Transcrição do áudio
E como eliminar esse sistema, ou seja, como remover ali, por exemplo, se fosse do Brasil, o banco central e o sistema bancário, como seria? Porque são eles que dão, como eu posso dizer, a falsa ilusão que você tem, aquele númerozinho que você vê lá no seu site do seu banco. Na verdade, nem seu banco pode dar certeza sobre aquele número. É um número. Inclusive, poderia ser criado zeros. Poderia. É tudo hoje, como eu posso dizer, baseado na confiança de políticos. Bom, zero pode aparecer aqui. Zero pode aparecer ali. Bom, o monero, na verdade, vamos falar da blockchain. Vamos usar o Bitcoin como exemplo. O Bitcoin é muito mais simples que o monero. O monero é um pouco mais complicado, então vamos primeiro aprender sobre o Bitcoin. E aí nós vamos falar do monero. Então, eu preciso que naturalmente eu fale para o mundo. Eu estou dando 2.500 dessa coisa aqui para aquela pessoa. Falar nisso, se você comprar seus primeiros moneirinhos, manda 5 reais para mim. Aqui nesse QR-Code você consegue fazer isso. Ou seja, você vai anunciar para o mundo. Eu estou mandando 5, em caso reais, nessa criptomoeda para essa pessoa aqui. Olha que legal. Esse livro usa um termo que eu não gosto. Esse livro usa um termo chamado piseudo anonimato. Não existe piseudo anonimato. Existe o público, o privado e o anônimo. Eu acho que existem outros. Mas esses três aqui vai ser o que você vai precisar para explicar 99% dessa questão de visibilidade das coisas. Então você tem tudo que é público, você tem o que é privado e você tem o que é realmente anônimo. Bitcoin não é anônimo. A blockchain do moneiro é anônimo, mas tem um monte de alterações ali. Por exemplo, eu consigo validar que você me mandou. Olha só que interessante. Se você for bitcoin e você me mandar bitcoin, eu consigo avaliar em um site web. Sabe lá, Deus. Da onde ele consegue a informação vai estar lá. Geralmente é bitcoin.org. Eu consigo verificar a transação. Não preciso de ter um site bancário. Eu conseguiria ir na coin, marketing, alguma coisa. Ver lá a transação. Tem vários sites que mostram as transações de bitcoin. Ótimo, você não vai ver meu nome e nem vai ver seu nome. Vai ver uma hash, um número gigantão, que é o que representa você e um número gigantão, que é o que me representa. Certo? Na moneiro, eu tenho, por exemplo, um problema. Olha só que interessante. No moneiro, a blockchain é criptografada. Então, no moneiro, eu teria que baixar ela, que é a melhor forma. E eu discriptografar as entradas, que atualmente entraria para minha conta. E eu discriptografia as saídas, que mostraria o que eu paguei. Então, só eu sei. Só eu sei o que está lá dentro. E só você sabe o que está lá dentro, porque você me mandou. E eu sei o que. Eu recebi aqui. Então, quando você destrava o discriptografa as saídas da blockchain, você vai encontrar lá o que você mandou criptografado. E você tem a chave privada. E eu vou ver aqui porque eu vou ter que discriptografar todas as entradas, para ver o que entrou na minha carteira. Então, o moneiro é um pouco mais pesado, eu acho mais difícil de trabalhar. Por isso, inclusive, que eu concordo com o livro em começar explicando pelo bitcoin, que é mais publicão. Lembrando que no meio desses vídeos, desse curso, eu vou ensinar vocês como quebrar rastro, como a gente quebra rastro usando o moneiro. Vou ensinar a quebrar rastros. O método específico para armazenar, de forma segura registros em um banco de dados, compartilhado com todos os usuários da rede. Então, vamos criar uma tal de blockchain, um conjunto de blocos que tem as validações que aquilo é verdade. Bom, vamos lá. Criptografia. As pessoas, faz o curso de hacker, cara. Faz o curso. Você vai aprender muita coisa. Não necessariamente você tem que virar um hacker, mas você vai aprender muita coisa. Bom, olha só. Criptografia serve não só para esconderem uma informação. Nós usamos, por exemplo, a criptografia para garantir que algo nunca foi modificado. Ou seja, se aquele algo for modificado pela criptografia, nós vamos saber que foi modificado. Então imagine que eu viro e falo, legal, eu estou dando mil moneiros para aquela pessoa. E eu falo para o mundo. E isso é salvo numa blockchain criptografada. E aí, de repente, eu não gostaria de ter feito isso não. Fiz uma grande burrice na minha vida. Preciso de pegar meu dinheiro de volta. Não tem como eu ir lá na blockchain e alterar ela. Seria visível essa alteração para todo mundo. Então, não seria uma transação válida. Nós vamos entender ao longo desse curso o trabalho que existe por trás da mineração e como nós validamos bloco por bloco de entrada. Toda blockchain começa muito leve. Eu acho massa. Moneiro, quando eu trago ela para minha máquina, ela é validada. Lógico, né? Qualquer pessoa pode ter todo banco de dados, de todas as transações já feitas em bitcói ou já feitas em moneiro. É só você baixar a blockchain toda. Normal, tá? Isso é algo normal entre nós. E aí, no começo tudo é fácil. Porque não é só fazer o download da blockchain. Você faz o download e verifica bloco por bloco o que ele está baixando. E você baixa 10 anos de moneiro, né? É rápido. Normal, mas nos últimos 2, 3 anos não é um inferno, cara. Parece que não anda. Porque é um peso criptográfico muito grande para manter consolidada toda a blockchain. Então vamos ver a seguinte. Só para você ter a noção, todo mundo teria a blockchain que salva em um computador, certo? E aí, como que nós sabemos qual é a blockchain válida? Muito simples. Imagine que se eu altero a blockchain aqui na minha casa, não vai bater as reches criptográficas. Então vai ficar muito visível para o mundo inteiro que a blockchain que está na minha casa foi corrompida. Então ela não é levada em consideração. Então quer dizer que milhares de pessoas no mundo hoje ou até milhões, não sei. Milhares, eu garanto. Tem essa blockchain não alterada e nós damos crédito às blockchains não alteradas. Nós vamos mostrar aqui um desenho de algo chamado descentralizado. E aí você vai entender. Então imagino que eu possa colocar isso hoje no banco, sistema bancário clássico, lá com o nosso banco central e os políticos lavrando toda a sua confiança. Confia em político, meu amiguinho. Confia. Vai ser bonito demais. Vem, Collor. Vem, Collor. Vem mostrar para o brasileiro, Collor. Como é importante a gente acreditar em político? Vem, Collor. E aí, naturalmente, todo mundo coloca lá. Naturalmente, os seus zeros, seus uns que você vê na tela centralizado. Lá vamos colocar aqui no banco central, certo? Agora vamos imaginar o outro cenário. Tá, ficou errado, hein? Sistema bancário está errado aqui, o título, tá? Vou trocar depois. Vou continuar a aula aqui. Aqui deveria ser sistema com blockchain. A blockchain, ela poderia estar descentralizada. Como assim? Qual é a pior desgraça que pode ter numa humanidade? Uma filha casar com um filho de político? Seria muito ruim para você, não? Para uma humanidade, porra. O que que acontece? Imagino que tem uma guerra. Imagina que o FED americano é bombardeado, a montanha do Nucela onde está guardado, todas as fitas de transação, essa porra encendiada, pega fogo gostoso, aquelas fitas da Atin. Porra. Você não faz ideia como é que uma porra é que ela pega fogo, cara. Ficou lindo e magnífico. Fodema aquele país, aquele sistema... Uma guerra mundial, né? Uma guerra mundial, uma desgraça, né? A maior seria a pior coisa que a humanidade passaria. Mas um caso de blockchain, como todo mundo pode pegar a blockchain, inclusive eu tenho a blockchain completa aqui na minha casa, eu tenho um computador só para isso. O que que acontece? Ela é inalterada. Ela está inalterada, porque eu não corrupi ela, lógico. Eu tenho porquê se eu disponibilizo na rede mundial. Então o que que acontece? Para você acabar com a blockchain, você teria que achar todas as pessoas que têm a blockchain e destruir a casa dela com missas que estaria pelo mundo inteiro na China, Japão, Estados Unidos, Brasil. Ou seja, você teria que praticamente fazer um arraso. Bom, veja como que é mais difícil você, no caso de uma guerra mundial, acabar com uma blockchain. Agora o sistema bancário é mais centralizado. Isso aqui é chamado descentralizado. Vamos lá. Vamos aqui. Então se você olhar, esse sistema descentralizado, ele é muito difícil. No caso do Bitcoin, o Bitcoin não é considerado, por exemplo, para usar o Brasil como exemplo, ele não é considerado um crime. Bom, então você pode ter lá, você na sua casa ter a blockchain do Bitcoin e colocar ela pública, não tem problema. No máximo vai aparecer um auditor, vai aparecer umas multas para você, o governo vai começar a fazer umas coisas só para te chatear. Beleza? No caso do monero, bom, monero é um problema. O monero tem muitos países que têm uma lei que veta-se o anonimado. O Brasil é um deles. Tem que ver, ser naturalmente, esse negócio de anonimato impacta a quem tem o monero, porque seria algo extremamente, como eu posso dizer, interpretativo pelo juiz. Não pode ser que um juiz fale que não, que não é crime e tem monero, e o outro juiz fale que é crime e tem monero. Esse é um problema do sistema judiciário brasileiro, né? O cara fala o que ele quer, baseado, sabe lá, Deus em que? De alguma vila, de algum lugar. Esicamente isso. Então é muito comum que as blockchains do monero serem localizadas na deep web. Posso confiar na deep web? Meu amigo, você tem que confiar na blockchain. Aonde ela está? Não, é o problema. Se a criptografia diz que ela está inalterada, ela está inalterada e você pode confiar. Simples assim. Vamos lá. Uma vez que dados são gravados na blockchain, eles não podem ser deletados, movidos, alterados, de nenhuma forma. A criptografia garante isso. A criptografia nos garante que nós podemos esconder algo, que nós podemos verificar se algo foi alterado. Nós conseguimos também verificar que você é você e nós conseguimos com a criptografia fazer a quarta coisa, que é garantir que essa alteração feita foi por você e não por outra pessoa, é irrefutabilidade. Então repare que a criptografia é a base de tudo. Inclusive esse negócio de criptomoeda, ele nasce ali através dos manifestos criptoanarquistas de 93, por exemplo. Tivemos muitos manifestos criptoanarquistas, mas o clássico mesmo é o de 93. Você procurar manifesto criptoanarquista é o cypherpunk, não é cyberpunk, é cypherpunk. Você vai ver que 93 tem um cara lá e no último parágrafo ele escreve. Vamos fazer transações financeiras sem ninguém ficar sabendo, sem ter controle estatal. Essa ideia. Bom, e a criptografia vai garantir isso, por isso que ele está no manifesto criptoanarquista. Os registros são imutáveis, cada participante da rede possui uma cópia. Na verdade as cópias estão na rede mundial. E aí você pode ou não baixar para sua máquina. No caso do Mondeiro eu recomendo, no caso do Bitcoin eu nem recomendo. No Bitcoin você pode consultar o público, sem nenhum problema. Mas do Mondeiro é interessante baixar porque digamos assim, você faz um pagamento para mim, somos anônimos, certo? E aí é natural que eu vou querer ver. Então digamos que um FBI esteja te investigando, sabe que você acabou de fazer uma transação. E digamos que eles têm desconfiança que eu sou outra parte envolvida. Logo em seguida eu olho. Por comportamento humano, os caras vão inferir que eu sou a outra parte pelo que você mandou. E aí vai fazer busca e pressão em você e busca e pressão em mim. Simples assim. Então quando você mantém toda a sua blockchain sempre atualizada nos seus servidores, computadores, e você sempre que tiver que consultar, você consulta essa blockchain que você tem, essa cópia. Então ela fica sendo atualizada minuto a minuto. Não tem problema. No caso da Mondeira, cada dois minutos, não tem problema. Então se ver o meu perfil como usuário de moneiro vai ver o que eu baixando a cada x minuto, muito, naturalmente muito sequencial, certinho a diferença de tempo, homogêneo, diferença de tempo, que não vai conseguir ligar uma pessoa a mim. Então é por isso que eu acho importante ter a blockchain, sim. No caso do Bitcoin você não procura no animato, porque se você procura essa no animato você não estava no Bitcoin. O Bitcoin é privacidade. A transação você sabe que ela existe, mas números, números e números. Você não sabe qual é, por exemplo, o CPF da pessoa que mandou e o CPF da pessoa que recebeu. Você só vê números gigantescos lá, letrinhas e números. No caso do moneiro, como eu posso dizer, não tem nem como você olhar, porque é tudo criptografado. Só eu posso olhar o que veio para mim e só você pode olhar o que você mandou para mim. Bom, que diferença. Então aí você tem o animato e não só a privacidade. Lembrando que pelo Bitcoin podem chegar até você. Então vamos lá. Então nós temos aqui as duas pessoas novamente. Cada uma tem um wallet. Um número. Vamos colocar assim uma carteira. Preste atenção. Seu dinheiro não está na blockchain. A blockchain tem só registro de pessoas mandando para pessoas. Só. Então vamos lá. Então a pessoa vai lá, pega 10BTC, quando esse livro foi escrito 10BTC não era nada, né? Agora 10BTC é muita coisa. E ela tem lá e ela pode pegar e enviar. Para isso ela vai ter que colocar uma ordem de transmissão da carteira dela para a carteira de outra pessoa. De tempos em tempos, máquinas pelo mundo vão lutar para tentar de alguma forma. Aí cada criptomoeda tem seu formato, seu algoritmo. Fechar o bloco de transações daquele momento. Então daquele momento x até o x mais 2 minutos, vamos colocar assim. Todas as transações ali que estavam no pool de transações mundial, eu fui o vencedor e eu consegui fechar o bloco, adicionar na blockchain primeiro que todo mundo. Vamos imaginar que esse é o algoritmo. Eu consegui fechar um algoritmo criptográfico com todas as transações, colocar na blockchain primeiro que todo mundo e anunciar para todo o planeta que eu... digamos que eu consegui isso, certo? Então todo mundo vai naturalmente pegar uma cópia do meu bloquinho e daqui 2 minutos nós vamos fazer de novo. Fazer de novo. Fazer de novo. Fazer de novo. E é importante que você acabe concorrendo comigo nessa mineração, porque digamos que, por exemplo, aqui um sistema bancário brasileiro for atacado, tiver um roubo bilionário por Hackels. Tivemos, né, recentemente. Isso aqui vai entrar num choque porque é centralizado. Se isso tá descentralizado, seria muito mais complicado. Então um choque daquilo ali. Então naturalmente depois de x minutos que a mocinha colocou uma ordem de transferência para ele, isso é fechado num bloco de transação, isso é colocado na blockchain, a criptografia garante que não foi alterada, tá perfeito, e aí adivinha o HOO show de bola. Show de bola. Agora ela não tem mais isso e ele tem o que ela transmitiu. Não dá para desfazer. Depois não dá para desfazer. Então cada bloco, por exemplo, bloco Genesis, que é o primeiro bloco, dentro do bloco você encontra as transações, certo? Vamos simplificar a vida de todo mundo. E aí você tem cada bloco, bloco, bloco, bloco. O que liga os blocos é uma reche de criptografia. Então vamos lá. Para que seja consolidado o bloco 3 na minha blockchain, a criptografia de todos os blocos anteriores tem que estar correta. Então dessa forma, se eu pego uma blockchain que foi alterada o bloco 2, jamais o bloco 3 conseguiria ser fechado. Então, ou seja, quem estaria com essa alteração morreria ali. E aí outro minerador consegue chegar no bloco 3. E aí, ou seja, quem tentou fazer alguma fraude não sobreviveu naquele mundo. Por isso que você tem que esperar o bloco ser fechado para confirmar a transação. Então, por exemplo, você vai lá, manda 5 reais lá, você compra 5 reais em moneiro e manda para mim. E aí você corre lá e avisa imediatamente para mim. E aí eu vou ver o que é que a transação não está consolidada, mas está lá aguardando. Então é feita a mineração, é fechado um bloco, é colocado na blockchain. E aí a partir desse momento o RU. Obrigado, colegão. Obrigado por doar 5 reais em moneiro. Você fica naturalmente com um problema fiduciário e eu saio do problema fiduciário. Bom, estou te ensinando, né, coleguinha? Quando usuários transmitem informações, então para serem colocadas na blockchain, os mantenedores da rede, a grupo, essas transações, essas transmissões, em blocos. E é naturalmente usado a forma ali, é usada a criptografia para garantir que nada para trás foi corrompido e que aquela massa de informação é válida. Cada criptomoeda vai utilizar um algoritmo. O algoritmo do moneiro é interessante. Por exemplo, se você quiser fechar esse bloco e quiser trabalhar nessa mineração, se for Bitcoin, você não consegue competir com uma máquina específica de criptografia para isso, chamada azique. Por exemplo, então tem milhares de lugares pelo mundo com milhares de aziques trabalhando. Você não consegue competir. Então, nesse cenário aqui, tá? Se for Bitcoin, é descentralizado, mas com alguns nós muito fortes lá dentro. E é natural que os nós muito fortes vão sobreviver ao longo dos anos. No caso do moneiro, eu vou te falar uma raspbelli competiria de igual para igual com o computador, sabe lá Deus aonde? Com muito mais processamento. Então, na rede moneiro é muito mais descentralizado. A quantidade absurda de pequenos nós espalhados do mundo. É muito mais descentralizado. E isso é algo que no meu ponto de vista é muito valioso. Essa descentralização vai garantir que tenha menos interferência do governo. O Bitcoin, ele tem, na verdade, desculpe, vou falar corretamente. O Bitcoin pode ser muito mais influenciado do que o moneiro naturalmente pelo agente o governo. O moneiro utiliza um tipo de sistema sem servidores centralizados, empregando, em vez disso, redes de ponta a ponta resilientes de muitos voluntários. Tem uma pancada de voluntário, eu sou um voluntário. Compartilhando informações só que arrebenta com a rede. Não é? A toa que fica num link é só a parte. Tem um link a parte só para um servidor porque tem que ter. A taxa de transmissão é muito alta. Bom, os registros são imutáveis e cada participante da rede possui uma cópia, ou poderia ter, ou consulta. E esse papo começou lá em 93. Então, tivemos o manifesto criptoanarquista que realmente prevaleceu aquele que mais fez sucesso, entretanto, só que o sistema bancário estava muito estável até um momento em que tivemos uma crise imobiliária, em um país altamente endividado, com pessoas altamente endividadas, todo mundo muito endividado até o governo endividado. E deu merda lá. E ó, está vindo uma merda aí do Japão, tá galera? Está vindo uma merda aí do Japão Sinistra aí, tá? Estou em 2026, vamos ver. Vamos ver aí se vai dar merda ou não vai dar merda. E aí, um indivíduo lá, de um grupo de indivíduos, de pessoas anônimas, em um grupo anônimo, num ambiente anônimo, criou lá um paper chamado Bitcoin, a Peer to Peer Electronic Cash System. Então ele gerou esse paper lá, colocou esse paper, foi muito bem discutido. Nunca se achou esse tal de Satoshi, é um pseudônimo de um ambiente anônimo e que talvez nem é realmente uma pessoa, pode ser um grupo ou não importa. Tem muita coisa obscura que talvez isso foi em 2008, 2026 é agora. Em 2030 você fica sabendo. Então talvez você esteja vendo esse vídeo em 2030 e falha, o cara que está gravando esse vídeo é burro, não cara, é doutor em 2026. Em 2008 era outro papo. Em 2030 é outro papo. Bom, então teoricamente nunca se achou. Simplicidade, basicamente enviar o dinheiro da Maria pro Jorge é que era um único passo que você registrar que está mandando. Por exemplo, eu estou vendendo curso, compre o curso hacker, pode comprar. O que que acontece? Eu não precisei de governo, não precisei de lá mandar documento, não precisei de nada. Simplesmente fui na, criei uma wallet para mim, bem segura e gerei uma hash, gerei uma QR code, coloquei lá e eu vou ensinar para vocês como fazer validação de pagamento automatizado. Eu não preciso de contratar nenhuma PI de governo de empresa nenhuma, associada a governo nenhum, você manda em minutos eu conseguiria validar seu pagamento. Eu já fiz isso para Monero, para Bitcoin, eu não fiz ainda, vou fazer para Bitcoin, parece que é até mais fácil. Para Monero inclusive eu vou ensinar a fazer aqui, digamos que você pense em fazer alguma coisa aí do tipo receber algum serviço seu que você esteja fazendo, não importa o que, e aí você decide fazer um automatizador de cobrança, olha aí, você não precisa de nada, nada, envolve a governo, você só precisa de sentar e fazer. A transação entre as partes ocorre em um sistema criptografado, seguro, é pseudoanônimo Bitcoin. Bitcoin é anônimo, um monero, aonde que cai o anonimato, o anonimato é porque você não consegue ver todas as transações, você tem elas mas todas elas estão criptografadas, por isso que o monero é anônimo, já o Bitcoin não, o Bitcoin as transações não estão criptografadas, então você consegue ver as transações, mas você não sabe o CPF da pessoa, o nome da pessoa, opa, então pera aí. Então por isso que o Bitcoin é privar cidade e monero é anonimato, são níveis diferentes, tá? Bom, não tem informação da pessoa lá, antes que o governo pega, né, o governo pega quando ele, você vai fazer a transação lá e alguém decide dizer pro governo que ele te mandou dinheiro, decide dizer pro governo a sua reche e decide dizer pro governo qual o Bitcoin foi pago porque dá pra você rastrear, né, e aí de repente um rastreia um rastreia outro e o Bitcoin chega de você, vai chegar lá na ponta de uma pessoa que pagou, vamos colocar assim o governo, ele criou algo muito anônimo e ele está tentando destruir há anos chamado dinheiro físico, papel, né? Vou te fazer uma pergunta, você tem dinheiro em papel aí? Se você tiver, você pode garantir que esse dinheiro em papel nunca foi usado pra crimes, por exemplo, droga, entorpecente, é crime. Esse dinheiro em papel que está na sua mão já foi usado em boca de fume, ou você se usava a palavra correta. Esse dinheiro que está na sua mão aí, você, será que ele já foi usado, por exemplo, pra fazer pagamento para um policial que está pedindo o dinheiro lá na beira da rodovia, digamos assim, ele chega lá e fala, olha, seu farol está um pouco pra baixo. Eu já passei por isso, tomei a multa, o farol estava um pra baixo. Não, o farol tem que ficar nessa altura, ele foi lá, mostrou uma altura que ele quis mostrar, não tinha nenhuma régua de nada, não tinha nenhum em metro nada e, pato legal, pra tomar multa. Olha, eu acho que esse pneu seu está careca, não está não senhor, porque o sulco ainda tem, todo pneu tem um amarquinho, eu tive que provar pro cara, se eu fosse um leigo ia pagar também, multa porcaria, até ele me pediu dinheiro, no caso eu fiquei só no farol mesmo. Então meu coleguinha, será que esse dinheiro já passou na sua mão aí, o que está na sua mão, ele já foi usado, por exemplo, para, né, fazer ali o que um pagamento fora do que é permitido pela lei brasileira? É, mas não, eles criticam o bitcoin, eles criticam o moneiro, eles dizem que moneiro, bitcoin, é coisa de bandido mandando dinheiro pra bandido, se fosse assim, o político receberia o pagamento dele em bitcoin, não em moeda fiduciária. Bom, a maioria das criptomoedas são pseudoanônimas, né, são esse livros, esse termo, toque por favor, vamos trocar por favor para privadas não anônimas, acho melhor assim. E as pessoas são chaves públicas, lembra que um dos países que mais fala mal da América Latina, por exemplo, é a Suíça, Suíça tem o Fala Mal do Brasil, França também, mas uma pergunta pra vocês, já ouviram falar em contas numeradas na Suíça, onde você não identifica quem é você, apenas um número? É, é, meu amiguinho, isso aqui também que são contas numeradas, ah, tem um número, não tem o nome da pessoa, qualquer pessoa que chega lá com um número e uma senha daquele número pega. A Suíça, por exemplo, é, e isso não é crime, agora é crime, muitos países têm crime, mas a maioria de você é são, é, por exemplo, como pegar Austrália? Austrália é um bom exemplo, a Austrália tem uma legislação anti-cryptografia, sabe disso? Então é crime você ter uma criptomoeda, oh, toma cuidado hein, Brasil ainda não tem essa não, mas se tiver, você vai ser um contraventor, e aí se isso passa a ser um crime você ter algo escondido e criptografado, por que que as contas numeradas da Suíça não são? É bonito, é amado, tá entendendo? A natureza aberta e verificável da maioria das criptomoedas permite que qualquer pessoa do mundo rastreie o dinheiro, ainda, você consegue ver as transações chegando na carteira, você pega a carteira, vai lá pesquisa a carteira, vê todas as transações da carteira, aí você pega uma transação, você vê para onde ela foi, você consegue ir no Bitcoin, lógico, né? Monet não tem essa história não, Monet é um pouco mais fechado, e poxa, nós temos hoje várias empresas que fazem rastreio, tá? Um dos maiores grupos hackers do mundo, eu acho o maior, eu posso dizer, é complicado falar, talvez tem grupo que nem conheça, que é o grupo Lázaro, o grupo Lázaro, ele, ele, só ele, roubou já na casa de bilhão, só que quando eles fazem um roubo em criptomoeda, dá para você rastrear aonde que eles fizeram as transações, ou seja, com quem trocou, com quem trocou, com quem trocou, até alguém pegar um desses, desses bitcoins lá e lá dizer seu CPF em alguma exchange, e aí a exchange manda para o governo, o governo fica sabendo, e aí começa a perguntar de onde veio com quem você transacionou, começa a pegar uma pessoa, outra outra, lógico, se isso for uma distância de 100 pessoas, complicado, muito complicado para os governos, mas se isso for de país para país, eu teria que ir agora ligar para pegar um cara nos Estados Unidos, para interrogar ele, para ele dizer que veio da Itália, então tem que ir acionar o governo da Itália, para o governo da Itália, deixar eu pegar um cara e começa a ficar difícil. O que nós temos nesse mundo das criptomoedas? Nós temos um negócio chamado Mix de Criptomoeda, imagina que, desculpa, mil pessoas jogam suas criptomoedas lá dentro, e seja criado 10 mil carteiras, dinamicamente, e lá dentro, entre as 10 mil carteiras, começa a misturar de uma para outra, vai pagando, vai pagando, vai pagando, vai pagando, naturalmente, e aí você é um desses cara que entrou, desses mil pessoas que entrou, você entrou então com o recurso, uma wallet, que é conhecida pelos governos, porque digamos que teve um rastreio até essa carteira, e você entrou com uma carteira que eles ainda não sabem que é sua, e depois de passar por esses mix tudo, o que, naturalmente, forceu deduzindo as taxas de conversão e tudo mais, vai bater lá na sua carteira, que é a sua carteira que o governo não sabe que é sua. Então o governo passaria há décadas para conseguir fazer todo esse caminho até chegar na outra, teria que talvez envolver muitas pessoas, então isso é um mix de criptomoeda, é um mix de criptomoeda, lógico que não é a melhor forma, não é a melhor forma, eu tenho uma outra forma muito melhor, lógico. Olha só, Silk Road, 2.0, Silk Road, ah, venda de maconha, aí seu safadinho, entre outras coisas, tá? Bom, aqui eles conseguem fazer o que? De alguém de uma exchange, eles conseguem rastrear para qual conta foi, e talvez lá na ponta eles conseguem um dia descobrir quem é o dono daquela conta, e aquilo que eu te falei, vai prendendo uma pessoa que interroga, vai descobrir que foi para outra conta, vai para outro país e aí começa a ficar complicado, já pensou se você aos Estados Unidos, querendo falar com, pegar um russo, ou é um russo, querendo pegar uma norte-americana, acho que vai ter todos os problemas políticos e as dificuldades para isso, tá? Vamos falar no próximo vídeo sobre a ideia de anonimato, privacidade, novidade privacidade e anonimato. Naturalmente, essa diferença, monero é anônimo, naturalmente, e Bitcoin é privado. Até mais, tchau!