ali, lá tá chegando lá, um cabo muito bom. Repare que do 6 pra frente, 6A, eu já tenho uma preocupação com uma película de alumínio pra proteger o cabo de interferência externa. Vai ser muito eficiente, cara, 6A não. Mais o 7, repare que o 7 ele tem, uma proteção que já tem um nome, tá? E as proteções internas, por par, por folhinha de alumínio. Mas se você usa o 7A, além dessa folhinha de alumínio, ele tem uma malha metálica pra fazer aterramento. É fantástica. E isso aqui é um artifício do cabo coaxial, tá? O cabo coaxial tem essa malha que é uma foda, cara, pra fazer uma gaiola de fora daí. Gaiola de fora daí é aquela teoria que vocês viram então na física de segundo grau. E os Cati 8, que ainda não peguei na minha mão, ok? Eu já vi na Santa Figiene, cara, ele chega a 40 Gbps por segundo. É colosalta, ok? Tem uma proteção que é muito caro, tá? Esse cabo. São várias categorias. Cara, o Cati 6 é caro pra burro. O Cati 5 é barato. O Cati 6 é caro pra burro. Esses daqui, cara, não quero nem ver o preço. Então, aqui eu tenho o cabo O Tp mesmo, classicão, tá? Você tem que reparar que eles são enrolados de forma diferente, tá? Não. Eles não têm a mesma pegada ali quando eles foram enrolados. Alguns foram enrolados, outros menos. Vamos falar sobre isso. O cabo Tp não usa brindagem para combater efeitos externos, como MI e RFI. Em vez disso, os projetistas de cabo descobriram que podem limitar o efeito negativo da diafonia usando as técnicas abaixo. Ou seja, ele caguei, andei pra MI e RFI e eu tenho a ficonia, porque eu tenho muito pros canais. Eu vou utilizar o cancelamento, ok? Os projetistas agora eles emparelham os fios em um circuito e quando dois ou mais circuitos elétricos são colocados próximo do outro, seu campo magnético são exatamente opostos pra não ter tanto problema, tá? Então eles estão disponibilizando os cabos, esses fios lá dentro no circuito, de tal forma que eles vão gerar campos que se cancelam. E aí não vai ter tanto problema de gerar corrente elétrica com o outro canal, entendeu? Variando o número de torções por pares, gera frequências diferentes. Se eu gera uma frequência diferente entre os canais, eu reduzo a diafonia também. Então são duas formas de reduzir a diafonia, tá? Caio na prova da Cisco, tá? Para aumentar ainda mais o efeito de cancelamento dos fios, são parelhados, né? Os projetistas variaram o número de torções de cada fio do cabo, né? E deve seguir especificações rígidas contra essas torções naturalmente. A placa de rede está esperando isso, o software está esperando isso e você vai comprar um cabo vagabundo fora da especificação? Tem que fazer merda mesmo, né? Aí tem que sofrer mesmo. Observe que o par laranja, tá? É menos torcido que o azul. Vamos dar uma olhada na imagem do próprio material, tá? O laranja é menos torcido tá vendo? Isso é importante, tá? Conforme falei, tinha diferenças, tá? Acho que tem. Tinha porque eu tinha explicado. O cabo Tp geralmente termina então, conforme eu falei, num conector chamado RJ45. Essa pecinha de plástico aí, que na imagem está faltando a capinha, né? A capinha ela serve para que você não perca a orelha do cabo. Para a sua orelha não, a orelha do cabinho ali do conector. Esse conector é usado por uma variada de especificações de camada física, tá? Números cabos aqui vão utilizar, esse daqui vão utilizar esse RJ45. O mais simplizinho é esse de plástico. Eu vou gravar um vídeo, eu vou fazendo a climpagem desse vídeo e mostrando detalhes de como você faz, tá? Tem uma jogadinha ali que você mexe nos siosinhos e sua vida vai dar certo, tá? Bom, e naturalmente existe um padrão de cores. Afinal, repare que eu acabei de falar para você que as torções são diferentes entre as cores e você vai fazer outra sequência de cores, né? É igual ao aluno vira para mim, é só eu usar essa cor, eu reço essa ponta, agora eu vou trocar a cor aqui nessa outra... Não, cara, você vai desfazer a ponta que você fez, corta, joga fora e faz de novo. Então, aqui eu tenho o RJ45 sendo colocado, o macho, o senhor chama de macho, não me acusem de ser machista, é o termo usado. E aqui eu tenho o Femio. O Femio você precisa de uma chavinha de fenda com uma molinha, cara. Eu tenho isso lá no serviço, eu vou gravar e usando, cara, é muito gostoso, coloca o fiozinho... Traque, coloca o fiozinho Traque, é muito gostoso. Bom, e aí você tem os padrões, o padrão 568, que tem a pinagem muito mais friafica para a internet. Vamos dar uma olhada aqui nessa pinagem, tá? Você tem, repare, aqui em cima está o cobre, aqui embaixo está a orelha, a orelha do RJ45, tá? E pare com o RJ45, tá vendo o cobre aqui em cima? Tá vendo bem o cobre aqui em cima? Tá vendo a orelha aqui embaixo? Então é assim mesmo, ó, o cobre está aqui em cima e a orelha está lá embaixo, tá? Que é uma orelha de plástico. Então o que você tem? O cabo 1, o par 1, 2 verde, tá? O 3 e o 6 laranja. São os pares que a princípio transmitem dados, tá? Os pares que a princípio transmitem dados é o 1, 2, 3, 6, originalmente. Ele pode usar o 8? Pode, mas isso vai depender de alguns detalhes chamado de autonegociação, que vai ser descrito no futuro, beleza? Existe o padrão A e o padrão, o padrão B, laranja no pin 1, 2 e o verde no 3, 6. Sempre o azul no 4, 5 e o marrom no 7, 8. Beleza? Bom, vamos lá. Aqui eu coloquei também a questão das cores aqui, ó. Porque esse é um aranjadinho, a gente chama de verde claro, verde escuro, laranja claro, laranja escuro, tá? E aqui você tem as cores também, a porlinha aqui para você entender. Mas repare, os pininhos de ferro estão aqui em cima, tá? É comum eu entrar numa aula para ensinar os alunos a fazer esse cabo e ele fazer invertido, ou seja, ele fazer com a orelha para cima. Não, a parte de ferro está para cima, a parte metálica. Já vou falar sobre a IB daqui a pouquinho, tá? Bom, eu tenho basicamente dois tipos de cabos utilizados, né? E esse cabo aqui, ele é chamado de cabo direto, tá? Esse aqui é chamado de cabo direto, que é o cabo mais comum. É comumente utilizado para interconectar um cabo direto, a um switch, a um goteador. Como eu faço um cabo direto? Vamos voltar aqui. Como eu faço um cabo direto? Primeira coisa, na minha empresa eu vou eleger que todo cabo direto é padrão A, ou eu vou eleger que na minha empresa todo cabo é padrão B. Bom, você sabe que existe a briga de Linux com Windows, existe a briga de A com B. Cara, estou um pouco me fudendo. O que você tem que ter na sua cabeça é que se você admite que você vai usar o padrão A na tua empresa para cabos direto, tudo você vai usar. Por que? Se você chega na ponta, se você chega na caixa de switch e vê um padrão B, você sabe que aqui não cabo cruzado, porque é outro tipo de cabo, entendeu? Porque você sabe que toda sua empresa é padrão A, tá? Não faça bagunça, beleza? Tem velho temoso que quer fazer bagunça, tá? É complicado. O cabo direto, então eu defino que vai ser A ou B. Eu defino aqui na minha empresa, tá? Definei aqui que vai ser tudo A, porque eu gostei do A, porque o A vem primeiro que B. Vou ficar me lixando pra briga. Então todos os meus cabos terão em uma ponta o A e na outra ponta o A. Simples assim, é o cabo direto. Se você pegar as duas pontas de um cabo direto e olhar as partes de trás, você vai ver que ele tem a mesma sequência de cores, que é o cabo direto. Onde acontece que eu também tenho um cabo, um cabo em comum usado para interconectar dispositivos semelhantes. Exemplo, switch, switch, host, host, roteador, roteador. Opa! Peraí que tem uma lista de equipamentos e conexões que se usa cabo cruzado, este é o cabo cruzado. Tá? Como que é o cabo cruzado? Uma ponta você vai ver o padrão A e na outra ponta o padrão B. Então você pega as duas pontas, você vai ver se é que é o A e que é o B. Opa! Pegue um cabo cruzado. Entenderam? Pegou a jogada? Legal. Quando eu utilizo o cabo cruzado, por exemplo, eu utilizo o cabo cruzado quando eu ligo um computador e um computador, um router e um router, um computador e um router ou um switch num switch. Viram? Equipamentos semelhantes. Inclusive na teoria ele diz aqui, ó, dispositivos semelhantes. Mas eu tenho algumas coisas para ele falar. Primeiro, o computador router, porque o computador pode ser classificado como um, pode ser classificado, ele pode ser projetado e configurado para ser um router. Então tem esse esquema aí. Bom, para cabo direto eu tenho o computador switch, switch, switch, um suíte, ou ter switch. Como assim? Asterisco. No passado você não tinha possibilidade de conectar um switch num switch com cabo direto, mas isso foi adicionado como um recurso extra de um switch. Embora, por padrão, seja interessante você usar switch, switch, o cabo cruzado, o cruz. Mas não é difícil você encontrar na sua infraestrutura isso aqui, porque é muito fácil fazer um cabo direto, é muito fácil reaproveitar um cabo direto. O cabo direto é muito usado. Então acaba que isso pode acontecer. Basicamente, o cabo direto, eu tenho um padrão aqui, aquele definiu o padrão A, verde, aqui ó, um, ó, repare que ele colocou toda a pinagem igualzinha que colocou, é o cabo direto. E o cabo cruzado repare que, olha que interessante, um vai parar na posição 3 do outro lado e o 2 vai parar na posição 6 do outro lado e você vê só, o 1 aqui vai parar na 3 e o 2 aqui vai parar na 6. Viram? Cara, eu acho isso muito chato. Esse cabinho azul ele sempre me atrapalha, porque na hora que você vai fazer a ponta do cabo, tem sempre um cabinho azul te atrapalhando. Mas eu vou ensinar isso para vocês os macetinhos, tá? E o cabo rollover, esse aqui é um cabo proprietário da Cisco para manutenção e equipamento Cisco. Então nós vamos ter depois dessas aulas teóricas, vocês têm um curso de Linux, rede Linux, já está pronto, já está gravado, por isso eu estou regravando esse teórico de redes e também vocês vão ver que eu vou ter ali um, vou criar um material oístro de Cisco para vocês, tá? Legal, então sabemos como que eu faço os cabinhos aqui das cores, né? Legal. Vamos lá. Usem laços que podem ser usados nos dois sentidos ao mesmo tempo com uma entrada de mão dupla, estrada de mão dupla, desculpa, aqui é uma drogada agora. Estão chamados de full duplex, eu tenho uma comunicação nesses cabos chamada full duplex, quer dizer o seguinte, eu posso usar alguns desses cabinhos para enviar e ao mesmo tempo receber. Ao mesmo tempo eu envio e ao mesmo tempo eu recebo, isso é chamado de full duplex, mas porém, todavia nem todo equipamento permite o full duplex. Por isso que toda rede de computador inicia em half duplex, nesses cabiamentos, cad 5, tá? Para gigabit de internet, fecha a internet. Ao contrário, eu posso utilizar o half duplex, half duplex assim, eu mando e o outro escuta, aí eu paro, eu escuto e o outro manda, tá? Isso é half, beleza? E a gente inverte, tá? O que acontece? Um cabo desse cad 5, você coloca na sua rede lá, tá? Um cabo assim, você coloca na sua rede, ele vai se comunicar do seu computador com suíte, por exemplo, que é o comum, em modo half e vai negociar numa autonegociação, eu vou explicar para vocês do futuro o que é uma autonegociação, que pode ser full duplex. Se ele for full duplex, então ele vai utilizar o máximo que ele pode para criar canais de subida e descida ao mesmo tempo e vai sincronizar para evitar diafonia. Ele tem que sincronizar, não é qualquer coisa não, cara. Ele tem que sincronizar aquilo ali para reduzir a diafonia dos meios, afinal se eu estou escrevendo, ir lendo significa que tem coisa ainda e vindo, quer dizer que o campo magnético do que eu estou mandando pode interferir naquilo que está vindo até mim, no meio de diafonia, entendeu? Por isso que o cabo Cache 6 e o 7 você vai ver com uma cruzeta de plástico para tentar reduzir isso aí, alguns deles até com blindagem específica. Se você tiver uma blindagem específica por pares, você vai reduzir a diafonia e naturalmente você vai reduzir também a interferência externa. Vamos falar de cabo STP. Cabo STP é um cabo de alta qualidade, um cabo muito mais caro. Ele pode ser utilizado no lugar do utp. Eu usaria o cabo STP, por exemplo, para ligar um DTI, um laboratório com vários computadores, os computadores no suíte eu ligaria com o utp, o cabo STP tem uma qualidade muito maior e também utiliza o RJ45. O cabo STP combina técnicas de blindagem para reduzir EMI e RFI e torção de fio e com qualidade melhor para reduzir até naturalmente as falhas. Para obter todos os benefícios da blindagem, os cabos STP em geral são terminados com conectores de dados STP blindados especiais com uma capinha metálica e aterrados, preferência, um aterramento diferente do aterramento da rede elétrica, um aterramento só para rede. Se você fizer isso, você vai reduzir muito a falha e se você coloca um aterramento só nos computadores, você também vai reduzir muito seus problemas de perca de infraestrutura. Diferentes tipos de cabo STP com diferentes características são disponíveis, caramba, o mercado vai dar um monte de possibilidades, um monte de tecnologias, porque naturalmente eles vão querer ganhar a mercado, mas basicamente os cabos STP fazem a blindagem por cabinhos, os mais clássicos e mais baratos, STP só possuem 4 fiozinhos, ou seja, não possuem os 8, porque não precisaria dos 8, só precisaria dos 1, 2, 3 e 6, 4. Mas hoje em dia não é tão difícil você encontrar os cabos STP de 8 pininhos. Nós temos uma blindagem base, uma blindagem da STP, é um tipo de blindagem, que eu não me preocupo com a diafunia interna, eu só me preocupo com a EMI e a RFI ceternas. Então, são perfeitamente trançados, bonitinhos, possuem uma capinha de alumínio para proteger eles, mas não proteger eles mesmo. Na Ucabo STP de uma qualidade muito maior, ele possui a blindagem por par, por par e alguns casos, uma blindagem com uma gaiola de fórdia metálica, igual a isso aqui, está vendo que uns fiozinhos passando por todos eles, isso aqui vai garantir que você vai conseguir puxar ele, como eu falei, o cabo STP, nós levamos de um DTI até um laboratório e o laboratório nós usamos o cabinho clássico, o Tp, que é mais barato. Então, o STP vai ser puxado por rudutos, então essa malinha metálica, além de me ajudar a puxar, ela também serve como uma gaiola de fórdia e é muito boa, o ate, o aquecpininho, o cachorro de bola. E eu tenho cabos mais modernos, mais caros, STP ou STP, eu tenho uma blindagem de alumínio, mas de altíssima qualidade, de altíssima qualidade, com um corde borrachado, muito duro, denso, difícil de cortar. São cabinhos difíceis de você montar a pontinha, tá? Eu recomendo que você, quando comprar um RJ45 para fazer isso aqui, ou você trabalhar com cabos, com cruzeta, igual nós estamos vendo aqui, esses cabos com cruzeta aqui, você comprar RJ45 transpassante, onde você transpassa os pinos por ele, cara, porque se você sofrer, cara, eles são tão bem enroladinhos que quando você enfria no RJ45, um deles dá uma escorregadinha e dá uma decidinha, é um inferno. Então, quando você tem o RJ45 com uns buraquinhos transpassantes, tá? Você faz os pinos bem mesmo, que se dane, perda um centímetro, enfia com o gosto, e aí você crimpa e corta a barra e barra, tá? Então, o próximo vídeo, vou falar sobre cabo coaxial e a importância do cabo coaxial. Tem gente que fala que cabo coaxial não presta, mas vou te falar o que não presta é o uso errado da tecnologia, tá? Tudo tem seu uso. Vamos ver uma aula de cabo coaxial. Por incrível que você tenha, vocês vão compreender esse ponto de vista. Tchau.