Transcrição do áudio
Digamos que eu já tenho então um modelo de comunicação onde há uma certa descentralização. Ou seja, imagine vocês que a Rússia viesse atacar os Estados Unidos lá na década de 70, ele iria mandar pro saco lá 3, 4, 5, 6 cidades. Não veio só como. Não lembro se o Satan 2 estava pronto ainda. E aí, naturalmente, por outros caminhos a comunicação vai acontecer. E o mais legal disso tudo, que foi inclusive projetado, que a decisão de qual caminho se tomar é feito via software mesmo. Ou seja, independente do ser humano, que poderia ter um certo padrão. A tecnologia fugiria desse certo padrão, mas sabemos que tecnologia é um pouco complicado. A tecnologia é ela que está sempre num padrão. Mas pelo menos ela tem o padrão dela, de decisão. Acontece que imagine vocês nos Estados Unidos ver os caras lançando Sputnik no ar. Primeiro lógico, ficar cachorinha laica, tchau, virar o pi porca em minuto. Tem, inclusive, um dos meus cachorros que se chama laica. Mas não adianta você chamar ela no portão porque ela só atende a mim. Ela só mal atende as pessoas na minha casa, só atende a mim. Mas eu não vou mandar bichinho para o espaço para virar pi porca. E mandar o Sputnik e tudo isso vai dar um puta perigo com os americanos. Porra, satélite, satélite, satélite. Inclusive é desse desespero de lançar satélite que vai vir aquele acidente, que teve um ônibus espacial. Ele estourou em três pedaços e foi embora. O que tinha um orçamento secreto do Senado? O orçamento secreto! O orçamento secreto para eles, porque é envolvido com defesa. Não o orçamento secreto do que você, brasileiro, não pode saber porque eles estão todo mundo. Então tinha um orçamento para defesa e que tinha que subir muitos satélites. E a infraestrutura não dava. Não dava. A satélite pesava 5 mil quilos. Um pouquinho maior que uma geladeira. O cara era muita coisa. Então é natural que houve desgaste dos equipamentos natural à explosão do ônibus. Vamos lá na década de 50. No início dos anos 60 as pessoas tentaram configurar sistemas de comunicação metinocinais que se refletiam em balões metrológicos metalizados tipo balão-télite. Se você procurar sobre teoria da Terra plana, você vai ver a questão do balão-télite, que não existe satélite. Existem balões que são colocados no domo e nós pagamos para ser altamente enganados pelo governo. O governo engana e eu concordo. E chega a ter tudo isso um pouco complicado. Mas lembrando que eu vim aqui dar aula para todos os gostos. Redonda molhada girando loucamente no espaço e mesmo assim você que é Terra Planista. Em seguida então a marinha dos Estados Unidos detectou uma espécie de um balão porque ficava muito melhor. Paradinho, não tão paradinho mas pelo menos mais lento. Chamado Lua. Mas olha só, brasileiros fizeram uma transação de bitcoins usando a Lua como um satélite. Então o que eles fizeram? Eles pegaram um rádio amador a apontar para Lua. Acho que foi em Minas Gerais. Isso não fala em memória pulada do Triângulo Mineiro. E naturalmente receberam a transação de bitcoins aqui em São Paulo, no estado de São Paulo, não na cidade de São Paulo, mas ali para o Reste. Então o que acontece? O satélite como esse artificial feito por um balão, ou até mesmo que é o tal do balão o até mesmo a Lua que é natural, podem ser utilizados mas tem um monte de coisa em cima disso. Por exemplo, não amplifica sinal, alta taxa de erro, pode não conseguir, inserto, então é muito complicado. Os caras aqui do bitcoin fizeram várias tentativas para conseguir. Ou seja, não seria algo útil para uma transação comum aqui. Lembrando que tudo fica registrado na blockchain. Então não fez nada demais. Se você quer algo descentralizado e algo que não fica visível na blockchain, transação é um monero. A principal diferença entre um satélite artificial e um real é que o artificial amplifica os sinais antes de enviá-los de volta a terra, transformando naturalmente, reforçando sinal, corrigindo sinal e mandando de volta. Os satélites de comunicação possuem alguma propriedade interessante que os tornam atraente para muitas aplicações naturalmente. Hoje subir um satélite não é tão caro. Só que hoje nós temos um problema por não ser tão caro, ter muitas agências espaciais e muitas iniciativas hoje, inclusive da privada. Tá meio que poluindo. Isso aqui que vocês estão vendo é uma simulação de artefratos no espaço. É bem sério. Bem, quando eles caem, exceta aquela espaçonave chinesa que caiu e foi pro saco, só que chegou a colidir com o oceano. Tirando aquilo que era muito grande, lógico, não ia derreter na descida, nessas porcariadas tudindo na descida derrete. No máximo, vou estar aqui no meu fogão a lenha comendo uma puro uruca muito bem frita, e vendo alguma coisa passando queimando. Geralmente eles passam queimando no chú, no estado de São Paulo, longe daqui, e os estados do chú. Ali é uma rota. Então não deveria estar aqui, mas é que eu estava conversando com a minha esposa. Ou seja, como isso é uma forma mais simples, um satélite de comunicação pode ser considerado um grande repetidor microondas no espaço. Ou seja, ele transmite ondas microondas e aquece moléculas de água no espaço. Ou seja, não no espaço, mas lá em cima, lá na atmosfera. Então se você fala, reclama muito sobre os efeitos climáticos, você usa o computador, devo lhe falar que você está providenciando microondas no espaço, meu garoto. Mas isso dá um impacto, isso é muito complicado. Mas que naturalmente tem impacto, é um impacto lógico, é um microondas. E ele contém diversos transpôndulos. O primeiro, o Sputnik tinha duas anteninhas, ele é uma bola com duas anteninhas do tipo polo simples, que é uma antena simples, não era de bola, é uma antena simples. E aí é um cotonete. Aí o verde. Eu sou verde, porra. Então isso aí foi melhor. Então era uma coisa que ia de duas anteninhas assim, duas anteninhas assim, de uma coisa redonda assim parecida com a minha cabeça. E aquilo ele recebia em uma antena e transmitia na outra para terra. E isso é feito hoje por transpôndulos. Só que os nossos satélites modernos possuem dezenas de transpôndulos. Por quê? Em vez de eu receber uma única fonte de sinal, o que eu posso fazer? Eu posso pegar essa fonte de sinal e cortar em centenas de canais e colocar um transpôndulo em cada canal. Então eu teria centenas de clientes. Ah, mas eu não estou transmitindo todo o poder, toda a banda passante do sinal. Não estou, cara, mas o que acontece? Eu estou tendo muitos clientes e estou dividindo o custo daquele satélite com muitos clientes. Cada um deles houve uma parte do espectro, ou seja, não houve toda a banda. E amplifico os sinais na hora de mandar de volta numa outra frequência também. Tem esse detalhe. Vou lhes mostrar. Esse modo de opressão é conhecido então como canal em curva, MET, FIPE. O processo digital pode ser acrescentado para manipular ou redirecionar separadamente os feios. Por que o satélite tem um transpôndulo? Cada transpôndulo tem uma área de cobertura no planeta. Se eu poderia acontecer, eu receber um sinal vindo do Brasil em um transpôndulo e conseguir mandar para um outro transpôndulo que está focalizado no seu destino, que é a Europa. Entendendo? Como se fosse um grande suíte no espaço. Eu estou sendo muito ridículo em fazer essa simplificação. Mas poderia ser comparado. Opa! Então, quer dizer que dá para direcionar o feixe então para uma região do planeta. Ou seja, isso dá para reutilizar melhor canais. Que é uma coisa que a gente vai falar mais para frente. E naturalmente esses transpôndulos são tão simples assim. Alguns transpôndulos possuem poucos elementos. Outros transpôndulos são um pouco mais complexos, possuem mais elementos. Eu vou explicar. Os transpôndulos desempenham principalmente a função de receber um determinado sinal, processar ele de alguma forma, amplificar ele de alguma forma e retransmitir o sinal naturalmente em outra anteninha. Assim como era o nosso amigo Sputnik. Ah, amigo! E Sputnik. Ah, ficou bonitinho. Mas eu não gostaria de ter isso aqui, não. Já viu, né? Eu estava começando a precisar de uma esposa aqui e acho que eu ficaria bem nervoso com ela. Ah, brincadeira, não aconteceria não. Não, né? Bom, e naturalmente isso é conseguido, escolhendo frequências diferentes de descida e subida para cada transpôndulo. Então cada transpôndulo tem uma frequência de chegada nele e uma frequência diferente de descida, de saída dele. Ah, que legal, então vamos lá. Então eu tenho duas antenas de satélite aqui, duas antenas de satélite. São duas, tá? São duas, tá? São duas antenas aqui. Pego o sinal, passa para um duplex e arranca o ruído de fundo do espaço. O ruído de fundo do espaço. Isso é o que é captado pelo James Webb, captado lá pelo... Ups, esqueci o anterior, hein? Cri que esqueci o anterior do James Webb, hein? Ah, tchau, virou, virou passado, né? Virou ex. Virou ex aquele outro. Ops. O dia só lembro do James Webb, que é o atual. Então, quer dizer, o seguinte, arranca aquele barulho, aquele som de fundo, aquele ruído de fundo, aí ele tem um processamento, tá? Ele amplifica o poder do sinal e manda para o duplexa que vai acessar a outra antena. Então quer dizer que, naturalmente, a antena, satélite é usada para transmitir os sinais e receber os sinais, né? O duplexa é uma porta de microondas bidirecional que recebe o sinal de uplink e também ele é capaz de enviar pelo sinal de downlink o amplificador, é chamado de LNA, tá? É usado para amplificar o sinal. O LNA, cara, é possível até você comprar no mercado. Não é mercado negro, não, cara, é o mercado mesmo. Você compra esses aparelhos. Tem um canal no Odyssey. Eu vou recomendar mais para frente, tá? Mais para frente na playlist eu recomendo. Porque eu vou ter que ir lá procurar. Ele seria um cara especialista em hackear satélites. Sério. Pode derrubar um satélite, tá? Ele pode mandar um comando e derrubar um satélite, cara. Não é, brincadeira. E esse cara, esse hacker, eu tirei, eu não estava seguindo, mas eu parei de seguir porque eu vi que eu ia gostar e eu ia gastar muito dinheiro e eu olhei para o meu casamento. Aí sei lá, cara, talvez isso aconteça, aí talvez eu faço isso. E aí eu aproveiria tirar o like do cara, não quero ver nada que ele faz, cara. Porque senão eu vou acabar gastando dinheiro. Então, naturalmente, o processador desempenha a função de converter sinais de frequências mais altas em uma frequência mais baixa. Naturalmente. Por quê? Para transmitir uma frequência muito alta, eu preciso de muita energia. Para transmitir uma frequência baixa, eu preciso de pouca energia. O satélite tem pouca energia. Então, quando eu mando da terra, eu mando numa frequência fudida de forte. Pô, eu tenho usino nuclear, eu tenho carvão para queimar, eu tenho diesel para queimar, pô. Eu tenho... Tudo bem, vamos lá, vamos fazer uma repreza, vamos alagar um pântano e gerar muito metano para criar. Depois eu capituro esse metano de um jeito. Ok? Então, aqui na terra eu consigo fazer a sujeira que for para conseguir energia. Eu consigo, muita. Eu consigo muita potência para subir. Mas na hora de descer, o satélite não tem tanta potência. É o quê? Porque ele depende dos painéis dele lá embora tenha muita radiação. Não é bem assim. Tá? É, naturalmente, por isso que ele manda numa frequência menor do satélite para terra. Tá? E um amplificador de potência que é para amplificar essa potência. Pô. Aqui é um transponder. Tá? É uma especificação de um transponder. Então, naturalmente, eu recebo o sinal, patos por um LNA, reforço, passo por um amplificador. Eu utilizo esse oscilador para mudar essa frequência. Eu tenho um oscilador ali, ele chama de oscilador. Ele vai converter a frequência, por exemplo, de 3 GHz para 1.5 GHz. Tá? Ele passa por um amplificador, passa por uns filtros, passa por outros filtros e dá um link. Então, basicamente, funciona assim. Alguns transponders são muito mais elaborados. Bom, pense em você. É barato um processador e 5 é? É barato uma memória DDR4? É. Mas lá no espaço eu não posso por nada disso. Como assim? Vou te explicar. Tirando a ida do homem à lua. Ok? O resto não dá para se fazer com computadores comuns, cara. Só a ida do homem à lua que dá. Mas o resto não dá. É muita radiação de cima, cara. É muito problema. O sol é um problema, cara. Tem até um documentário bacana que foi o dia em que a Terra parou, tem que ter um tapinha do sol aqui na Terra. Derrubou as comunicações de nossos satélites. Ok? Vou contar uma olhadinha aí no YouTube. Vou ver se eu faço uma playlist de documentários bacanas. Eu puxo esses documentários. Então, legal. Chega o sinal, passa pela NEAT. Tem um opficador, passa por um filtro, passa por um oscilador para mudar a frequência. Demodula. Ou seja, do analógico para o digital, processa esses dados, passa por um modulador para transformar de digital para analógico. O que vai acontecer nesse processo? Vai ser feito por você ver as correções de erro. Então, para que haja a correção de erro, eu preciso dos dados. Por isso que eu preciso do demodulador e depois eu preciso do modulador. Um modem. Um modem. Cada transponder desse tipo tem um modem, processamento e memória na jogada. Fora se eu fosse trabalhar com janela deslizante, seria algo um pouco mais complexo. Eu vou explicar mais para frente. Esse canal é foda, segue esse canal. O que acontece? É feito ali um processamento se os dados estão chegando. Como é um enlace? Dá para se trabalhar com o trailer da camada de enlace. Então, em um satélite, um trailer robusto, poderia até corrigir qualquer eventual erro. Olha em seguida, um modula, transforma o analógico, passa por um oscilador, faz um filtro e pá. Tem errado de novo. Ok? Aqui eu consegui fotos de alguns transponders. Você pode comprar um transponder. Isso aqui é bacana. Pode comprar. Inclusive, o doidão estava com um transponder como o hack e o transponder. Nos Estados Unidos você pode comprar tão caixa eletrônica que você compra. É diferente do Brasil. Você não pode nem tocar na rúna eletrônica. Você tem que chegar próximo, fica lá de olhando, digita o número. Você fudeu, você fudeu. Não é assim? Aqui não, cara. Estados Unidos pode comprar esses equipamentos aí, cara. O normal é aprender a hack e a compreender esse hack. Bom, de acordo com a lei de Kepler, o período orbital de um satélite varia de acordo com sua órbita. Ou seja, quer dizer que um satélite mais próximo da Terra precisa de uma velocidade tangencial muito grande e ele faz rasante no horizonte. É possível você instalar no seu celular um satélite viewer e ele dá posição do satélite em relação a você e é capaz de você conseguir ver alguns passando, dependendo do horário. Aí é até a estação espacial, dependendo do horário. Quanto mais alto o satélite, mais longo o período. Quanto mais próximo, menor o período. Maior a velocidade tangencial, maior energia que tem que ser aplicada. Ah, então pensa, cara. Períodale de 90 minutos. Nós temos três posições para colocar satélites no espaço. Por quê? Nós temos o cinturão de Van Halle. Imagina o seguinte, e quando você mexe, mexe, mexe, mexe, não estou imitando a gente, você mexe, mexe, mexe os fluidos no metal, gera atrito. Como assim o metal como um fluido, um centro do nosso planeta, o metal está ali ainda fluindo. A alta temperatura, né? E com isso gera-se atritos. E esses atritos, naturalmente, geram campos eletromagnéticos, que são vistos no espaço. Entendeu? É igual a um imã. Você está aqui com um imã, o campo eletromagnético. Está aqui, há dois, três centímetros do imã. Ah, pera aí. E esses atritos que vão gerar esses campos e essas cargas, vão gerar no espaço dois campos, onde são ionizados. E, naturalmente, esses campos eletromagnéticos recebem os ventos solares, mais a radiação de fundo. Mais um monte de radiação e que torna esses campos extremamente ionizados. Não tem quando você vê um filme assim, Hilton, vamos perder a comunicação. Estão de fundo. Ah, Hilton, passamos, deu certo, estamos descendo, se passaram pelo cinturão de Vorral. Entendeu? Então quer dizer que nada fica ali por muito tempo. Lesão, campo eletromagnético, ionizado, pelos ventos solares. Pô, fodeu. Então nós temos ali Léo, que é uma... muito baixa, muito baixa mesmo. Hilton, de 1.400 km, ele já está sofrendo problemas com o cinturão de Vorral e vamos ver um artigo sobre esse assunto. Na verdade, 2.000 já começam da merda. Está ali. Eu acho que essa imagem é errada. Essa imagem deveria começar o cinturão de Vorral em 2.000 km. Ou seja, 2.000 km de altitude. 2.000 km de altitude. Vários projetos estão ali a 1.400 km de altitude. O Alou Bansky está ali entre o torno de 550 km de altitude. E aí você tem o Mel e você tem o Geo Estacionário a 35.000 km. O Geo Estacionário, o próprio nome diz ele é Geo Estacionário, ele está sempre aqui nessa posição. Está bem alto. Eu preciso de três satélites para atender uma faixa no Equador. Vamos imaginar que a faixa seja de 20 km. Então, uma faixa de 20 km ao longo de todo Equador. Eu preciso de três satélites. Vamos imaginar que essa mesma faixa de 20 km em todo Equador, em Mel, eu precisaria uma média de 10 satélites. É uma média, está? E naturalmente, se eu tivesse em Léo por volta de 1.400 km de altitude, eu precisaria de 50 satélites. Mais satélites. Mas também é muito mais fácil colocar um satélite em Mel. Veja o James Webb quanto foi difícil colocar ele lá no ponto de lágrante. É uma olhadinha. Acontece que o satélite de baixa óbita de 1 a 7 ms, eu envio o sinal, ele demora de 1 a 7 ms para chegar no satélite. E 1 a 7 ms para voltar. 35, 85 ms para chegar até um satélite em Mel. Mais 35 e 85. 270 para ir, 1 ms até um gel estacionário e 270 ms para chegar de volta. Então, bastante tempo, né? Uma conversa real-time é um pouco complicado você fazer com um satélite gel. É por isso que existem aplicações para satélites gel e funciona muito bem. Transmissão de TV assíncrona, por exemplo. Quando a comunicação é sincrona, o Hon Léo seria a melhor opção. Ou seja, uma conversa para transmissão de dados, pau a pau. O Léo seria a melhor opção. Muito legal isso aqui, tá? Vamos lá. Tenho que lembrar que não é só distância de 270 ms. E pare que o satélite de gel estacionário está muito exposto aos problemas de radiação do espaço, principalmente do sol. Está longe do cinturão de Van Halle, ou seja, está sem a proteção. O cinturão de Van Halle lhe é um problema, mas ele também é uma proteção para os inferiores. Você tem que contar que um sinal teria que passar para gel estacionário, passar por dois cinturões de Van Halle, altamente ionizados. Vai que deu a louca no sol hoje. Fez uma merdinha lá e ionizou esses cinturões na hora que ia passar a informação. É uma merda, né cara? Está merda. Às vezes trazer o satélite mais para baixo, talvez seja uma boa para algum tipo de aplicação. É tipo cincron. E aí nós temos vários tipos de banda de comunicação, cara. L, S, C, Q, K. Q, K para um Google nome Q, K. Tá ok? É, cara, o YouTube me arrebenta. Vou dar o link em L em 1.5 GHz e o Mupplink em 1.6 GHz. Se eu fosse usar toda essa banda, se eu fosse usar toda essa banda mesmo para um único canal, que seria que não é realidade, é só você multiplicar isso por 8 bits, você teria a taxa de transmissão em um mundo perfeito, um único canal, tá? Seria assim. Mas no caso aqui, os canais, essa banda é dividida em canais de 15 MHz. Imagina então você pega ali essa banda de 1.5 dividindo em canais de 15 MHz, mas super lotada, pouca taxa de transmissão, tá cara? Então você tem que entender isso. 1.9 é 2.2, mesma coisa. Pelo menos o canal é 70 MHz. Ou cada canal, muito melhor. A C, se você olhar 500 MHz, já é um senhor canal, cara. Cada canal tem 500 MHz, mas aí a Terra influencia muito. Tem muita radiação que a Terra lança no espaço e que chega a essas frequências aí, sendo um problema para a comunicação. Quando eu fico em 11, na verdade, a partir de 2 GHz, você já tem problema com a água, a água na atmosfera. Agora, quanto maior a frequência, maior problema. Lembra a história do nosso microondas? Ah, era espacial, inventou microondas, o pessoal da espaçonave comer uma comida quentinha, posta nenhuma, rapaz. A partir do microondas foi criada a partir do satélite, cara, estamos cozinhando as bostas das nuvens, tudo, e você fica nessa daí, rapaz. Fica atrás da gretta, então você vai entender. Então é só você ter ali 11 GHz e canal de 14 GHz. É natural, chuva, é um problema. Uma frequência muito alta quando passa numa nuvem. No dia que vai estar, a final do super-boa americano, a Sky-Cai, porque passou uma nuvem. É em fevereiro, cara. Deixa eu passei por isso, eu perdi o finalzinho, perdi o último. Um 4, 4 tempos. Passou a nuvem, fiquei 100, que chateadaço. Inclusive era o primeiro que eu estava assistindo, Sky-Cai, porque passou uma nuvem em fevereiro, mal. Nem toda nuvem derruba, tá? Aquela nuvem ralinha não derruba, não, mas a nuvem bem carregada de água, aquela preta derruba. 20 GHz e 30 GHz, chuva, curso de equipamento muito alto. Porque frequência tão alta assim, você precisa de um material muito nobre para fazer os elementos. Porque esses equipamentos comuns que a gente usa em nossas casas, em frequência altíssima, a própria frequência altíssima interfere no próprio hardware. Sério? Satellites não podem ter isso, as frequências são muito mais altas. Então, o repare, 20 GHz. O que você tem no seu computador de 20 GHz? Você me fala, entendeu? Tudo é muito caro, tudo muito caro. Com o que eu falei, isso é um simulador. Isso aqui é um mouse, tá? Isso aqui é um mouse, não é? Não vou ter que tirar um mouse aqui no dado da imagem. Cara, isso aí é uma simulação que se tem no espaço, tá? Parece que tem um monte de garrafa de cachaça, né? Os russos devem ter ali. Ó, parece que tem um monte de garrafa de cachaça. É, coisa dos russos, coisa dos russos. Cara, nós temos satélites que ficam lá, os estacionários conforme eu falei para vocês. Eles podem servir apenas como um grande rub no espaço. Eu mando o sinal, o sinal chega nele, vem para alguma estação, parte, eu recebo da minha estação, processo, e mando para outro satélite, tá? Aqui eu acho que o Tânibol foi meio preguiçoso, tá? Foi meio preguiçoso. Ele poderia ter colocado dois satélites em uns, duas antenas, um cabinho entre as duas antenas, e eu fico, eu fico, choro, bola, cara. Fomei preguiçoso no desenho aqui. Isso aqui é chamado de Versat, e isso eu te falo, que tem um satélite de média óbita, que passa. E também eu tenho um satélite de baixa óbita, que passa muito rápido, coisa de minuto. É aí. Como é que essas antenas vão acompanhar? Ahá! Essas antenas têm um algoritmo matemático, e dá para prever a posição de um satélite. O satélite de GPS também vai ajudar nesse posicionamento, e ele faz um acompanhamento do satélite no seu horizonte. Olha que legal, da hora, né? Então, as antenas podem ser utilizadas como... como... é... podem ser utilizadas para acompanhar esses antenas, como acompanhar os satélites, tá? Bom, por exemplo, tem um tipo de satélite muito legal, que usamos todo o tempo, eu mesmo tinha um relógio que tinha GPS, e muitos dos computadores são regulados hoje por GPS, tá? A horário dos computadores. Os do horário, e tudo mais. Bom, nós temos algo em torno de 30 satélites, que estão ali a 20 mil quilômetros de altitude, tá? E... e com eles, eu acho massa que... ele fala mel, né? Mas olha só, 20 mil quilômetros, ele tá no começo do gel, cara. Eu acho isso engraçado, cara. Referência, né, cara? Nessas referências, tá? Essas referências aqui não foi o que fiz, não, hein? Referência, porra. Referência. Gel, cara. Tá ali algo de 20 mil quilômetros de altitude. Lembrando que o tânibol é antigo, tá? E com esses satélites gel, eu consigo posicionar... o pior que você vai na... se você for procurar isso aqui, você vai ver que é em gel, em mel. E o tânibol diz que é em gel, caramba, mano. Eu vou pelo tânibol, tá? Eu vou pelo tânibol. Você vê aí na internet que é pelo gel, eu desculpe, que é mel. Vai aí, cara. Mas eu vou seguir o tânibol nessa questão de altitude. Claro, e o nânime pra mim aqui. Legal. Então você consegue posicionar alguns elementos do campo com gel. Cara, desculpe, com GPS. Tem satélites que se reposicionam com GPS. Você tem, cara, mísseo que vai pro GPS. Você tem até drone aquático agora que vai pro GPS. O negócio é fantástico, tá? A precisão pode chegar a 50 centímetros. A precisão pode chegar a 50 centímetros no solo. É muito 10. Bom, um satélite mel consegue, então, ter uma visão, pelo menos ali, um hemisfério ali, cara. Vamos colocar assim, tá? Mas o leu tem uma visão muito menor. Quase lembrando que é natural que o leu tá muito próximo do planeta. E o mel tá muito longe do planeta. É natural que essa visão muda. Ou seja, além do leu ter um satélite que passa com muita velocidade, eu preciso ter muitos pra manter continuidade de transmissão. Eu também, no satélite leu, não alcanço uma área muito grande do planeta. Por isso que eu tenho poucos transponders no leu. Qualquer satélite de leu tem poucos transponders. Enquanto os satélites mel e gel têm uma pancada de transponders. Isso tem que ser levado em consideração. Vamos dar uma olhada. Em 1990, você tem que ver que na década de 80, a Motorola vai ter um pau arreado com ATT pela comunicação móvel por estação base na Terra. Vai ficar por uma explicação futura quando explicar a questão de telefonia móvel. Primeira geração, segunda geração, terceira geração, quarta e quinta geração. Mais pra frente. Eu vou te indicar o documentário. Mas teve uma rama fudida ali. Motorola, ATT, Motorola, Motorola foi muito melhor tecnologicamente falando. Mas ela esqueceu que quando o Granbel ganha o direito de ser monopolista dos estados americanos, naturalmente a Motorola tem que ceder pra ele. Por isso que as leis antitrânsis quebram essa porcaria. Bom, no início, a Motorola inventou de lançar 77 satélites, a FCC, que é o órgão americano, que regulamenta essa questão de fátcias de frequência e tudo mais, garantiu esses 77 satélites no espaço, por projeto Iridion, nas frequências que a FCC liberou. Aqui você tem a imagem do satélite, e foram lançados. A verdade, o projeto era 77, falaram em 288 e não deu quase nada. Você tem que entender que na década de 90, quem é que lança satélites? Quem é que lança satélites? É a NASA. E aí, naturalmente, pra lançar satélites, esse negócio de lançar satélites em um monte de países, lançando, e até em empresas privadas, é moderno. Lá naquela época não. Imagine você tendo que lançar satélites militares, porque embora a Guerra Frije estava sendo um saco, estava caindo tudo ali, muro, no 89 não lembro, por ali. E até o fim da União Soviética, que escambou a 4 ali, está acontecendo, em 1992, acho, falei memória. O que acontece? E ficou aquela tensão, soltando satélites militares, já década, mais uma década, quase. Lógico que vai ter uma concorrência fudida, vai ficar caro, sub-satélite, naquele momento. A Torola vai ter dificuldade. Esse é o aparelhinho, não posso falar celular, tá? Esse aqui é o comunicador móvel via satélite. Esse eu não concordo. Não sei se vocês sabem, mas esse aqui é o Fura Olho, rapaz. Você tem aquele amigo Fura Olho que fica furando teu olho, você arruma a mina e ele vai lá e toma tua mina? Então, ele é o Global Star, cara. Ele é teu amiguinho Global Star. Já imaginou, é santendo você, atendendo um cliente, fazendo muito rápido um cliente e para atender e furar o olho de quem está atrás? Esse é o celular Fura Olho da Global Star, cara. 48 satélites em mel, é natural que também não deu muito certo, cara. Isso eu te falo aqui, a Microsoft entrou nessa merda com o Global Star. Não deu certo, não, cara. A parelha dá qual como, né? Uma boa marca para a época, tá? Qual como uma boa marca, ótima marca. E esses aqui eram o jeito dos satélites, né? Com vários transponders, né? Podemos ver aqui as anteninhas de transponders aqui, ó. É natural que, pô, não deu muito certo, não, cara, também. Muitos projetos fracassaram. Elon Musk é o único projeto que parece que está dando certo, mas eu vou mostrar para vocês um pouquinho. Bom, o que que o Elon Musk está tentando fazer? Uma constelação de satélites, por infravermelho, para poder ligar dois pontos no planeta sem passar pela Terra porque não passa pelos trâmites jurídicos, o canal de dados, dos países. Então, se eu quero falar mal do presidente, que é no Brasil, o sinal do Elon Musk, hoje, volta para o Brasil, e aí eu sou, naturalmente, preso pelo STF. É isso. O que é que empreende no Brasil, quem legisla e quem faz tudo hoje. Então, se você olhar, isso é um problema, que esse modelo aqui, o B, o Elon Musk pretende fazer uma constelação de satélites, mas para isso, ele precisa de ter uma malha de satélites muito grande, coisa que eu vou explicar mais para frente. Não está muito longe, não, tá? Bom, e existem satélites que podem variar. Preste atenção, gente. Quando nós falamos aqui de altitude, tamanho, é um tamanho variado, tá? Por exemplo, de 1 quilo a 15 quilos satélites do tipo hub. De 10 centímetros até 30 centímetros quadrados, mais ou menos. Não é certo, gente. Não é uma lei, esse negócio. Geralmente, é quase pequenininha assim. Você põe no colo, não, ninguém. Tá certinho. Você não vai colocar um geladeiro no colo, que tem satélite como o do Elon Musk, ele não toma geladeira. Eu vou explicar. Vai pôr no colo. Então, não pode ser considerado um hub. Essa coisinha aí, cara, tomando uma caixa de sapato, custa 40 mil reais para colocar ele no ar, cara. Ou seja, ele vive bem. O problema dele é que ele não tem muita potência para gerar frequências muito altas. Ele acaba trabalhando frequências baixas, com pouca capacidade de transmissão de dados. Ele é aberto, ele parece mais esse alienígena aí, tá? Dá para olhar que ele tem pouca, que fica os transponders dele. Tem pouca capacidade de transmissão, mas, pô, desfala sincero. Um paizinho como o Brasil, um paizéco como o Brasil, 40 mil dólares, cara. Não é ruim não, cara. Vamo pagar 400 milhões aí, por um... Por um pela cama da Janja lá no avião, né, cara? Aí tá porra. É dinheiro, porque dinheiro é para caramba, rapaz. Acontece que nós temos hoje muito lixo espacial. Eu separei aqui um vídeo para vocês de 8, 10 minutos de mistérios no espaço. Bom, nem você vai procurar por grande lixo espacial e você vai dar uma olhada. Cá no sul do Brasil, fala sobre esse problema. O sul do Brasil é um local de reentrada, né? Ele é um local de reentrada. Bom, no próximo vídeo, eu vou lhes explicar sobre o projeto Starlink. Seja ligado no Starlink, é mais. Nem ter que fazer uma piada, não deu.