Transcrição do áudio
Sempre que você coloca uma ferramenta voltada ao hacking, você acaba atraindo muitos inimigos. E é muito fácil, por exemplo, um governo ou um grupo ferrar com a tua vida. Eles não precisam nem te matar. O que eles precisam é te tocar de processo, de acusações, plantar pessoas na sua vida, pra fuder com tua vida, entre outras coisas. Vão até acusar que você invadiu Marte. Alguém vai acusar que você invadiu Marte. Alguém vai aceitar que isso é realidade, aconteceu, e vai te punir. Isso aconteceu com esse grupo que eu vou falar aqui agora, que fez essa ferramenta. E posso dizer que já aconteceu comigo também, cara. E foi no estilo Marte, foi nesse papo. Por isso que eu estou falando pra vocês. É real. Então, tem uma ferramenta que deixou ali de ser disponibilizada, mas que a comunidade continua. Se você vai fazer qualquer ferramenta, ou se você vai participar de qualquer comunidade, você tem que ser anônimo. De todos os caras do Projeto Moneiro que são anônimos, eles estão soltos. Dos caras do Projeto... Projeto Moneiro, que colocaram a cara, já se deram mal. Pense assim. Vamos falar então de Netiazeg, um comando que, infelizmente, o proprietário principal não foi pra frente, mas a comunidade tocou. E ele é bacana. Então, vamos lá. Veja só. Naturalmente, nós já fizemos um recon. Na verdade, estamos no recon ainda, né? Mas nós já temos, por exemplo... Usuários e, talvez, até possíveis senhas. Então, vamos aqui mostrar. Você desce aqui na página principal. Você clica em ver ferramentas. Legal. E aí você coloca assim, Net... Opa. Netiazeg. Coloca Netiazeg. Aqui está a ferramenta que eu estou falando. Legal. Ela está no Kali Linux? Talvez não, mais. Por padrão. No repositório do Kali Linux. Nós podemos estar falando, então, quando estamos falando de Netiazeg, de Netiazeg como um comando, NXC como um comando, ou como um Dimum NXC-TB. Então, vamos lá. Vamos para entrar no comando, então. Aí eu coloquei pra vocês aqui. O site oficial, o empacotamento dentro do Kali Linux, pra você ver que ele é real. Você quer vir e pegar do Kali Linux e ver se é real? Eu não lembro se eu coloquei, abri em outra aba, eu pedi pra abrir em outra aba. Está aqui. Olha o NXC aqui dentro do empacotamento. Legal. Um Python. Você pode ver o código fonte dele aqui. Você pode bisbilhotar ele aqui. Lembrando que é desse repositório do GitLab. E aí você pode ver que ele está aqui. E aí você pode ver que ele está aqui. E aí você pode ver que ele está aqui. Isso aqui vai virar naturalmente lá no empacotador principal do Kali Linux. Beleza? Está aqui o path aqui pra vocês confirmarem. Legal. Vamos fechar aqui. Então, está aqui. Então, ele vai rodar ali no mundo Kali Linux. Hoje nós temos três comandos que nós podemos executar esse cara. Nem todo programa tem três comandos. Alguns tem só um. Porque até hoje é mantido pelo cara principal. E eles ainda mantêm apenas um único comando. Nós temos pacotes. Pacotes que eles acessam. Do Kali Linux Default. Kali Linux Everything. A Headers. Largue. E Tools Top 10. E repare que ele está no Top 10 do Linux aqui. De pacotes. Beleza? Ah não, aqui não são os pacotes que ele utiliza. Eu tentei fazer os pacotes que ele utiliza, mas virou um samba maluco. Lembrei. Agora que esses são os pacotes que eles estão. Galera, isso aqui foi recentemente que eu fiz, tá? E aqui eu tenho toda a documentação dele. Tá, legal. Está aqui a documentação dele que eu já chupinhei e puxei pra cá. Então, naturalmente, aqui as dependências que eu falei pra vocês, ó. Tá entendendo? Falei que ia ficar malucão. Não deu pra ficar malucão. Deu pra ficar assim, não, com a caixinha quadradinha. Porque na hora que eu colocava os quadradinhos, isso aqui virava, tipo assim, 10, 15 centímetros de tela, cara. Então, não ficou legal, não. Bom. Se você precisar de instalar ele, é o NetEsec. Se precisar. Dentro do repositório Kali Linux, lógico. Bom, aqui estão os comandos. Que você pode encontrar, né? Então, é o NetEsec, é o clássico. NetEsec. E aqui você tem os parâmetros. E aqui a explicação dele. Então, você vai ver lá que ele é mantido por esses caras aqui. A documentação está aqui no Esec Wiki. Hum, vacilei, hein, galera. Eu não consegui. Eu não consegui mapear todos os wikis, ó. Vazou um aqui que eu não peguei, hein. Aqui você também obtém mais informações desse cara. Tá? E a ideia dele é uma ferramenta, né? Que ele automatiza acesso, principalmente a serviços. Serviços, como eu posso dizer assim, de comunicação de redes, de transferência de arquivos, por exemplo. E o SMB, ele é um protocolo desse tipo. Aqui está o NXC, que esse daqui já é a versão mais atual. Mas, pelo que eu entendi, pelo que eu entendi, do Kali Linux, ele tentou juntar os dois mundos em um. Igual o Debian faz. Igual o Debian faz. E ele chutou o pau da barraca. Para manter a documentação coerente, o NetEsec aponta para o NXC. E o NXC é o executor. Os parâmetros são exatamente o mesmo. Repare. Vamos dar uma olhada quais protocolos ele usa. Protocolos eu consigo, tipo assim, bater, tentar senha, tentar esfiltrar alguma coisa. WMI para Windows. WMI é o banco de dados de objetos do Windows. Podemos usar esse cara no futuro. Nesse livro hacker, eu evitei bater no Windows por questão de processo. Daqui a pouco, pode estar vindo o quê? Está vindo alguém aí dizer que eu explodi Vênus agora. Por que, mate? O cara já falou que eu explodi. E os meus superiores aceitaram. Legal. Então, dá merda. SMB. SMB é o protocolo Samba. O WinRM para arquivos também. MSSQL, FTP, VNC, SSH, RDP e LDAP. Assim, dos protocolos, eu marcaria aqui. SMB, RDP, LDAP e MFS. Esses caras. Eu acho bacana. Eu vou trazer, talvez, de outros protocolos que não estão nesse livro, mas voltado para o mundo Windows. Muito fácil executar esse comando. Então, vamos lá. Nós já fizemos um... Já temos um início ali. Já obtivemos algumas informações do nosso alvo. Nós já sabemos o IP. Sabemos que ele tem um Samba. Sabemos que ele tem que estar na versão retrocompatível 3.2.1. Então, é executar. Nós já sabemos que temos o MSF Admin. Nós sabemos que nós temos o backup SVC. Então, talvez, vamos tentar aqui algumas senhas. Backup 1, 2, 3. É muito comum também o próprio usuário ser a senha. Qual? Qual é a senha mais digitada no mundo? Se você procurar nos livros, que os livros estão errados, eles vão dizer que é isso aqui. Certo? Pode procurar. Mas, na verdade, a senha mais digitada no mundo é o próprio usuário. Como assim? Ah, o cara colocou o usuário admin e a senha admin. O cara colocou o usuário root. A senha root. Opa. Não estou brincando. Não estou brincando. Aluno. Senha aluno. Não estou brincando. Por isso que não está nos livros que essa é a senha mais digitada no mundo. Porque a senha mais digitada no mundo é o próprio username. Entenderam? Às vezes, você está aqui, ó. Root. O cara colocou o toor. Algo invertido. Mas, é a mesma coisa. Para mim, é a mesma coisa. Está ok? Está bom. Então, vamos lá. N. Primeira coisa. Estou com sorte. N. NXC. Ó. Não tem NXC. Então, vamos instalar ele. Ansudo. Apertei install. Net. Net. Ezec. Traço Y. Kali. Que assim é padrão do Kali Linux. Olha, legal. Então, opa. Ó. NX. NXC. NXC. Tá bom. Está lá. Está lá. Cria. Está lá. Legal. N. NXC. NXC. NXC. SMB. O protocolo que nós queremos. Eu mostrei para vocês. Os protocolos. NFS. LDAP. Não é? FTP. Está aqui. Legal. E aí, traço usuário. E aí, nós vamos colocar o usuário aqui. Por exemplo. MSF admin. E o usuário. Backup. SVC. Usuário. São usuários. E o password. Possíveis passwords. Então, baseado no que nós temos de usuário no alvo, nós podemos supor alguns usernames. E eu já mostrei para vocês. Nós já estamos no meio do livro. E nós já temos alguns testes de força bruta que mostram alguns possíveis passwords. Então, ó. MSF admin. Backup. 1, 2, 3. Opa. 1, 2, 3. E aqui você pode importar um arquivo para o usuário. E você pode importar um arquivo para a senha. E aí você vem, tipo assim. Continue. Caso. On. Sucesso. Então, caso tiver sucesso. Então, você continua. Quase que eu ia cometer merda na tela, hein. Beleza. Então, vamos lá. Opa. Ah, escrevi alguma coisa errada. Espera aí. Escrevi alguma coisa errada. Ah, o alvo, porra. Repara que eu estou esquecendo o alvo toda hora. Já é a terceira vez que eu esqueço de pôr o alvo aqui nesse curso. 137.0.24. Pô, vacilão. Olha lá. Ele começou a bater. Ele começou a bater. Então, quando ele vem executando as tentativas. Naturalmente. Então, ele foi capaz. Se você olhar. De achar aqui, ó. De achar que lá no file server. Um usuário. Outro usuário. Isso aqui já não foi possível. Ele não conseguiu entrar na área de backups em geral. E... Com esse usuário fsadmin. Então, o usuário fsadmin. Ele tem uma área para ele. Backup. Ele tem uma área para ele, ó. Backup svz. Seu usuário. Backup svz. E a senha aqui. 1, 2, 3. É que os nomes foram muito projetados para bater. Na vida real. Lógico. É o que não se fala por aí. E o Capture the Flag não fala. Que o mundo real não é bem assim. Vai vir um monte de coisa que tem acessível. Um monte de coisa não acessível. Vai vir diretórios privados. Travado com tracinhos. E não foi possível tentar. Mas foi possível localizar o diretório. Tem um diretório lá. Depende também da versão. Do SMB. Então, esse output. Aquele foi muito trivial. Simples. Porque é um output para dar aula. Ele vem de um ambiente vulnerável. Dentro de um contexto. Dentro da aula. E esse output. Ele é impactado pela quantidade de diretórios lá no alvo. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. E ele é impactado. A quantidade de usuários localizados. Que possivelmente estão no alvo. E de privados e públicos em geral. E protocolo. A versão de protocolo. É claro. Aí é você se matar, se matar, se matar. E encontrar. Nós já temos informação suficiente aqui. Nós já temos essa informação. Já temos essa informação agora. Está bem sólida em nossa mente. Um usuário e serviço de um samba. Nós só não sabemos. Qual o poder desses usuários. Sobre o ambiente. Entendeu? Até mais, tchau