Transcrição do áudio
Vamos agora falar de módulos e os principais módulos que nós vamos usar aqui em sistemas operacionais. Bom, sempre você vai começar o teu script em sistemas operacionais importando OS e SIS. O SHU TIL talvez você precise. Vamos lá. Deixa eu colocar meu condiovido aqui do lado. Então, você sempre começa importando OS e SIS porque você vai dar manutenção no sistema operacional. Então é natural que você vai precisar de interagir com ele. São os dois módulos básicos. E você consegue usar esses módulos. Tem algumas discrepâncias entre o mundo Linux e o mundo Windows. E você até consegue utilizar. Vamos dar aqui uma olhada em algumas funcionalidades. Vamos imaginar aqui que você precisa de pegar o nome do seu sistema operacional para saber, por exemplo, se você está no Linux ou no Windows. Você às vezes precisa de fazer algo diferente no mundo Windows e algo diferente no mundo Linux. Certo? Então, ao utilizar print, por exemplo, OS.name em ambos os sistemas operacionais, tanto quanto Windows como Linux, no Windows vai aparecer POSIX. Já no Linux. No Windows vai aparecer NT. O Windows desde o NT 4.0, galera, ele é isso aí. Ele é a evolução disso aí. Fantástico. Não vou criticar não. Fantástico. Fantástico. Pra quem viu a linha 9x, bom, vai falar que é fantástico. Você pode obter mais detalhes sobre um sistema operacional. Por exemplo, o name, OS.name, vai aparecer ali o tipo de sistema operacional, a distribuição, vai aparecer se ele é 64 bits, se ele é 32 bits somente, arquitetura no caso. Aqui eu estou utilizando em um Debian e aqui eu estou utilizando em uma distribuição que eu esqueci o nome. É um Linux que eu esqueci o nome. Legal? Não importa. Aí é que está. Tem ali muitas distribuições Linux, muitos nomes, muitos detalhes que podem aparecer ali. E isso talvez é o que vai complicar. Mas você consegue rodar na internet e localizar tabelas. Por exemplo, Node.name, que sistema operacional é esse? Aí ele vai falar. Beleza. Aí vai falar, deixa eu ver, é um Runix. Provavelmente é um Runix. Bom, já no Windows você vai ter um Acception. Isso é bom. Então você sabe que se é um Windows você não espera nenhuma informação. Se é Linux você espera alguma informação. Porque o Windows é um grande monolítico que não muda muito tempo como ele é. Então se é o Windows você trata da mesma forma sempre. Linux é que tem as várias distribuições e isso traz ali um grande problema. Esse comando não é o comando Python, é o comando Bashclass. Printenv. Então ele vai colocar ali detalhes do sistema. Você pode também por Python pegar utilizando getenv ou environ. Environ, coxete, o nome da variável que você quer pegar. Por exemplo, se você pegar shell e colocar aqui environ, coxete, simple shell, simple coxete, ele vai ter que exibir barrabim, barrabash como string. Então você pode manipular. E essas variáveis de caixa de areia do environment, eles são aqui colocados para o pai e os processos filho. Você cria uma variável dessa no processo pai, chama os processos filho e os processos filho conseguem obter essas variáveis e os valores que estão dentro dessas variáveis. E é uma forma de comunicação interprocessos. Então variáveis no environment é uma forma de comunicação interprocessos sim. Lembrando que você pode destruir essa caixa de areia, destruindo tudo isso, os pais, o pai e os filhos. E aí eu te digo uma coisa importante que você tem que saber. Quando você cria uma nova variável de ambiente dentro da caixa de areia, essa variável de ambiente é criada para dentro da caixa de areia, ou seja, ela não impacta no sistema operacional. Ou seja, essa caixa de areia vai ser excluída e com isso aquela variável de ambiente que você criou em tempo de execução também não existirá mais naquela caixa de areia. Muito menos ela vai existir em outra caixa de areia ou em sistemas operacionais mesmo quando essa caixa de areia estiver carregada. Então, cara, você pode criar a vontade. É muito simples. Você pode simplesmente colocar assim os.envaro, o seu rótulo, aspa simples, coxete, é igual ao valor, como se você estivesse colocando valores em um array. Só que em vez de formar a posição do array, você forma um label da variável que você quer criar. Criou, cara, você pode alterar, mas dentro da caixa de areia. E você também pode utilizar ali com o OAS comandos clássicos do Bash. Cara, eu não gosto porque fica difícil. Vou explicar. Bash são décadas de caras customizando comandos. Python não. Então você vai ver em Python comandos extremamente verbosos, comandos complexos, de parâmetros complexos. Difícil. É mais fácil você executar um comando Bash no próprio Bash do que usar comandos aqui. Por exemplo, lá no Bash nós usamos números, letrinhas aqui. Olha o que eu tenho que usar. Fala aí, cara. Olha o que eu tenho que usar. Ah cara, complexo aqui, bicho. Difícil usar isso aqui. CHmod, write, read. E o grupo pode executar. Cara, ridículo. Então eu não utilizo comandos, mas se você precisar automatizar, hoje em dia com a IA é tão fácil. Talvez com a IA isso vire um inverso. Eu prefiro fazer um script e chamar o Python script Bash passando os argumentos corretamente e lá eu faço o Jabacolay. Muito melhor. E também eu vou falar sobre subprocess, que é uma forma de executar comandos e você pode usar subprocess e olhar o resultado. O xau também está aqui. Tem tantos outros comandos. Beleza? Então no próximo vídeo eu vou falar sobre path do mundo do Python. Até lá, até mais, tchau.