Transcrição do áudio
Fibra ótica. Se tem uma coisa que eu aposto que vai adentrar os lares nessa próxima década, são as fibras. As fibras estão ficando cada vez mais baratas, os equipamentos estão ficando cada vez mais eficientes e as operadoras estão entregando o serviço com fibra muito bom, por isso, o serviço é muito bom. E também, quando as operadoras trabalham com fibra, é algo bom porque a fibra não tem valor comercial, ou seja, cobre em poste, em periferia, como eu moro, o cobre não fica no poste. Só para vocês terem a noção, eu já vi aqui na região ser roubado cabo de alta tensão. O ponto de sacanagem não. Bom, vamos lá. Quem nunca usou um relógio no solo, o irmão descansa da sombra, você pega o relógio e mete a luz do sol na cara dele com o relógio. Quem nunca fez isso, que nunca sacaneou alguém assim. Aqueles copos ali, então, o canudinho parece ser certinho, então, a luz tem uma velocidade e tudo que, por exemplo, é eletromagnético e passa de um meio para um meio, ele sofre naturalmente ou ele acelera dependendo da densidade ou ele reduz a velocidade dependendo da densidade. Então, repare que nós conseguimos trabalhar com espectros de luz, por exemplo, e nós conseguimos, naturalmente, que coxeteá-lo ele, por exemplo, utilizando fibras. E a fibra é interessante por motivos simples. Nós conseguimos colocar essa onda no metal, conseguimos colocar essa onda no ar, conseguimos colocar na fibra, conseguimos. Mas, de todos esses meios que eu falei, a fibra é o meio mais, como eu posso dizer, controlado. E ainda eu posso colocar frequências altíssimas. Vimos ali que podemos transmitir até 8 bits por hertz com uma frequência tão alta, com uma fibra, a taxa de transmissão fica muito elevada, levando em consideração que a fibra tem o menor, como eu posso dizer, a menor taxa de erro, que eu tenho, então, naturalmente, que me preocupa que um erro, então, os algoritmos, eles são mais eficientes na transmissão. Naturalmente, vamos dar uma olhada na evolução da comunicação e vamos dar uma olhada na evolução também do processamento. Segundo a Muro, ele prevê uma duplicação de número de transistors por fibra a cada dois anos, aproximadamente, se bem que em 2022 nós conseguimos sair desse padrão, nós conseguimos ultrapassar essa lei, né? Em 2022, mas tranquilo. Acontece que isso foi válido por tantos e tantos anos, né? E, naturalmente, se você olhar, se ta em museria de 4 MHz, para, naturalmente, 3 GHz, para processadores, isso é fantástico. Algo em torno de 16 vezes a cada década. Repare que aumentamos esse poder 16 vezes a cada uma década. Vamos lá. Nas redes computadores, nós saímos de 45 Mbps, mas 100 Gbps por segundo, né? Lembrando que uma linha moderna de longa distância. Esse ganho também é impressionante, naturalmente, o que dá um pouco de 16 vezes a cada década, entendeu? O processamento aumentou e, geralmente, se comparado com as taxas de transmissão, isso porque eu to levando em consideração uma taxa de comunicação ali de uma linha de longa distância de troco de comunicação. Eu não tenho em consideração os últimos 10 anos a evolução, por exemplo, do loop local do usuário. Bom, eu evolui bastante. Eu contratei fibra, cara, fiquei com taxa lá, contratei fibra, fibra para vir até dentro de casa, no aparelho, o Jammie Gebik encaixa no aparelho, o Router, e esse Router eu já tenho, eu já tenho ele também Giga Bit com computador, então eu alcanço Giga Bit nas madrugadas, tá? Repare que logo, logo, as casas vão ter esse loop final com o usuário em fibra, esse é o que eu estou falando, até pelo custo da operadora, né? É comum, assim, que mora em periferia como eu, de já ter tido problema, tipo assim, roubar o cobre. A paz que eu energio não posso, se os caras cortam o cobre. Até eu já soubim um cara morto e electrocutado nessa história aqui. É dito que a taxa de sucesso desses caras é elevado, tá? O custo para instalar fibra até a última milha, ou seja, na casa do consumidor, o loop local, era bem elevado agora, não está ficando tão elevado. E eu acho legal que eles utilizarem a última milha, que é algo que temos usado pelos e-commices, né? Para falar, olha, que tal ponto de distribuição até a casa, né? Se bem que o tempo que deveria ter sido usado, deveria ter sido usado o loop local, ok? Isso seria um tempo mais apropriado para rede com computadores, mas estou usando aqui o livro, né? Bom, embora ele está falando que ainda é muito alto, cara, eu acho que o livro do Tannerbolt está meio equivocado, tá? 2023 não está tão elevado senão o preço de uma fibra. Principalmente porque você tem que levar em consideração isso que eu venho falando. Na periferia, o roubo de cobre é algo, tipo assim, cotidiano. Também custa mais energia para mover os bits do que para a computação, ou seja, gasta-se menos energia realmente para a computação de sua máquina do que realmente mover os dados que você precisa para essa computação por toda rede mundial. Eu não estou falando aqui local, não é? Então, lá da Califórnia até aqui, tá? Isso aí, isso aí é. A fibra óptica é usada para transmissão por longas distâncias, os backbones de redes, lance de alta velocidade, acessa internet em alta velocidade. Então, tem um termo que é UFTTH, que é fibra sendo aplicada, nas casas, mas ele diz que é um custo alto, tá? Uma coisa que eu acho que o livro do Tannerbolt está equivocado, talvez pelo período, é por falar em custo alto. Hoje em dia o custo não está tão alto. Pode colaborar com a tua empresa aí. Se tiver o serviço de fibra, lógico, você tem que ver que o serviço de fibra deles entregam uma frequência altíssima, tá? E eu não venho reparando muita latência, posso fazer um teste de latência depois do capítulo 1, ou depois do capítulo 2 e falar para vocês, fazer um teste de latência de madrugada e fazer os testes de latência aí, em um... uns pais de latência que não te ouvi. Cara, eu estou com um problema aqui no estúdio, tem um milhão de mosquitos aqui, sério. Fica não dá para gravar, cara. Vamos lá. Então, basicamente, você tem uma central que fica em algum lugar e isso aqui é bacana. Um sumo elétrico dessas fibras não é um consumo elétrico tão elevado quanto o consumo elétrico do cabo metálico. Com repetidores de baixo consumo elétrico, próximo das casas, naturalmente a fibra ótica indo. Mas se você olhar, que aí tem um esquema de anel, olha só. Vira. Eu não sei o quanto isso é seguro, tá? Para trabalhar com esse esquema de anel assim. Tudo bem? Talvez ele que indicar que daqui vai para as casas, eu não sei. Anel não é uma coisa legal. O que eu recebo aqui da fibra não tenho certeza que não é anel. Bom, um sistema de transmissão ótico e três componentes chaves. A fonte de luz, um meio de transmissão e um detector do outro lado. Então você tem aqui uma fibra, você tem diferenças de densidade no meio aqui que vai manter um sinal aqui dentro. Você tem que ter quem produz aquela luz, aqui é um LED, pode ser um LED, é um alternativo. E você tem que ter o receptor do outro lado e aquele cara que vai conseguir, aqui é o sensível. É o cara que vai conseguir detectar aquela luz chegando. O bacana da fibra também que você tem que levar em consideração. E você consegue alcançar distâncias muito grandes, com um ponto, com um consumo elétrico. E isso é interessante. Conversionalmente, um pulso de luz indica um e uma ausência indica zero. Quando estou trabalhando com diúdios, meio de transmissão é uma fibra de vidro ultrafina e também por ímeros. E em alguns casos, por ímeros. São fibras mais baratas, são fibras multimodos, ainda vou explicar que é uma fibra multimodos. Mas para o que é o livro do Thunderbolt, ele leva em consideração o momento em que a fibra era utilizada nas linhas de comunicação de longa distância. E agora, em 2020, para cá para frente, está sedentrando nas casas com fibras de polímero. A diferença, por exemplo, do manuseio da fibra de polímero, que ela faz, como eu posso dizer, ela faz arco, curva em arco de 60 centímetros. Olha que legal, eu fiz minha própria casa, não 100%, mas como eu fiz meus casos, os 80% ou mais. Por exemplo, eu fiz o tinto, parede, fiz 90% ou 80%. Na largue, eu vim montar a largue, junto com o pedreiro, porque eu não sabia montar a largue, a largue é complicada. Ficar em cima, você vai fazer essa experiência, chama o pedreiro para te ajudar. E aí eu passei uns canos, uns conduites, que meia desca que você está fazendo, ele chegou a perguntar, fazendo umas voltas, uma curva bem longa, um ZS bem longa. E ele não entendeu o que eu quis fazer, eu falei, não, cara, eu não posso puxar a rede junto com o fio de eletricidade e tal. Eu expliquei, mas não adianta de nada. Eu redesenhei todo o esquema de conduites para casa, não tem tudo de jeito, os conduites aqui eu praticamente projetei. E aí veio o cara fazer a instalação da tal da fibra, o cara meteu o passador e eu falei, não, vamos passar por dentro, o cara não, não, vai quebrar a fibra, tem que passar por fora, vai furar a parede, não, vai para o mim, vamos passar por dentro, do conduite. Aí ele falou assim para mim ainda, se o passador passar fácil, aí eu confio, eu sei que foi, foi. Eu trouxe uma fibra cara, a fibra foi lá dentro de casa, aí ele ficou elogando, nossa, que conduite bem montado, porque eu fiz longas curvas assim no genero para a fibra passar, então se você vai fazer sua casa, já deixa a passagem para a fibra, são curvas longas, então a fibra de polímeros permite que eu consiga fazer esse tipo de curva, uma fibra de vírgula não, uma fibra de vidro, uma curva pode ser um raio de 8 a 10 metros, fazer a curva, o que não já não daria, porque a casa era, posso falar, o tamanho da minha casa, para não ficar liberando informação demais, mas já não dá, não entenderam, jogada? Então, cara, está cada vez mais em conta colocar uma fibra dentro de casa, e a fibra do operador vai realmente lá dentro de casa, ela sai direitinho assim, direitinho, no aparelho, a um espacinho que deixa ir para o aparelho, e já entra direitinho no aparelho, e só, pufute, e daí já sai para casa, aí o aparelho, inclusive, não é o ar, ele é só para isso, outra coisa que eu fiz questão com o operador, o operador, ela te entrega uma caixa e faz tudo, ela é modern, ela é modern, ela é switch, ela é router, ela é acess point, e não faz nada direito, não, um aparelho só para você receber, outro aparelho só para transmitir, o detector gera um pulso elétrico quando a luz incide sobre ele, então, eu consigo segurar um espectro de onda dentro da fibra e ela vai indo, até no ano pouco, o límero até nua mais, então vai o quê, 3 km, enquanto uma fibra de vidro pode ir até 50 a 100 km, passinho, passinho, ela vem até no ano perdendo um pouco da força, mas o ambiente, no caso, o interior da fibra, ele é muito controlado, ele sofre menos interferência que uma onda, por exemplo, no ar, ok, e aí ele bate no sensor, ele passa por um filtro, bate no refletor e aí é detectado atrás, então você tem que bater, e aí é detectado, como era o esquema do CD, não sei se vocês lembram, a leitura do CD, ele bate, reflete e ele é capturado atrás, para evitar o quê, para evitar que saia da fibra, luz dispersas e ele cumprinha daquilo como um valor, então tem que passar por um filtro, bater no refletor e isso é capturado atrás, não sei se vocês já viram, uma antena parabólica, se você olhar, o detector ele fica na parte de baixo da antena parabólica, ele não fica apontado por espaço, ele fica apontado para a terra, ele bate atrás no refletor, o refletor que é aquela parabola e bate no dipolozinho, que está dentro do LNB, ok, então isso é muito comum mesmo, antenas wireless também direcional, tem muito disso, antenas direcional, tem um isolante aqui na frente, o dipolo atrás, ele bate na antena e volta, assim, totalmente para evitar interferência, vindo pela frente, então naturalmente o equipamento é muito simples, o diodo costuma falhar com o passado tempo, mas diodo é um recurso barato, não é nada do outro mundo, não vai exigir ouro, nada disso, é algo muito simples, vamos dar, quando um raio de luz, por exemplo, passa de um meio para o outro, tem cidade diferente, por exemplo, a sílica fundida para o ar, por exemplo, o raio é refratado, inclinando os vimites, ali no limite da sílica, como mostra na figura 2A, olha só, eu saio da sílica, que seria a sílica, tá bem apariótica, o que acontece? Há um material de muita abundância, a sílica no nosso planeta, é um material que se pôra como ser abundante, é muito engraçado, você sabe que eu fiz química no federal, eu nunca foguei atrás de saber de onde vem essa maldita sílica, porque se você olha, o ouro ferro, um estrela comum, como o sol, ela produz ferro, mas não produz ouro, um estrela capaz de gerar supernova, porque é capaz de produzir ouro, entende? Depende muito do átomo, aquele átomo da tabela periódica, depende muito, e eu nunca fui atrás de saber a sílica, se ela é formada de que tamanho essa estrela passa informada, o cara nunca foi atrás, depois desse vídeo vou atrás, talvez mais pra frente, eu falar, ah, achei, tu me arrepare, eu bato um ângulo e eu saio no outro ângulo, se você olhar o alfa que ele é menor que o beta, porque eu estou saindo de um meio mais denso, indo para um meio menos denso, afinal a sílica é mais densa que o ar, a sílica é muito mais densa que o ar, então a onda acelerou, acelerou e abriu o ângulo, se eu aumentar o ar, se eu aumentar o alfa aqui, se eu aumentar o alfa aqui, porque eu sou de lexo, se você meter um alfa, é lógico que eu vou falar, se você começar a aumentar o ângulo aqui em alfa, beta aumenta mais ainda, e se eu aumentar de tal forma aqui, esse beta praticamente retorna para dentro da sílica, olha só, se eu aumentar o alfa, o beta vai aumentar de tal forma que eu entrei de volta na sílica, peraí, então se é essa bitola, essa bitola, daqui aqui, em relação ao comprimento de onda e a esse ângulo, foi muito bem trabalhada, então eu conseguiria manter a luz recocheteando nessa mudança de identidade, e ela sairia aqui, um ângulo de 60 graus aqui, é o ângulo mais aproximado, é aproximado, peraí, então quer dizer que quando a luz do canudinho saiu do vidro, no caso passou pelo ángulo, o vidro, e entrou no ar, ela acelerou, por isso que estou vendo aqui, diferente, os índios sabiam disso, o índio viu o peixe no lago e naturalmente ele jogava um pouquinho mais para frente para acertar o peixe, ele não mirava no peixe, ele mirava um pouquinho mais na frente, então ele acertava o peixe, o índio sabia disso, lembrando, qualquer cientista, de 30 anos atrás, aos 50 e poucos anos de idade, eles recebiam menos informações e hoje uma pessoa de 20 anos de idade, ou seja, uma pessoa hoje de 19 anos de idade recebe muito mais informação do que um cientista que faz leis malucas, ou seja, o que faz com que a luz do canudinho saia malucas, que as coisas topem em toda sua vida, porque naquela época se vivia pouco também, além de ter pouca informação, caracas, vocês têm internet, não é para jogar valorante, não, tem internet é para buscar informação, vocês não viram que eu estava com dúvida da cílica, ou eu nunca me peguei nisso, o que vocês acham que eu vou fazer depois desse vídeo? Então, você tem que ser assim também, busque a informação sempre, pera aí, deixa eu tirar minha cabeça verde do caminho, Bom, o que que acontece? Imagine você, e eu preciso de fazer, então, isso aqui ser coerente com comprimento de onda, a frequência e o ângulo, legal. Então, agora imagine você, eu consigo fazer uma diferença muito bruta de densidade, no comprimento do tubinho bem fininho, esse tubinho cor aqui dessa densidade, e eu consigo fazer bem fininho e colocar uma onda bem comprimento de onda bem pequenininha e frequência altíssima ali dentro. Cara, basicamente, cara, a gente não pode falar isso aqui, vamos lá, vamos vir para essa imagem, na verdade, vou até mudar aqui a imagem de posição, tá gente? Vamos dar a imagem de posição, tá? Vai ficar melhor para a aula. Olha só, se eu pego o cor aqui e trabalho com um cara bem pequenininho, em uma onda, a onda vai ricochetar lá longe, ó, pa, pa, ela vai ricochetar pouco, viram? Se eu deixar esse cara que muito largo o cor, a onda fica ricocheteando mais, e isso faz toda a diferença, sempre que eu ricocheteio, eu posso perder força. Então, natural, uma fibra desse tipo aqui multimodo, ela acaba indo a uma distância muito curta, tá? Mas por que que eu tenho fibras multimodos? Vamos lá. Fibras que apresentam multimodo, múltiplos canais, tá? Olha só, já dei a dica. Permite então, tem diferentes densidades e são chamadas de fibra multimodo, então o que dizer o seguinte? Olha aqui, essa imagem aqui, ó, repare, eu tenho várias densidades diferentes, então eu posso trabalhar com diferentes frequências, então eu posso, numa fibra multimodo, trabalhar com múltiplos canais. Eu perco porque o sinal tem que ricochetear mais, é natural que eu perco distância, mas eu ganho em aumento do número de canais, tá? E sem contar também que as fibras multimodo podem ser de vidro ou de polímeros. Ah, eu falei pra vocês que polímeros é fácil manipular essa fibra. Tudo tem uso, tá? Tudo tem uso. No entanto, se o diante da fibra for reduzido a alguns comprimentos de luz, a fibra atingirá como se fosse um guia de onda, né? E quase que nem a reta, quase que sem ricochetear, produzindo assim uma fibra de modo único, chamado fibra multimodo, né? Então é só que interessante, aqui nós estamos trabalhando aqui com números, cara, 100 quilômetros, já tem fibra de 100 e poucos quilômetros, tá? Esse detalhe também. Então, olha só, uma fibra de polímeros de multimodo vai 300 metros com a possibilidade de múltiplos canais e ainda, provavelmente, ser mais fácil de se manipular ela. E não tem valor comercial, como assim? Os noias não vão trocar por craque, porra! Passe um fio de cobre aí pra você ver, é anoiada, não vai transformar seu cobre em pedra de craque. Só pra vocês terem a noção, eu tive que vir aqui e fazer a instalação dessa casa aqui, né? Do poste de luz. Ali, tá? Da frente. Eu tive que passar várias noites aqui dormindo. Lembra que eu gravei? Gravei que eu gravei eu ali na piscininha, a piscininha do Raque enquanto eu... Em dezembro, eu invadia ele, e ele falou que eu ia chorar se que eu ia ir de madrugada, porque eu não tinha nem cozinha, pô! Por que? Porque senão os noias iriam roubar meu fio no poste ali, cara. Sério, meu fio ia ser roubado no poste. Já fibra não, cara. Fibra não tem valor. Fibra não tem valor. Então, pra vocês terem a noção, eu vi que a minha fibra foi puxada pro lado de fora, né? O terreno do lado. Eu tô achando que algum noia achou que era fio dentro de cobre e tentou puxar pra ver se tinha algum valor, e ela também tá dobrada assim. Então eu até até que lá corrigir isso. Eu falei que eu ia lá corrigir, e não fui ainda. Eu tô pensando em achar que os noias já até tentaram roubar, achando que era fio. Depois eu vi que era fibra. A fibra não tem valor. Então eu falo que essas fibras de multimodo de polímeros, tá? Ela tem um uso muito fácil e eu consigo ter múltiplos canais, mas, cara, tem fibra multimodo de 500 metros, tá? 500 metros. Então a operadora pode trazer uma fibra de uma qualidade melhor até um bairro e distribuir 4, 5 pontos no bairro. E desses 4, 5 pontos derivar fibras de multimodo de polímeros mesmo. Isso garante um processo muito eficiente, tá? As fibras ópticas são feitas de vidro, segundo o tânibus, mas também tem de polímeros. Por sua vez, é produzida a partir de areia. E é sílica. Acho que é órquista de sílica, né? É isso, assim. Uma matéria prima de baixo custo e abundante no nosso planeta. Ah, e eu nunca vi uma sílica, então você nunca viu areia, tá? Não, porra, você viu sílica assim, lógico. Eles não pegam qualquer sílica. Depois do final, eu vou passar um documentário para vocês assistirem. Da... Pernamente, canal? Acho que é. Vou até colocar no documentário para vocês. Vou até colocar na playlist depois desse capítulo. O vidro dado nessas fibras modernas é tão transparente. E se o oceano fosse feito disso em vez de água, seria possível, daqui de cima do oceano, de cima do oceano, você vê o fundo do oceano, que é transparente, basicamente. Cara, é muito, muito, muito transparente, tá? Mas, aqui, naturalmente, eu tenho... As fibras de vidro, eu tenho atenuação. Atenuação. E essas atenuações, elas são... Elas dão a batem pouco no sinal. Uma fibra de vidro, a atenuação é de 3 dB, dsb, por quilômetro. Então, por quilômetro... Espera aí. A dsb é de por quilômetro, lá. Em dsb é de por quilômetro. Línea de fibra. E esse fator ali, ele é impactante. Por quê? Quando eu trabalho com fibras muito, muito, muito finas, muito, muito, muito finas, tá ok? É... fibras de vidro. Eu utilizo essas fibras de vidro mais para fazer comunicação de longa distância. Essas fibras de vidro, trabalhando ali a frequências muito altas, monomodos, geralmente, nada de multimodo para linhas distantes, eu tenho que trabalhar com bons equipamentos. Às vezes, trabalhar com diodo já fica difícil dessas linhas de longa distância devido a essas atenuações. São três faixas que as fibras trabalham devido ao menor impacto dessas atenuações. Por esse cumprimento de onda aqui, aqui está cumprimento de onda. Aqui está a atenuação esperada, baseado no cumprimento de onda. Essa atenuação se dá por alguns fatores. Há os pulsos de luz enviados através de uma fibra e expandem à medida que se propagam, tá? Essa expansão é chamada dispersão cromática. Na verdade, existem três dispersões que se trabalham com fibra. Mas aqui nós vamos estudar mais a dispersão cromática. E essa do meio aqui, eu mando um espectro de luz, geralmente, e o espectro de luz possui muitos sub-espectros. Vamos colocar assim. Você já viu aquela bem cadeira do Prisma que eu lanço um fecho de luz branco pelo Prisma? Como a luz branca é formada de vários espectros, de várias cores, a luz branca é o espectro de várias cores, formadas. Quando eu passo por um Prisma de cidade diferente, então cada sub-espectro aqui está como se fosse um arcoíris. A mais lenta é a vermelha. A vermelha é a mais lenta. Ah, pera, então quer dizer que vamos lá. Está fibra muito longa e é vidro. Você está querendo me dizer que você vai emite uma luz branca e vai chegar lá o que? Uma verde, uma azul e a vermelha depois? É. Ah, e isso é a tal da dispersão cromática. O que o vermelho vai ficar muito mais lento no vidro do que, por exemplo, o azul. Entendeu, jogado? Eu acho que eles cagaram nas cores, é que o azul tem mais para frente. O verde é que vem para o meio, tá, galera? Aqui é o verde, tem que ficar no meio entre o azul e a vermelha. Então só para vocês terem a moção, se eu transmito essa junção de todas essas cores aqui, vai ser branco. E aí o Moon, o Bit 1, vai ficar bem evidente. O Bit 1 vai ficar bem evidente. 10 quilômetros depois a fibra vai estar assim. O violeta, ligeiramente acelerado e o vermelho ligeiramente atrasado. Então o fotodetector não vai pegar assim o pulso. Vai pegar o começo do pulso, o pulso e o fim do pulso. Vai começar a criar o que? Olha só. Ele começa a detectar parte da luz, a luz toda e depois vai sumindo a luz. Não fica mais assim, sem luz a luz. Depois de 20, 30 quilômetros, como começa a ficar? Começa a ser para bastante, olha. Depois de 60 quilômetros, 100 quilômetros praticamente. E fica difícil para o detector detectar essa diferença. Isso aqui era 1. Cara, isso pode ficar tão ruim. Depois de muitos quilômetros, o que eu queria transmitir era isso. Se transformou nisso. E depois de muitos quilômetros, se transformou nisso, repare que está suavizando o serrilhado aqui. Olha, está suavizando. Olha como vai ficar no final. Não dá mais para saber. E uma fibra é atenuada por três fatores. Mas dentro dos três fatores, a cromática é aquilo que mais pesa e por isso que eu estou colocando nesse material. Deixa eu voltar com minha cabeça verde aqui. E quem aqui falando aqui da cabeça do verde e do vermelho? Então, beleza. Caramba, então quer dizer que a distância na fibra ótica é impactada dessa forma. É por causa da velocidade de cada espectro de onda que forma a luz branca. Então, os cabos de fibróticas são semelhantes a cabos coaxial. Ele tem um corde vidro ou polímero. E tem um revestimento do vidro, que é uma outra densidade e uma abertura de plástico. Essa fibra é muito pequenininha. Se você for puxar, talvez você quebra ela. Então, eles organizam ela em três fibrinhas e passam o revestimento. Depois, organizam em 100 fibrinhas e passam o revestimento. Eles vão fazer vários revestimentos e revestimentos. Então, em um cabo mais ou menos, está a grossura assim de um pulso. Pode ter meio. Vamos falar milhares, sacanagem, algumas centenas de fibras e um cabo de aço. Por último, eles passam o cabo de aço e passam com uma cobertura emborrachada no insultório. Por que é que o cabo de aço, para poder puxar com um tratur? Não sei se vocês já viram eles passarem essa fibra? Funciona assim. Com um aparelho, eles foram quase que na horizontal, bem longe assim. Com um álbum tono de 15 graus assim. Zero graus com um plano, aí ele baixa os 15 graus assim. E eles foram bem longe, vai embora, fora. É porque a câmera aqui está, aquelas marcas. E lá na frente, eles furam de lá para cá, eles interceptam através da matemática. Depois, eles passam um cabo, vou te contar um cabo de aço. Eles passam um cabo de aço, ali dentro, depois eles puxam, não amam, esse cabo coaxial e na ponta vem. Esse bolo de fibra ótica. E eles não se destruíram o passeio como um todo, eles destruíram um ponto aqui, um ponto lá, um ponto lá. Sem destruir o passeio como um todo, destruí todo a rua para passar o acabeamento. Interessante esse processo. Bom, e aí nós temos dois tipos de fontes de emissão de luz. A primeira aqui, naturalmente, é o LED, baixa de dados muito baixo, enquanto o laser semi-condutur são taxas muito altas de transmissão. Afinal, o laser consegue trabalhar com frequências altíssimas. Já o LED não consegue trabalhar com frequências tão altas. Tipo de fibra, multimodo um LED, o laser multimodo ou monomodo. Distância curta, o laser longa, vida útil longa, o laser curto, mas não é assim o LED, o diodo tem problemas com o passado tempo. O diodo com o passado tempo, ele também tem que ser trocado, pelo menos ele é uma tecnologia barata. Sensibilidade à temperatura em significante e laser substancial, por quê? Outro problema que pode acontecer na fibra é a temperatura de latar a fibra em um certo ponto. E aí o sinal se perder porque depende da bitólica da fibra, da diferença de densidade e comprometo de onda. Se eu alterar uma dessas, a fibra não funciona diretamente. Como a fibra com o laser trabalha com uma frequência muito alta, um comprimento de onda muito pequeno em mim, muito mais que o LED, é natural que possa ter problemas diferentes. Custo muito baixo o LED enquanto o laser é muito alto. E aí eu tenho na ponta da fibra óptica os conectores. Eu acredito se eu não estou enganado porque eu não quis mexer no aparelho. Você sabe, se você ficar mexendo demais nessas coisas, rara, como não tem graça. A minha esposa tirou o G-Beak, o conector do aparelho para limpar a pontinha do aparelho. A minha Nossa Senhora, a minha Nossa Senhora. Cara, isso aqui é sensível demais essa pontinha, não pode pegar sujeiro. Então cara, essas pontinhas aqui vão depender da tecnologia que vai receber. E aí tem N fabricantes, N tipo de fibras, N aplicações. Cara, é complicado. Então eu tenho uma infinidade de pontinhas, ou seja, de conectores para uma infinidade de fabricantes. Bom, mas o que é interessante, olha só. Alguns fabricantes, no caso o meu aparelho, a pontinha já entra direto no aparelho, sem precisar de um G-Beak. Tem a possibilidade de eu ter um G-Beak, que eu não deveria falar que um G-Beak é um adaptador. Porque eu estava sendo aqui, eu estava minimizando esse aparelho. Mas vamos dizer que aí do outro lado, pode ter uma pessoa liga que nunca viu redes de computadores. E o que ficaria mais parecido para você seria um adaptador. Porque, imagina que esse switch aqui é um Switch Dell. Esse Switch Dell, lá dentro, dessa desses buracos, tem os conectores dele, que a Dell desenvolveu com a tecnologia Dell. E ela acha que a tecnologia Dell é melhor do mundo. Só que essas pontinhas não vão encaixar lá, não estão com esse padrão aqui. E aí você da Dell, vende um G-Beak para cada pontinha dessa, diferente, para o aparelho dela. Então, eu não deveria falar legamente falando, ou vou usar esse tema agora, legamente falando, um adaptador. E os fabricantes vão ter esses G-Beaks aqui, cara, que são encaixados assim, até essa tampinha. É muito sensível. E cara, é caro. Os mais baratos são R$ 0,00 por isso que eu comprei da operadora. A operadora eu peguei nota fiscal. O aparelho todo custou 19 dólares. A operadora me deu a nota fiscal do aparelho. 19 dólares custou o aparelho. O aparelho fodástico, de um habitantilético. Só que é lógico para ser tão barato, não dá para ter essa tecnologia toda. É tudo de plástico. O conectou em caixa direto, sem a necessidade de um G-Beak. Tem esse negócio aí. E aqui dentro, por exemplo, eu tenho um... Aquele G-Beak fica em um aparelho mais interno, uma conexão mais interna, que alimenta todas essas saídas. Esse quadro aqui muito bem organizadinho. É lindão, tá? Eu só não vi a numeração dos cabos. Geralmente a gente põe uma nilha, assim, enumerada na ponta do cabo aqui e documentamos no documento de rede. Aquessa pontinha enumerada vai para algum lugar. Só a gente ficou faltando isso. E para os meus computadores, olha só que legal. Você pode comprar, naturalmente. Uma placa de fibra ótica. E você pode, por exemplo, pegar aqui, colocar o G-Beak aqui da placa. E você pode comprar esse G-Beak apropriado, naturalmente, para o conectou, que a sua operadora vai lidar. Espera aí, você está querendo me dizer. Se eu tivesse uma operadora legal comigo, eu poderia ligar a operadora num cabo de fibra direto. No meu computador direto, se ela permitir que você se conecte com seu computador direto, um computador pode fazer o trabalho daquele router de plástico. Fazer essa conexão com o PPP, fazer a autenticação do usuário e usar normalmente. Mas também, operadora cada dita mais chata. Esse cara só tem um, porque esse G-Beak aqui, ele tanto é de subida quanto de descida. Ele é colocado aqui dentro. Ou seja, essa placa é o módulo da placa inteira, controla subida e descida. Erro como eu posso dizer. A placa, o módulo da placa, que ela não trabalha de forma independente, ou download ou upload, ou seja, o upload são dependentes dessa placa. Aqui eu tenho uma entrada que poderia ser usada para upload e uma entrada de download, por exemplo. Tem um G-Beak aqui, um G-Beak aqui e teria os conectores. E geralmente, as placas quando são assim, elas possuem circuitos diferenciados para cada uma dessas portas, podendo trabalhar de forma não dependente. Isso é muito bom. É como se fosse um processador para cada para upload e um processador para download. Pensa assim, seria um processamento diferenciado para download e um diferenciado para upload. Então, totalmente independente de um do outro. E isso é bacana, para desempenho elevado. Isso é bacana. E eu que separei aqui esse documentário, vou colocar na playlist também, lógico. Mas já deixei para vocês aqui, vai que eu esqueça. Esse documentário fala sobre como as fibras óticas estão sendo utilizadas para transmitir dados em cidades inteligentes. Vejo que o termo de cidades inteligentes é usado há muitos anos, porque a Nature Geographic fez esse documentário há muito tempo atrás. E aqui você vai encontrar um documentário, todos dois de péssima qualidade, porque são elíquias históricas. Se vocês conseguirem vídeos de qualidade melhor, vocês entrem em contato comigo e me mandem um link, manda aqui no chat desse vídeo. Cara, tá em português e aqui vai falar justamente sobre fibra. Inclusive, acho que eu estou comentando na velocidade da luz, que a fibra consegue trabalhar quase lá, entendeu? Uma velocidade altíssima, altíssima mesmo. Beleza? No próximo vídeo, vou falar sobre transmissão de dados sem fio, vamos falar sobre rádio frequência, tá? E sobre como funciona tudo isso. Até mais, tchau!