Transcrição do áudio
hardware de rede. Agora vamos discutir um pouco sobre as redes e os hardware que utilizamos ali dentro. Bom, naturalmente você já tem uma certa familiaridade para aquele equipamento que o operador manda. Geralmente aquela caixinha de plástico não deveria ser, mas é um modem, um router e um access point. Não deveria ser e à medida em que nós vamos nos aprofundando nesse curso eu vou lhes dizer e lhes explicar o que está certo e o que está errado no que usamos aí das redes computadores não só na parte técnica mas também na questão de segurança. Beleza, como dicas também de segurança né? Afinal digamos que eu manjo do lado negro da força. Bom, em termos gerais há dois tipos de tecnologia de transmissão, em uso terminado nos dias atuais olha só eu tenho enlaces, enlaces de broadcast e eu tenho enlaces de ponto a ponto. Então o que é que é um enlace? Digamos que eu enlace eu vou simplificar nós vamos ter isso de uma forma bem profunda no capítulo 2 e 3 do livro do tânibus. O 3 e no 4, mas eu vou colocar de uma forma bem simples digamos que esse enlace é o escopo da minha rede até onde ela vai tá claro? Bem simples tá? Lógico que é um pouco mais complexo. É para definir domínio de broadcast um pouco mais complexo. Mas então quer dizer que eu tenho uma alcance ali e uma comunicação por broadcast nesse alcance ou eu tenho uma alcance, uma comunicação por ponto a ponto tá? Então vamos aqui ver exemplo. Primeiro ponto, enlace ponto a ponto. O cara tá aqui, deixa eu ver que horas da madrugada agora. 3 e 35 da madrugada o cara tá fazendo piada. Espero que você também esteja contemplando meus vídeos de madrugada, afinal eu gravo de madrugada. Os enlaces de ponto a ponto conectam pares de máquinas ou equipamentos, vamos colocar assim, individuais, para ir da origem até um destino uma rede composta de enlaces de ponto a ponto. Repare, enlaces no plural e cada enlace de um ponto a ponto. Pera aí, você tá dizendo que na imagem é um alcoço, ali aquela linha em vermelho que você pintou ali, o que eu pintei. Aquilo é um enlace, é o alcance da estação de trabalho até aquele servidor. E naquela linha azul ali é outro enlace? Sim, é um outro enlace, alcance com servidor ao outro e aquela lilais ali. Outro enlace, sim, outro enlace, outro ponto a ponto, outro alcance e naturalmente do servidor ao último, que é um outro enlace. Ah, legal, isso porque são computadores, tá? Se eu tivesse falando ali de suítes, seria outro cenário, tá? Bom, mais lembrando que eu vou explicar isso à medida que vamos nos aprofundando nas camadas do modelo OSE, o que é baseado na camada, na função da camada, nós temos alguns dispositivos e aí nós temos naturalmente alguns escopos, tá? Para discutir, ok? Bom, e ali dentro naturalmente, né? São mensagens de curtas que transmitimos, chamamos de pacote, né? Em certos contextos, tá? Então, um, temos essa ideia de comunicação ponto a ponto, tá? Na comunicação ponto a ponto, é muito acionado um termo chamado uniquescite, tá? Bom, então vamos lá. Não quer dizer que eu sou um cenário, não ponto a ponto, ou seja, não por causa de broadcast, que só há dois elementos, então, no alcance, concorda com o uniquescite? Já vamos chegar logo no broadcast, você vai entender. Então, a transmissão ponto a ponto com exatamente um transmissor e exatamente um receptor é também chamado nos livros e nos textos de uniquescite. Quer dizer que é uma comunicação aqui uniquescite aqui, uma comunicação uniquescite aqui, uma comunicação uniquescite aqui, uma comunicação uniquescite aqui, porque um transmissor e um receptor e ponto final no ponto a ponto. Legal, né? Pegou a jogada, piadinha, é para você pegar a ideia da teoria, tá? Bom, as redes de broadcast tem apenas um canal de comunicação e é compartilhado esse único canal por todas as máquinas. Os pacotes enviados por qualquer máquina são recebidos por todas as máquinas. Ah, então isso é um broadcast? É, tá? Não há nenhum tipo de seletividade, tá? Eu mando uma informação e todas recebem. Não sei se vocês sabem, mas o wireless de vocês é um tipo de broadcast, tá? Enlace de broadcast. E naturalmente existe dentro, nós vamos explicar para vocês ainda o que que... Nós, espera, porque eu estou falando plural? Se eu estou sozinho nessa madrugada aqui, eu vou lhe explicar o futuro em tal de protocolo, tá? E aí nós vamos ver que no protocolo tem um endereço da máquina. Então o rígien da mensagem e o endereço da máquina de destino da mensagem. Então quer dizer que as placas de rede e modo broadcast, elas ignoram mensagens que não são para elas, tá? Pera aí, meu wireless é assim? Já vou explicar a questão de invasão de wireless, tá? Uma rede sem fio, né? Por exemplo, é um exemplo comum de broadcast, tá? Com uma comunicação compartilhada por uma região, uma cobertura, né? Cara, um lado. Primeiro erro do cara. Vou comprar um um esponte que vai com tantos milivates de potência que vai alcançar o quarteirão inteiro. Você está colocando o quarteirão inteiro dentro do seu broadcast. Ou seja, todas as máquinas do seu quarteirão inteiro ao ouvindo sua comunicação. Ó, lógico. Se sua comunicação é criptografada, é outro assunto. Antes que dá, tá? Ó, isso é complicado, hein? Eu digo, você vai comprar um equipamento que alcança o mínimo possível, se possível, equipamentos com um alcance pequeno e vários no seu imóvel, tá? Um na sala, um quarto, né? O dois, um cada quarto, tá? E com alcance bem limitado, cara, bem fraquinho. Todos dentro do mesmo nome de rede. Vou simplificar também até isso, tá? É digamos que a rede tem um nome, não tem aquele nomezinho, o mesmo nome, mesmo, mesmo a senha. E com isso é diferente. Então você vai andar pela sua casa e você vai, naturalmente, alcançar o access pontezinho, ou seja, o equipamentio mais próximo. Isso é automático, o seu próprio dispositivo móvel é preparado para isso. Pego a jogada? Isso é muito importante para a questão de sua segurança, tá? Nada de comprar aquilo que vai alcançar o quarteirão inteiro. Invadir é muito fácil. Poucos minutos a gente já começa a te invadir, depende do meu propósito. Por exemplo, se eu quero injetar alguma coisa em você, demora um pouco mais, tá? Mas se eu quero só ouvir o que você tá transmitindo, aí já é rapidinho a coisa de minutos. Tem um programa chamado Air CrackNG. Air Crack TrasoNG. Você vai precisar de uma placa promíscula. Placa promíscula é aquela placa que não ignora essas mensagens aqui, ó, destinada a uma outra máquina. Então se eu tenho uma placa promíscula e o meu vizinho aqui tá transmitindo dados no I-Las, eu estou escutando como a minha placa é promíscula, ela não ignora as cartas, ou seja, vem pro meu processamento. Pego a jogada? Por isso eu preciso da placa promíscula. Eu explico muito bem isso lá no meu livro de vídeo que tem na descrição, que é de graça no capítulo, então, desnífero de rede, né? Ou seja, aquele capítulo que eu mostro como é que essas coisas acontecem, inclusive eu mostro como você escolhe uma placa promíscula, tá? É um pouquinho complicadinho, né? Então faço não. Lá eu também falo de Air CrackNG, desnífero de rede, tá? Legal. Então isso é muito interessante, tá? Isso aqui é muito interessante, sabe? Pegadinha, posso fazer enlace de broadcast no cabo metálico? Sim, o Tani Balfala, tá? E ele tá certo. Quando você tem uma topologia do tipo barra, barra, mento, acho que é um desenho assim, uma linha e saindo os computadores. Quando você tem essa topologia, você tem um broadcast ali dentro. As primeiras redes de computadores eram assim, tá? As redes clássicas lá atrás eram com aquele cabo coaxial. Eram assim, tá? E então isso pode ser algo que pode ser usado contra você numa prova, né? E aí, broadcast, enlace de broadcast, é só no wireless, só no sem-fil. Como você vê todos os livros falando só de sem-fil, sem-fil, sem-fil, você vai lá e assinala que é isso aí, mas não, tá? Pode ser no cabo também, dependendo da topologia da rede, tá? Isso tem que estar bem claro. O sistema de broadcast normalmente também oferece... Acabei de lembrar uma coisa. Existe, tá acontecendo aí uma guerra cibernética, né? E existe uma merda que aconteceu no passado aí e os chineses conseguiram colocar um satélite atrás de um satélite que estava ficando muito próximo, tá? E eles conseguiam ouvir o que estava sendo indirecionado para um satélite. Vou explicar, no caso de satélite, a antena, ela não tem uma abertura militar, não tem uma abertura muito grande. Então, tipo assim, quando chega lá no satélite, é algo que tem uns 50 a 100 quilômetros, tá? Aqui é abertura, vai chegá-la em cima de 50 a 100 quilômetros, assim. Então, os caras posicionaram um satélite logo atrás, assim, cara, bem próximo, cara, e para escutar a comunicação do satélite americano, tem muito hacking e muito ataque em satélites, tá? Inclusive, no Odyssey, isso é que legal. Da mesma forma que a gente manda e o gente faz isso, tem um cara no Odyssey, tá? Que eu acompanho ele, dedei uma parada, porque eu comecei a animar e comecei a querer gastar dinheiro, não posso, que ele faz o hacking de satélite na terra, né? No caso, o inverso, depois que ele repete para a terra, tá? Eu vi aí o satélite aí no slide, acabei comentando esse assunto. Cara, tem um bastante legal esse negócio de hackear em laços de blococast, tá? Esses blococast pelo mundo, tá? Bom, sistemas de blococast normalmente também oferecem possibilidade de endereçamento de um pacote, né? A todos os destinos, naturalmente, tá? Isso acontece no cabinhamento também, tá? Quando um pacote com esse código é transmitido, ele é recebido e processado por todas as máquinas e ela é ignorada. Ficamos isso de comunicação. Broadcast, não enlace broadcast. Comunicação broadcast, não enlace broadcast. É possível fazer uma comunicação broadcast no ponto a ponto? Com esses equipamentos aqui, não. Mas se fossem suítes, sim, tá? Eu vou chamar vocês de algumas daulas práticas aí, vou gravar uns vídeos práticos aí, tá? Bom, vamos lá. Isso aqui não tá no livro do Tanebo assim, tá em bolado em capítulos e mais capítulos de texto, lógico, né? Então, a comunicação Unicast, veja que eu tenho o azulzinho que tá enviando e eu tenho muitas possibilidades, mas o meu Unicast, ele é focado em apenas um único elemento, tá? Veja que ali no Broadcast não há distinção. Todos recebem ponto final. Mas uma coisa que eu quero chamar a atenção de vocês é que é apenas feito apenas um envio. A máquina azul, por exemplo, ela manda digamos um k-byte e esse um k-byte chega em uma máquina. Aqui em azul mando um k-byte e esse um k-byte chegou em todas as máquinas, ok? Pegou a jogada? É que tem gente que faz cagada na hora da programação, né? Por exemplo, eu vi uma cagada lá do cara que ele queria mandar para várias máquinas, então ele mandava um Unicast para cada máquina. Então digamos que se eu fosse mandar um Unicast para cada máquina, eu mandaria o quê? Um k-byte vezes três k-bytes de saída, o que arrebentaria o upload. Falta de conhecimento de programação, né? Então se eu quero mudar para três máquinas da rede e eu não quero mandar três k-bytes, eu vou mandar um k-byte, né? Eu mando esse um k-byte por modo de multi-cast que chega em x-números de máquinas e outros x-números de máquinas não recebem, não recebem. Isso é chamado de multi-cast. E tem ainda o Unicast que eu mando e sabe lá o Deus quem recebeu. É o Unicast, tá? A-N-Y, tá? Um seguinte, isso aqui é interessante, tá? Para cada modelo desse de comunicação, eu tenho uma programação diferente. O multi-cast, a última vez que eu mando mais de 200 linhas, tá? O Unicast é coisa de 12, 15 linhas, né? O Unicast também, veja a diferença colossal, lembrando que o multi-cast a rede tem que permitir. Se você tá com teu fluxo, você pode ver isso. Deixa eu ver se eu tô com uma versão legal, tá? A-P-E-A-G-S. Vamos lá. Essa minha placa aqui, ela recebe, Brutcast, multi-cast, Unicast, ok? Bem como dados que eu preciso. Repare que essa minha placa aqui é a daabilitada para multi-cast. Se o meu equipamento, o wireless, na noca é cabeamento, se o meu suíte, né, ele permitir, não sei se vocês repararam, não usam wireless, se o meu suíte ali permitir multi-cast, então eu consigo fazer multi-cast na sua rede, senão não. E mesmo assim, o multi-cast, o primeiro passo da comunicação do multi-cast, quando você chama ele, você faz ver a programação, é você registrar as máquinas no canal multi-cast e depois escrever no canal multi-cast. É da orinha, cara. É da orinha, da orinha. Vou pegar um dia de, vou gravar uns vídeos de programação para vocês, tá? Ou eu coloco lá no hacker, no mundo hacker, mas acho que encaixa mais aqui, tá? Eu acho que vou fazer esse negócio, vou fazer em ser mais, mais porra. Ou que já você chate, é coisa, pá, é coisa de fresco, mano. Aqui a gente programa em ter mais mais. As redes elas são, elas são divididas assim por tamanhos, tá? Sim, classificadas, desculpa. Eu não gosto muito disso. Eu não gosto muito disso. Já vou pegar para vocês. Bom, vamos lá. Vamos ver a nomenclatura aqui dada pelo Tanebo, baseada em tamanho, cara, e tamanho não é documento, é que vocês me entenderam. Eu tenho ali uma rede muito pequena, que está aqui na minha mesa, que provavelmente é uma câmera, teclado, um Bluetoothzinho. Isso aqui é uma pan, tá? Que é uma rede que é uma área pessoal alimia, ok? Não passa de um metro. Bluetooth vai uns 10 metros, tá? Já cagou tudo, entendeu? Já cagou tudo. Você tem uma uma lã, um cômodo, um prédio, um campus, um quilômetro, 10 metros, tudo bem, tá? Aí o cara vai lá e me compra um wireless, o didão acesse-se-ponte com um milivate de, um varte de potência que é o máximo que pode vender, né? E ele alcança, ele alcança 8 quilômetros no local, ele coloca um antena em cima da casa, ele alcança 8 quilômetros. Aí já cagou, ah não. Olha lá, cagou, cagou a lã, cagou a lã, e o tamanho não é documento, cara. Se eu tenho uma cidade, ali eu tenho uma rede metropolitana, né? Isso eu tenho uma rede de longa distância, um país e tal, uma rede de longa distância, uma lã, e a internet que é uma conexão de todos essas, essas, essas wandes, né? Bom, vamos lá, que coisa interessante, né? Por que eu não gosto muito disso? Geralmente na panha a gente encontra um teclado, uma comunicação Bluetooth, entendeu? Uma redezinha LILORA, né? Nós encontramos um mousezinho sem fio, um tufizinho, um iLizinho muito próximo ali. Isso é o que nós encontramos numa panha. O que nós encontramos numa, numa lã? dispositivos and devices, tá? Holders, tweets e modings. É o que nós encontramos numa lã. O que nós encontramos numa manha e numa lã? Numa manha e numa lã, tá? Na manha e na lã nós encontramos Holders, servidores de comutação e modings. É o que nós encontramos só esses três tipos de dispositivos na manha e na lã. Aí você vira pra mim, porra, então como é que você distingue uma manha de uma lã? Eu vou falar, a manh, ela atende pessoas comuns, residências, casas, já uma wang atende, ou a manh, ou grandes corporações, grandes empresas. Por exemplo, a Google não é atendida por uma manh, a Google é atendida por uma wang direto, então quem? Então veja que na verdade, se você está tecnicamente falando uma wang, uma manh, forma de equipamentos, ela não é diferente. Ela é diferente nos contratos com os clientes, o que aí seria muito difícil distinguir em uma prova, né? É nisso de uma prova que ela chama isso. Veja que, veja que, cura equipamento na rede, é muito fácil localizar, saber o que eu estou falando, muito melhor do que distância, tá entendendo? Geralmente as redes metropolitanas, elas são chamadas de AS, Unidades Automas e Serviço, tá no contrato delas. A internet que é uma comunicação de tudo isso, tá ok? Então as redes mais personal, a área network, permite então que dispositivos comuniquem com alcance ali de um metro, uma mesa, uma mesa de distância, né? Isso é em fio. Então por um RF, uma radiofrequênciazinho muito, muito curto, alguns até proprietários, né? O que se torna um grande problema, né? E aí resolvemos alguns problemas desses, como tal do Bluetooth, né? Hoje em dia você compra um teclado wireless, a primeira coisa que você pergunta é, ele é Bluetooth? O que? Você compra um notebook, tem Bluetooth, então você compra um teclado mouse e Bluetooth, tá tudo funcionando no MAPAN, certo? Essa rede pessoal, tá? Geralmente é isso aqui. E nesse tipo de organização eu tenho uma comunicação mestre escravo, tá? Bluetooth usa isso, uma hierarquia mestre escravo, ok? Então tem um computador mestre, mouse, escravo, um impressor escravo e o cable de escravo ali, tá? Redis locais, ou LANs, tá? A LAN ali nós encontramos dispositivos sinais de usuário, né? O end device, né? Um VoIP, um celular, uma impressora, um computador, um notebook, um servidor. Servidor é considerado como end device. Como eu sei definir o que é um end device? Um end device produz ou consome dados para o usuário. Por exemplo, seu computador consome dados para o usuário da rede mundial, é isso? E naturalmente, do outro lado da rede mundial, eu tenho que o servidor produz dados para os usuários. Por isso que servidor ele é considerado um end device, tá? Pegou a jogada, né? Faça, faça, faça, tá? Uma LAN então é uma rede particular, né? Opera dentro de um único prédio, ela geralmente tem um único escopo. Quando é muito grande, quebramos essa LAN, essa LAN em outra rede, né? Quando fica muito grande, já vou explicar esse assunto. As LANs são muito usadas para conectar computadores, aparelhos, do usuário, né? Compartilhar recursos, ou seja, prover dados para os usuários, né? E troca informação, tá? Legal. E as LANs são restritas em tamanho, porque elas estão ali para o que? Os dispositivos do usuário, e é natural que o usuário, por uma questão de segurança, não vai deixá-la tão ampla ou aberta, com grande. É? Por isso que elas tendem a ser realmente pequenas, né? Bom, o que significa então que o tempo de transmissão por ser uma rede pequena, ela é muito conhecida já. E, naturalmente, é um conhecimento de antecedência, nós sabemos, né? Por exemplo, quando seu arredo começa a ficar ruim, você se desliga o aparelhinho do operador e liga, né? Isso se sentou, né? É isso que você precisa de comprar equipamentos profissionais, para fazer esse serviço aí. Bom, conhecer esses limites ajuda na tarefa de projetar protocolos, pensar nos protocolos. No caso de uma empresa, ela pensa nos protocolos. No caso do cara doméstico, no cara não pensa no protocolo. Ele usa o que tem, porque ele não tem capacidade de pensar nisso. Por exemplo, você tem um Xbox aí, você tem um... Estatio, é como se não were de videogame. Então, cara, essas praga, elas liberam na rede um protocolo chamado o PNP. Você sabia disso? Não, né? Você não projetou sua rede, você nem pensa em projetar sua rede doméstica. O quão é perigoso um protocolo o PNP na sua rede? Um protocolo o PNP na sua rede que abre portas no seu router sem... precisar de ser administrador do router. Ou seja, ele abre as portas do mundo exterior para dentro da sua rede. É? Legal, né? Seu router permite o PNP? Você não tem acesso à operadora, eu não te dá acesso, né? Cara, é... cara, as redes domésticas aí, cara, é quase tudo invadível, tá? Eu conhecer esses limites ajuda então a projetar esses protocolos. A empresa pensa tudo nisso, a empresa cerca, a empresa fecha, cria regras e tudo mais. Lembrando que eu lhes ensino a fazer isso no livro de Linux, que é de graça, que está aí lá para o capítulo 15, 16, 17, 18, 19, 20. Está lá para frente, tá? Ok? Bom, mas você não pode ler o livro de Linux, capítulo 14, para frente se você não sabe de rede de computadores. Você tem que estudar rede de computador teórico para entender o capítulo 14 para frente. Ok? Bom, e essas lanas geralmente elas variam ali em 100 megabits por segundo, é bits, não é bytes, é bits, o b menor, até 1 gigabit por segundo. Então, ok? Tem baixo atraso, né? E, naturalmente, poucos erros. Cara, eu não uso muito o wireless aqui, o wireless ele é, ele fica num ponto da minha rede e eu tenho uma rede cabeada e tem regras que do wireless não chega na minha rede cabeada. Então, o cara não consegue me invadir. Ah, mas seu celular também não consegue acessar seu computador. E quem diz que eu quero acessar meu computador com o celular? Eu não sou doido. Ok? Eu não sou doido. Eu não uso isso aqui como segundo fator de autenticação, quanto mais eu vou deixar isso aqui chegar até meu computador. Tem níveis, tem níveis, entendeu? De routers ali do operador até a mim, tá? É, a minha conexão é de 1 gigabit na operadora também. Fibra, direto. Tudo isso porque? Ministrar a aula para vocês seus erros é elas. As lãs mais recentes podem operar até 10 gigabits por segundo, tá? Tem equipamentos de fibra e poderosos, tá? E eu mesmo, é, quando eu fizer meu próximo mandado à minha casa, tá? O data citra aqui improvisado. Quando eu fizer o próximo mandado à minha casa, cara, eu vou fazer um data blindado, cara. Blindado, cara. Pode chegar lá com um britadeira profissa. Os pedreiros tudo ficaram doido comigo, cara. Quando eu fiz a fundação da minha casa, eu mesmo fiz aqui, eu meti, cara, seis pilares internos assim, bem forte, entendeu? Os carasques, eu vou construir uma casinha de paredo. Em cima eu vou fazer uma parede de concreto. Lá em baixo. Parede de concreto e teto de concreto. Porta de aço, chapa de aço, vidro temperado, aço, vidro temperado e aço, vidro temperado e aço. O cara não esmerilhar, não quebrar, os caras vai se matar naquela porta, e a porta eletrônica por segredo. Vai ser muito louco o bunker que eu vou fazer lá em cima. E lá eu vou, na hora que eu fizer tudo isso, meus servidores lá dentro vão estar tudo na placa de fibra ótica, tudo em 10 gigabits por segundo. Eu manipulo muitos dados assim, tá? Pra isso. Eu fiquei imaginando os caras, tentando abrir, vai ser muito divertido. Não vai dar pra abrir, não tem como abrir. Vou fazer algum esquema, um circuito que se eu quebrar não consegue mais entrar, e eu tenho que então gente quebrar o circuito antes de me mandarem abrir, entendeu? Não abre mais, tem que abrir, arrombar isso aí. Uns discos criptografados e todo o sistema com algum mecanismo de detectar que está acontecendo uma intrusão e desligar tudo. Bom, acabou. O único que a perícia pega o teu computador, ele é ligado, cara. Se a perícia pega teu computador ligado, ele é ligado. Essa é verdade. A topologia das redes locais com fio é embutida, né? E em vários enlace, ponto a ponto, tá? Esse padrão que nós usamos popularmente nas lanças é o de Ethernet. Ele foi ratificado com, pela I3D, tá? O I, e é o meu profilio falar em 3D, com o padrão 802.3, né? Do ano de 1980, fevereiro. Por isso que é o 2 e por isso é o 80. Ethernet é o amplamente utilizado nas lanças, tá? Esse cabinho azul aí roda muito bem Ethernet, cabos com a XL também roda muito bem Ethernet, tá? E naturalmente é uma rede para pouca comutação, tá? Ou seja, se você tem um departamento, se comunicando com outro departamento, Ethernet não é um bom protocolo, tá? Você vai ter que adaptar algum protocolo de rede, criar um espinha dorsal de telecomunicação na sua empresa, ligar os departamentos nessa espinha dorsal de telecomunicação. Ou seja, você vai ter que utilizar protocolos de multiusuares em tronco, cara. Ou seja, se você tem uma faculdade ou uma empresa grande e você tem um cabo, vários cabos passando, uma grande quantidade de usuários, péssimo protocolo. Só para você ter uma ideia, o protocolo de Ethernet trabalha com quadros muito grandes. Nós vamos ver isso no 4º do livro do Turnipo. Ou seja, a rede, outra coisa que você pode usar para distinguir o alã de uma UAN, por exemplo, a UAN da UAN, é que jamais um Ethernet seria usado numa UAN. Eu não sei se o que é muito bunda, mas eu duvido, porque lá só tem cara bom. O cara é só com certificação. Mas você sabe que tem retardado para todo o lado nesse planeta, né? Se você anda, você trompece em retardado. Bom, então ali em A eu tenho um access point, a grande vantagem do access point é que você não tem que quebrar a parede, né? No meu caso, eu já construí a casa, como eu mesmo fiz na própria casa, eu já construí minha casa para passar os cabos de rede. Mas eu chamei um pedreiro para me ajudar a montar a laje, porque eu não tenho montado uma laje na minha vida e uma laje é uma coisa séria, então você contrata um pedreiro para te ajudar. Eu vim aqui fazer, eu juntei um pedreiro. E aí quando eu comecei a passar conduite, para que é isso? Para que é esse tan de conduite? Cara, passar cabo de fibra, é? Passar, não se não pode passar cabo de fibra junto com um cabo como passar cabo de rede, passar cabo de TV, passar cabo de energia, passar cabo de energível e no de painel solar. Imagina o tan de conduite que eu usei, ok? Ao ver sobre o tanto concreto assim da minha laje que eu bati, descondueite que eu usei. Sobrou até concreto. Por isso que sobrou aquele método de concreto. Mas é verdade, cara. Mas aí acontece, as casas são mal projetadas e o cara tem que fazer, tem um access point e hipocamente, porque só tem um ponto da casa que desce o cabo e aí ele tem que pôr um access point que atende a carreira, que aí atende a rua. O cara chega com um fuzquinha lá, o meio, fuzquinha melhor, encosta lá na frente da sua casa, abre o notebook e invade você. Não sei se você sabe, mas foi ameaçado de morte duas vezes, uma vez foi até a minha casa. Um dia de domingo eu estava saindo para buscar Coca-Cola, eu subindo à rua, eu tinha esse um wireless bem colado com a parede da rua, na minha casa ela não era uma tripa para dentro do quarteirão, ela era uma tripa na rua assim, entendeu? Não tinha como não ter a minha rede exposta ali. E aí rapaz, eu vi um cara com um tom insufilmado e uma claridade lá dentro, sabe? Acho que é estranho. Ah rapaz, deu uma olhadinha, o cara ficou me olhando, o cara com o notebook ali em frente à minha casa, ah, fui lá e desliguei tudo. Então o cara, agora não, agora eu construí uma casa que ela é tripa para dentro assim e eu pus a casa lá no final do terreno e plantei um pé gigantesco aqui na frente aqui também para reduzir o ar e o wireless em cada cômodo vai ser colocado, é o conquistador na cozinha para entender ali quarto e sala. Então veja que você tem que pensar muito bem na topologia, na infraestrutura, quando você for montar as coisas, para você ter segurança, para você ter por bem estar, sabe que você está bem cara. Você já imaginou que um hacker pode fazer com você? Por exemplo, se ele entrar no seu computador, ele não quer roubar seu cartão de crédito, mas se ele colocar pornografia infantil no seu computador e te denunciar, você já pensou nisso? O que vai acontecer com sua vida? Você já pensou? Você acha que isso não é possível? Fizeram isso com um cara aí do youtuber aí, com esse dão, ok? Se deu mal, tá? Mas conseguiram provar que não foi ele. Olha que sinistro, preste mais atenção do seu wi-fi. Então existe um padrão de LANs, sem fio, o 802.11 e tem várias variações. Eu estou brincando hoje com as palavras, né? Por exemplo, o A, tá? 54 megabits por segundo e tem ali um quadrão de comunicação OFDM. Lembrando que nós vamos falar isso no capítulo 4. Cara, no capítulo 4 eu vou falar de cada um dessas características desses dispositivos sem fio, tá? Repare que, lembrando que não é porque é 5 GHz que ele vai mais longe, tá? Tem esse detalhe também, que eu falo lá no capítulo 4, tá? Então tem vários padrões ali, esses padrões, nem todo é muito, é compatível com todos esses padrões, tá? Tem esse detalhe também. A, B, G, N, A, C e A, X, tá? A, X. Eu já tentei procurar esse cara para comprar aqui no Brasil, mas o A, C de 2014 está na R$ 1.900,00, um bonzinho, tá? Que é um MUL MIMO, beleza? Bom, é, caramba, ele tinha 3.6 Gbps, cara. Mas eu garanto que seu caixão desse para comprar aqui no Brasil por um preço atraente, ele vai ser daqueles que alcança meio quarteirão. Não sei se eu vou querer. Também é possível que a LAM física, cara, é muito comum a gente dividir a LAM, cara, por um motivo muito simples, por segurança, tá? Seja por organizar o layout da organização, seja por segurança, seja por segregar os usuários, por exemplo, é, por que que eu estaria na mesma rede que estagiários? Quem é esse cara? Eu trabalho nessa empresa há 12 anos, um cara chega aqui, entra na mesma rede que eu, alguém sabe o que esse cara faz, esse cara é um hacker. O que viu esse cara é um hacker? Ah, não, o cara que contratou, deu olhada mais ou menos no que o cara quis entregar e tá aqui dentro da empresa, cara. E aí? É, cara, tem muita espionagem industrial, cara. Então, segregar os usuários e os professores, alunos, segregar alunos de professores é interessante, tá? Questão de segurança, o wireless segregado, dando os computadores, para não ser invadido, tá? Então, veja que eu penso na minha LAM, eu penso na minha LAM todo momento, tá? Nessa questão de organização para estar mais, assim, é, é, mais tranquilo, vamos dizer assim, tá? E reduzir o ruído, eu coloquei bem simples, assim, existe uma conversa de fundo na rede de computadores, se a rede for muito grande, essa conversa é muito grande, começa a atrapalhar. Então, quando esse broadcast fica muito grande, a gente quebra ele em duas subredes, tá? Isso é uma coisa que vou falar lá no capítulo 5 com vocês. Legal. As redes metropolitanas, então, as MANS, elas abrangem a uma atmosiedade ou, às vezes, nem isso, cara, que pega São Paulo, né? São Paulo, ali, eu tenho muitas MANS ali dentro, né? E a mais comum, a visualização mais comum é, são as operadoras de TVACAO, mas as didados também são interessantes, tá? Eu coloquei aqui um exemplo, né? Eu tenho a internet, que é oferecida pela UAN, tá? Então, eu tenho um link ISP da UAN que vai até a MAN e a MAN, ela distribui para pessoas comuns como nós, tá ok? É empresas muito pequenininhas, uma conversa de esquina, tá? Empresa de presente não grande, média, ou uma empresa que quer ser decente, que tem bala na agulha, contrata o serviço ISP direto, é caro, cara pra caramba, tá? Às vezes, o cara na roça, ele não tem uma empresa, MAN que atende ele, então ele acaba sendo obrigado a contratar um Star One, por exemplo, tá? Que custa caro pra caramba. E a Star One liga ele direto com um subserviço da mesma empresa que presta o serviço da UAN, entendeu? Ele não tá direto dentro da UAN, ele tá dentro de um subserviço dentro da mesma empresa que presta a UAN, o serviço de UAN aqui no Brasil, ok? É, ali eu tenho as MANS e as MANS interligam as várias LANs pelo mundo, tá? Aquela azul, aquelas setinhas assim, aquilo se chama Holder, gente vai ver, vou falar sobre o Holder daqui a pouquinho, tá? Bom, as redes metropolitanas sem fio, né? Tem as redes metropolitanas sem fio, vai, aí tem assim, vivo, cara, não é a vivo clássica, tá? É 4G, 3G. Não o Wiredless mesmo, protocolo 802, ok? Então você tem esse serviço, né, de atendimento ao cliente, né? Nas grandes cidades, geralmente, tá? E o que mais se destaca é um cara chamado Imax, o Imax pode chegar aí a 16 quilômetros, cara, de alcance, cara. Padrão 802.16, tá? Ah, esses números são cobrados em prova com certeza, com curso público com certeza, na prova do senhor com certeza, ok? Normalmente. Uma re... Eu fiz com curso público para ser professor de redes, é divinha que caiu. É batata, esses números. No meu caso, a minha própria rede caiu esses números aqui, ó. A, B, G, N. Uma rede de longa distância, uma WAN, tá? Abrange aí uma grande área geográfica, tá? Grande área geográfica, tá? E... um país, um continente, né? Na maioria das WANs, as subredes consistem em dois componentes distintos, que é transmissão e acomutação, tá? Acomutação que é feito por grandes computadores, ou... routers, tá? E também, chamamos de servidores de Routers também. E também nós temos... nós temos também os moldings, tá? O cara não colocou o molding aqui, o toiro não colocou o molding aqui, ele coloca mais para frente. O molding é um elemento básico para ligar um cliente a uma rede, a uma outra rede, tá? É... você tem uma rede aqui na sua casa, tá? Aquela caixa de molding, tá? Bom, as linhas de transmissão então transportam bits entre essas máquinas, enquanto os elementos intermediários ali fazem porque eles criam rotas, eles manipulam as mensagens, eles destroem mensagens, entre outras coisas, tá? Quando os dados chegam numa interface de entrada de um desses equipamentos, o elemento que escolhe, naturalmente, um caminho de saída, lógico, não vou colocar ainda, mas ele pode também fazer descarte entre outras coisas, tá? Esses computadores de comutação recebem diversos nomes, né? Hoje muito conhecido como router, tá? Eu posso ter um router na minha empresa? Pode, você tem um router na sua casa, tá? O router ele é um elemento que encontramos também nos LANs. Agora, o que nós não encontramos na UAM? Um dispositivo final de usuário. É a Austrália, cara. Então repare que ele tem uns routers ligados com linhas de transmissão. E eu posso ter ali, né? Entre duas cidades ali, é mais de uma rota. Isso é normal, tá? Isso é normal. Nem sempre a rota é mais curta nas redes de computadores e aquela que parece ser a melhor, tá? Por exemplo, digamos que entre essa cidade e essa, parece que essa aqui é a melhor rota, né? Porque a outra vem pra cá, pra cá. Mas esse aqui foi um cabo de péssima qualidade e aqui foi fibra. Você pensou? Você pensou nisso? Você vê que não tem cabo com a axial dessa alcança, tá? Com a axial 10 quilômetros, 5 quilômetros, tá? Fibra óptica 200 quilômetros, 300 quilômetros, tá? Beleza? Lógico, sem repetidores, lógico. Poderia ter repetidores no meio do caminho. Bom, e aí eu tenho uma interligação dessas redes todas com o Iminusco. Então essa interligação entre essas prestadoras de serviços UAN, às vezes até MAN, com o Iminusco, tá? São chamados de interredes. A conexão é chamada de interredes. Então vamos aqui na imagem. Tá vendo essa aqui, ó? Isso aqui é uma interrede. Isso aqui é uma interrede. Interrede, interrede, com o Iminusco, tá? Ou internet. Você pode chamar de internet também. Com o Iminusco. Essa conexão é internet. Com o Iminusco. Vem claro pra vocês, tá? E aí, naturalmente, essas interredes conectam redes distintas. Um conjunto de redes interconectadas então formam uma rede interligada, uma internet com o Iminusco. Esses termos serão usados, né? No sentido genérico, nesse material. Internet mundial, aí é a rede mundial. Então quando eu falo na rede mundial, tudo, tudo interligado, tudo, tudo, tudo, tudo, o Iminusco. Mas quando eu falo nessas ligações aqui, internet com o Iminusco, essa é a diferença, ok? Essa é a diferença do Iminusco. E essa internet com o Iminusco, ou seja, essa grande rede mundial, ela fornece os serviços para consumidores domésticos e empresas lógico. O doméstico tem que ter uma rambala na agulha grande ali, tá? Empresas e até as mãs, ou meio de serviços e ISP, tá? Geralmente as mãs se ligam com as mãs e as mãs se ligam com os clientes menores. Algumas empresas grandes se conectam diretamente com a UAN desde que tem um UAN muito bom. Ai caramba, é que é software de rede, rapaz. Software de rede. Na próxima aula, então nós vamos partir aqui para explicar a questão de software no contexto de redes de computadores, tá? Lembrando que nós vamos ter prática de programação de software sim, de certeza, mas isso no futuro não existe prática sem teoria, prática sem teoria se chama tentativa, erro e merda, ok? Até mais, tchau!