Transcrição do áudio
Vou hoje abordar o primeiro capítulo que são as considerações e o ambiente. Nunca puli isso porque isso é importante para você. Na verdade, o sucesso é importante para você. Tudo bem? O que acontece? Eu vou utilizar um virtualizador que eu não gosto muito porque ele não é tão poderoso. Existem outros virtualizadores. Muita gente vai torcer o nariz por ele ser muito simples. Que é o virtualbox? Existem coisas com mais recurso por aí, eu sei. Mas a vantagem do virtualbox você tem que entender. O aluno está na fase de aprendizado, de Linux. Então nós vamos ensinar Linux na plataforma mais simples, mais fácil que exista, por isso que é debian também. Por isso que não é, por exemplo, outra distribuição. Coloquei o debian porque é mais simples, mais bem documentada na internet. Virtualbox, que é a coisa mais simples, vai funcionar no Windows, vai funcionar no Mac, vai funcionar mesmo layout. Depois eu vou criar um capítulo extra que eu vou explicar a questão de virtualização em servidores. Como que nós fazemos? Que é o que eu utilizo aqui na minha casa. Beleza, sim, na minha casa tem um mini data center já. Espero que no futuro eu tenha a verba para mandar traduzir esses vídeos tudinho. Bom, nós vamos trabalhar também com debian 12 ou 13. Eu estou adaptando o todo material para o debian 13, eu atualizo sempre, que é você fazer todas as práticas e confirmar se a tela vai exibir exatamente, ou seja, tem print screen esse livro. Você vai exibir exatamente o que está na imagem do livro. É um serviço monstruoso porque esse livro hoje tem mais de 600 páginas. Pense. Estou adaptando aqui para o debian 13. Mas é difícil debian ter uma atualização assim, de uma par para uma ímpar. É comum você ver a atualização de uma par para uma par. Tipo, o debian 10, o debian 12, tivemos muitas alterações. O debian 14, por exemplo, para frente já teve alteração. Então, é raro você pegar uma alteração assim, de uma disto para outra, principalmente par para a ímpar assim. Não sei se os caras decidiram colocar do nada uma solução nova. E nós vamos precisar do PUT, o INSCP, mas no futuro. Agora não, agora não. Tipo, lá para o capítulo 15. Para chegar no capítulo 15, eu acredito que vai estar lá no vídeo 80, no vídeo 70, por ali. É só ter que ser em 70 vídeos, mais ou menos. Caramba, senta aí que você vai aprender Linux. Bom, o processo de instalação do Vistobox é muito simples. Next, Next, Finish, padrão Microsoft. Você pode ter Windows aí na sua casa, você pode ter o Mac, você pode ter o Linux. Você não precisa mudar todo o seu ambiente agora para aprender comigo aqui. Aqui alguns links que vir e mexe, atualizo aqui. Vídeo mexe e atualizo esses links aqui. Tudo bem? Bom, esteja lá no meu GitHub. Então o GitHub lá está faltando até o GitHub aqui no material. GitHub, tu não importa webbooks. Olha os links aparecendo. Que profissional de security. Vai lá no projeto do livro, certo? Vai lá, faz download aqui, onde você faz download aqui. Dá um estrelinha, like esse negócio. Dá um help. Tudo bem? Legal. Estalou Vistobox. Ele tem essa carinha aqui. Eu acho que eu bati essa foto no Windows, não falha memória. Eu tenho acesso ao Windows onde eu trabalho. Eu posso bater as fotos lá. Legal. Então com o Vistobox instalado, eu tenho aqui o Vistobox. E essa aqui é a cara do Vistobox no Linux. É um pouco diferente. Você comparar aqui com o livro que foi tirado no Windows. Mas posição, posição das coisas. Tranquilo. Legal. Vamos lá. Para criar uma máquina virtual é muito fácil. Borrão azul. No passado os primeiros Vistobox eram um mago. Era um mago com uma varietinha. Na ponta da varietinha tinha um borrão azul. E aí eles não tiveram agora que tirar o mago e colocaram o borrão azul provavelmente por questões. É muito comum em IHC a gente pensar também nas questões tipo de religiosidade, crença, etc. Mas outras coisas é um mago e muitas religiões é um problema. Bom, aqui é no modo Windows. Vamos mostrar como é no modo Windows. Borrão azul. Coloca o nome bem sugestivo. Debian 1264 bits. Debian 1364 bits. Você tem que ter permissão para escrita nesse diretório. Nem sempre tem permissão para escrita nesse diretório. Então se não tem você tem que escolher um diretório que você tem permissão descrita. Cara isso dá muito problema principalmente em faculdades. Então você tem que ir lá na faculdade. Tem que ver se você tem permissão descrita nesse diretório. Em casa não. Em casa não dá problema. No escritório também não dá problema. Escolhe Linux e é um Debian 64 bits. Bom, nós tivemos 32 bits, 64 bits, naturalmente. Então dizem que tem um mais rápido que tem um mais lento. Não importa. Hoje não se trabalha mais com 32 bits porque tem pacotes que nem existem mais para 32 bits. Tem pacotes que não existem mais para 32 bits. Então por que que o instalaria o Linux de 32 bits? Se corre o risco de ter um pacote que não existe mais. Para aquilo. Então já coloca, já pega lá o download do AMD. O AMD é 64 bits, embora você utilize um processador Intel não tem problema. Foi quando eles criaram essa arquitetura. Beleza? Não pega ARM, ARM geralmente é risque. Você pegar isso, se você tivesse tipo assim um Raspbelli ou algo assim. E aqui você coloca 64 bits então. Debian 64 bits. Você escolhe a memória. Então tem Windows. Aí nós vamos bater um problema agora porque tem Windows. Memória. Duas coisas incompatíveis. É meu amigo. Windows, cara, eu já trabalhei com obra. Windows é igual o pedreiro na hora do almoço. Os caras nem como já no prato. Os caras já como direto na marmita de Zopo. O que que acontece? Você tem que reservar aí. Até o capítulo 14 você precisa de reservar um giga de memória. Ideal. Ideal. Consigo trabalhar por exemplo com 500. Olha, não sei não. Raspando ali em 500 mega de memória. Raspando o teu Debian vai estar ali no limite. O teu Debian vai ali trabalhar algo de 300, 400. Dependendo se você instala programa 500 mega. Essa faixa aí. Mas de memória. E no meu computador aqui por exemplo você está vendo eu estou gravando aqui no computador. Aqui como tem interface gráfico e tudo mais eu preciso de um giga de memória. No mínimo. Mas aqui nós vamos trabalhar sem interface gráfico. Terminal. Nada, nada gráfico. Porque servidores é terminal. Você não vai encontrar servidor gráfico. Porque se você instala servidor gráfico eu faço questão de demitir você. Não sei como, mas eu vou conseguir demitir você. Por um motivo muito simples. O Debian por exemplo tem 300 e poucos pacotes terminal. Ele é bem pequenininho. Instala 300 e poucos pacotes. Agora se você pegar um Debian com a parte gráfica, com o XFC que é o mais fácil de tudo. O que é mais simples. Ele vai ter 1800 pacotes a mais. A mais. Então por que você instalaria algo tão grande para rodar num servidor. Se você vai acessar ele por terminal. Não tem lógica. Então toda manutenção é terminal cara. Não é nada gráfico. A gente não usa nada gráfico. Se você então não é comendo um Giga. Agora lá na aula, no caso capítulo 15 para frente. Aí lá você vai precisar de no mínimo 4 Giga. Porque lá nós vamos ter prática com 6 máquinas virtuais. Monstruoso tá? Monstruoso. Aí você fala o seguinte legal. Eu quero criar um disco virtual. Um disco virtual. Ele já vai colocar esse caminho para você. Porque ele vai pegar o caminho base que você tem aqui. E aí ele vai montar o caminho do disco virtual automaticamente certo? É VDM mesmo, não mexe. O que você pode mexer talvez é aumentar um pouco aqui o seu uso do disco. Ele não vai usar os 8 Giga. Porque ele vai dinamicamente alocando espaço. Ele vai dinamicamente alocando mais espaço. Então ele começa lá com por exemplo 10 Mega. Aí vai para 15 Mega. Aí vai para 20 Mega. A medida que você vai instalando coisa ele vai expandindo. Fica mais lento? Fica. Pouca coisa. Se você, o ser humano nem vai perceber. Mas tecnicamente sim. Do que você crê ele como todo 8 Giga na lata assim, né? Que seria o fixo. Fixo aqui. Pode pôr uns 20 Giga aí já que você vai instalar tudo. E vai que você queira fazer uns download também. Via terminal. Você vai fazer download via terminal comigo, tá? Escreta a cabeça não. E como VDI que é o clássico, tá? A vantagem do VDI que você consegue exportar e importar fácil para qualquer lugar. Eu vejo assim. Então você tem a máquina virtual aqui. Ela não tem nada. É como se você chegasse da loja com sua máquina virtual. Desculpe. Com sua máquina real. Colocou sua máquina real aqui do lado. E agora falta você colocar o CD-ROM do jogo. Não pô, do sistema operacional que jogo rapaz. Você não joga nada não. Já baixei o Debian 13 aqui. Você pode baixar o Debian 13, o Debian 12, não importa. Ele baixou como um link? Ah não, ele tá. Legal. Beleza. Então vamos lá. Tá aqui. Aí... Não tô cego, eu vi o cadeadinho como se fosse um link. Aí você escolhe o Intel Linux, tá? No seu Windows. Escolhe o Debian que você quer. Bom, e aí nós vamos partir para a instalação. Vamos lá, eu vou fazer esse procedimento agora aqui. Vamos lá, vamos criar um borrão azul. Vou chamar de Debian 13, 64 bits. 13, 64 bits, tá? Vai ficar nesse diretório mesmo. Não tem problema. É um Debian 13, tá? Quando você coloca a Debian 13 aqui, e já tem 64 bits, legal. Criei. Tá aqui, tá criado. Então agora eu inicio bichinho. O pai, ele vai aparecer lá na outra tela. Aqui. Vai aparecer tudo lá na outra tela. Ah, você tem pra cá. Vou escolher aqui. Vou escolher... Vocês estão vendo meus arquivos, né? Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus. Olha lá. E eu vou montar o disco. E aí eu entro na instalação. Legal. Instalação, nós vamos usar essa instalação aqui. Você consegue dar um zoom fazendo isso aqui. Modo escala. Aí vai aparecer lá a outra tela. Na hora de mostrar os meus arquivos do meu computador, ele não mandou pra outra tela não, né? Mas na hora de... Aqui, vou esticar, tá? Vou esticar. Pra você voltar pra aquele outro modo, com as opções de menu, é... Right contra F. Ou é o contra F. Uma coisa assim. Então, você escolhe Insta. Você vê que eu não sou um usuário muito do VirtualBox, né? Eu utilizo outras ferramentas. Bom, no meu caso, vamos escolher a questão de cultura, né? Cara, vamos lá. Os caras programaram esse treco todo inglês. Os caras testaram esse treco todo inglês. Vamos lá, vamos lá, coleguinha, me ajuda. Você vai colocar em português? Você é doido? Não, inglês. Ah, mas os caminhos vão estar em inglês, tipo desktop, downloads. Sim, coleguinha. Exatamente. Não sei por que os brasileiros colocam a área de trabalho com espaço no meio. Você vai se matar no Command Line. Você vai se matar. Agora, legal. A localização da máquina. Aonde essa máquina está? Ela está em inglês, mas ela está no Brasil. Um Z. Legal. Que tipo de encode você quer pra essa máquina? Do meu ponto de vista, ENUTEF 8. Sempre deu certo no meus servidores. Você que tem um ABNT, um teclado ABNT, você vai utilizar o Brasilia. Essa é a opção. Mas eu vou escolher essa primeira opção, porque o meu teclado, ele é antigo. Ele é da década de 80, né? Que lealt da década de 80. Mesmo usado da década de 80, lealt. Não é o mesmo da década de 80, mas eu consegui um teclado com o mesmo lealt. Porque eu aprendi datilografia na década de 80. Eu sou datilógrafo. Eu sou um datilógrafo, essa é a verdade. O primeiro certificado é de datilografia na década de 80. A antiga máquina Olivetti. Uma máquina muito boa. Eu tinha duas em casa. Pensou, cara. Muleque tem duas máquinas de Olivetti em casa. Eu tinha um futebol, uma. Bicicleta, não tinha. Fui ter depois de velho. Legal. Então ele faz toda a análise da minha máquina, de disco, ele faz a análise da placa de rede, tudo mais, ele vai tentar se conectar. Nós vamos partir para uma instalação chamada NetInst. A NetInst, ela vai instalar um tono de cento e poucos pacotes. Depois ela vai ir na internet buscar todo o resto. Então, no final do processo, está tudo atualizadinho. Está tudo atualizadinho. O nome da máquina. Não use letra maiúscula, não use espaço, não use caracté maluco. Eu vou utilizar Debian porque essa máquina é para aula. Eu estou em algum controlador de domínio? Tipo, é quando você tem aqueles controladores de domínio, você seleciona a organização e coloca seu usuário e senha. Não, estou em uma máquina comum, caseira mesmo. Como o password que eu vou colocar? Como é para aula? 1, 2, 3, 4, 5, 6. 1, 2, 3, 4, 5, 6 é o password mais usado no mundo. Desculpe. É o segundo password mais usado no mundo, é o 2, 6, 4, 5, 6. Qual é o password mais usado no mundo? O próprio username. Exemplo. Admin, admin, root, root, joão, joão. Os caras fazem isso. Por isso que não aparece como top, top, top, top nas listas de password. Porque é o próprio nome do cara. Então, tirando isso, é 1, 2, 3, 4, 5, 6. Para a aula, cara, para dar certo. Todas as nossas senhas do curso, 1, 2, 3, 4, 5, 6, cara. Legal. Qual é o nome de um novo usuário? No passado, o mundo Linux, e tem muita distribuição Linux que faz isso, ele te joga como root, cara. Ele te joga como root. Cara, isso é um erro. Gravíssimo, gravíssimo, gravíssimo. Você não pode entrar como root na máquina. Nós vamos desabilitar o root. No meu macOS, eu passei 10 anos sem entrar como suprusuário, cara. Eu sei disso porque eu fiz uma atualização logo no início e tiro os comando que eu lancei. 10 anos depois deu pau. E eu lembrei que já deu aquele pau no passado. Voltei no comandeline do suprusuário, estava tudo lá. Então, cara, não entra como root. Então, o Debian faz um trabalho correto que é levar você logo na instalação a criar um usuário sem permissão e depois nós vamos dar a permissão... Tipo assim, tipo o que? Nós vamos acertar a permissão a Fino, tá? Então, vamos lá. Eu vou chamar de userLinux. Vou chamar de userLinux. O account dele vai ser userLinux. E aí, eu vou colocar uma 100. 1, 2, 3, 4, 5, 6. Legal. 1, 2, 3, 4, 5, 6. Legal. Beleza. Eu estou, então, nesse estado. Olha o Ozinte aí. Estou zoando, né, cara? Nem precisa de Ozinte, eu estou entregando informação. O Ozinte, por exemplo, esse cara pega uma foto minha. O cara pega um som de fundo. Igual o hacker do Bint V, né? O hacker do Bint V. Olha, eu posso... O hacker do Bint V é um cara, um hacker, que falou que estava na Coreia do Sul ganhando dinheiro. Na Coreia do Sul, era 3, 4 da manhã. E o Bint V cantando fundo e foi pego, né, cara? Não é mentira. Vamos lá. Aqui, olha só. Você pode utilizar algumas opções. Primeira opção. O disco todo ele faz... Ele cria a Swap, ele cria uma área e depois... Ele formata, tipo, uma partição lá dentro para você poder usar arquivos, tá? LVM. Nós usamos muitos servidores. É... Tipo assim, nós podemos fazer vários discos virar um. Não é hide. Não é hide. Vou dizer, vários discos viram um. Não é hide. Que bom de Deus. Não é hide. E eu consigo fazer esse LVM... Eu vou explicar... Estou sendo simplista aqui no LVM. Vai ter um ponto do livro que eu vou explicar sobre LVM. Eu vou mostrar para você. Na verdade, você pode pegar o livro, avançar e ver que está aí explicando sobre LVM com mais detalhes agora. Nem precisa de me esperar. Aqui é quando você usa LVM em criptografado. Eu uso muito essa opção no meu computador, pessoal. Porque o disco é criptografado já no início. Isso não é útil para servidor, porque você teria que ir até o servidor e digitar a senha para descriptografar o disco. Sempre que você liga a máquina. É... Não é criptografia do usuário, cara. Essa criptografia aqui é do disco. Utiliza um tal de lux, que é algo que eu vou explicar para vocês mais para frente. Está explicado as três formas. E um formato manual que você poderia definir a área de swap, entre outras coisas. Vamos usar essa opção. Primeira opção. Legal. E ele detectou para mim o que eu tenho um disco em SDA. SDA... Vocês viram na teoria de sistemas operacionais. Todo dispositivo de entrada e saída, ele é um arquivo. Tipo, o seu disco é um arquivo. No sistema de arquivos, lógico. Porque o seu sistema de arquivos do mundo Linux, ele é virtual, ele não é real, ele está na memória RAM. É uma teoria muito louca que Windows não tem. O que acontece? Então... Ele achou esse tal de SDA... que é um arquivo. Nós vamos falar bastante disso no capítulo de arquivos. Então, decora isso, porque lá na frente você vai lembrar isso. Puxa, lá eu escolhi esse tal de SDA. Ali se você tivesse pendravio e outros discos, apareceria SDA, SDB. Se você tem aquelas memórias M2, apareceu, desculpa, uma palavra gigantesca. NM8405080... os trecão loucos, entendeu? E isso é complicado, cara. Eu acho que ficou muito mais complicado nas memórias M2 localizar na instalação. Vamos usar o padrão tudo no mesmo... na mesma árvore. Não vamos criar duas árvores de arquivos. Isso aqui eu utilizo no modo avançado. Quando eu separo o barra-home, eu vou explicar o que é o barra-home, a importância dele, e o criptografo é ele. Sozinha a parte. Então, um disco é criptografado, e eu criptografo o barra-home ainda, no meu computador pessoal. Mas aqui você pode utilizar essa opção para servidores, você pode usar. Essa opção tem problema. Esse curso, esse vídeo, ele vai ser utilizado no curso de Linux, no curso de servidores para Linux, no curso de hacking. Por isso que eu estou falando a questão de segurança, criptografia e outras coisas. Tudo bem? Então, eu vou usar e reutilizar esse vídeo em vários cursos. Então, ele dá um sumário do que vai ser feito. Legal. Beleza. É isso que eu quero. Enter. Aí ele ainda me pergunta, tem certeza que é isso que você tem, porque eu vou apagar tudo. Sim, é isso mesmo que eu quero. E aí ele começa a fazer a instalação, que ele empacou, tá? Os arquivos básicos. Esse... Ele realmente deve ser uns 300 megabytes. 400 megabytes. Vai trazer toda a base que eu preciso. Pô, passou o perro ali, você viu? Pô, o perro eu não quero, não, cara. O perro é porcaria. Brincadeira. Básico do sistema é perro ainda. O perro foi uma das linguagens muito usadas no início. O perro foi substituído por Python. Python arregaçou. Python está arregaçando. Linux é hoje, né? Um público mais moderno. Não para o público antigo como eu. Linux é C, C mais mais. Eu vou ensinar você a programar C C mais mais nesse curso aqui. Direto no Linux terminal. Ele é Bache, no caso do Debian, é Dash, que é um Bache. Vamos colocar aqui um Bache. E Python, acabou. Tá? Não tem o lance do perro. O perro é para a galera mais antiga. O perro é para a galera mais antiga. O perro é para a galera mais antiga, como eu. Legal. Aí ele está falando que instalação, mídia, tá? Se eu tenho algum arquivo extra, tipo um disco extra, porque dizer que isso aqui ele não tem todos os pacotes, né? Se eu tenho algum arquivo de instalação extra, eu falei que não. Nesse momento, ele vai me mandar para essa tela. Se eu falasse que sim, ele vai me mandar para esse vídeo para outro CD de instalação, que teria todos os arquivos. No caso, eu disse, não. Então, ele vai falar, então, você vai se conectar com o internet para conseguir o resto. Porque o Debian não são só 300 MB. Legal. Então, nós vamos nos conectar. Eu escolheria, eu falo com meus alunos, vamos escolher Argentina, só para derrubar os servidores deles lá. Então, vamos escolher no Brasil mesmo. Mas, se é para fazer em larga escala, faz na Argentina. Desculpa aí, hermanos. Aí, você escolhe aqui o Debian. E aí, ele pergunta, novamente, você tem proxy? Muitas empresas têm proxy. Muitas faculdades têm proxy. Isso não é comum na casa de uma pessoa, comum. Então, se você tem proxy, você colocaria aqui o proxy. signedаютьource 0,200oung 0,121 0,122 0,766 0,100 0,680 0,7muş 0,599 0,599 0,499 0,0tense 0,6omo pacote gráfico e nós não queremos o pacote gráfico, tá? Agora ele vai procurar, vai desimpacotar, uns pacotes de conexão, tá? Bom, isso aqui pode demorar um pouquinho. Aí tá desimpacotando. O Debian 3, viu? O Debian, ele funciona assim, ele tem essa instalação que virou clássico do mundo chamado NetInvest, instala alguns pacotes e aí ele vai chamar um tal de TaskCell. Com o TaskCell seleciono o que eu quero. Se eu quero participar, não quero participar de nada, não quero participar de bingo, não quero participar de grupo, não quero nada. Não dá enter. Para aí, para aí. Barra de espaço você desabilita, barra de espaço você habilita, tá? Tá vendo? Para cima e para baixo você movimento o cursor. Eu não quero nada gráfico, Debian gráfico, dinome, vai chegar a uns 600 megaticos de memória, vai chegar uns 400 megaticos de memória, não quero nada disso. Eu acho que é o Sinamon que é bem parecido com Windows, quero nada disso, nada disso, nada disso. Na minha máquina real, que eu utilizo aqui, que o meu cotidiano, quando eu uso Debian, eu utilizo XFCE, mesmo tendo 64 GB de memória, utilizo XFCE, porque ele tem menos processamento. Então, o processamento ele é mais dedicado mesmo aos processos e não à minha tela gráfica, eu estou cagando para minha tela gráfica. Boa parte do meu dia eu trabalho inclusive no terminal, mesmo tendo um sistema operacional gráfico. Então, entra. Ou seja, você para que eu não selecionei nada, ele excursou vermelho, só tem um xzinho branco lá que eu deixei, que é o sistema de utilitários. Entra. Aí o task cell agora ele vai buscar 111 pacotes na internet, foi lá e buscou. É rápido, né? Aí, agora ele está desempacotando, tudo que é, descomprimendo e fazendo a colocação no meu sistema de arquivos. Eu só estou com um corda, só estou com um corda dedicado a isso. No virtualbox você consegue definir quantos cores você quer, quanto de memória, tamanho de disco, é tudo virtual, então você pode construir. Agora é a hora que ele começa a fazer o colocar e preparar o sistema. Ele vai começar a preparar o sistema. Ele já chegou no groob. Groob é o sistema que eu vou explicar para vocês, é um bootloader. Tem um capítulo para explicar sobre isso. É no final desse curso aqui, mais ou menos lá na aula, desculpa, no capítulo 14, 13, por ali. Ele está perguntando se eu quero instalar esse tal de bootloader, né? Sim, eu quero instalar esse bootloader. Eu quero que a instalação dele aponte para o disco SDA que eu acabei de... Essa é o padrão. Ele vai subir esse bootloader, vai contar até cinco segundos e vai entrar nesse disco. Eu poderia dar um enter também e aí ele vai entrar naquele disco. Aí ele disse legal, detectando tudo. Ele vai fazer um... vai rodar e mais umas ferramentas internas dele para fechar a instalação. Vai limpar um monte de treco que ele deixa para trás, normal, until microcoach AMD64. O que o meu processador provavelmente é virtualização. Vai desligar o CD-ROM e tudo mais. Aí ele fala, você deseja continuar e dar o reboot nessa máquina? Sim, vamos dar o reboot nessa máquina. Ele limpou tudo, tchau, entrou no sistema. Legal. Eu sou de uma época em que você via tudo carregando. Esse aqui é o bootloader, o groob. Eu vou instalar vocês a configurá-lo. Ele entrou automaticamente no dn, se eu quiser, se eu puder ter dado dn, ele entrar direto. Legal. Parabéns. Você tem um Debian na mão. Os Erlinux. Dá um enter. 1, 2, 3, 4, 5, 6 e dá um enter. Legal. Então ele sempre tem esse banner de abertura, o mundo Debian, tá? Isso é antigo. E aí ele tem algumas observações, mas você encontra a versão dele, atualizada. Nós vamos falar também sobre atualização, sobre instalação, sobre distribuição nova quando chega, o que nós fazemos, analisamos, como puxamos a nova distribuição. Tudo isso que eu falei, está devidamente documentado no texto também. Lógico que aqui eu falo um pouco mais, porque o processo de instalação, eu prefiro explicar coisas para o aluno nesse procedimento do que ficar cortando, ou acelerando. Que aí eu consigo explicar também, às vezes, um contexto histórico, uma observação mais, mais assim, interessante, o cara pode contribuir. Muito do seu conhecimento é o que pessoas falaram para você e coisas que você leu ao longo de sua vida. Então, se eu aprendi isso ouvindo os mais velhos. Legal? Chegamos até aqui. No próximo vídeo, nós vamos continuar a explicar principalmente essa questão dos softwares básicos. De instalação, eu dei um enter aqui, cara. Deixa eu não ouser aqui. Eu dei um enter, sem querer, eu dei um... Eu dei um enter aqui. Instalação dos programas básicos. Porque nós temos aqui um programinha que valida as práticas do aluno e isso ajuda a monta. Até mais, até mais. Tchau.