Transcrição do áudio
Se eu parar e olhar a questão da comunicação como um todo, é um problema muito complexo para que eu consiga resolver isso. E sempre quando eu tenho problemas complexos, o ideal é você dividir isso em pequenas partes, pequenas camadas e estudar a complexidade somente daquela camada. No meu ponto de vista, no caso de abstrações, o modelo de camada, arquiteturas em camada são então ali boas soluções para isso. Não é todo que o sistema operacional, nós trabalhamos com camadas, redes computadores, camadas. Bom, então nós vamos encontrar dois modelos. O modelo OZ e o modelo TCP barra IP. Eu sei que você vai falar mais TCP é um protocolo, IP é um protocolo sim, mas nesse caso aqui, quando coloca modelo TCP barra IP, isso é um modelo. Bom, vamos falar primeiro do modelo OZ. O Duniball se baseia no modelo OZ, não dizendo que o modelo TCP ter errado, tem umas particularidades aqui ou ali. Você também tem que entender o que é projetado e o que dá para se fazer. No caso do modelo OZ, que é um modelo de estudo e referência, vamos colocar. As empresas e as organizações de tecnologia, software, hardware em geral, vão utilizar o modelo OZ como referência para construir seus produtos, seus serviços. Bom, vamos lá. Esse modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO como um primeiro passo em direção à padronização internacional de protocolos. Por quê? Por um motivo simples, se você olhar. Você está aqui em 2000 e cacetada, talvez em 30 e cacetada, eu não sei lá como você vai estar vendo esse vídeo, não me importa. Eu sou não importa, porque eu não me importo porra. E aí o que acontece? Você não sabe o que aconteceu na década de 80 cara. Na década de 80, por exemplo, era um pandemônio de tecnologia. Você já imaginou você integrar tecnologias diferentes? O inferno que era. Você precisava se de um padrão. É natural que a ISO trabalha muito bem nisso. Cara, eu não sou babá ovo de americano, mas eu tenho que admitir uma coisa. ISO, I3Z, FCC, IANA, NIST, CISA, foa, poderia citar outros aqui. Mítre em geral. Os caras organizam a merda do país deles. E aqui nós já estamos preocupados com quem toma a porra da vacina, que não toma a porra da vacina, porque não importa. Você está entendendo o problema? O país que nós estamos precisa de uma organização para se levar da série. Isso é que desanima. Isso é que desanima. Então a ISO organizou tudo isso. Você não ia. Foi revisado em 1995. É chamado de modelo de referência ISO OS. Nós chamamos de OS. Olha só, ISO OS. Isso mata o dyslexo. É uma chamação de OS. Esse padrão aberto. Então ele é utilizado. Aí eu sei que você vai me falar assim, mas como que eles utilizam o OS para fazer o produto, mas depois na verdade os produtos vão rodar dentro de um modelo que é um outro, que é o estado do TCP. Porque nós vamos ver que ali que o TCP e o OS, na verdade, vai ser o seguinte. Primeiro vai surgir o TCP. Olha que louco. Parece doido. Geralmente a gente pensa em projetar e construir. Eles construíram, depois projetaram. Olha o problema. Então eles construíram um TCP, modelo TCP, mais, TCP barri P, mais depois eles organizaram isso no OS. Então tem aderência. Tem aderência, entendeu? Ó, acho que tem umas dificuldades linhas. Você sabe que se você juntar 500 pesquisadores numa sala, não vai sair um produto, mas se entrar um porra louca ali dentro do meio dos 500 que não é pesquisador, talvez saia um produto, mas não sai uma especificação. Você está entendendo, né? Tem cientista e ele pensa muitas vezes e não faz porra nenhuma. A tal da ciência. Vamos lá. Ali eu tenho ali, por exemplo, um modelo OS, eu tenho 7 camadas. Deu os 7 camadas. Cara, capítulo por capítulo, tirando a camada de glas, que são 2 capítulos. Eu vou passar cada uma dessas camadas com vocês. É pesado o livro do trâneo. Mas basicamente o seu cabo metálico, sua fibra óptica, ela está ligada ali, né? A camada física em classe, redes, transporte, sessão, apresentação e aplicação. O seu programa não importa em que linguagem esteja e está acima da camada 7, mas se você programa, se você programa uma linguagem com aderência ao sistema operacional, você sabe lá, Deus, que linguagem vai ter no futuro de sistema operacional? Então vou colocar aderente ao sistema operacional, que hoje, atualmente, é C, você conseguiria, sem muito esforço, programar acima da camada de transporte. Sem muito esforço, beleza? Com muito esforço, conhecendo o sistema operacional, você pode, naturalmente, interagir com outras camadas. Mas acima da camada 4 e acima da camada 7, onde um programador mediano vai conseguir trabalhar. Então, sem muito esforço. E isso tem seus impactos, eu falo durante o curso. Nós vamos programar, eu vou instalar vocês a programar essa bosta aqui. Mas nem todo o equipamento tem todas as 7 camadas, tem que entender isso. Por exemplo, o que teria 7 camadas? Um router multi-protocolos, por exemplo, um tradutor de protocolos. Um, por exemplo, um computador teria, um end device, vamos dizer assim, um end device teria 7 camadas, tá? Que é computador, celular, escambal, acuado. Beleza? O que não teria, por exemplo, as 7 camadas? Um router, um router, ok? Eu teria 3 camadas, um switch, 2 camadas, um switch switch, tá? Eu não estou falando, ah, tem um switch superfodástico, que faz além do trabalho de switch outro trabalho, outro trabalho, não, foi um switch simples, normal, um router normal, ok? E você tem que entender também que cada camada tem unidade de medida, trabalha com unidade de medida, né? Por exemplo, ali você tem na cama da física unidade de medida bit, por exemplo. Então eu falo muito sobre a cama da física, não dá pra fazer isso. A cama da física não dá pra fazer aquilo, não dá pra você, pra cada bit do seu DVD da Shakira fazer um router de 500 bits, porque pra um bit, transmitir mais 500 bits, só pra validar isso em um bit, não tem condições, né, meu colega? Então eu falo muito sobre isso, então, quadro já tem ali mil e tantos bytes, aí já dá pra trabalhar, pacote, PDU de transporte, PDU de sessão, PDU de apresentação e PDU de camada de aplicação, tá? PDU unidade de medida. Quando alguém lhe perguntar o que é um PDU em redes de computador, é uma unidade de medida, não posso dizer que um pacote, é uma unidade de medida, tá? Imagine você ser uma porção de dados, tá? Que ele trabalha, entendeu? O pacote é um PDU? Sim. O pacote é um PDU. O quadro é um PDU? Sim. Também é um PDU. Eu não coloco ali PDU de rede, PDU de enlace, cara, porque existem apelidos carinhosos, por exemplo, você não chega assim, eu não vou subir, porque você não vai vir meu pastor alemão, eu não vou chegar assim, canis familiares, canis familiares, canis familiares, eu não vou, né? Eu vou dar um apelido por isso, pô. Aí eu vou dar um apelido, então, quadro e pacote e apelidos para o PDU de camada de rede, PDU para camada de enlace, como estamos vendo, a imagem, né? Quando eu falar aqui, se eu falar a palavra que eu não posso falar, mano, pastor alemão chega doidão aqui no estúdio, cara. E tá lá, tá lá, tá lá num canto com o orelha virado para cá, eu bato uma aposta, ok? Esperando o comando, cara. Ela é viciada em comando, não posso dar um comando, ela executa, cara. O comando que eu mais gosto é achar o gato, aí eu tenho os gatos aqui, às vezes eu tenho que achar os gatos. E aí, tipo assim, eu não sei se o gato entrou na casa. E aí ela vai procurar, e aí o que é isso, eu vou ver o nome da cama e aí dá o comando, cadê, cadê vai, vai, achar, achar, achar, ela vai. A minha ajuda é tirar o gato, tá? Modelosa tem sete camadas e foi trabalhado para seguir formas, ah, forma. Ah, foi mal, cara, me interti aqui. Modelosa tem sete camadas e foi trabalhado da seguinte forma. Por exemplo, existe uma dúvida se a camada dois deveria ser dividida? Ah, teria que ter oito camadas, em vez de sete, tá? Por que? Eu vou explicar para vocês. A fronteira entre o que é real, físico, palpável e lógico, computacional, passa bem no meio da camada de inlace. Entenderam? E você olhar por estar em domínio diferentes, um no mundo real, material, palpável, pegável, e tem muita coisa pegável nesse mundo, tá? E depois a parte lógica acima, computacional, então ficaria dúvida se ali seria uma camada ou duas camadas. Bom, mas eles seguiram regras para isso, tá? E isso impacta, inclusive, não, tem que dividir, tá? Uma camada deve ser criada onde houver a necessidade de um outro grau de abstração, ok? Então eu preciso de fazer alguma coisa muito específica, e eu preciso, então, que adivinham, opa, de uma camada, tá? Cada camada deve executar uma função muito bem definida, tá? E a função de cada camada deve ser escolhida tendo em vista a definição de protocolos para padronizados internacionalmente. Então o que acontece? Essa camada de inlace, no livro, inclusive, são dois capítulos, tá? Ela tem a subcamada MEK, a subcamada LLC, tá? Mas ambas subcamadas têm a mesma função, cara. Então por isso que elas estão na mesma abstração ainda, por isso que é uma camada só, tá ok? Então esse é um problema pelo qual, naturalmente, não são duas, é uma. Os limites da camada devem ser escolhidos para minimizar o fluxo de informações pelas interfaces. O que acontece? Sempre que há uma comunicação entre camadas, ocorrerá um trâmite computacional. Vou explicar para vocês. Sempre que algo é transmitido de uma camada para outra, ocorre um trâmite computacional. Vamos colocar assim, tá? Uma validação, uma informação que vai para memória, que vai ser copiada em algum lugar. Isso vai ter um peso computacional de processamento. Memória, escambal, aquado, beleza? Ou seja, se eu criar muitas camadas, pode ser que eu deixe tudo muito complexo na máquina. Acontece que se eu criar poucas camadas, eu quebro a ideia de abstrações muito bem definidinhas, né? Pode ser que tenha uma abstração que faz um monte de coisa, tá? Uma abstração muito complexa. Há um problema. E o número de camadas deve ser grande bastante para que funções distintas não precisem ter necessariamente colocadas na mesma camada, né? E pequeno o suficiente para que a arquitetura não se torne difícil de entender o controlar. Por exemplo, se eu falo que redes de computador é uma única camada, um único problema, é muito complexo para pensar. Ok? Então, seria difícil de controlar. Aí eu quebro em camadas menores, mas quantas camadas? Quantas? E aí é um problema. Eu também não posso ter muitas camadas além do que o necessário, mas do trampo de computacional. Então, dividir essas sete camadas foi um estudo muito complexo. Ok? No modelo TCP, quantas são, quais são essas camadas? No modelo TCP, que é o que vamos ver no futuro, por exemplo, haverá uma camada de acessar a rede e vai englobar um, dois. Entenderam? Aqui vai ser uma, aqui vai ser duas, aqui vai ser três e aqui vai ser quatro. Essas três últimas vão ser uma, uma só. Entenderam? Então, a ideia que nós vamos ver na camada física e na camada de enlace vai estar presente no modelo TCP em uma única camada. Veja que eles não seguiram a Ferrari Fogo por modelo OZ, por que eles não seguiram a Ferrari Fogo, o modelo OZ do modelo TCP e P? Porque o modelo TCP e P foi feito sem nenhum tipo de estudo direito, cara. Ele foi implementado, feia da arpa, a defesa e aí depois nós vamos entrar um Lulu na jogada. Mas tem um monte de coisa legal, entendeu? E aí, o que vai acontecer? As coisas vão me que acontecer, cara? De 79 para 80, as coisas vão acontecer. Tanto que os padrões vão ser... ...fansionados, ali, utilizados em fevereiro de 1980, cara. Entenderam? Isso aqui só vai ser pensado em 85 anos depois. Então, tem esse problema, o modelo TCP. Eu não vou dizer, não vou fazer uma crítica nenhuma ou outra, isso acho que aconteceu como tinha que acontecer. Tá ok? Eu sei que não é um tipo de desculpa que você dá para se expôs, sabe? Olha, querida, aconteceu o que tinha que acontecer. Não, pra isso não. Tá ok? Mas para redes de computador você pode dizer, aconteceu do jeito que tinha que acontecer. Tá ok? Isso é que vocês me entenderam. A camada física, então, trata da transmissão de bits normais por um canal de comunicação bit-a-bit, cara. Seu DVD da Shakira de 4.7 giga. E ele vai ser, naturalmente, passado pela rede de bit-a-bit, cara. Não tem milagre, não. E o projeto de rede deve garantir que quando um lado enviar o bit-1, o outro lado receberá o bit-1 e não o bit-zero. Aí o cara pega e põe a estação de trabalho aqui. Aí faz a cozinha aqui com microondas e lá no quarto está o computador usando o ar. Tá no meio do caminho. O microondas tá bem no meio. Aí o que acontece? Quando o microondas é ligado, a comunicação entre a estação base e o computador. Sofre um ruído do microondas, é natural, é eletromagnético. E aí o que vai acontecer? Vai liberar o ondo do microondas, né? A frequência é muito alta e vai interferir. E aí você comprou uma estação base de 5 gigahertz. Ha, ha, ha, ha, ha, Vai cagar mais ainda. Aí o que você mandou o bit-1, os vai chegar o bit-1, vai chegar zero. E olha lá se chegar. Então o que? Então tem esse problema aí, tá gente? Ah não, é que eu estou cabeado, tá bom. Você passa o cabo de rede junto com de energia e esse mesmo cabo de energia alimenta o acondicionado. E aí sempre com o acondicionado liga de vinho. É problema, né? O que era zero vira um, que é um vira zero. Fácil, fácil, tá? Bom, ah o problema da camada física é as características do mundo físico que eu vou usar para transmitir o testado desse vídeo. Como assim? Por exemplo, em um cabo metálico ter corrente elétrica é um, não ter corrente elétrica é zero. Pode ser uma alternativa. Num cabo metálico ter 7.5 volts pode ser um e ter 5 volts pode ser zero. Ambos têm corrente. E passando. Hmmmm, legal. Vocês estão entendendo? Então eu pego um meio físico e eu defino, né? Da minha influência nesse meio físico que é zero e da minha influência nesse meu físico que é um. Isso é pensado aqui, tá? Depois nós vamos ter a camada de enlace, né? Lembrando que cada capítulo eu vou entrar muito a fundo, tá? Esse capítulo é um capítulo esteio, tá? A principal tarefa da camada de enlace de dados é transformar então um canal de transmissão normal em uma linha que pareça livre de qualquer tipo de erro de transmissão, tá? Não dá para eu fazer um trabalho, por exemplo, de erro de transmissão de bit a bit. O quê? Qual unidade mínima da computação? O bit. Então quer dizer que eu teria que mandar um bit para validar um bit. Então duplicaria meu dvd da xaqueira. Mas peraí, como que eu vou saber que esse um bit que vai validar esse outro um bit tá certo? Hmmmm, vamos mandar 3 dvd da xaqueira? Não, porra, não faz isso não. Vamos fazer quadros, vamos criar validadores. Por exemplo, seus cpf são 9 dígitos. 2 dbd depois para fazer um xaque sã dos 9 dígitos. Sim, repare, você usou transmitir 9 mais 2. Você não dobrou. Foi 9 mais 9. Foi 9 mais 2. Os 2 para, em tal mesma forma, nós vamos fazer aqui para validar a massa de dados, controlar fluxo na camada de enlace, tá? Para tentar dar um pouco de confiabilidade entre dois equipamentos. Precise atenção, entre dois equipamentos. Ali no mesmo meio físico. Eu não estou falando do seu computador com o servidor do Google. Eu estou falando do seu computador no cabo, lá com o seu switch. Ok? Camada de rede, então, para controlar essas operações de subredes, rotas, né? Interligar LANs e WANs. Essa é a camada. E isso aqui é questão de rotas. Vamos ter aulas de rota e tudo mais, em lino que nós criamos rotas estáticas, não é isso? E aqui também nós temos toda essa teoria de rotas aqui. A camada de transporte, ela vai tentar dar alguma qualidade de conexão. Ok? Segundo o Tannibal, essa aqui é a camada principal do modelo. Mas no meu ponto de vista, essa camada aqui é que faz o trabalho mais lascado de todo o modelo de redes, tá? Camada de inlass, tá? A mais um Tannibal diz que essa aqui é o centro do modelo de comunicação. Ok? Bom, também tenta ser eficiente, tenta controlar erros também, tenta, tenta. Eu estou usando a palavra tenta, o livro diz que consegue. Mas nós sabemos que há uma grande diferença entre conseguir e tentar, por um motivo simples. É... Toda rede de computador é falha. Então eu posso dizer que vai acontecer. Ok? Eu tenho que dizer que eu vou tentar, vou tentar. Entenderam? Nós vamos ter a camada de sessão, porque imagine que tem máquinas diferentes, inclusive de diferentes tecnologias. E estão trabalhando, certo? Diferentes máquinas, diferentes tecnologias estão trabalhando. Eu tenho que manter uma sessão entre elas, tá? Uma sessão e nós vamos ver que é possível, inclusive, em caso de falha, voltar alguns passos antes e continuar da onde eu estava naquele momento. A camada de sessão vai me dar essa possibilidade. Também tem a camada de apresentação, que nós vamos ver também, que é uma camada que consegue fazer com que tecnologias diferentes se conversem. Ou seja, você já imaginou o número inteiro ter o número inteiro em porção de bits, em todas as plataformas. Mobile, desktop Linux, Windows, complicado, né? Então essa camada de apresentação vai me deixar as coisas mais homogêneas entre as plataformas como um todo. Muito bom, vou falar sobre isso aqui também. E a camada de aplicação, onde nós encontramos os protocolos padrões, os programadores, utilizarem, reutilizarem. O legal com esses protocolos, eles são protocolos já muito conhecidos, muito pentestados, muito rados. Por exemplo, banco de dados. No passado, banco de dados tinha seu próprio protocolo. Hoje em dia você constrói um banco de dados para ser utilizado como HTTP utilizando o REST, por exemplo. Repare que o MongoDB, o Reds, o Database, o CodeDB são todos os bancos de dados que utilizam um protocolo HTTP, que é mais trivial para o usuário. É mais batido para o usuário. Vamos ter esse detalhe ali. Então paramos agora de falar do modelo OS. Vimos com sete camadas, bastante pensado ali, mas temos que entender que ele veio depois de algo que já tinha. Vamos falar do que já tinha. Um modelo TCP, barri P. Primeiro temos que entender o que tinha antes. Teve a guerra lá, segunda guerra mundial, posso falar em guerra aqui. Posso falar de Covid? Não, né? Ah, eu estou no ódio, se foda-se, YouTube. Vamos lá. Teve a tal da guerra lá, segunda guerra mundial, e depois entrou numa tensão lascada. Não quero entrar em detalhes se os comunistas tinham ganhado, se os capitalistas tinham ganhado. Eu não estou cagando essas merdas. Então teve uma tensão, até fizeram um muro de tensão. E isso elevou uma guerra de medo, de alboto e tal. E nisso já tinha um estudo anterior que falava de uma possível rede de comunicação, de voz que seria imparável. E isso seria muito útil agora, porque tem o Hiroshima na Gazakhia e essa porra que destruí, arrasa mesmo. E aí, o negócio foi complicado. Não sei se vocês sabem, mas os alemães, quando eles iam até a Inglaterra jogar bombas, a Inglaterra não sabia por onde eles vinham. Então eles jogavam avião para o cotelado. Com o surgimento do radar, deu para prever, mais ou menos por ano de eles iam. E aí a Rafa, não lembro, é o fosso aéreo, só isso aí. Eles conseguiram colocar os aviões no lugar certo, porque a Rafa era muito menor que a Luffin Rafa, um ozinho. Isso está na história, eu li em livro de história um tempo atrás. Só que aí deu um áudio do desespero dos alemães, porque começou a ficar foda agora, não dá mais para fazer com facilidade que a gente fazia antes. Aí lá bombardeou uma cidade e voltava, agora a gente tinha lá a bombardeava, mas voltava metade, o pregoto demais. Aí eles começaram a soltar, eles criaram uma nova ideia, em vez de ir com o grupo inteiro e iriam com aviões mais soltos. E bombardeavam, as transmissões ali, cara, que era um telegrofo. De repente eles voltaram a ter um fôlego novo nesse negócio, porque o radar meio que detectava e aí eles passavam por um telegrofo de onde estava indo para onde estava indo. E aí tomava-se a decisão em um ponto central. Nisso aí, tinha medo de, agora tem com as bombas nucleares, pode se jogar em uma região e desimais os meios de comunicação daquela região. Os trompos, da mesma forma que os americanos tinham os trompos deles mesmos mapeados. Os russos também tinham, na verdade a União Soviética tinha. Bom, é aqui que aconteceu. Vamos criar essa porcaria descentralizada, cara, de troca de dados. De troca de dados, agora. E aí, naturalmente, voz é dados. Bom, e aí começa a ideia da ARPANET, mas um pesquisador tinha inicializado essa ideia, não lembro quando. Pouco a pouco, centenas de universidades repartições públicas foram conectadas a uma rede, usando linhas telefônicas. Mas agora essas linhas telefônicas dedicadas. Mais tarde, quando foram criadas as redes de rádios satélites, os protocolos existentes começaram a ter problemas de interligação. O que foram feito para o filme etálico, sim, tem particularidades. E eu falo com vocês sobre isso nos capítulos de camada física e camada de inlassem. As duas camadas, que vão receber o impacto de infraestrutura, ou seja, de mudança de fibra para cabo metálico, camada 1 e camada 2 modeluosa, ou seja, camada física e camada de inlassem. Isso, inclusive, é cobrado na prova de certificação da Cisco. O que reforçou, então, uma nova arquitetura de referência. Basicamente, camada física e a camada de inlasses de dados, vai ser chamada de acesso à rede, aquilo que o colocou em inlasses. Em muitos livros, isso é chamado de camada de acesso à rede. Internet, legal, que é equivalente, transporte equivalente. E aqui, realmente, é chamada de camada de aplicação no modelo TCP-RP. Eu acho que eles cagaram aqui na tradução. Eu ponto de ver esse livro cagando na tradução. Bom, tá tendo venda válvula fora. Espera aí, galera. Você só ouviu venda válvula. Coloque a lona no carro. A lona vai parar no vizinho. Bom, o que acontece? Mas não é porque a camada de um físico ausente não é feita. Pelo contrário, a camada de acesso à rede aqui, ela vai fazer o que aqui é feito pela camada de um raço de dados e física. Vai ser feito aqui. O que a camada de aplicação vai fazer aqui no modelo TCP, é o que vai ser feito aqui. Beleza? Tem esse detalhe. E a camada de um raço de dados ou acesso à rede depende do livro. É a mais baixa do modelo TCP e que trabalha com linhas seriais e Ethernet clássica. Nós ouvimos falar da Ethernet clássica do protocolo e como surgiram as redes de computadores. Não era LAN, hoje nós se chamamos de LAN, ou seja, aquilo que surgiu ali. Vamos falar da Ethernet clássica, depois a comutada. O canal de internet, em um caso, é a camada de interligação de rede. Presta atenção. O Ita maiúsis pro menúsculo, a o Ita minúsculo. Ele está falando da interconexão de redes de computadores. Ah, o Ita maiúsculo. Ele está falando da internet, que é a rede mundial como um todo. Pegou a diferença? Tem essa diferença. Então, aqui a camada de internet, não é a camada da internet. Não. Da interconexão dessas redes mundiais, dessas redes. Que depois vão virar uma rede mundial, com o Ita maiúsculo. E mantendo elas unidas. A tarefa é permitir que qualquer rol, os tingete pacotes, que essa comunicação consiga sair dessa rede e ir para outra rede de destino. Aqui nós vamos ter um protocolo chamado protocolo IP. Aqui nós vamos ter um protocolo clássico na casa de vocês, que vai mudar, lógico. Para a internet. Essa camada sofre muito impacto do meio de comunicação. Ou seja, é a base aqui. Vê? Essa base sofre muito impacto do meio. Ou seja, você cabe o metálico, a fibra ótica, o satélite, o wi-fi. Então, aqui nós vamos ter o que? Protocolos que são utilizados naquele meio. O internet, por exemplo, é utilizado em meios cabeados. Cabos. Não para o wireless. Há wireless a 802.11, na subcamada MAC, e aí ele vira 802.3, na camada de LLC. São coisas que a gente vai discutir mais para frente. Aqui é o protocolo IP, que é usado na camada de internet com i-minusculo. Na camada de transporte nós vamos ter o TCP. É o centro do modelo de comunicação. É onde tenta dar um pouco de qualidade, de origem a fim. Exatamente como acontece o modelo OZ. Ok? Nós vamos mudar o protocolo TCP ou o DP. E aí eu vou explicar a diferença do produto TCP e o DP. É muito escroto porque você chama de modelo TCP barri P. Mas quando você chega aqui tem o protocolo TCP e o protocolo DP. Ok? Porque foi feito nas coxas na hora. Essa é a verdade. É igual aos programas que você programa. Se nem um tipo de especificação, na hora você encochamba alguma coisa ali que não bateu com a ideia inicial. E agora ficou os nomes tudo doido, né? É igualzinho. E aí você vai encontrar o UDP e o TCP. Vou explicar com detalhes. Mas basicamente o TCP é um protocolo muito confiável. O DP é um protocolo pouco confiável. Na verdade, nada do DP. Ok? E a camada de aplicação é onde os programas vão acessar. Tem ali os, como eu posso dizer, os protocolos clássicos ali que utilizados pelos programas, como HTTP, OOP, SMTP, FTP, entre outros, tá? Nós vamos falar de todos eles. E aqui eu tenho aqui um exemplo exemplos. Por exemplo, exemplos de protocolos. Camada de enlace. DSL, na verdade é XDSL, tá? A tecnologia. Ah, mas eu uso a DSL. A DSL é uma variação do DSL. Ok? O ESLX. O TANET, por exemplo, para ser utilizado ali em interligação de manz. 802.11, o wireless, né? E o Ethernet, o seu cabinho azul aí, né? RJ45, né? Então são ali protocolos, né? Tem muito mais, tá lógico. PPP, tem mais, tá? Ali depois, na camada de internet, de interligação de rede, nós temos o IP e o SMTP. E aí eu tenho inclusive uma aula de SMTP para dar para vocês, tá? PCP, UDP na camada de transporte. Já expliquei um, é seguro, qualidade, tudo mais, o outro não. Http, SMTP, RTP, DNS, FTP, SSH, entre os trocentes protocolos estão ali em cima da camada de aplicação. E o seu programa está acima disso tudo. Então é assim que nós trabalhamos com essas ideias de protocolos. Os modelos de referência AOS e TCP têm muito em comum, lógico. Foi feito, foi implementado, tá o quê? Depois foi padronizado, e foi quando foi padronizado depois, olhou-se para o que tinha, corrigiu-se algumas coisas do que tinha, e é natural que o que foi especificado depois, acabou recebendo impacto do que já tinha. Isso é natural, que tem muito em comum. Ambos se baseiam no conceito de pilhas, de protocolos independentes, camadas tem praticamente as mesmas funções, mas tem algumas pequenas diferenças que é natural. O que? O primeiro modelo não foi pensado, foi feito. E agora o próximo modelo é pensado. Mas por ser pensado, agora eu não faria as merdas que eu fiz no passado. Entenderam? Legal. O modelo OSI tem três conceitos fundamentais, serviços, interfaces e protocolos. Vamos passar por ele ainda, tá? E vocês vão entender com muito, muito detalhes. Provavelmente a maior contribuição do modelo OSI seria tornar a explícita distinção entre esses três elementos, o que não é visível no modelo TCP, cara. O modelo TCP não é tão claro a distinção entre serviços, interfaces e protocolos, tá? Originalmente o modelo TCP não distingue, enclareza isso aí. Serviços, interfaces e protocolos, tá? Embora as pessoas tenham tentado deixá-lo mais parecido com o modelo OSI, com o aparecimento do modelo OSI. O modelo OSI nasce olhando para o modelo TCP que já tinha, e o modelo TCP então evolui olhando para o modelo OSI. Entenderam para que o modelo aconteceu? E o modelo de referência OSI foi concebido naturalmente, antes dos protocolos correspondentes terem sido criados. Ou seja, e o pinso no modelo depois é o pinso nos protocolos. Sim, TCP não. O TCP aconteceu, uma comunicação precisou, foi feito os protocolos, depois foi especificado. É um pouco diferente, tá? Então isso, no caso do OSI, não teve um impacto do protocolo, e sim foi pensado, depois foi feito o protocolo. No OSI o impacto vai no protocolo, no TCP o impacto vai, é invertido. Entenderam? Então, nós vamos entrar também no estudo de cada uma dessas camadas, dos serviços e tudo mais. Eu vou trazer Linux para vocês, Linux, porque nós... É aberto, né cara? O Windows é fechado. Então vou trazer Linux para vocês, e nós vamos programar em C, ok? Nós, para frente, e aí nós vamos ver esses serviços direitinho, beleza? Até mais, até o próximo vídeo, até mais, tchau!