Transcrição do áudio
E um roteamento por Ncast. Como isso é feito? Cara, por incrível que pareça, é complexo meu amigo. Olha só, no Ncast, um pacote entregue ao membro mais próximo de um grupo. Por exemplo, isso aqui é uma abordagem. De alguma forma, o aparelho em vermelho consegue definir que esse é o mais apto a responder a ele, seja por proximidade, seja por tempo de acesso, então a mensagem vai para ele. Teoricamente, se esse elemento aqui passar a ser a melhor opção no futuro, vai ser roteado para ele. Bom, mas o que acontece? No Ncast, você tem que entender que não importa para o vermelho quem foi que respondeu. Aquele grupo que está em verde é que me respondeu. Entende? Então, os esquemas que encontram esse caminho são chamados de roteamento por Ncast. O que me importa é que o grupo me respondeu. Vamos lá. Aquele é só. Eu tenho rotas de Ncast para um grupo de processos 1. Essas aqui são as rotas. Daqui o melhor é aqui, para esse cara o melhor é esse aqui, para esse aqui o melhor é esse, para esse o melhor é esse, para esse o melhor é esse. Bom, para ele, ele é mesmo, para ele, ele é mesmo. E nenhum desses elementos acham que esses dois são os melhores para o responder naquele momento. Lógico que isso pode mudar com o passar do tempo. Bom, o procedimento funciona porque o protocolo de roteamento não observa que existem várias ocorrências do destino para o grupo 1. Ou seja, ele acredita que todas as ocorrências dos nós que respondem ao grupo de trabalho 1 são o mesmo nó, como na topologia. Então, para eles, esse cara que respondeu é o 1. Se no futuro esse elemento perguntar e quem respondeu foi esse, na cabeça desse cara que ainda é o 1. Não há distinção entre ambos os que vou responder. Por isso que é N. Cast. Tá hora, né? Bom, então como que funciona? As requisições chegam até um grupo de processos 1 que respondem e algum deles, lógico, vai responder e aí naturalmente, para quem está fazendo a requisição, não importa. A resposta foi dada. E se no futuro quem responder for outra máquina, vamos colocar assim, também não importa. E isso é o charme do roteamento por N. Cast. Tá? Então, no próximo vídeo, vou falar sobre roteamento para dispositivos móveis e toda a complexidade quando tem uma estação fixa e os dispositivos clientes são móveis. Até lá, até mais, tchau.