Transcrição do áudio
Sempre em nossa história, nós procuramos criar, difundir conhecimentos. Tudo bem? Veja no caso, então, das cavernas onde você tinha desenhos. Boa parte daqueles desenhos eram instruções de ancestrais para os próximos e onde tinha um alimento como caçar. Tudo bem? Então, aquilo é um registro. E quando nós falamos de tecnologia, nós temos, naturalmente, uma evolução na construção do conhecimento e em como nós estamos difundindo esse conhecimento. No meu ponto de vista, as redes computadores evoluíram muito pelo baixo custo de transmissão do conhecimento. Ou seja, construir conhecimento ainda é algo custoso, escrever um livro, fazer um filme. Agora, distribuir isso é muito fácil. Bom, desse curso de redes de computadores, eu vou, naturalmente, me basear em dois autores fantásticos e vou, então, descrever todas essas características para vocês. Esse curso aqui de redes de computadores, eu vou me apoiar dos livros de redes de computadores do autor Tannibal, que é referência. Embora Tannibal tenha sua última atualização do seu livro aí, alguns anos atrás, ou seja, por exemplo, não consta dados de pandemia nos livros dele, naturalmente. Nem do Luiz Paulo Maia, mas, naturalmente, eu vou buscar aqui alguns pontos importantes e eram, por exemplo, depois da escrita dos dois livros. Por exemplo, no caso da pandemia, o Luiz, o de VPN, o Home Office são elementos que mudaram ali, são ações nossas nas redes de computadores que mudaram um pouco o contexto desse tema que chamamos de rede de computadores. Olá! Eu sou não importável, não importa. Porque o que importa é que eu vou começar esse curso no capítulo de introdução que nunca pode ser jogado fora. Você quer entender a ideia do autor sobre alguma coisa? Leio o prefácio. Você quer entender os passos que esse autor vai tomar agora no livro entrando nos capítulos? Leio o capítulo de introdução. Introdução, inclusive, na aprendizagem significativa de Ausbell, lá desde 1965. É um capítulo que forma esteios cognitivos com um aprendizado mais efetivo. Aprendizagem significativa. Existe, naturalmente, o bairrabolismo radical, que é um outro modelo de ensino, aprendizagem significativa. O que parece que o Thunderbolt ama isso. Os capítulos de introdução do Thunderbolt são fantásticos. Uma rede de computadores é um conjunto de dispositivos interconectados com finalidade de troca de informação e compartilhamento de recursos. Ou seja, você utiliza as redes de computadores porque você quer acessar algum recurso. Seja um jogo que é um recurso, uma matéria, um vídeo informativo. São recursos que estão no mundo e que nós usamos as redes de computadores para acessar tais recursos. Bom, e aí o Thunderbolt? Ele divide em dois grupos de dispositivos. Sendo que um desses grupos eu vou subdividir em outros dois. Olha só, dispositivos de rede. São aqueles dispositivos que estão na rede para fazer com que a comunicação aconteça entre os dispositivos finais de usuário. Ou seja, os dispositivos de rede estão entre os end devices. Então por exemplo, eu tenho um end device, que é esse computador que estou usando. E eu estou me comunicando naturalmente com outro computador que está lá dentro de um data centezinho que eu tenho aqui em casa através de uma rede de computadores. Tem o router, o switch, ok? Equipamentos que fazem que isso tudo aconteça. Com equipamentos de rede. Ou esse end device que eu estou usando aqui, esse computador, ou esse mobile que também está aqui na minha rede que não deveria estar no meu estúdio porque não se grava nada no estúdio com mobile aqui dentro. Ele é um end device. Uma impressora naturalmente da minha família, é um end device. Em uma empresa, um VoIP, um telefone VoIP, seria um end device. Muitos desses dispositivos finais de usuário estão ali para disponibilizar alguns serviços na rede. Outros estão ali para consumir serviços da rede. É natural que esse mobile, que ele é um end device, é um dispositivo que consome. Ah, ele não é, como eu posso dizer, um servidor. Bom, pelo menos no normal, né? Mas eu tenho duas adroides aqui em casa. Duas adroides. O Android XU4, procura na internet. Ele é um dispositivo que está para servir na rede. Banco de dados. O Banco de dados eu mantenho nas adroides. Porque eu posso desligar o servidor e tal o Android mantém os dados que eu preciso. Então repare que eu tenho equipamentos que estão na rede, que são considerados end devices, que estão lá para consumir recursos e outros para prover recursos. Ok, então. Legal. Então, dentro desse cenário, eu tenho também o Thunryburn, na verdade, ele coloca alguns tópicos muito importantes aqui na introdução, aqui logo no começo, tá? Importantes, no caso. Que são elementos e topologia de rede, os meios utilizados, arquitetura de aplicações de software, tipo os usuários. Ok? Você tem que, naturalmente, até a metade da introdução, estar com esses quatro tópicos muito bem reforçados em sua estrutura cognitiva, tá? Eu... Isso não está assim, listado no Thunryburn, mas eu já listei para vocês esses quatro tópicos, porque é o foco desse capítulo. Por exemplo, vamos falar então de tipos e usuários, é, como eu acabei colocando em loja de crescentes, tudo bem. Bom, esses tipos e usuários, eu tenho hoje usuários comerciais, né? Negócios em geral, tá? Ecomens, por exemplo. Eu tenho uma empresa de desenvolvimento, que, naturalmente, é um negócio, é uma empresa, tá? E, vamos colocar usuário empresarial. Ok? Negócio, negócio, tá? Se não só comércio, o cara vai focar só em venda, tá? O empresarial, como tudo. Funcionários hoje, né? Eles não estão... Depois da pandemia isso é interessante. Depois da pandemia, muitas empresas partiram para o Home Office, o Home Office. Então, foi um funcionário daquela empresa, eu estava trabalhando lá, loucado na empresa, naturalmente, presencial, e devido à pandemia para a empresa não quebrar, foi colocado os funcionários em Home Office. Eu conheço várias empresas, nós já saímos da pandemia até o quê, dois anos, eu conheço várias empresas que não voltaram com modelo presencial, tá? Estamos lembrando que não dá um pedreiro trabalhar Home Office na sua obra, né? Ele tem que ir na sua obra. Mas na área de tecnologia, cara, dá. Dá para adaptar muita coisa no modelo Home Office, tá? Então modelo empresarial, ele sofreu um impacto lascado ali de 2019, no ano de 2019, até ali, 2022, tá? Recebeu um impacto ferrado, tá? Eu tenho usuários domésticos como... É... Eu mesmo aqui, estou aqui, eu sou um usuário doméstico, estou aqui gravando um vídeo para vocês, tendo um conteúdo para vocês, não é isso? E vocês provavelmente estão aí assistindo este conteúdo, tá? Geralmente nós buscamos entreterimento, geralmente nós procuramos nos valorizar, buscamos bastante conhecimento até como entreterimento. Tem gente como eu, por exemplo, e no meu ponto de vista, entreterimento para mim é ler, ler, ler, né? E a informática, naturalmente, as redes de computadores, a internet, e proporciona isso com muita facilidade, né? O que antigamente eu tinha que me matar em bibliotecas, que fecham cedo e agora é uma da madrugada, ahahahah. Entenderam? Aqui eu não tenho isso. Ahahahah. Mas a raquete continua. A música até fulga. Eu vou colocar aqui redes móveis, eu vou colocar e e o ti, tá? Eu vou trazer um conteúdo extra de aiotis para vocês, tá? Porque as redes aiotis, elas estão, como eu posso dizer, as redes aiotis estão trazendo novos paradigmas. Interessantes. Ah. Por exemplo, vou que tá um um um spoiler, tá? Acontece, o mobile eu tenho que, naturalmente, sobreviver durante longas horas, tá ok? Com esse sistema operacional rodando com uma bateria. É isso? O aiotis nem sempre eu tenho uma bateria tão profissa quanto as do mobile. Um tanta capacidade quanto as do mobile. O aiotis, se tiver que criptografar os dados que transmite o que recebe, vai consumir energia. Só para vocês terem a noção, criptografia em aiotis é quase nada. Inclusive, a NIST está agora, né? O final de 2022 e NIST 2023 regulamentando as criptografias para aiotis. Enquanto isso, a CISA, que é especializada em segurança, hipernética, dos meios de produção dos Estados Unidos, eles que estão forçando a NIST a criar esse padrão de criptografia, porque está tendo muito ataque na cadeia de produção americana em cima de dispositivos aiotis. Bem como dispositivos aiotis hoje são grandes focos de tentativas de invasões no aiotis para o transformar em um zumbi dentro de botnet. E botnet isso vai ser o futuro, tá? O malware do futuro vai ser botnet, tá? Porque o futuro é negro e nesse futuro negro você vai precisar do que? Você vai precisar de robôs na internet para fazer ataques, para extrair, para atrapalhar, entendeu? Então botnet vai ser o futuro, cara. Se inscreve porque eu estou falando ai, tá? Lembra todo 2023, tá? Geralmente meus vídeos, meus cursos ficam ai no ar ai 8 anos sem eu ter que atualizar, né? Bom, então temos um pouco mais, assim, temos um pouco mais genérico, tá? A questão aqui é o compartilhamento de recursos. Compartilhar ali o serviço de impressora, compartilhar um serviço de arquivos, vídeos, tá? IPTV, TV agora por IP, que imaginar em 2013 a TV estaria realmente ali, né? Sobre o protocolo IP. Aí eu vou te falar, mas já tínhamos a ideia de TV digital com acesso, né? Cara, isso aí existe desde 2004, tá? Quando eu era aluno, inclusive, em 2003, já se falava disso. Mas, como eu posso dizer, mas quem diria que toda a ideia de TV estar em cima de IP, isso seria tão, tão utilizado? Tá? E vai ser muito mais, tá? Então o objetivo é deixar todos os programas e equipamentos, né? Dados ao alcance de todas as pessoas nessa guide, independente da localização física, cara, tá? Então eu estou aqui agora, gravando um vídeo, em um determinado ponto do planeta, vou colocar lá numa nuvem, já vou explicar pra vocês essa questão de descentralização do YouTube, que vai estar descentralizado, que vai dar esse vídeo a algum lugar e vocês provavelmente vão consumir o próprio YouTube, ele vai consumir serviços de uma outra rede de um fornecedor, um fornecedor de cloud, entendeu? De eles mesmo, provavelmente. Em grandes corporações, os departamentos às vezes são compreendidos como um negócio. Então o YouTube é um negócio, o Google Cloud é um outro negócio. Tá? E há trocas e financeiras entre eles, tá? Então naturalmente, até chegar em vocês, isso é uma grande complexidade, um imaranhado, tá? Mas esse imaranhado, essa complexidade toda, ela não veio da noite pro dia, nós estamos evoluindo há décadas nesse assunto. Tá? E nós vamos chegar num capítulo que eu vou falar sobre os meios de comunicação e eu vou falar sobre a importância de Onolulu no Avaí, no caso, para as telecomunicações, beleza? Vocês vão gostar do material. E aí vocês vão ver que isso aqui é, como eu posso dizer, uma evolução de mais de 50 anos, cara. Uma evolução de mais de 50 anos. Se chegamos até aqui, não foi atoa, tá? Bom, os serviços e a forma como se aplica, se comunica, depende também do tamanho das organizações, né? E aí que tá, né? Quando eu falo de aplicações comerciais, eu tenho a questão do tamanho da organização, e isso impacta, tá? É natural que uma grande corporação, ela consegue manipular uma quantidade absurda de recursos, né? Então ela pode, naturalmente, ter um ambiente altamente descentralizado e, por ser muito grande, realmente precisar disso, né? Eu conheci uma empresa que ela passou do porte Pequeninim, médio e grande. Quando ela tá entrando agora num modo grande, que agora esse processo agora, um porte grande, ela, recentemente, no passado, descentralizou vários arquivos do seu website pelo mundo para facilitar o que o acesso ao recurso, tá? Então, por exemplo, tem o CDN, né? Você utiliza a JQuery e o JQuery não está no seu site, provavelmente você utiliza um CDN, que é uma distribuição numa visão global, cara. Agora, médias empresas, pequenas empresas que atendem ali um continente, uma região, não são tão grandes. Geralmente, ela utiliza uma baixa distribuição, uma nuvem não tão complexa ou até mesmo nenhuma, tá? Tem muitas empresas pequenas que têm um website num local web da vida, Hostinger, Hostgate, o Gator, sei lá, cara, tem, meu? Tem, hein? Tem. Então, eu tenho ali no caso das empresas vários cenários, tá? Bom, naturalmente que as grandes empresas, elas é errado, o que eu vou falar agora é errado, tá? Tem que se preocupar mais com segurança, isso, conforme eu falei que isso tá errado, tá? Porque eu queria trazer isso aqui para vocês, tá? Cara, tá errado esse pensamento, esse pensamento ele é distribuído por aí, cara. É o pequenininho que não tem nenhuma distribuição, que tem uma pequena TI, que tem um website, ele tem que ter a mesma preocupação com a segurança de uma grande empresa, tá? Eu quis deixar isso bem claro para vocês trazendo o pensamento errado, porque se você olhar, todas elas, todas as grandes, médio, pequenas estão sob o mesmo, como eu posso dizer, acabou o sude-lays, vamos colocar assim, tá? Ou seja, nós estamos vendo grandes organizações aí, recebendo multas bilionárias, né? Recentemente, não lembro se foi a Google ou a Amazon, Facebook, lembrei. Recebeu uma multa de 1.3 bilhão de euros, né? O Google tá sendo processado na Europa, porque a Europa tá querendo 10% do fatoramento do Google no mundo. Grandes processos, porque vazamento de dados, perca de dados, insegurança, mas isso valeria também para as pequenas empresas. Não aparece na mídia as pequenas empresas por um motivo muito simples. Quem vai falar que uma empresa do bairro tomou uma multa de 100 mil reais, uma empresa que tem todo o patrimônio em torno de 10 mil reais? As multas são assim, tá? Para quebrar mesmo. Multa vem para quebrar. É... porque não vai sair no mercado? Desculpa, não vai sair no jornal isso, né? Isso não sai no jornal. Então, naturalmente não importa se é pequena, grande ou média, sei lá, tem que ter o rigor com relação à segurança, tá? Bom, essas aplicações comerciais é possível imaginar que um sistema de informação de uma empresa, né, consistem em um ou mais banco de dados, com informações ali, um número de funcionários que acessa isso localmente ou remotamente. Remotamente eu posso até achar que o cara dentro da própria empresa está remoto, né? Que a massa de dados talvez não está exatamente ali do lado dele, então um pouco mais para lá. Vamos colocar assim. Então, repare que é fácil para nós entender isso aí, tá? E nesse modelo, os dados são armadenados em poderosos computadores que vão chamar eles de servidores, tá? Normalmente eles são instalados e mantidos em um local central, por um administrador, tá? Posso pegar meu computador ali que eu comprei na Santa Efigênia e transformar ele em um servidor, ele não é um servidor, cara, ele vai rodar um ano, um ano e meio, as ventuinhas vão ficar bamba, o processador vai ressecar, eiii, vai. Um servidor, cara, ele tem geralmente duas, três fontes, né? Redundantes, tem equipamento de melhor qualidade, por isso eles são muito caros, né? São muito caros por causa disso. Eles são feitos para ficarem ligados 24 horas, tá? É, já um computador desktop feito para o usuário comum, ele foi feito para ele ficar ligado ali 8, 12 horas em média, num dia, tá? Tranquilo? Legal. Então, as empresas elas armazenam essas informações e aí, quando eu preciso de uma informação, através da rede, eu como um cliente, eu me conecto, andando um cento, nós vamos ver isso também, lembrando que eu ensino vocês a programar, certo? Tem um livro de Linux, tem algum pouco de programação, tem um livro também de Hacker que tem uma programação mais pesada, tá? Esses livros geralmente eles ficam na descrição desses vídeos meus, tá? Bom, então, naturalmente, eu tenho ali o cliente, que é através da execução de uma primitiva send, envio uma pequena massa de dados de uma forma binária para um servidor, tá? A comunicação cliente-servidor, que é um modelo clássico, ela é inicializada sempre pelo cliente, ou seja, é o seu computador que se conecta ao Facebook, é o seu computador que pede uma página pro Google, é o seu computador que manda um post pro Twitter, tá? Então ele dá o send pela rede, não serve, percebe isso, essa massa binária, ela processa isso de acordo com o protocolo e dá uma resposta pro cliente, tá? Então, request e response dentro de uma rede, cliente-servidor, tá? É, o modelo cliente-servidor é um modelo mais clássico de comunicação, tá? É um modelo mais clássico. O modelo cliente-servidor, ele é, como eu posso dizer, já é uma definição da arquitetura do software, tá? Então quando nós programamos, desenvolvemos sistemas, nós pensamos na arquitetura do software, das comunicações, proclas de dados, né? Dos serviços consumidos de um por outro. E hoje, uma aplicação, uma solução, ela não é mais um sistema. Hoje as soluções de software, elas formam, na verdade, elas formam um ecossistema, tá? Um ecossistema de vários artefatos, vamos colocar assim, tá? E, naturalmente, o modelo cliente-servidor é, naturalmente, um ponto discutido quando eu discuto a arquitetura de software, tá? E a realização mais popular, né? É uma aplicação web comum, né? Em que um servidor fornece parte das web com base em um banco de dados, em resposta às solicitações dos clientes. Veja, seu próprio disco, seus próprios arquivos estáticos ali, como uma imagem, como um TXT, ou um PHP, ou um Aspifis, isso é, naturalmente, um artefato nesse banco de dados de arquivo, que tá lá no disco, tá? Lembre-se que tudo isso é dado, né? É um processo de dados. Se examinamos o modelo cliente-servidor em detalhes, veremos que dois processos, né? Se você olhar, eu tenho um processo cliente e um processo servidor, tá? Eles estão, naturalmente, sendo executados, tá? E eles não necessariamente estão na mesma máquina. Cara, o modelo cliente-servidor cliente pode estar em Japão, cara, e o server está aqui no Brasil e há a comunicação, beleza? Bem como ambos podem estar na mesma máquina. E para isso existe um padrão de numeração uniforme e é usado pelo mundo inteiro. E eu vou falar bastante sobre esse padrão uniforme de numeração quando estiver falando na camada de rede do modelo OSE, mais para frente, tá? Então não importa onde elas estão esses processos, cara, isso vai acontecer, tá? Essa comunicação vai acontecer. Bom, deixa eu ir para vocês aqui, naturalmente, um exemplo de programação. O cliente é um exemplo de programação servidor em C, tá? Em C. Você quer ver que eu vou passar uma coisa legal para vocês? Eu vou passar em C esse negócio. Lembrando que eu tenho vários vídeos de C no canal, beleza? C, C mais mais, tá? E também, naturalmente, no livro de hacker, eu falo bastante sobre isso, tá? Em um vídeo futuro, eu vou voltar nesses slides, vou clicar nesse link e vou discutir a linha esse programa em C C mais mais, tá? Vamos lá. Vamos discutir, então, aqui as aplicações comerciais, né? São serviços comuns, geralmente, nas organizações, né? Na visão de funcionários, tá? Acessão à área de trabalho, remota, né? Opa, falta uma boa linha aqui, né, gente? Falta uma boa linha aqui, né? Por exemplo, se você acessar uma área de trabalho remota, né? Cara, eu já vi muito programador programar em terminal service, cara, tá? É Microsoft, tá? É... Cara, tem, né? Agora não seja recomendado, tem, né? Muitas pessoas trabalham assim, tá? Tem um terminal service lá na empresa e ele acessa, tá? É de seja lá troca de arquivos por FTP, o SSH, tá? Então, troca, manda arquivo pra lá, pega arquivo daqui. Uso de painéis, web, páginas web na intranet, ou seja, também tendo expostos também na internet, pros funcionários, eu acho isso um erro, mas na pandemia muitas empresas não sabiam colocar VPN pra funcionar, tá? E faltou gente de TI pra fazer a TI acontecer. Então muitas empresas pegaram uma aplicação que tava na intranet e colocaram ela publicamente na internet pros funcionários trabalharem no modo Home Office, tá? Só que quando o programador desenvolveu uma página pra intranet, ele não colocou todos os recursos de defesa e segurança, porque ele sabe que o nicho de cliente ali que está na aplicação dele são aqueles funcionários que estão no convívio dele diário ali, né? Não tinha exposição pra internet aonde você encontraria hackers verdes carecas por aí, tá? Só que, cara, quando eles começaram a expor esses painéis, começou a ter uma chuva de tentativas de funcionários, naturalmente, aplicações orcamente feitas ali, tá? Sucesso, sucesso é garantido do hack, pô! Armazenamento de dados em geral e Office Online, tá? Não recomendo o uso do Microsoft Office, cara, em máquina nenhuma! Em máquina nenhuma! Em nenhuma! Todo dia eu vejo notícia de a PT Hacker utilizando arquivos Office pra invadir, cara! Impressionante, impressionante, tá? É como é fácil você portar um VB Script num arquivo dock, XLISX e mandar pra alguém e ferrar com alguém, cara. PDF dá pra fazer? Dá, cara, dá, tá? Mas um PDF é um pouco mais difícil, tá? Um PDF é um pouco mais difícil. Recentemente eu utilizei, né? Ataque com PDF, mas não teve tanto sucesso assim, mas teve um público pequeno, digamos assim, ok? Bom, troca de mensagens online em geral, né? Estamos aqui trocando mensagens à empresa também, online ali, conversando, né? Comprar vídeos, conferências, reuniões, próximo de mensagens offline por e-mail, cara. Cara, e-mail foi complicado. Já falei, né? Nada de Office dentro da empresa. Vou explicar pra vocês. Quando você utiliza um painel web pra e-mail, tá? Então você acessa isso com um site web, vamos colocar assim. É um e-mail, mas você tá acessando como se fosse um site web. Então ele passa por todo o rigor da segurança para interfaces web, tá? Ou seja, é bem defendido, tá? Quando você utiliza o pacote de Office, ou o Look instalado, criptografado ainda, as mensagens entram até sua máquina com uma facilidade incrível. Ou seja, é muito fácil portar um malware em quem utiliza o Look. É muito difícil pra mim portar um malware ali em um e-mail para quem utiliza essas ferramentas web com toda proteção de uma rede, tá? Então, cara, mensagens offline, cara, evita utilizar Office instalado nas máquinas, tá? Existem uns vídeos de conferência em geral, né? O pacote do DPR bombou, né? O DPR bombaram. O DPR eu vou explicar pra vocês o que é esse negócio de DPR, TCP. Quando eu estiver falando ali de camada de transporte, tá? Olha só, tivemos então a pandemia. Já pode falar a pandemia aqui no YouTube? Tá, tivemos a pandemia, tá? E a pandemia, por exemplo, posso falar de Covid-19 aqui já? Bom, intensificou bastante. Em 2020, por exemplo, passamos ali de 71% dos domicílios com essa rede para algo em torno de 83, porque muitas pessoas que não precisavam de internet tinham um planinho de celular ali, porque a quadra, 5h da manhã, pega 2 horas de ônibus, chega no trabalho, sai 5 horas, pega 3 horas de ônibus, chega em casa, vai fazer uma janta, vai dormir. Você acha que o cara vai ficar na internet? Tá entendendo? Não vai. Só que quando a empresa manda a galera para Home Office, teve um aumento elevado de comunicações, tá? Desculpe, de uso de internet, tá? Números de domicílios com internet. E aumentou muito, o uso da internet extinguiu 81% da população, mas segundo a fonte, a outra fonte ali é 83, mas está batendo ali dentro, eu também posso falar de margem de erro? Bateu dentro da margem de erro. Tá ok? Agora, imagine naturalmente que quando eu estava aqui na minha empresa, trabalhando na minha empresa, eu acessava ela naturalmente aqui, utilizando os routers, os suítes da minha empresa. Só que agora eu estou em Home Office, cara, eu estou usando a rede mundial de comunicação, de telecomunicações, tá? Ou seja, eu estou sobrecarregando toda essa rede de computadores. Ai caramba, peraí. Você tá querendo me dizer que passou a condiz tornar mais? Sim, e muitas empresas não retornaram do Home Office ainda, estão ainda em Home Office, que foi barato para elas. A redução de custo foi absurdo. Por exemplo, eu passei dois anos dando aula, utilizando uma aplicação aqui de videoconferência. Normalmente. Dois anos. Eu tive que sair de um plano vagabundo de internet, um plano bombando as galáxias. Pode falar pico da galáxia aqui? Eu tive que ir para um plano pico da galáxia aqui. Entenderam? Para poder ler a aula. Agora, imagine se eu tivesse eu que aumentar meu plano e tanta gente teve que colocar a internet em casa e todo mundo transmitindo mais pela rede mundial. Eu fiquei assustado com o poder da internet que nós temos hoje de conseguir absorver essa variação que teve tão de forma brúpoita. 2019 foi assim, dezembro na China começou o negócio de sapipocalá. Quando foi em Janeiro, nós já recebemos aqui no Brasil notícia que já tinha aqui. O deverê-lo praticamente já estava dando aula em Home Office. A minha instituição de ensino foi top referência nesse assunto. Nós conseguimos segurar, manter tudo. Enquanto muitas universidades abandonaram, bloquearam, fizeram coisas políticas, passaram ano, ano sem dar aula, só para poder dar briga com o presidente da época, a minha instituição de ensino não foda-se essa porcaria de política. Eu quero dar aula para os alunos. Rapidamente nós gastamos um mês. Como é que foi a minha instituição? Minha instituição de ensino tem 250 mil alunos, a primeira coisa. Nós somos 16 mil funcionários. Olha o tamanho da nossa instituição. Eu sou professor lá. E aí eu conheço a galera da TI. Então eles gastaram um mês para fazer um BI. É muito difícil fazer isso. O BI de todos os alunos, de todos os cursos, de todas as variações, de tudo. Conseguiram implantar uma ferramenta de mercado, de conferência, de reuniões. Eles conseguiram rodar scripts para popular tudo isso, de tal forma que eu, professor, entrava para a aula e já estava lá todos os alunos dentro da conferência. Eu não tinha que fazer nada. A não se apertar o botão de iniciar, de gravar e começar a dar minha aula. Normalmente, gastamos um mês para fazer isso. E, naturalmente, nós encurtamos as férias e tudo mais e conseguimos contemplar 100% das aulas naquele mesmo semestre. Naquele mesmo semestre, nós contemplamos tudo. Foi uma coisa foda. Enquanto isso outras instituições de ensino preferiam fazer política. Complicada, cara. Você vê, as redes computadores sofrendo impacto político. A China que me diga, a Rússia que me diga e o Brasil que vai me dizendo o futuro. Bom, olha só que interessante. Não sei se vocês sabem, mas esse negócio de computador desktop em casa não era para existir. Não, cara. Vamos lá. A ideia da década de 60 e 70 era grandes computadores e cabos por toda a cidade ligando nos principais pontos da cidade, em algumas empresas, ou a casa de pessoas muito especiais, terminais burros. E o terminal burro, então, se comunicaria com aquele computador central. Essa era a ideia, a visão da década de 60 e 70. A IBM vai lançar um computador no futuro, junto com uma ideia de um cara que vai aparecer com um sistema operacional, chamado Microsoft, tranquilo, que seria o DOS. DOS não é considerado um sistema operacional, eu sei, mas vamos colocar que é, para simplificar o esquema. Porque eles tinham medo, a IBM tinha medo dessa coisa não dar certo do computador pessoal. Olha a visão do cara no final da década de 70, lembrem-se de Microsoft para chegar a cidadão em 1984 e 1985 para ir com eles. Era um presidente da digital, o equipamento corporatial, o segundo mofo do computador de todo mundo depois da IBM. Foi mal, vale errado. De um concorrente, mas também era a mesma ideia de IBM. Eu vou explicar que isso não é IBM. Quando ele perguntou, porque a digital não estava seguindo a tendência do mercado de computadores pessoais, ele disse, não há nenhuma razão para um indivíduo ter um computador em casa. Eu posso falar uma coisa aqui? Vamos lá. Então, na década de 60 e 70, essa era a visão de grandes computadores. A IBM não quer um computador pessoal, não acredita no computador pessoal, por isso que ela não compra o sistema operacional do Bill Gates. A IBM faz o seguinte, faz um acordo, não acredita o que ela faz. Ela vai dar um dólar, se não falha memória, para cada computador que a IBM vende com o sistema operacional do Bill Gates. Acho que é um dólar, porque é para o Bill Gates, não lembro, depois de pesquisar na internet. Ou seja, ela não comprou o sistema operacional, não aceitou comprar o Microsoft Shell, que é hoje por essa decisão da IBM. Outra coisa, você tem os tigres asiáticos. Doidinhos para trabalhar. Tigres asiáticos malucos, espumando para trabalhar. A IBM vir e fala, cara, eu não acredito que o computador pessoal também vai dar certo. Só a digital equipamento componitinal, a IBM também. E ela lança o computador com a arquitetura aberta. A Apple lança a arquitetura fechada. Entenderam? Só a Apple pode fabricar as peças. A IBM, para não dar manutenção e ser responsável por equipamentos por 20 anos, porque ela não acredita que o computador pessoal desktop casero vai dar certo, ela abre a arquitetura dos padrões. O que o turquaiso está vindo, padronizando tudo no início da década de 80, isso tudo acontecendo ali, início da década de 80. Bom, nós temos tudo isso aqui, porra. Essas decisões garantiram que hoje o computador fosse acessível para qualquer um. Desculpa, é acessível para qualquer um. É só trabalhar um pouquinho, beleza? Vai, trabalha e que dá certo. Não dá agora, mas amanhã vai dar certo, depois de amanhã. Mas vai e que vai dar. Eu falo disso, porque eu tenho um computador. Foi difícil também, mas eu consegui. Então, seguinte, agora esse cara vira e fala, não vê o porquê que uma pessoa vai ter computador em casa. Vamos falar de pandemia? Na pandemia eu estava dando aula, né? E eu dou aula de Linux. E aí, de repente, eu recebi uma chuva de alunos dizendo, eu não tenho um computador em casa. Eu não tenho um computador em casa. E aí a minha instituição de ensino teve que emprestar os computadores laboratórios para os alunos. Porque eles não tinham computadores em casa. Eu estou falando sério. O número de computadores cresceu. E agora o mobile está assumindo. Por que o cara vai ter um mobile? A vida do cara é sair cinco da manhã, pegar duas horas de ônibus, voltar para casa, sair cinco horas do trabalho, seis horas. Chegar em casa oito e tanto da noite, que ele vai ter um computador. No máximo ele pega um celular ali, vê o que está acontecendo. Deixa eu tocando uma música, vai tomar um banho, toca um vídeozinho ali quando dentro da cama, um jogo. Acabou. Por que aquele computador em casa? Será que esse cara aqui em Ocean, ele tinha razão só que para 2030? Entendeu? Porra, cara, só o futuro vai nos dizer isso aí, cara. Bom, espero eu que esteja morto nos próximos dez anos. Vamos lá. Não quero passar de sinal, porra. Acesse a internet. Oferece então aos usuários domésticos conectividade a computadores remotos. Então, nós aqui domésticos, nossa visão, que adquirimos computadores domésticos, décadas de 90, começou a virar uma febre, um computador doméstico, com a chegada da internet de baixo custo por volta de 2000, 2001, por dia, com a de internet, de computadores com internet em casa. Aí as coisas ficaram mais fáceis ainda por volta de 2005. Esses routers mais, usuário leigo, notebook, casa Bahia, expudiu. E agora estamos vendo aí por volta de 2018, 2017, uma redução frente ao mobile, que está expudindo, a venda de mobile. Mobile está, naturalmente, substituindo os computadores dentro de casa. Bom, acessa a internet, então, ou nos oferece, então, acesso a coisas remotas, a vídeos remotos, a trabalho remoto, a tudo remoto. Hoje, talvez o livro do trâneo ficaria muito estranho, porque ele parece muito estranho, porque ele fala que, de aplicações comerciais, e agora ele fala que de aplicações domésticas, depois da pandemia, o mundo doméstico mudou. Por exemplo, nós aqui estávamos lá na pandemia, isso, trabalhando em modo home office, cachorro, gato gritando, isso, criança pulando, isso, quantos memes de criança passando de toalha lá atrás de conferências, isso, acontecendo ali, e entrela sua vida doméstica com vida comercial, então, para muita gente isso aconteceu, tá? Bom, os usuários domésticos podem necessar as informações, comunicar-se, naturalmente, correr eletrônico, mensagens, geralmente, esse público doméstico procura artes, negócios, culinária, cara, com os pratos, o que acontece? Quando meus alunos estão fazendo prova, quando meus alunos estão fazendo prova, eu tenho uma TV, geralmente, como é que é? É TV bem grande, 1 metro e 20, por aí, cara, 1 metro e 20 de altura por 1 metro e que acertado, quase, é gigante a televisão, tá? Que fica lá, pá, fica parada, o que que eu faço? Ah, fast food americano, para ver se os caras desistem da prova logo. Culinária, eu não amo culinário, ahahahah. E meu aluno sabe, eu ponhei na descrição, ahahahah. O governo, cara, eu tenho um carro, lá, ah, eu tenho outro veículo também. Aí, o meu irmão pegou emprestado, aí eu rapidamente passei, que no celular, passei para ele, entendeu? Peguei o celular e passei para ele, tá ok? Não vendi, eu passei para ele, tá com ele, então se ele levar multa, tá com ele, entendeu? Então isso é uma relação legal, isso é uma relação legal do cidadão com o governo, né? Vamos passar multa para a pessoa certa, pô, ahahahah. Tô sacaneando vocês. A saúde, cara, hoje tem vídeo conferência de saúde. Olha, vamos lá. Minhas, minhas referências com médio, meio complicado, né? Se chega lá, o cara nem olha para você, o cara todo hora, ele pega o seu papel, olha para o seu papel, ele nem olha para a sua cara para saber se você está com o olho amarelo, com uma língua roxa, tá com os beis estourados, nada. Ele nem sabe se você tem duas orelhas, tá faltando uma, e assina, te tal, medicamento, que tá, provavelmente ele tá medicando para todo mundo, ahahahah, é a mesma coisa, e toma, né? Assim, esse é o SUS que eu frequento. E cara, vídeo conferência é a mesma bosta para a saúde, cara. Eu não tenho coisas positivas para falar do processo de saúde brasileiro, e ainda mais, o meio de computador. A minha esposa, cara, ela estava trabalhando, ligou para o médio, fez uma vídeo conferência do médico do trabalho, e pegou a testada de trabalho remotamente, cara. Ah, complicado, cara. Como é que a médica saber que a bursite dela é real? É porque a minha esposa é muito séria, tá? A minha esposa jamais mentira, como é que a médica atestou que a bursite dela está inflamada? Como? Pelo computador? Não sei, não sei. O emal, o desabar. História, tá. Passa tempos em geral, recreação, ciência, esporte, viagens. A dor fica vendo viagens, né? Viagem lá pelo Irã, os nomes do Irã. A dor fica vendo essas coisas, cara. Um dia eu vou pegar um roteirinho e vou assumir lá para o Irã. Uma parte dessa informação é acessada por meio de modelo cliente servidor, sem nós sabermos. A grande vantagem do modelo cliente servidor, no meu ponto de vista, é a simplicidade no acesso, tá? Existem modelos diferentes, como por exemplo o modelo percutipir, tá? Decentralizado. O modelo cliente servidor é conhecido como modelo hierárquico, tá? Já o modelo percutipir, ele é conhecido como modelo não hierárquico. Beleza? Então modelo não hierárquico é o percutipir. Modelo hierárquico é o cliente servidor. Por que hierárquico é o cliente servidor? Porque existe uma hierarquia muito bem definida. Servidor sempre será servidor. Cliente sempre será cliente, tá? No modelo percutipir, não há essa distinção. Ora, um está oferecendo um serviço, ora ele está consumindo o serviço. Às vezes ele está consumindo e produzindo o serviço ao mesmo tempo, tá ok? E esse modelo percutipir, o P2P, são oferecidos por qualquer dispositivo no rede, de maneira igual. Não tem um especialista, não há aquele cara centralizado. É muito bem distribuído o negócio, tá? As redes P2P são simplesmente, né? São simples de instalar, né? Alguém já baixou o Tor, torna-me desculpa. Alguém já baixou Torrent, alguém já baixou música, tá? É assim, tá? É muito difícil você parar, porque como que, por exemplo, o FBI vai parar todas as empresas, todos os usuários que tem Torrent que está distribuindo. Muta um, multa outro, mas a quantidade é tão grande. Já no modelo cliente-servidor, eu sei aonde estão os servers, tá? É centralizado. Então é muito fácil um órgão de repressão chegar lá e parar aquele Data Center, tá? Não sei se você sabe, mas tivemos um projeto chamado Mega, MegaPilot, tá? Volta ali de 2012, tá? E procure a história do MegaPilot, tá? Tem até, eu acho que num... Vem aí, cara, nesses sites de tecnologia aí, bem conhecidos aí, que fazem documentários curtos de 20, 30 minutos. E, cara, todos os arquivos estavam em Data Centers específicos, então o FBI um belo dia chegou lá e fechou tudo, fácil. Aí o MegaPilot passou, então, a ser um modelo de uma arquitetura, e para você ele é cliente-servidor, mas lá por baixo dos panos ele é um P2P. É um híbrido. E isso hoje é impossibilita o FBI de parar o processo do MegaPilot, tá? O Deano, tá? Bom, outros 500. Procure um cara chamado Libgen.is, cara, você vai ter qualquer livro que você quiser. Só passo um teviro sempre, tá? Bom, e também nessa história de comércio, a pandemia, cara, ela... Pô, ela desprova de um negócio de comércio. Ó, os varejistas tudo quebrando. Pô, as pandemias, os varejistas tudo quebrando. Por exemplo, vai num varejista e tenta comprar uma máquina de fazer o Wave, você não vai conseguir. Tenta comprar algo mais específico, você não vai conseguir. Não conseguiu. Entenderam? Os varejistas físicos não estão conseguindo manter nem sequer uma vitrine. Não sério. Sério. Eu sei porque eu procurei uma máquina de Wave na minha cidade inteira e não consegui comprar na internet. Então, cara, isso é muito complicado. Hoje esse negócio de emprego presencial tá cada vez mais caço, cara. E os empregos online estão cada vez mais abundantes. Esse vai ser o cenário. Você tem a ideia de B2C, ou seja, de Business para o Consumer, né? Ou seja, da empresa direto para o consumidor. Então, por exemplo, eu posso ter livendas de livros, né? Online, caras, livrarias, quase você já não acha presencial mais. E quando você acha uma livraria presencial, só tem livro do momento meia-boca, e me é que eu trevo, desculpa. Eu não gosto que esse livro de auto-ajuda não. Se eu quisesse me auto-ajudar, eu ia pro academia. B2B, ou seja, de Business para Business, fabricante automóveis, de pornecimento, de suprimento e tudo mais. Governo para o consumidor, ou seja, pessoas nós, né? É consumidor para consumidor, tá? No caso, leis longe de produtos usados, vendas de produtos. Até eu poderia colocar ali um LX, né? Que eu me cadastro e eu anuncio o meu fússica, e alguém vem e compra o meu fússica, tal quem. E um P2P, que é compartilhamento de música, né? Pago inclusive, dá para fazer isso, tá? Bom, e os usuários móveis? Temos os usuários móveis também, tá? E aí, que tá, né? Aí eu percebi isso na pandemia. Eu percebi que os meus usuários não tinham computador em casa não, cara. Aí eu percebi que o aluno estava desacanhando, professor, para não fazer as práticas de Linux. Não, cara! Teve uma auto índice de pessoas indo na faculdade pegar um computador emprestado para fazer as minhas práticas. Entenderam? Teve gente que foi na faculdade em caráter especial para fazer minhas práticas no computador, porque não tinha mobile. O cara não ia se sujeitar no meio de uma pandemia sair para buscar alguma coisa, não, cara. Entenderam? Foi sério mesmo, foi real, cara. Eu presenciei ali no dia a dia, meu. Então, é natural que os dispositivos móveis e portadas estão cada vez mais no mercado, então crescendo muito, cara. Já superam os desktop, naturalmente, naturalmente os desktop vão ficando obsoletos, vão sendo jogados fora, e aquele mobile ali está sempre ali e sempre vai suprindo a necessidade do usuário, tá, ok? Eu tenho um professor na instituição que eu trabalho lá, e uma vez ele falou que ele não acessa um computador em casa não, cara. Acessa um computador em casa não, tá? Bom, tem computadores, o popular iPhone, o Android, né? Tem aspectos de telefone e computador mesmo, tá? As redes 3G, 4G e 5G que estão chegando, né? Conectam ali com serviços com operador, assim, precisar de cabeamento. Isso é fantástico, tá? Tem também outros tipos de rede de computadores que estão aparecendo. Rede de Lora, tá? Tem uma rede descentralizada em que uma pessoa pode prover serviços para outras pessoas de rede de computador e receber, né? Pessoas comuns, você pode instalar esse aparelho no seu prédio e oferecer serviços para pessoas e pessoas conseguem usar aquele ponto de acesso e pagar os minutos que usou, ok? Tem vários hoje, modelos de negócio em cima disso aí, cara, tá? Bom, e, naturalmente, os telefones móveis têm conhecimento de sua localização, é, por que, se ele triangula você e tem GPS, agora os hackers vão tear comigo, pá! Eu não quero que me rastreie, e eles vão te rastrear, isso é inevitável. Mas acontece que esses dispositivos móveis, isso aqui também não veio da noite pro dia, tá? Cara, foi uma evolução fantástica. Primeiro apareceram os PDAs, personal digital assistant, tá? Inclusive que está no livro do Thunable, tá? Depois esses dispositivos passaram a evoluir por um modelo com sistema operacional e celular, e ali você vai ver o primeiro treu da esquerda, da PALMOS, tá? Depois o treu vai virar hand spring, que faz memória. Despositivo fantástico, e no problema, ele tinha dois núcleos, um núcleo de processamento de chamada e um núcleo de processamento do sistema operacional. Ou seja, não intercambiava informação entre o celular e o computador. E isso foi naturalmente melhorado, e depois passou a ser. Aqui é direito, nós estamos vendo aqui esse grupo de equipamentos do mundo simbiano, que era concorrente do PALMOS. Bom, melhor se vai parar um pouco no tempo, vamos surgir os Poked PC, tá? Os Poked PC, ali por volta de 2005, 4, vai aparecer ali, não está aqui, não está nessa lista aqui do tempo, os Poked PC. E aí depois vai vir os Motorola com sistemas operacionais, depois vai vir o Android, e 2007, por ali mais ou menos 9, o Android, cara, eu programei um J2ME por anos, cara. Eu tenho um livro nesse assunto, porra. Acrevia bastante coisa sobre esse assunto, bastante conteúdo sobre mobilidade por volta de 1998 até 2005. Bom, é... E cara, pô, minha polução fantástica, e aí nós chegamos no que temos hoje, tá? Bom, características que eu separei aqui pra vocês, tá? Lembrando que eu estou devendo um vídeo pra você, já é o tito, tá? Sempre estar ligado, é? Então quando eu tinha cliente lá em volta de 2000, eu tinha uns desktop, ah desktop, procurei desktop. Não é notebook, chama desktop. Eles tinham um carregamento muito lento. Então você chegava pra tirar uma venda, emitir uma venda, você tinha que esperar ali 3 minutos pra você estar me processando a carregar. Pensa, você tá aqui com o cliente. O cliente, o dono daquela empresa, tá faltando... tá sobrecarregado, tá faltando tempo até pra comer. Você vai fazer ele ficar parado ainda, olhando pra tua cara, ou tu é muito bom de papo, e o cara tá querendo muito o teu produto. Vai digamos que ele não tá querendo muito o teu produto, e você tem que vender, porque o celular tá na reta. O mobile tava sempre ligado, então ele chegava aqui no cliente, vamos fazer um pedido? Um pedinho, um minutinho. Ligava o celular, na verdade o celular sempre se teve ligado, só ligava a tela, porque a tela é o que sempre gastou energia. Ligava a tela, e aí ele já tirava o pedido. Ah, isso é uma coisa interessante. Teve fácil acesso às redes móveis, né? Então ligação telefônica mesmo, a gente transmitir na época, tá? É... caber no bolso, né? Por isso que é o PAUMOOS, né? Olha que interessante que o PAUMOOS fez. O PDA, o personal digital assistente, ele é um computador de bolso, ou seja, ele é um computador que vai onde você quiser dentro do seu bolso. Esse é o slogan deles, tá? E é que começou toda essa história. Ser seguro em todos os aspectos, seguro no questão de ser roubado e estar protegido, isso, do que estar ali dentro não ter sido comprometido, né? Muitos aspectos da segurança, tá? Paz de consumo de energia para sobreviver 8, 12 horas operando, tá? Os primeiros dispositivos, eu lembro que tinha 3, 4 horas de operação, tá? E isso era um problema para os meus clientes. Então nós tínhamos um acordo com os funcionários que era assim, eles iam trabalhar 4 horas, carregar muito bem de manhã, trabalhar 4 horas, almoçar por 1 hora, 1 hora e um pouquinho, e deixar aí tirar do carregador do restaurante, colocar no carregador do carro, terminar de carregar no carro, até voltar para o trabalho e trabalhar mais 4 horas, tá? Ou seja, não dava para fazer aqueles turnos loucos que se fazia naquela época, tá? Cara, por um dia de energia, cara. Ser atraente, hoje em dia também tem a questão de ser atraente, né? Você pega um dispositivo desse aqui muito bonito, cara. Pega um palme M100, que lixo, feio que é, muito bom, operacionalmente falando mais. Esteticamente horrível. Beleza. Então essa foi a primeira parte aqui, de uma longa jornada que nós vamos estar aqui trilhando 1 hora, cara, de gravação. Esse curso aqui, eu espero fechar esse curso aqui com algo de 120, 140 horas, ok? É um curso muito longo, cara, esteja preparado. Até mais, tchau.