Transcrição do áudio
Eu decidi colocar um conteúdo extra além do livro do Tramble, porque ler só 900 páginas, se nós podemos ler 1300 páginas, olha que legal, esse material extra, ele é um best seller no assunto protocolo internet e local area network, tá, por que isso? Eu decidi focar um tempo nisso, porque a internet é utilizada basicamente nas LANs e as LANs basicamente rodam internet, eu não vou dizer que 100% das LANs rodam internet, mas de grandes empresas, a Laris, aos lara aí das pessoas, tem esse tal de internet, tá? Também é lógico, vou trabalhar depois um outro conteúdo extra só sobre o wireless, tá? Um outro assunto, então eu adicionei um novo livro, tá? O livro está aqui na definição, você pode obter esse livro lá no Libgen, caso você não tenha recurso suficiente para comprar esse livro, é um livro salgado, tá? E você também, caso queira comprar o livro em preço de papel, é até melhor para ler o que ler na frente do computador, com o WhatsApp piscando, o Telegram piscando, tudo piscando aqui, você não vai ter aquela paz no coração, tá? Lembrando que tecnologia você tem que ter paz no coração, você tem que chegar a paz interior, lá do Uusupanda, ou Cugifupanda, para poder entender tudo isso e conseguir avançar, tá? Se você não conseguir essa paz interior, filho, vou lhe dizer que você tem 95% de chance de não conseguir aprender esse negócio, tá? Outra coisa também que eu costumo dizer, que esses livros muito teóricos, você tem que usar ele em doses ou meopáticas, tá? Não sei se assim que você fala, que é o seguinte, não adianta você, hoje eu vou ler três capítulos do livro, você não vai entender nenhuma, quase que eu falei um palavrão, viu? Você não vai entender nada, isso é verdade, certo? O que que acontece? Você tem que ler umas 10 páginas, aí vai tomar um ar, tomar um café, não vai para fechar o videogame, não. Não, não usa seu cérebro, não. Vai ficar lá na área, vê cachorro brincando, aí volta, tem umas páginaszinhas, entendeu? Pronto. Sem compromisso de ler dois, três capítulos hoje, porque senão eu estou ferrado para a prova de amanhã, né? Aí você não vai conseguir. Bom, essa é essa corte de som, é que eu toci, eu tenho uma mesa de som. Vamos lá, então vamos falar um pouco sobre o contexto histórico. Cara, não tem como você entender a evolução da tecnologia, e aonde nós chegamos hoje se você não olhar o passado, tá? Então nós temos um contexto histórico aqui, tá? Bom, a primeira coisa, não tá aqui, tá? É, porra, vamos voltar um pouquinho em lavosia seguinte. Acreditava-se, antes da lei da conservação da massa de lavosia e lá atrás, que existia um negócio chamado éter e, por exemplo, você pegava um galho de madeira e você queimava o galho de madeira, a cinza não era correspondente à toda aquela madeira que queimou. Então eles achavam que aquela foligem, aquele algo foi pro éter, parte da madeira foi pro éter, tá? Que era o lugar inexplicável, o éter. E a cinza foi o que sobrou, que não foi para o éter, tá? Isso é antes da lei da conservação da massa de lavosia, tá? E aí sobre o ombros de gigante, inclusive essa frase é relacionado à lavosia, porque ele ia ser morto, porque ele bolou a lei da conservação da massa para ele não falar mal do outro, anterior às outras teorias, ele falou, olha, sobre o ombros de gigante, eu fui mais longe, eu enxergo mais longe, é assim, essa é a ideia, tá? Então ele não menosprez o anterior, não quer morrer porra, não quer ser queimado vivo na fogueira. Por que que eu estou falando isso? Em 1880, e lá vai bolinha, por ali, 1880 lá vai bolinha, 880, 800, um cara vai bater o martelo e falar que o éter não existe, um pesquisador. Só que o cara que vai dar o nome de Ethernet, tá? Ele gosta dessa brincadeira e, naturalmente, ele vai utilizar esse Ether, tá? Tranquilo, legal, né? Contexto histórico. O Ethernet, né? É de longe a tecnologia mais utilizada em lance, tá? Atualmente. E isso, na verdade, vem anterior à criação em 1973. Na verdade, em 1972, a Dix Cherox, no qual o Bob trabalhava, ela já tinha anunciado esse meio de comunicação. Aí, a Dix Cherox, nós temos que entender também o que aconteceu. A Dix Cherox, porra, nós temos que entender o que a Cherox é. O que era a Cherox? Antigamente, você tinha um documento de posse de uma propriedade, tá? Então, você queria tirar uma cópia, você tinha que fazer uma cópia úmida e destruir o original. Mas a Cherox garantiria, para você, a empresa, Cherox, garantiria que aquela cópia, no caso, aquelas cópias no plural, cópias, foram feitas a partir de um original, algo bem parecido com o que nós temos hoje chamado cartório, ok? Só que muitos documentos não precisavam de ter todo esse rigor para tirar uma cópia. Então, recomendava-se artistas, artista. O artista fazia na mão, porque era muito caro. Então, a Cherox vai comprar de um químico, que ele tem sérios problemas com coisas viciantes, tá? Perdido, um químico perdido. A química perdida, é o químico, que bolou a cópia seco. E aí ela viu o seguinte, porra, se a gente não pegar e evoluir e projetar o futuro, uma outra empresa vai achar um cara doido como esse, que a gente acabou de comprar essa tecnologia e patente da cópia seco, e vai ser maior que a Cherox. Peraí, então a Cherox pega um puta dinheiro e cria um laboratório chamado Dix da Cherox. No Dix da Cherox, que aí vai vir essa ideia de vale do silício, das empresas de tecnologia, com centros de inovação, tal. O que acontece? Engastar uma grana fudida projetando o que vai ser o futuro. Então, aí vai vir o quê? Os primeiros computadores realmente, tá? Mais próximo do que nós temos hoje nas nossas casas, né? Era algo do tamanho de um... Vamos colocar aqui, tem um painel solar aqui. Não, um painel... Terminal de banco, terminal de banco. Isso aqui com a tela invertida, em modo ladder, tá? E interconectado com uma rede, que foi projetada também, Dix Cherox, pelo Bob, que conhecia um projeto chamado Alorra, que nós já falamos em vídeos anteriores. Então, isso vai ser em 1973. O Alorra, ele ficou assim, muito... O Alorra, ele chegou no seu pico em 1971. Veja, 1971, o Alorra tá bem difundido no mundo, tá? É o projeto dos projetos de telecomunicação. Em 1972, a Dix começa a fazer um projeto baseado no Alorra, tanto que o nome é Alorra também, tá? Isso aqui é Alorra da Cherox, da Dix Cherox. E em 1973, então, é publicado, então, memorando, descrevendo esse sistema chamado Ethernet, tá? Talvez as datas não batem direitinho, porque às vezes um livro fala uma data, outro livro fala outra data. Por isso que eu coloquei entre 1972 e 1973, tá? Um livro fala uma data, outro livro fala outra data, então se situa aí, tá? Mas se você olhar, em 1973, em maio, de anero, fevereiro, março, abriu maio, meia e cinco, tive que contar nos dedos pra ter certeza. É um começo de ano, né? Ainda não terminou a primeira parte do ano, se você olhar, e ele já tinha um projeto pronto, e um projeto desse não é algo que se faça em cinco meses, né? Então dá pra ter uma noção ali, que realmente o projeto tá ali entre 1972 e 1973. Beleza? Bom, também nós temos as invenções de um sistema operacional gráfico, tá? Tá aqui errado, aqui tá acertado. E também as primeiras impressoras a laser, cara. Impressoras a laser. Pra computadores pessoais, coisa que a IBM só vai falar em 1980. Olha só, esses caras décadas de início da década de 70, galera. A IBM só vai falar disso na década de 80. A Cherox, se ela não tivesse cometido um erro administrativo, o que destruiu a Cherox foi um erro administrativo, tá? Já vou explicar. Ela seria hoje o maior conglomerado de empresas do mundo, cara, na área da tecnologia. Esses caras mais ricos do mundo aí, ó, seriam fichinhas perto da Cherox, cara. No meu ponto de vista, não existiria Bill Gates, como ele é, seria provavelmente uma empresa em algum lugar. Ô, cara, com certeza ali, ó, não sei nem se o Unix seria, cara. Teria que dar uma olhada na linha do tempo como é que ficaria o Unix na jogada. Já tinha o Mutt, que era de 65, né? Talvez o Unix estaria na batalha, tá? Provavelmente estaria lindo com o Minix, tá? Outra coisa também que a IBM, com certeza, não seria essa potência, porque a IBM já tinha servidores e... desculpa, mainframes, né? Mas em 1980, a IBM começa a falar de computadores pessoais, só que ela não quer falar sobre computadores pessoais. Tipo assim, a IBM cria o computador pessoal querendo acreditar no mainframe ainda, porque ela não quer acreditar que esteve errado nos últimos 20 anos, tá ok? E cria tipo assim, uma questão de políticas internas da empresa, tá? Várias empresas se ferraram com essas políticas internas, briguinha, mentalidade podre, tá? Tem a cabeça aberta, hein, galera? Então, ó, criaram a Ethernet, primeira lande de alta velocidade, cara, primeiro foi com 2.9 megabits por segundo, se não fale minha memória, tá? Depois eles conseguirem alcançar 10 megabits. Mas se acho que foi a primeira versão desse foi 2.9, porque tinha muita colisão. O problema era a colisão, cara, 2.9 é o que chegava. Quando eles resolveram problemas de colisão, ou seja, resolveram um pouco preto, até no ar, né? De uma forma que a colisão é desprezível, mas está acontecendo. Cara, partiram para 10 megabits por segundo. Tem esse detalhe aí. Ô, cara, a história lá mostra muita coisa legal, tá? O protocolo Ethernet, ele foi projetado ali então, entre 72 e 73, e descreve um sistema de redes baseado em um experimento anterior chamado Alorra. Então, o Bob, ele conhecia o projeto anterior. Se você pegar o projeto do Alorra e você pegar o projeto do Bob lá na dixtérex, você vai falar assim, porra, é cópia? É cópia, é, sem problema. A rede Alorra, ele... Ele teve ali, tipo assim, Alorra ele começou na universidade da Vahí, no final da década de 1960. Não é certo não. Alguns dos livros dizem que é 68, outros livros dizem que é 69. Mas eu falo para você, em 1971, que ela alcança, tipo assim, a notoriedade máxima dela. Na Toa, que estamos aqui, em pleno 2024, falando de algo que foi projetado ali, no início, no final da década de 1960 e início da década de 1970, por Norman Aberson. E seus colegas, naturalmente, envolveram essa rede de rádio que nós já explicamos no capítulo Subcamada Mac, no livro do Tannibal. O protocolo Alorra, ele era muito simples, conforme vimos lá, uma estação, poderia enviar quadro quando quisesse. Então, aguardava uma confirmação no sinal que vinha pelo canal de Dow. Então, em vez de Alorra, ele criou UP e Dow. Tá mando e escuto o sinal. Lembra-se disso? Se a confirmação não fosse recebida, então, naturalmente, a estação presumia que houve algum problema e aí causou um erro. E aí, naturalmente, lembra, ele dorme por um período de tempo e depois transmite novamente, tá? Então, ele detectou uma colisão, escolhe um tempo, aleatório, aleatoriedade é um grande problema. É outro problema da computação e não vamos falar agora. E, naturalmente, retransmite os pacotes. Inclusive, a aleatoriedade é um problema tão grave que o mundo sai ferpando que ele sofre com isso, tá? A aleatoriedade é um problema, tá? Bom, fica pra lá. Esse é outro assunto, outro curso. O ScypherPunk é outro curso. Em 1995, cara, que o Aberson recebeu o prêmio, né? Koji Kobayashi. Eu girei que era Kobayashi Marou. De computadores, né? Da lada de complicações, da Ita e Z. Pelo desenvolvimento, do conceito, do sistema alorra, que levou, então, as redes modernas. Ou seja, quem levou até 1995, quem levou a fama foi o Bob, cara. Mas o Bob pegou o projeto do alorra, cara. E aí, foi feito devido o reconhecimento. Tá ardido demais, tá? Ah, detalhe. A Dix perde esse protocolo, na verdade. Não vou dizer que perde o protocolo. A Dix perde o controle desse protocolo pra ir 3D, né? Porque quando a Dix, ela vai desfazer o palo alto lá, o que vai acontecer? Foi o seguinte. Houve troca de direção da xero, que sentiu outras coisas, departamentos. Não uma reestruturação, além da troca, teve uma reestruturação. E o departamento de desenvolvimento nunca vendia nada. E por não vender nada era um departamento que só consumia. Então, foi tudo jogado fora. Tudo que eles criaram. O sistema gráfico e o mouse foram pro Bill Gates. O Bill Gates ficou com isso. O protocolo Ethernet foi pra ir 3D. Teclado não lembro quem foi. Não, não, não. Teclado não tem... Não é jogado a não. Houve vários outros sujos e projetos que foram descartados e vendidos assim, a 50 dólares. Só pra vocês terem a noção. O negócio foi feio. E aí a xerox... A xeroxinha pequenininha que sempre foi, depois disso, por um erro de administração, vai ser sempre pequena. Chupa xerox. Bom, naturalmente ele melhorou, né? Ele fez várias melhorias dentro da xerox. Arbitragem de acesso a um canal. O canal do Alorra. Sou uma estação. Peguei um dado de sismógrafo. Eu já transmito. Então, o que iria dizer, o momento em que eu ia transmitir os dados, no projeto Alorra, era o momento em que tivesse algum estímulo do mundo que eu capturasse isso. E aí eu já envio. Entenderam? Aqui não. Não é porque o tremor de terra aconteceu agora, porque tinha agora. Tem uma arbitragem de slot de tempo que vai acontecer. Isso foi já uma melhoria. Mecanismo que detectava quando ocorreria uma colisão e ouvir antes de falar. Lembra as cinco premissas... As cinco premissas de comunicação descritas no capítulo de subcamada Mac, logo no comecinho, antes de ele explicar o projeto Alorra. Lembra? Aqui ele mexeu. Então, em uma, duas, três premissas. Fechei três premissas das cinco premissas. E aí ele conseguiu também melhorar para caramba a comunicação. O protocolo Internet. Está aí o nome dele completo, que é chato para caramba falar isso. Esse é um protocolo utilizado na LAN. CSMA-CD. Também teve desenvolvimento de um algoritmo de back off de erros. Isso também melhorou bastante. Esse é o desenho original, lógico, tirado de uma xerox. Tive que esvar xerox de novo. Tirado de uma xerox, mas com a letra do próprio Bob. Esse era um desenho. Ele desenhou aquilo ali. Estou vendo um desenho original. De uma xerox. Foi mal, cara. Não resisti à piada. Por isso que o meu material não é comercializado na iudeme. A iudeme jamais ia aceitar tal piada, estruxa. O padão Internet originalmente foi feito com dois pontos, tanto megabits por segundo. Mas ao corrigir esses problemas, principalmente com relação à colisão, eles rapidamente estabilizaram 10 megabits por segundo no mínimo. Na verdade, também, porra, falei na verdade de novo, era algo em torno de 12 megabits por segundo, mais garantido 10. Diferente de hoje, né? Que você contrata 10, eles te entregam 1, né? Os caras projetaram para 12 e noticiaram como 10. Isso é só que interessante. E o mega-b menor. O b menor é bit, não é byte. É bit. E aí você tem que levar em consideração tudo que vocês aprenderem em alce de conversão binária, né? E foi publicado pela primeira vez em fevereiro de 1980. Por isso o nome, o código, né? O código 802. 80 do ano e 2, que é do mês de fevereiro, tá? Então, comitei 3e802, ano 1980 fevereiro, com uma variação 3. O que é essa variação? É uma melhoria no que foi feito aqui. Adotou um sistema descrito pela Dix original, com algumas melhorias. E usou como base para o padrão e 3e. E o padrão e 3e foi publicado mesmo em 1985. Mas lembre-se, ele foi registrado em 1980. Era de domínio público já. Isso é interessante. Nós temos que entender também que não é uma tecnologia fechada. Se ficasse na mão da Dix Cherox, seria uma tecnologia fechada, tá? Assim como uma novela, assim, porra, como a ATM, tá? Viu? Não, isso aqui virou um padrão aberto. Por isso que se deu tão bem na LAN. Porque você tem que entender que a premissa de uma LAN é custo baixo, e naturalmente se eu coloco um protocolo proprietário, eu tenho royalties para pagar, e tem outras coisas que encareceria de uma forma desnecessária, tá? Não tem isso aí. O padrão e 3e 802.3 é o padrão oficial, tá? Oficial. Seu sistema operacional reconhece apenas 802.3. E aí eu vou explicar para vocês o malabarismo que vamos fazer nas camadas do modelo OSE ainda. Calma aí. Então, em 85 é homologado um projeto aberto para comunicação de computadores, que foi descrito em 1980, publicado em 85, chamado 802.3A, tá? Para cabo coaxial base 2, tá? O que acontece? Vou explicar para vocês. O 10 ali é a taxa, tá? O base é de banda base, que nós já vimos em vídeos anteriores. E 2, era para ser 200 metros, mas vai até 185. Por que? Está cheio de asterisca essa merda, cara. Está aparecendo, sabe o quê? Língua portuguesa. A palavra paparocicita, não que não sei lá o quê, que não sei lá o quê, tem acerto, não sei lá o quê, é certo. Aí vem mais ou menos assim, tá? Pô, base 2 seria 200 metros, 2 ali base, logo depois do base. Seria 200 metros, mas não é 200 metros. É 185. Aí vai vir em 85 repetidores, que é importante ter repetidores. Link de fibra, um adaptadorzinho, eu vou colocar uma imagem desse aparelhice, tá? Foi RL, tá? Você entra com a fibra de longa distância e até a empresa e aí na empresa, para dentro da empresa você usa o cabo coaxial, tipo um 10 base 2, tá? Ou até mesmo um 10 base 5 poderia usar. Já que é um cabo coaxial bem gruso. Aí para a transada em 1990, fibra 93, 95, o internet, o festa internet chegando em 95, 97, ó como é que o Brasil é atrasado, né, bicho? O tech pare, fundo plex, 97, 98, a internet, 99, além da Ethernet 1000 gigabit base T de transado, o T de transado, tá? De cabo transado, que nós já vimos anteriormente também nos vídeos anteriores. Nós temos ele também no 99, 2000, o quê? A internet, a internet que vai impulsar pessoas como eu e você a comprar algum dispositivo de rede que vai ter, ou uma Ethernet ou um wireless, tá? Lembrando que o wireless não é internet, é um outro padrão. Ethernet 802.3, wireless 802.11, tá? Tem variações. Nós vamos entrar, eu vou colocar um livro a parte só sobre esse assunto. Você tem que entender que o padrão Ethernet, ele impacta muito aonde. Ou seja, conhecem as sete camadas do modelo OZ, não tem que recitar elas pra você. Impacta na camada física toda. A camada física toda, ela é dividida em a questão de mídia, que é o meio de comunicação, a especificação do meio de comunicação, e uma subcamada de como tratar o sinal, tem uma sublayer, é chamado sublayer de camada física. Essa sublayer de camada física, essa daqui, ela é especialista em como tratar um sinal, seja uma onda, uma existência de uma corrente elétrica, que foi propagada pelo meio, pelo meio que tem especificação aqui, tá? E aí nós temos a subcamada MAC, capítulo anterior que acabamos de passar, não é isso? E aí nós temos a LLC. A beleza do negócio que é o seguinte, olha que interessante, eu posso tirar aqui esse Ethernet 802.3 e colocar 802.1 aqui. A subcamada LLC tem um objetivo, não importa o padrão que eu tenha nas três subcamadas anteriores, a LLC vai converter para 802.3, viu? Não importa o que eu tenha abaixo, a LLC vai converter para 802.3. É lógico, eu estou usando a palavra converter de uma forma muito chula, para que você entenda de uma forma muito fácil, então simples assim, tá? Mas pensa assim, pensa assim agora, tá? E isso é da hora, e isso aqui é da hora, tá? Esse é o impacto. Se você olhar, quando você compra um interfaz de rede, chamada NIC, N-I-C, N-C, tá? NIC, quando você compra um interfaz de rede dessas, você está trocando essa área que escura aqui, ó. Essa área branca é o que vai estar onde? Vai estar lá no driver e no sistema operacional, vai depender da arquitetura do sistema operacional, tá? Que também está lá no livro de sistemas operacionais modernos, que eu tenho certeza que você já leu, tá? Você acha que você vai chegar aqui, isso aqui é a turma da Mônica, que você pega um GB e não tem nada a ver com o anterior? Não, porra. Cara, esse caba amarelo, ele não é o 10 base T. Eu coloquei esse caba aqui para você ter uma ideia da bitola, cara. Olha a bitola desse cabo coaxial, que é o 10 base 5, esse cara aqui, ó, 500 metros, 10, 10 megabits base, banda base, já estudamos 500 metros, tá ok? Faça sim ver esse número. Isso aqui, cara, os caras erram nesses concursos, nessas provas, aquilo ali, porque ele tenta decorar, cara. Entende? Entende? Tá? Entende. Então, só para você dar uma noção, olha a diferença da bitola desse cabinho, que é o base T, para esse aqui. Caraca, mano. Agora, vamos dar uma olhada na estrutura, olha só. Olha essa malha metálica. Olha a qualidade da malha metálica, um alumínio, outra malha metálica, alumínio, um corde alumínio, o tipo de plástico, duro, cara, isso aqui parece um nylon, e um cor aqui com um ou mais, um milímetro ou mais, tá? Então esse cara aqui do mínimo, o cabo mais porcaria é um milímetro de cobre, cobre mesmo. Galera, esse fio que você compra para passar a fiação elétrica, ele é bem malhável, né? Aquilo não é só cobre, aquilo é cobre, alumínio, e esquecer as outras, os outros metais da liga. Mas basicamente, o alumínio vai dar maleabilidade, maleabilidade, você poder, né? Dobrar, passar ele. Cobre, cobre, é duro, meu filho. Não é a toa que os caras faziam o quê? Os caras faziam o quê? Escudo de cobre. Capacete de cobre para aguentar o quê? Plancada, assim? Porra, parece que os caras lá na Grécia antiga, parece que os caras tinham mais conhecimento que hoje nós, né? Porque na escola eles não ensinam isso para você. Existe um negócio chamado resistência dos materiais, tá? Inclusive uma disciplina que se dá muito na área das engenharias. Se chama resistência dos materiais. Porra, cara, isso tinha que ser dado na escola, cara. Qualquer um na Grécia antiga sabia resistência dos materiais, melhor do que qualquer um hoje daqui, tá? Tá entendendo? Então o cobre é duro, cara. Isso aqui não faz uma curva fácil. Já pensou agora, então, montar uma infraestrutura de uma loja com esse cabo? Nossa! Por isso que eles criaram, né? Ah, detalhe, esse aqui foi o primeiro cabo criado, tá? Esse 10 base 5 aqui, tá? Foi criado na Dick's Sherrocks, tá? E eles precisaram de criar um cabo mais simples. Reparem, um trançado de cobre mesmo, em vez dessa malha metálica com aço, às vezes, um cor mais fininho, mais simples. E aqui dentro não é um cobre sólido. Ele, na verdade, são vários fiozinhos de cobre, tá? Então eles criaram esse outro padrão, que é o 10 base 2, que vai até 185 metros, o 2 é de 200, mais vai 185. Mas esse é um cabo muito mais maleável para fazer o quê? LAN, infraestrutura local. Então as primeiras redes eram assim. Um departamento, ele era cabeado no 10 base 2, e entre um departamento e outro, ou um prédio e outro prédio, usava-se o 10 base 5, tá? Ambos, banda-base, tá? Tranquilo, mas temos que alertar você, né? Tem que ter o momento que você começa a... Peraí, vou tossir. Peraí. É a melhor coisa que eu fiz para formar essa mesa de som. Lembra você que quanto mais aumentar o número de máquinas, aumenta também, naturalmente, o número de colisões e cai a qualidade da rede, tá? Tem que lembrar isso também. É um outro problema que as redes vão resolver. As redes não vão resolver agora não. Eu estou aqui ainda na década de 80. Calma aí. Esse equipamento, peraí... É, cara, é... Isso é um problema grave dessa tosse. E aí os caras começaram a trabalhar com fibra. Mas não é aquela fibra bonitinha que a gente tem hoje, top para caramba, as fibras eram um pouco mais estranhas. Olha esse desenho aí, aquelas duas fibras ali, olha. Tá aqui. E aí eles passaram a colocar a fibra no lugar do base 5 entre os departamentos e entre os preg. Qual é o problema disso? Que a fibra você consegue ir mais longe e você consegue ligar mais coisas e você consegue aumentar o número de computadores em rede. Você começa a aumentar o número de colisões. A rede toda cai o desempenho. Ai, caramba. É aí que vai entrar a Bridge logo depois, tá? A Bridge vai entrar para separar. O que a Broadcast desse prédio fica para cá. O que a Broadcast daquele outro prédio fica para lá. Entenderam? A Bridge serviu para isso, tá? A Bridge não é um suite. Suite é uma coisa, Bridge é outra coisa, tá? Bridge, outra coisa. Bom, e aí nós temos o sem base T, o cabinho ali. Aqui tem o Cart5, tá ok? Cart5. Já coloquei ali com RJ45, beleza? Bom, e aí, naturalmente nós temos inúmeros tipos de cabos. Mostrei em vídeos anteriores do Cart5, Cart6, né? E aí para frente, beleza? A interconexão também poderia, nesse momento, a interconexão poderia ser feita de um cabo coaxial que vinha de uma longa distância, ou cabo coaxial. Cara, olha as marcas de sol, da cara. Olha só. Olha as marcas. E sai então para o base T, tá? É 100, porque é 100 megabits, né? 100 megabits. Mil, é mil, caso é gigabit. E aí, naturalmente, também evoluiu a questão de fibras. O cabo coaxial evoluiu até um ponto e parou. Depois, o cabo base T evoluiu até aceitar gigabit até net, tá? E depois começou a evoluir também as fibras. E hoje em dia você compra essas fibras, né? Você compra fibra, você compra um G-Bike. Há muitas fibras já bem montadas, algumas fibras de vidro, outras fibras são de polímero, tem monomodo, multimodo, tem várias configurações, vamos dizer assim, tá? E aí as fibras também evoluíram de gigabit para cima, tá? As fibras já evoluem de gigabit para cima. Olha só, eu creio uma linha do tempo e você sabe que eu sou um cara muito bom de desenho. A minha professora de primário, a Prezinho, falava assim, você vai ser um Michelangelo futuro, você vai saber desenhar carrinho e casinhas como ninguém. E olha só, não consigo desenhar casinhas com carrinho, mas consigo desenhar linha do tempo do Pente Bruxo, tá? Cara, não tá no livro, Chirps asiáticos. Vamos ver se eu lembro, tem tanto tempo que eu... que eu não... Coreia do Sul, Singapura, eu nunca lembro se Singapura é com S ou com C, Taiwan e Hong Kong, Hong Kong, desculpa, Hong Kong, eu lembrei do Hong Kong e o Mário, né? Hong Kong, tá ok? Então nós temos esses quatro aí. Cara, eles estão nessa época de 1960 a 1999 numa vertente de industrialização fortíssima, ninguém crescia mais que esses caras, o PIB industrialização e tudo, tá? E olha o que nós temos hoje, onde está Taiwan e onde está o Brasil? Brasil era o maior que Taiwan, esses países aí, tudo, China não, tá? Brasil era o maior que Coreia do Sul, 1950, era porra, tá? Falar que a gente, cara, nós tinha tudo, cara, nós achamos tudo, cara. Mas vamos lá, os tigras asiáticos então começaram a... uma industrialização muito forte na década de 1960, logo no início. Ó, o Aloha, ele vai sair em 1971, no auge ali, 72 a Sherrocks liberando o padrão dela, a Ethernet, baseado no Aloha, nós temos um OZ implementado em 1978 e nós temos o Ethernet publicado, o Ethernet homologado em 1980 e publicado em 1985, tá? Mas aqui ele já estava válido, já, em 1980, ele já estava válido. E a IBM e o DOZ ali fechando, na verdade, o Bill Gates, em 1980, ele começou a namorar a IBM e só conseguiu fechar o contrato em 1981, tá? Por que que eu estou falando isso? Cara, junta, os tigras asiáticos doidos e desesperados para produzir, produzir, produzir, vem a ISO, ó, vem a ISO padronizando esse negócio de comunicação, vem a Ethernet em 1900 e saindo como um projeto público, livre de royalties, os tigras asiáticos, todinho para o quê? A produzir, a IBM em 1981, na verdade, 1980, a 1981 não querendo fazer o desktop, ela não queria, ela não acreditava, e a IBM coloca o desktop como uma arquitetura aberta, porque ela não acreditava que ia dar certo, diferente do MacOS, que é uma arquitetura fechada, isso por fabricante. E os tigras asiáticos doidos para desenvolver alguma coisa, 1980, um padrão de comunicação funco, que funciona entre máquinas comuns, o cúpulo está doindo com DOZ. Cara, só está faltando uma coisa, a Ethernet, para impulsionar isso tudo. Cara, isso aí, cara, fez com que hoje, tudo isso acontecendo, fez com que hoje nós tivéssemos essas máquinas de baixo custo aqui, uma tá no meu pé aqui, tomava chuva até outro dia, e a máquina tomava chuva, tava nem aí, não é caro uma máquina hoje, uma placa de rede, é barato, daqui é barato numa máquina. Você pode falar, eu não consigo comprar, calma, você não consegue comprar, então aí se fosse fechada, que você não compraria mesmo, tipo um MacOS, quanto custa um MacBook? Tá entendendo? 13 mil, 20 mil, isso dá para ser uma noção, de uma arquitetura aberta e uma arquitetura fechada. Próxima aula, eu vou falar sobre o sistema Ethernet, e vamos adentrar mais, saímos desse contexto histórico, espero que naturalmente outros eventos aconteceram, que você esteja bem ciente daqueles eventos ali. Beleza? Até mais, tchau.