Transcrição do áudio
chegamos então aqui em configuração de placa de rede bom é natural que quando você chegar aqui nesse ponto lá no seu projeto lógico você vai como posso dizer é para ele não comando aqui você vai ter já um projeto feito porque uma rede de computador primeiro é feito projeto físico é projetado onde vão ficar os equipamentos por onde passo cabeamento como que vai ser por exemplo a topologia da rede beleza depois eles fazem o seguinte a um projeto lógico da rede que aí vai entrar em direcimentos serviços regras e tudo mais legal então chega o momento de você procurar um servidor um servidor o cara possui muitas placas de rede bom placa de rede é um apelido grotesco para o nome dela adequado tá bom chamamos ela de nick bom eu preparei para vocês aqui no curso hacker um curso de graça é de graça tá você clica aqui você vem aqui ó ó a rede estáórica tá você clica aqui todos os vídeos são públicos de graça a sequência tá correta aqui ó tá vendo toda a sequência tá correta aí já tem que uns 50 em vídeos porém porém é um curso que pretendo chegar ali na casa dos 70 vídeos tá legal se é importante então vamos lá tá é para aí e executa o instalar o todo do toque aqui com um coleguinha então vamos lá então essa essa nick essa placa de rede tá ela é um explosivo de entrada e saída como nós vimos lá no livro do tânibus de sistemas operacionais modernos tá ou seja o computador ele utiliza a máquina para ler e escrever dados essa placa a computador e se você tem um personal de copia ele escreve e ler nessa placa e hoje se você olhar a massa de dados que nós temos que não estão no nosso computador seja a massa de dados que você tem que não está aí no seu disco ou em um computador de memória ele está provavelmente na nuvem está em algum serviço e os computadores estão cada dia mais conectados sistemas já não são mais como eram antigamente que morriam isolados ali na máquina hoje tudo se conecta tá em um servidor geralmente nós fazemos uma configuração e é raro a gente voltar no servidor para fazer alguma correção a não ser quando percebemos que a computadora é um local projetada e decidimos reprojetar rede seguinte quando você erra no projeto de rede o ador é muito intensa até para corrigir tá eu vou avisar para vocês bom e nós temos algumas faixas que estão reservadas para endereçamentos e beleza aquele curso teórico tem explicação que quem der esse p como que segmenta e peito do mais tá bom basicamente nós não podemos colocar qualquer endereço no computador beleza sobre que um sobre que um tá o par e então abrir aqui um um terminal certo a verdade um shell e aqui eu tenho aqui uma placa de rede configurada e eu tenho que um endereço e p tá ele tá aqui definido o endereço e p da placa de rede e a versão 4 e nós não podemos colocar qualquer endereço não é bem assim então por exemplo nas LANs nós utilizamos 10 é até 10 255 255 255 é uma prática na verdade não é uma prática e aí nós temos um órgão deixa eu ver se eu abro um browser aqui de novo tá chamado IANA e ver cadê cadê cadê deveria ter aparecido aqui para ir não desculpa galera para aparecer lá na outra tela e aí você vem aqui na IANA tá e a IANA que faz toda essa essa gestão junto com a E3C a FCC todas esses órgãos americanos eles conversam muito tá e para definir as normas e boas práticas legal qual é o então o como eu posso dizer assim a recomendação é a recomendação que se mantém a desses endereços de peso aqui se você usar IPs diferentes disso vai funcionar mas alguma coisa pode sair de controle legal tá bom então vamos lá 10 002 5255 tá esse nós chamamos de classe a para IPs de lança a um sete 2 16 00 até 31 255 255 255 esse nós chamamos de classe b para lan tá e o 92800 até o 928255 é um classe c de lan então provavelmente se você pegar o seu computador se você for assim tiver um Linux aí você vai digitar IP address e ele tem que mostrar os endereços e atualmente vai ver assim qual desses está olha só então ele está aqui num classe a tá tá num classe a é muito comum na verdade é muito comum aparecer na casa das pessoas o 92800 ponte alguma coisa tá é muito comum esse endereço na casa das pessoas porque é o que se espera de roteadores caveiros e provavelmente tá aí num ambiente casinho tá posso usar qualquer um desses endereços em casa pode o que que o meu é 10 o seu 9 2 bom projeto projeto tá no caso um projeto do meu ambiente do meu do meu débio e do meu do meu sistema operacional vamos colocar assim tá é um isolamento por máquina então eu tenho muitos endereços então tá sendo utilizado a o a ele tem uma possibilidade muito grande que colocar muitos endereços fazer isolamento o b menos ainda e o c menos ainda e fíciomente você terá 254 equipamentos na sua casa você precisa fazer quantos filhos para ter isso aí é o cara complicado bom e esses endereços então naturalmente são distribuídos geralmente você não coloca esse endereço porque o dia que entrou do seu ambiente você vai ter um serviço chamado DHCP server tá o DHCP server ele é um serviço do costume dizer que na verdade os livros estão no mercado quando eles falam que é um serviço que vai economizar tempo não não não não o DHCP server ele vai planificar um dhcp colocando isso dentro de um serviço isso vai garantir que tenha menos erros e se tem menos erros tem menos gente reclamando isso é importante então o DHCP server numa infraestrutura tudo funcionando vai reduzir o número de reclamação o número de incidência dentro da porta para reduzir o número de ocorrência de incidentes e tudo mais beleza porque a chance de você configurar o endereço errado se for manualmente cara é muito grande é um porre ficar configurando máquina máquina dos dentas máquinas pensa você vai arracar a pensa é como você arrasse em que você digita quase todo dia imagina você configurar os dentas máquinas é bom nos servidores nós colocamos IP fixados não em todo equipamento de infraestrutura IP que nós chamamos IP dinâmico por DHCP e dois nós colocamos sim sabe porque eu não tenho que operar ferramenta de desenho estou sem ferramenta de desenho por motivo muito simples um servidor é uma máquina que constantemente eu tenho que acessar para dar manutenção então se constantemente eu tenho para aí mudar mensagem então se constantemente eu tenho que dar manutenção naquela máquina e aquela máquina fica trocando e fica difícil e difícil praticamente tem que ficar mapeando a rede tentando entender que endereço foi então dado para aquela máquina isso seria um grande problema para mim tá então os servidores nós colocamos IP fixados e vamos lá quantos endereços nós teríamos fixados por exemplo numa infraestrutura poucos poucos nós teremos o roteador com IP fixo um bado nele nós colocamos o que os servidores com IP fixo um bado lá na configuração deles acabou por exemplo uma empresa que hoje nós trabalhamos é nós trabalhamos quase sempre ali com como posso dizer é nuvem né tá tudo estando na nuvem na cloud cara passamos poucos como eu posso dizer os servidores dentro de uma empresa então não chegamos a ter atualmente a que configurar muitas máquinas entender o manualmente isso é importante tá bom e então nós temos que colocar aqui eu tenho vamos imaginar que você está na sua casa você está assistindo esse vídeo na sua casa tá então você tem o endereço da sua instituição da sua casa tá seu endereço e o seu computador o virtual box ele vai virtualizar para vocês a placa de rede virtual box ele cria uma virtualização a interna ali e então nós podemos usar essa rede virtual que ele cria cara tudo é virtualizado você consegue virtualizar uma aplicação uma rede você quer ver melhor um virtualizador de rede que você vai ter para trabalhar hoje e é de graça muito muito foda tá mas tem que ter uns 90 gigas de memória meu amiguinho gns3 tá e olha só você consegue fazer essa rede toda virtualizada cara o brincando não cara consegue ter uma saída de todo aqui né ali dentro o gns3 é um tipo de virtualizador de rede e aqui você você tem routers né routers mas você consegue colocar computadores também você consegue pegar por exemplo um computador deixa eu pegar uma imagem aqui aqui ó você consegue pegar um computador virtualizado e aí você pode ter qualquer tipo de virtualização desde o do um ver do virtual box né desde as virtualizações nativas no linux você consegue encaixar aqui na rede cara a máquina virtual você consegue trabalhar ele que você é muito bom tá a pecat3 se ele não é virtualização pecat3 é uma simulação não é uma rede virtual que fique bem claro sobre o que o nosso amigo pecat3 pecat3 ele por isso que eu não uso pecat3 para dar aula né e afinal eu preciso dar uma rede não a simulação de rede entenderam meu cara abriu um pecat3 para dar aula para você ele não vai dar uma rede não ele é vai dar aula de simulação mas rede não é entenderam bom então nós podemos criar dentro do virtual box uma rede cara rede aqui dentro e conectar as máquinas virtuais dentro dessa coisa aqui o que o virtual box ele é muito mais leve e mais fácil que o gns3 tá então você coloca dentro do virtual box você coloca as máquinas virtuais e você cria uma rede virtual nesse livro nós vamos criar rede 200 tá porque dificilmente você tem na sua casa a rede 200 como assim vou explicar na minha casa vocês repararam que na verdade na minha casa não é aquele pêta essa minha máquina é a 10 tá dentro da virtualização na verdade a minha casa é o 9 2 9 8 100.1 tá é o 100.1 tá então repare que aqui é o 100.1 certo se da minha casa aqui fosse 200 se na minha casa que fosse 200 eu teria um problema a rede de dentro do virtual box tem que ser diferente da rede está da sua casa entende então eu coloco essa ressalva aqui tá então você olha primeiro a configuração da rede da sua casa depois você olha a configuração aqui do nosso amigo aí você desce tá se na sua casa for 200 você usa o 201 livro todo mas quantos alunos me falaram assim presencial tá eu tô dizendo alunos que acessa o meu material online que nunca via caro né desculpa porque o é a dei assim né gente você nunca via caro do aluno é cara vou dar nunca ninguém me reclamou presencialmente cara a casa dele é 200 tudo bem bom então supondo que é 200 a rede virtual tá então quer dizer que essa rede 200 ela vai do endereço zero até o 255 tá mas nós não podemos usar todos os endereços ou seja nós temos aqui nesse último se você olhar nesse último cara aqui ó também daqui um octeto tá um octeto um octeto são oito bits certo quanto que é 2 elevado a 8 256 então quer dizer que esse final aqui vai do endereço de zero até 255 porque porque você tem que incluir o zero na conta dos 256 entradas entendeu então nós temos de zero a 255 mas nós nunca podemos usar o zero e nós nunca podemos usar o 255 tudo bem mas a merda o primeiro endereço da rede não de uma máquina e esse último endereço de fofoca das máquinas da merda também entenderam então é o que você sempre coloca assim o 9881 9268 201 na máquina 2 3 4 até 250 4 entendeu e pegou jogado né e pegou jogado tá legal e é bom vamos lá e a definição lembra o galera dessa teoria toda aqui é superficial porque quando você chegar então no livro no livro e vai começar do capítulo 15 pra frente eu vou separar os livros. Esse arquivo tá muito pesado pra minha máquina. Aí, editar esse arquivo tá com 750 páginas e cara, pelo meus cálculos vai bater 900. Cara, eu não tenho mais como editar essa coisa. Então, eu vou ter que cortar em dois livros. A parte teórica de Linux e a parte de rede de Linux. No capítulo 15 eu explico com mais detalhes essa questão de primeiro endereço e último endereço e eu mostro aqui o capítulo 15. Nós estamos aqui ainda no capítulo 9, então nós estamos criando os estênios cognitivos pra você chegar lá. Legal? Quando ele tá lá no capítulo dele de dispositivos de entrada e saída, ele tem o seguinte pra vocês. Olha, coleguinha, coleguinha, mais ou menos assim. A placa de rede é um dispositivo de I.O. Tá? E ela, tá? Ela não sabe a distinção de se a sua placa é... vamos pegar duas marcas aqui. E o s-robótico, ou se ela é, por exemplo, daquela real type. Ela não sabe. Ela não sabe a distinção. Ela só sabe que é placa de rede, entende? Então, pra isso, o sistema operacional da Nomes Uniformes, padeado no slot que tá conectado na PCI. E nós sabemos que slot da PCI está ligado a uma ponte. É isso? Então, as suas PCIs estão ligadas, os movimentos têm as pontes, não é isso? E, naturalmente, ele conta assim as placas de rede. Eth 0, eth 1, eth 2. Legal? Vamos dar uma olhada nesse Linux que eu estou aqui com ele na minha mão, tá? Plia IP Adulus. Legal? Ó, eth 0. A próxima placa de rede seria eth 1. E a posição deles, esse nome, ele é relativo à posição que está conectado, tá? Essa máquina possui mais uma placa de rede. Uma máquina física, real. Beleza? Então, naturalmente, se eu trocar e verter os cabos lá, verter as placas de rede, pode dar algum impacto, sim senhor. Beleza? Pode dar um impacto, sim. Já o Dabian mais clássico, nós, você está usando aí na sua instalação, ele vai usar enp0s alguma coisa, tá? Enp0s3, enp0s2, né? Desculpe, é 3, 8, depende do barramento que está dentro do VittorBox. Dependem pra caramba. Beleza? Então, o nome impacta. E no passado, nós digitávamos, né? Esse nome não deve, nós configurávamos isso no deve. Hoje em dia não precisa mais, tá? LSPCI, opa. LS... opa, não tem LSPCI aqui. Você executa o LSPCI no seu Dabian, ele vai listar as placas de rede. Aqui vai estar, vou estar mostrando mesmo pra frente, tá? Eu não vou usar LSPCI nessa máquina. Ela é uma virtualização bem cruel, tá? Tem cada linda que tem suas particularidades, tá? E infelizmente, eu tocei uma máquina pra trabalhar, pra gravar vídeo e estou na minha máquina pessoal, e a minha máquina pessoal, ela trabalha assim, né? Ela tem um padrão de configuração de placas de rede, comandos, o menor superfície de ataque possível pra eu não ser alvo nenhum, mas é verdade, né? Tem um monte de gente aí que quer me fuder, entendeu? Pensa assim. Bom, então não tem esse comando, mas eu vou mostrar pra você aqui no material. Beleza? Você vai editar no seu Dabian aí, vai estar tudo funcionando. Por isso que eu peço sempre que você trabalha aí com o Dabian 12, o Dabian 13 e dentro do VirtualBox, pra ter compatibilidade. Legal. É só, se você não já até tivemos uma aula de disco, né? SDA, STB, não é? Vimos isso. Bom, isso é definido como uma name policy. O name policy é por distribuição de sistema operacional. Beleza? Por distribuição. Se você quiser acessar o arquivo aí que tá, né, pode mudar de um sistema pra um outro, um sistema operacional tem esse name policy de placas de rede. Seria o 99default.link você encontraria. Beleza? Se ele não existe, então você vai ter que procurar, porque mudou na sua distribuição. Bom, então lá no passado, lá no passado, nós tínhamos a ISO, a FCC, a I3D, a IANA, trabalhando juntas para dar uma norma para as redes de computadores. Quer uma grande zona, uma grande bagunça. Assista meu curso de redes, que é de graça. Na grande zona, uma grande bagunça. Então, em fevereiro de 1980, eles criaram os primeiros padrões de redes, a internet, vai vir a internet ali, baseado do padrão da Dixxerox. E que naturalmente, o C-Eternet, então, começa com o EN em um Linux clássico, e se for o Irolis, que é 802.11, ele é um WL. Então, veja, embora seja um PCI, elas são tecnologias diferentes. Quando você procura uma placa de rede, você troca a primeira camada inteira, de baixo, do modelo OZ, e parcialmente a segunda camada do modelo OZ, de redes de computadores. É isso que assista o curso de redes. Aí você vai entender. Então, eu tenho como distinguir parcialmente que tecnologia é aquilo. Então, toda placa de rede, que tem cabo azul, que é RJ45 conectado, ele é igual. Você pode comprar ali de vários fabricantes diferentes. O teu Linux é o ENP. Você pode comprar várias placas de redes mais wireless. O teu Linux é WL. Todas elas são iguais, mesmo que seja fabricantes diferentes. Então, tem uma distinção tecnológica. Quando você executa o comando LSPCI, quando você executa o comando LSPCI, aparece um nome. Então, isso aqui seria o output do comando LSPCI. Teria uma lista, VGA, é um monitor. É isso. Um IDE, interface IDE, um sistema periférico. Mas olha esse cara, Internet Controller. Então, se você colocar uma segunda placa de rede, a primeira coisa que você vai digitar é um LSPCI. E aí você vai saber. Naturalmente, o cara tá com um pulga no estúdio. Pera aí, que ela é tímido, que porra. Que caraca, mano. Que foda da puta. É, cara, é foda de cachorro no estúdio. Então, vai estar assim, Internet Controller, coloca a segunda placa de rede com a máquina desligada, liga ela. Primeiro comando é o LSPCI. Tudo junto, ele vai listar. Se você utiliza a área de LSUSB, tudo junto, vai listar as USB's. E o Linux mais antigo, mais clássico, é EN, WL. E o Linux deve estar mudando o nome. 12, 13, muda o nome. Eles colocam ENP. Aí ele tem zero aqui, gente. Preste atenção. Esse zero que eu grifei aqui é essa coluna zero aqui. Tá vendo? Essa primeira coluna. Zero, tá vendo? Zero aqui. Esse três é essa segunda coluna. Bom, acontece que tem placas de rede servidor, que tem três placas, quatro placas, duas, quatro nix na mesma placa. Isso pode acontecer. Então, teria mais uma letra aqui e um número logo depois. Nesse caso de computadores caseros, computador da sua casa, servidores de pequeno porte com única placa de rede, vai aparecer assim no teu débio. E aqui eu explico a questão, você tem o CPU, você tem o invamento, você tem o vídeo. E aí você tem os slots. E aí baseado em qual slot está aqui, esses números mudam aqui. Você pode pegar na sua máquina, se sua máquina tiver mais de um slot, você troca a placa de rede de posição, que você vê que vai mudar esses números aqui. Isso aqui é uma placa de servidor. Olha como fica uma placa desse jeito aqui no servidor. Eu peguei um desse para configurar uma vez. Eu não sabia onde começava. Tem uma regra. Os menores números é daqui, de perto do processador para baixo. Então, se você tem uma placa de rede aqui e outra placa de rede, o menor número lá em cima e o maior número aqui embaixo, na sua lista aqui. Depois, nas portas, eu não lembro agora. Se você é daqui para lá ou de lá para cá, fodeu. Você vai ter que testar. Então, 0, 3, F, 0. Vamos chutar que seria isso daqui. A 1 seria isso daqui, a 2 seria isso daqui, a 3 seria isso daqui. Entendeu? Tem placa de rede, galera, que tem praticamente um processador em memória. Eu doui uma instituição de duas entradas, de duas níticas. Eu douei. Estava buscando se você está fazendo, passa dificuldade lá e eu peguei do A. Isso foi 2012. Eu paguei 1.400 reais, cara. 2012. Eu paguei 1.400 reais. A placa tinha um processador em memória, cara. Top, top, top, a placa. As placas de servidores são assim, tá gente? Lspci, tá? Então você executa como você lhe lhe lhe liste todas as PCIs e você localiza as Ethernetes aqui. Olha só. Boa época que eu era solteira. Puta que pariu, sabia o que eu podia fazer. Quando era solteira, eu podia fazer assim. Ah, essa é uma coisa. Foda-se. Vou rasgar 1.000 reais daqui. Foda-se. Eu casei, meu amigo. Cara, sua vida antes de casar, bicho. Puta que pariu. Agora, né, fazer o que? Lspci, Grap, Ethernet. A USB você lista com o USB. Geralmente é uma coisinha dessa aqui. Geralmente é um notebook. Já não possuem mais esse tipo de interface de rede, né? É em J45. E eles são notebooks cada dia mais finos. Você pode ver que tem notebook que é praticamente o espessuro do slot da USB, cara. Praticamente o USB quase o espessuro do notebook ali. Então você pode comprar um desse aqui na internet. São bons equipamentos, tá? X-Bone, por exemplo, o X-Bone é muito bom. Você vai conseguir, então, naturalmente, colocar aqui um RJ45 aqui e conectar uma rede cabeada. Isso é bom ter um desse aqui em casa, tá? Eu tenho dois em casa aqui para resolver o PIPino, cara. Para resolver o PIPino, a melhor coisa do mundo, cara. Bom, se você tem um comando USB, o USB é o Tius para o seu comando USB. Beleza? No débio. No próximo vídeo, vou falar sobre comando IP. Até mais. Tchau!