Transcrição do áudio
Recolheguinha, é muito comum você precisar de outra VM que naturalmente não esteja então aqui como template do Qubes. O Qubes ele tem um esquema de template porque ele precisa fazer uma virtualização do tipo 1 muito alinhada entre o hospedeiro naturalmente e o convidado. Nossa hospedeirem e o vírus. Vamos lá. Então você tem um template naturalmente do Rúnix, do Fedora e do Debian. Legal, isso é muito importante. Eu vou entrar bastante nessa questão de templates mais para frente. Tem comunidade com outros templates. Mas a comunidade pode ter um amiguinho que não é tão legal quanto você. E aí esse coleguinha decide fazer o malware e colocar alguém pegar. Então eu não baixo template de comunidade. E outra coisa sempre que o Qubes atualiza essa camada de comunicação entre a VM e o Qubes se perde. Ou seja, é uma eterna luta. Então eu prefiro nesse momento fazer uma virtualização como eu faria num KVM, como eu faria num virtualbox, como eu faria num VMware, que é você abrir a máquina virtual mesmo, como uma caixona e tudo que é da máquina virtual está lá dentro. Infelizmente, ou seja, esse modo em que você pode chegar aqui, abrir um programa de uma VM aqui dentro do próprio Qubes, naturalmente não vai dar, não vai dar. Dizem que tem o Calicor, o Calicor para Qubes. Comigo não deu certo e exigiu colocar link de outras pessoas. Eu não quero colocar links de pessoas, eu quero apenas do Qubes. Olha, você é um hacker da luz ou você é um hacker das trevas? Ah, coleguinha, porra, eu vou para as trevas. Então você vai baixar, cara, só isso já me dá uma ouvidoria e um processo onde eu trabalho. Só essa besteirinha que eu falei. Olha só, vamos baixar as imagens, baixar a imagem de 4 giga aqui. Legal, você vai baixar a imagem. Se depal para você baixar a imagem, significa que você tem pouco espaço no seu disco do personal, do seu personal. Então que você coloca mais disco do seu personal. Você clica aqui, clica em settings e adiciona mais disco. Aqui, ó, eu já passei para 60 giga. E eu já passei para 60 giga, legal? Uma coisa que eu quero fazer, olha só, presta atenção, vamos vir aqui. Eu já devia ter feito isso há muito tempo. Espera aí. Vamos passar esse cara aqui. Na boa, 20 giga não dá para nada, cara. Passe esse cara para 40 giga, esse cara para 40 giga. Pronto. Sempre que uma nova máquina virtual for criada, já vai ser criada com essa configuração deste template. Lógico, uma máquina virtualizada baseada no Debian. No Fedora, vamos colocar também. Se eu crio uma nova máquina virtual baseada no Fedora, eu quero 40 giga logo e eu quero um 40 giga aqui também. Legal. Para não ficar colocando 5 giga, 10 giga. Só, vamos lá. Beleza. Bom, baixei a imagem. Eu baixei a imagem numa máquina virtual chamada Persom. Acontece que o que você está vendo aqui, preste atenção. Isso aqui é chamado de DOM0. É uma máquina virtual também. O Qubes, ele é um Chain Server. Então, vou desenhar para vocês. Deixa eu pegar aqui uma ferramenta de desenho. Eu vou ensinar a você, gente, a personalizar isso aqui. Eu vou ensinar vocês a personalizar o menu. Agora não é o objetivo desta aula. Então, color paint. Vamos lá. O que é esse tal de Qubes, Chain, VM? Como que eu jogo algo de um lugar para o outro? Vamos lá. Então, aqui eu tenho um Chain Server, certo? Eu não lembro o CN ou N, como eu tenho Dilexia, eu posso errar. E aí você tem uma máquina virtual chamada DOM0. Certo? Ela está aqui, clica aqui. DOM0. É uma máquina virtual com 4 giga de RAM. Beleza. Aí eu tenho outra máquina virtual que é a Personal. E a minha imagem do Kalilinux está aqui dentro. O meu CD de instalação do Kalilinux está aqui dentro. Então, eu preciso, naturalmente, preste atenção, executar comandos que operam sobre o Chain Server, essa camada, que é o Hypervision dele. Eu preciso de executar esses comandos sobre o Chain Server, que só pode ser executado do DOM0. Os comandos que manipulam o Hypervision e o Chain só podem ser executados do DOM0, só que o CD de instalação do Kalilinux está onde? Está lá na Personal. Só que isso aqui tem um sistema de arquivos. Esse aqui é outro sistema de arquivos. É outra máquina. E aí eu vou ensinar, então, como da DOM0 nós vamos chegar lá na nossa Personal. Então, baixei aqui, pegou lá os 4 giga, falha memória. Vou chamar aqui um programa aqui. O Mouspad, eu já tenho já um roteirinho guardadinho de comandos aqui. Vamos lá. Então, está aqui o meu roteirinho de comando, certo? Primeira coisa, vou executar o comando QVM contra o Chain Server e eu vou pedir para criar uma nova máquina chamada... Desculpa do tipo standalone VM. Como assim? Vamos para o que o B-Manager está vendo aqui, ó. Esse é o tipo de máquina virtual que nós temos. Todas baseadas em templates. Todas baseadas em templates. Uma máquina standalone, ela é uma máquina que não é baseada em templates. Vou colocar a cor vermelha e vou colocar aqui a propriedade HVM. Como assim HVM? Vamos abrir novamente aqui. Está vendo aqui a virtualização, o modo de virtualização? Todos PVH. Quer dizer que essa aqui é aquela virtualização tipo 1 muito alinhada com o sistema hospedeiro. É por isso que tem que ser template customizado. Então, é um tipo de máquina virtual. Só que agora nós vamos criar uma outra forma, que é a HVM, que é uma máquina em que o próprio hypervision do Chain vai ter que fazer todo o jabacolir. E virtualizar igual virtualiza ali, por exemplo, aqueles virtualizadores mais simples. Por isso que o nosso Cali poderia ter colocado Cali-K, Linux Hacker, sei lá. Aqui é o nome. Por isso que o nosso Cali vai ter uma velocidade mais lenta que o normal. Ou seja, mais lenta que o normal que eu digo de uma máquina virtual clássica que eu fiz aqui no template. E eu tenho que informar que o kernel utilizado vai ser o kernel da máquina virtual. E não o kernel ali do Qube junto com o hardware. E logo em seguida eu vou dar um start usando o CD-ROM. Era dois tracinhos, tá? Personal. A máquina personal. Ao colocar isso aqui na DOM0, eu estou falando que, preste atenção, que o que eu quero na verdade é executar um comando apontando para essa imagem lá na outra máquina. Personal dois pontos. Se o nome da máquina fosse Hacker, seria Hacker dois pontos. E aí o caminho. Sempre essas máquinas tem plate do Qubes, o usuário se chama user. É o nome dele, é user. Tem simples. E lá dentro de downloads eu tenho uma imagem do Cali Linux. Então vamos executar esses comandos. Botão direito, botão direito aqui, botão direito. Open terminal. E estamos aqui com o terminal aqui. Deixa eu só aumentar a fonte. Sim. Legal. Então vamos lá. Sudo, QVM, Traço, Create, Traço, Traço, Class. Ah, eu já errei isso aqui, tá? Legal. Então está aqui digitado comando, pressione o Enter e ele vai criar uma máquina virtual. Bom, deixa eu só executar mais um comando. QVM, não, pera aí. O Qubes é estranho, cara. Às vezes parece que tem umas jogadinhas. Olha só, criou uma máquina chamada Cali, standalone. Legal. Vamos criar aqui, clicar aqui em Settings e vamos ver as configurações dela. Bom, está aqui. Beleza? Ah, cara, eu vou passar essa máquina aqui pelo menos para uns 60 GB. Sério mesmo. Eu vou colocar 2 GB aqui, 20 GB aqui. Eu vou explicar o que é o Prevent Storage Max e o System Storage Max, quando eu explicar sobre o isolamento do sistema de arquivos. Eu aumento aqui os espaços dos discos aqui e vou precisar copiar esses endereços e peso aqui. Bom, agora é a hora que eu vou chegar aqui e vou colocar assim. Opa! Na sua casa, provavelmente, vai colocar outro IP, tá? IP 10.137.0.19. 255. Você deve estar achando que eu sou louco de colocar uma máscara assim, porque com essa máscara, essa máquina não vai se comunicar com ninguém. Essa é a ideia. O Kiebs faz o intermédio de comunicação com a placa de rede. Ahahahahahah! Então eu isolo essa máquina da rede assim. O Kiebs garante o isolamento dela por causa dessa máscara. Puta que paria! Lógico, né? O Kiebs faz todo o jabaculê de fazer essa comunicação. Lógico que eu vou explicar isso mais para frente para vocês. Então o AdWords é esse, o Netmask é esse, o Gateway é esse e o DNS, né? O DNS é o 10.139.1.1. Legal! Lógico que no futuro nós vamos alterar para que esse cara, para que esse IP, ele seja o IP criptografado, tá? Com o DNS criptografado. Mas agora não. Legal, aplico e ok. Tá aqui, tá? Só para confirmar. Não estou desconfiando do Kiebs, cara. Na verdade eu não ando confiando em ninguém. Ah, tá difícil, cara. Ouvido, amaldita. Vamos lá! Agora, ó, você vem aqui e coloca. KVM, Pref, Prefs. A Kali, Kernel. Por que? Olha só. Esqueci de explicar isso. Ó, clica aqui em Kali, Vim Settings. Presta atenção. Essa, essa, essa máquina virtual vai tentar passar para o kernel do Kiebs, instruções, para poder não ter que simular uma instrução. Para não ter que simular a instrução ele vai passar para o Kiebs. Só que aí é que tá, né? Esse Kali Linux é um Kali Linux comum. Não é um Kali Linux preparado para o Kiebs, para essa virtualização do, do Shenzhen. Então vai dar pau, vai dar pau. Então você preciou, você tá dizendo, não, não, não, não, pera aí, cara. Eu não quero que você utilize o Shenzhen server. Eu quero que todo o processamento seja virtualizado pelo HyperVision. Aí a máquina fica mais lenta. Veja, ó, Provide by Kiebs. Tá? Ou seja, vai ser tudo virtualizado mesmo. Ah, vai ficar mais lento. É, porque não é um template oficial. No dia que Kiebs tiver um template oficial do Kali Linux, que aí é um acordo de negócio deles, cara. Então você acha que é fácil. E aí, não é só técnico, não, é político também. Aí esses caras vão poder, né? Tem uma, um, um, um template mais rápido do que essa instalação. Estamos fazendo aqui. Legal? Vm, traços. Start, Kali, tá? Traço, traço, c, derrom. Aqui você coloca o nome da máquina virtual, que você tá querendo acessar. Nome, user, downloads, barra, Kali.iso. Opa! Opa! Legal? Ó. Pesso desculpa pela tosse, mas eu tô mal, galera. Ah, coleguinha! Eu tô muito doente. Se eu for... Esperar, melhorar pra eu poder gravar vídeo, vocês vão ficar sem vídeo, tá? Olha só. Vamos fazer instalação aqui, ó. Bom, vai dar travada, galera. O que é o Kali Linux, ele dá essa travadinha mesmo, na instalação. Ele dá a segurar. Hum. Eu esqueci da memória, cara. Que merda. Cara, eu sempre faço essa merda. Vamos lá. Como que eu paro, tipo, um... Um KIL nessa porra toda? Ó, botão aqui. KILB's Manager. Seleciona o Kali Linux que estamos rodando. Botão direito. KIL mata essa porra toda. Deixa ele derrubar a máquina virtual. Legal? Cara, que vacilão eu sou, hein? Vem aqui em Settings. Vamos aumentar memória e número de processadores. Tá? Primeira coisa. Como que você sabe o número de processadores e memória que você tem no KILB's? Você vem aqui no KILB's. Vem aqui, aqui nessa catraquinha. Tá? E aí, aqui, acho que você tem o KILB's, onde fica. KILB's Minus Settings. Eita, pra ele. Esqueci onde fica, hein? Esqueci onde fica, cara. Puta que pariu, cara. Esqueci. Depois eu trago pra vocês, cara. Que vacilão, meu, hein? System. Global Config. Era o negócio assim. Acho que é aqui, o Global Config. Foi mal. Ó, o DONG0 tá se comunicando com KILB's, ó. Lembra aquela imagem que eu coloquei? O DONG0 tá se comunicando com o Shankserve do KILB's pra poder trazer essas informações. Legal? Aqui nós temos a configuração padrão. Nós vamos mexer mais pra frente nisso aqui, lógico. This device, sir. E aqui você tem a memória que você tem. Repare que é aquelas porcarias daquele X99, aquelas placa vagabunda, de R$ 300. Não tô com uma super-máquina, um super-computador. Repare que é um processador de bosta usado. É um processador 2680 usado. Porra, V4, hein, cara? Esse processador é melhor do que o que eu tenho na outra máquina. Pô, cara. Na minha máquina... Essa é uma máquina pra gravar aula. E eu tenho uma máquina dessa, que o processador é pior do que o que eu uso pra gravar aula. Vou mandar esse processador pra lá e trazer ele de lá pra cá. Processador usado. Usado. Acabei colocando a versão da minha BIOS para vocês, né? Mas é uma versão... Desculpe, é um computador de aula. E aqui você fica sabendo, tá? O meu USB tá inseguro. Eu tenho que resolver esse problema e eu preciso de um TPM que eu preciso colocar. No outro computador, tá tudo verdinho. No meu oficial, legal? Ah, isso é um papo que nós vamos ter mais pra frente. Então, tem um processador desse, tem 28 threads. 28 núcleos virtuais. Tá, tá. Então, vamos lá. O que eu estou usando uns dois, três virtuais, certo? Só você via aqui e você sabe. Ah, não, acho que você não sabe, né? Não dá pra acessar settings aqui, viu? Deve estar usando uns dois, por aí. Eu tenho a minha CisNet, a minha USB, são virtualizações, o meu Rúnix. Só essa brincadeira aqui já deve estar usando uns 5, 6 núcleos. Cara, usa coisa pra porra. O meu personal tá usando uns 4 ou 6. Ah, cara, então o Kali não possa exagerar, não, né? Tá entendendo? Então, vamos colocar aqui uns 4, tá bom? Vamos vir aqui, vamos passar pra 4 GB de memória, vamos passar pra 6 GB de memória e passar pra 4 núcleos. Foi disso que ele reclamou, que ele não deixou instalar o Kali Linux numa máquina ruim. Então, vamos de novo, porra. Roda de novo, comando. Beveu o café. Aí você entende pra minha saúde tá uma bosta, né? Vem aqui na instalação. Galera, aqui essa aula de Qubes não tá sendo preparada não, meu amiguinho. Eu tô dando essa aula aqui sem preparação nenhuma. É tipo chá revelação, cara. É chá revelação, a gente só sabe na hora. Por isso que tem os erros aí. Mas eu não vou cortar o erro pra você ver. Eu acredito que o aluno aprende muito com o erro. Por isso que ele tem que usar. Bom, primeira coisa. Nunca coloque um Linux em português. Nunca. Ele foi feito em inglês. Testado em inglês. Você vai colocar ele em português? Você é doido. Agora nós estamos aonde? Nós estamos em order. Sofe American. Brasil. Brasilian. Caracas. Agora meu computador vai ter o horário de Brasil. Vai ter o formato da cultura Brasil. Tá? Mas eu quero que utilize a escrita no disco em UTF-8, cara. UTF-8 é muito bom. Nada de você colocar ISO 12, 52, essas desgraceira latina, essas porras. Só vai passar raiva na sua vida. Então coloca em UTF-8, cara. Aí é que tá. Ter o teclado é o ABNT2, né? Então é o Brasilian. Mas no meu caso, eu uso o da máquina de escrever até hoje. Tá? Quarenta anos eu não... Quarenta não. Pera aí, de fazer o cálculo aqui. Trinta e oito anos, já usa trinta e oito anos a porcaria do... desse teclado de máquina de escrever. Eu não consigo usar mais o ABNT2. Legal. Aqui ele vai começar a fazer a instalação. Vai dar pau de rede. Por quê? O Kielbis não oferece uma rede. Deixa eu fazer isso aqui agora, galera. Eu vou fazer uma redução. E aqui nós estamos criando agora uma máquina virtual chamada Kali... KaliCar. Certo? E aí, ela vai ter uma rede. Uma rede. E nós vamos ter que nos conectar a ela. Só que não tem DHCP aqui. Não tem DHCP. E não tem que ter DHCP. E você não vai colocar teu Kali Linux na rede da sua casa. Não. Não tem. Então nós vamos ter que colocar na unha o EME, o IP. Colocar na unha. Então ele vai chegar aqui, não vai conseguir detectar a rede. Então eu vou continuar. E eu vou entrar no modo manual. E é por isso que eu anotei, então, os endereços e peso aqui. Então vamos usar o 10.137.0.19. Legal? Que é o que ele colocou. A máscara 255. A máquina só se comunica com ela mesma e ela está isolada. O Kielbis vai fazer a rota. O que... Pera aí, deu fome. O que Kielbis vai fazer a rota? Qual é o Gateway? 10.138.33.120. Nem no range estaria se fosse 255.255.255.0. Olha que louco, hein? Esquenta a cabeça, não. Kielbis faz todo isolamento. E o DNS 10.139.1.1. Passou. Detecto rede, bateu e foi. Legal? Qual o nome do meu computador? Kali. Padrão Kali. Username Kali. Acoutname Kali. Senha Kali. Kali. Assim nós vamos mudar. Mas por que o usuário Kali? Por que eu não posso ter meu nome? Porque meu nome é meu nome, pô. Será que os cara chega até mim? Todo mundo tem que se chamar Kali. Todo mundo tem que se chamar user. Todo mundo tem que se chamar user Linux. Todo mundo tem que se chamar Kodash nas distribuições. Preste atenção. Lembra do The Walking Dead lá? Como foi difícil achar o Negan? Porque todo mundo se dizia Negan. Todo mundo se dizia Negan. Então é uma forma de anonimato. Todo mundo ter o mesmo nome. Entendeu? Pegou a jogada. E aonde eu estou? Eu estou em Brasília. Eu estou lá no Distrito Federal roubando pra caralho. Uharrrra! Os cara são foda lá. Puta que pariu aquele bando de político corrupto que nós temos. Puta que pariu. Vou ficar lá do ladinho deles. É caro. Se eu fosse um hack filha da puta, como muita gente disse que eu sou, eu ia primeiro morar em Brasília e eu ia começar a infectar esses políticos filhas das putas. Porque política é cheia da grana cara. Política é cheia da grana. Tudo roubado. Olha só. Foi uma alma, eu lá da anarquista. Olha só, vamos usar o disco 1. Que é o VDA, pera, é a deslexia. Vamos usar o VDA. Vamos usar o primeiro disco. Que esse primeiro disco tem 64 GB de memória. Se fosse um template cubes, ele ia colocar aqui, aqui, pera aí, agora eu não lembro. Aqui os meus arquivos em barra home. E aqui o sistema de arquivos do sistema operacional. Nós estamos com uma virtualização que não é clássica do cubes. Nós vamos jogar tudo dentro desse disco aqui, do primeiro disco. E tudo no primeiro disco. Satamente. E finaliza a particionamento disso. Legal, vamos escrever? Vamos. E aí ele passa a fazer a escrita no disco. Agora ele vai começar a trazer os pacotes. Os pacotes. Os pacotes que são básicos. Eu estou com a instalação de 4 GB. Não vai se comunicar com a internet. Ou seja, no mundo Linux nós temos dois tipos de instalação. O que é a instalação onde eu tenho o disco todo. O que é, tem seus pros e seus contras. E a instalação que eu tenho, o disco mínimo e ele instala a partir da rede da internet. Tá bom. Porque muitas distribuições não gostam do disco gigante com tudo. Porque você baixa o disco desatualizado. Então você instala e já tem que dar um update. Certo? Se você faz uma instalação com o netinst, com o disco mínimo, ele coloca o mínimo e durante a instalação ele baixa tudo atualizadinho. Então você inicializa já tudo atualizadinho. Então lá na TI, os caras vão gostar muito do netinst. Mas aqui no mundo HAC, que nós somos anônimos, nós não gostamos do netinst. Nós precisamos pegar o disco inteiro, instalar, verificar a minha privacidade, meu anonimato, para depois fazer o update, para não deixar rastro do que eu estou trazendo para minha máquina, na rede mundial. Então a galera do anonimato gosta do disco cheio. A galera da infra gosta do disco mínimo baixando da internet. Pegar a jogada? Tá. Bom, não pressione enter, aqui é. Para cima, para baixo, barra de espaço. Se eu apertar a barra de espaço, eu desabilito. Se eu apertar a barra de espaço, eu habilito. Isso aqui, o nome disso aqui se chama Task Cell. Essa telinha aqui é a Task Cell. Nós vamos deixar o XFCE. Se você quiser o Debian, o Calilinux num formato, o que nome é aqui. Mas eu vou deixar em XFCE. Menor processamento. O XFCE não só consome menos memória, mas é brutal, brutal como esse cara não consome nada de processamento para fazer a renderização gráfica. Entende? Se você tem um notebook com pouca bateria, ah, eu tenho muita memória, muito processador, mas pouca bateria, bateria minha velha. Um XFCE, a sua bateria vai durar mais. Então, para cima, para baixo, eu vou aqui, eu vou habilitando o que eu quero, desabilitando aqui, com a barra de espaço. Quando você achar, poxa, legal, gostei. Então, você pressiona o tab para pular por continue e pressione, então, o enter. E aí, você avança, passa pelo Task Cell. E agora ele vai... Se ele fosse o NetInxt, instalação mínima, ele estaria baixando a internet. Mas aqui eu não estou baixando a internet. E conforme eu falei, eu estou com um disco máximo de 4 GB, tá tudo aqui, tá desatualizado, concordo com você, mas tá tudo aqui. Legal, agora é esperar, veja que é bem rápido. A coleguinha terminou o processo de instalação, você viu? É, agora, o que ele instalou, os pacotes, ele vai começar a preparar o Groob e para mim. É com Groob que ele vai inicializar, então... Opa, pera aí, ele está dizendo o quê? Se eu desejo instalar o Groob Loader, com certeza, e com certeza eu quero o XVDA, porque esse foi o disco de 60 GB que eu escolhi. Então ele vai atualizar o Groob, vai fazer algumas detecções, vai preparar o motor de arranque e níti ran files. Isto, hein? É um procedimento um pouco mais demorado, sempre que você vai mexendo em níti do ran file system, ele agarra um pouquinho, ele vai preparar uns scripts de subida do sistema. E agora é só olhar e ver o final. É praticamente a parte boa da TI, né? Ficar acompanhando o Barrinho de Progresso. Adoro acompanhar o Barrinho de Progresso. Foi muito rápido. Esperava enrolar um pouco mais no serviço. Vou continuar, vou continuar. Agora ele vai dar um cliente legal, e ele vai subir para mim o Kali Linux. Legal? Ah, ele não sobe o Kali Linux, desculpa. Ele reinicia, mas como eu não estou utilizando um template do nosso amigo, como eu posso dizer, do nosso amigo aqui, Kielbz, o reiniciar não funciona, não funciona. Tá aqui, e eu vou iniciar ele aqui. Resume. E aí ele vai subir. Subiu o groob, tá aqui, cara. Meu, tá aqui o meu Kali Linux. Qualquer Linux que eu queira rodar dentro do Kielbz, e essa virtualização que ele vai utilizar um pouco mais lenta, que é a clássica do Chenha que ele utiliza, tá? Poderia rodar o Kodashi, poderia rodar qualquer um aqui. Ah, eu tenho o Art Linux, bom. Pera aí. Você vai vir aqui em Kielbz, desculpe, aqui em Kielbz, certo? E aí você vai vir aqui em Templates, onde fica essa joça aqui mesmo. Emplete. Aqui são os templates que eu tenho, né? Settings, pff, caramba. Pera aí, galera, estou perdido aqui. Global, config. É que ele mistura opções da máquina virtual selecionada, com opções do Kielbz como todo na mesma tela. Eu acho isso ridículo, mas é bem parecido com o MacOS, né? Puta merda, esqueci onde fica aqui, cara. Puta merda. Mas tem como você baixar templates, existem outros templates, além desses. Eu acho que aqui, ó, vem aqui Kali, aqui, ó, templates, serviços não. Ah, aqui, ó, templates, cadê? Ó, template manager, template manager, esse cara aqui, ó. Ah, aqui, ó. Cara, quer mexar revelação, cara? Então você tem o Debian, que já está instalado, lembrando, ele atualiza por aqui, tá? Toda atualização dele é por aqui. Tem as versões do Debian, ó. O Debian 13, Xfce. Você pode baixar o Debian 12, minimal, terminal. Esse cara aqui é o Debian terminal, cru. Debian 12, gráfico. E o Debian 12, geral. Debian 13, terminal. Um Debian aqui, geral, aqui, que você faz instalação gráfico, tudo mais. É que você pode escolher, gnome, né? Cadê? Você tem o Fedora 42 e 43, e saiu 44. Demora mais ou menos um mês, um mês, para chegar aqui algo novo, tá? E você também tem os settings de repositório. Eu não recomendo que você coloque repositórios que não são os oficiais. Mas nos não-oficiais, tá? E aí tem como você fazer a configuração. Depois eu vou mostrar via command line. E que você consegue trazer o art Linux, que você consegue trazer o mint. Bom, mas é aquilo que eu falei para vocês, né? Muito cuidado. Vamos rodar o Kali Linux. Primeiro passo, verificar, citar, ali devidamente conectado com a rede. Esse Kali Linux, ele está conectado com a minha rede firewall. Por padrão, é firewall. Firewall. Então ele está conectado atrás da minha própria rede firewall do Kali. Kali, Kali. Lembra que eu falei, usuário padrão Kali, sem a padrão Kali. Depois você muda a senha. Mas o usuário mantém isso mesmo. Será que está funcionando a internet? Clica aqui. Uma coisa que eu sempre faço. Wow, pepper black. Ah, porcaria do... Desculpa, galera. Cadê eu tenho que vir aqui? Por que essa porcaria? Por que essa porcaria é Google, cara? Até o Bing é melhor, cara. Ficamos pedindo o... É, o Al, pepper black. Vou pegar aqui uma tela preta. Eu acho que fica melhor para enxergar a gente. Aqui. Essa daqui está ótima. Salve essa imagem. Eu estou cagando para definição, tá, galera? Baixou. Botão direito. Por que a escrita do próprio papel de parede atrapalha você enxergar os ícones, cara. Coisa ridícula. Ridícula. Order. Order, downloads. Legal. Aqui eu seleciono. Porra, como é que fica fácil você enxergar as coisas? Legal. Bom, depois você também vai precisar de vir aqui. Display. Exucitar o display. E acertar sua parte gráfica. Aí vai depender de cada monitor, né? Se não falha a memória... Eu acho que isso aqui é 1.100 cacetadas, cara. 1.000. Eu acho que é isso aqui. 1.050. É, eu acho que vai dar. Legal. Veja que ele não... Aqui. Eu acho que ficou melhor assim para mim. Ficou melhor assim para mim. E aí para cada monitor, você vai ter aí o teu... Já posso fechar, né? Você vai ter a resolução que você quer. Cara, já tem o Kali Linux. Já se conectou com a internet. Já estou aqui. Ping 8.8.8.8. Vamos ver se tem alguma regra de farol. Não. A regra de farol para o ICMP não tem problema. Deixa eu iniciar uma máquina virtual. A máquina virtual amarela já está aqui. Funfando, certo? Vamos ver se eu tenho acesso, então, à outra máquina virtual. Botão aqui, certo? Essa aqui é a 137.08. 137.08. 137.08. Vamos lá. Ping... Opa. Ping 10.137.0.8. Olha. Não vai. É isolado. É isolado, coleguinha. As máquinas, elas não se comunicam. Lógico. O que eu vou ensinar vocês é criar uma rede virtual. E nós podemos colocar uma outra rede virtual diferente de farol e colocar mais placas nisso aqui. Então, vamos lá. Ping 192.168.3.1. Que é uma máquina que eu uso. Eu tenho uma subred só para dar aula. Olha lá. Ali, eu consigo pingar nessa subred minha. Então, vai ser uma coisa que nós vamos ter que fazer. É fazer uma regra para todas as máquinas virtuais. Aonde? Nós podemos ir aqui no Qubes, vim editar farol e criar regras proibindo, por exemplo, que essas máquinas virtuais se comuniquem com a minha rede da minha casa. Para dar mais segurança. Vai que eu rode algum diabo aqui. Já pensaram nisso? É complicado, né? Tranquilo. Mas aí é uma aula de regras de farol, que é uma regra, é uma aula muito complexa. O importante, o objetivo dessa aula foi concluído, que eu coloquei uma distribuição que não é padrão Qubes aqui. Legal? Lembrando que eu posso vir aqui. Eu posso aqui. Ou estou esquecendo como é que eu uso um calilino, que caramba. Eu posso vir aqui Qubes. E se você quiser, você pode deixar essa máquina. Como está? Você pode clicar com o botão direito. E você pode clonar esse Qubes, chamando de Cali do Trampo A. Então você cria um Calilinox pro Trampo A. Olha, a Calilinox do Trampo A. E você deixa ela lá parada, cara. Você não vai mais mexer nela. Só que, olha, mudou pro 20. Então, vamos dar uma olhada aqui em Settings dela. Vai ter que fazer alguma mexidinha, lógico, né? Olha, está reclamando a memória, cara. Hum, está rodando não, está rodando não. Vamos lá. Ah, ele clonou, cara, tudo, hein? Olha, IP20. Ah, tem que... Ah, foda, hein, cara. Ah, vamos lá. Vamos fazer, vamos passar por esse procedimento. Depois eu ensino vocês a mexer nisso aqui, tá? Nesse menu aqui. Aqui, aqui. Tá aqui, é o 10137.0.20. Ah, 10.138.33.120. Veja que muda, né? Legal, o outro manteve. Legal. Então, vamos lá. Vamos ver se vai dar certo também, né, cara? Esse papo também, né? Acho que ele não vai se comunicar com a internet, né? Esse cara é um clone. Legal, parece que não agarrou. Não sei porque é um dragão, cara. Se a Calha é um demônio. Será que é pra não vender? É pra poder vender curso? Seria muito estranho se fosse um demônio aqui, né? Ah, vamos ver se ele mexe nos IPs dele. Botão direito. Edit Connections. Botão aqui. Catraquinha. IPv4. Tá aqui. 20. 20. 120. Bateu, hein? Ok, salvar, salvei. Legal. Ping. Aí, se ele teria dado certo. Opa, não se conectou não, hein, cara? Se conectou não. Não se conectou não, bicho. Pô, cubes. É aquilo que eu falei, né? Chá, revelação. É o chá, revelação, essa poa. Ó, já apanhou. Tá bom, legal. Pô, eu fiz a edit connection. Esse cara deveria ter dado certo, hein, bicho. 4, ó. Ah, cara, 138, né? Deixa eu ver aqui. É, ó. Não é 137, não, cara. 138, ó. Olha lá. Calha do trampo. Não, 137, 20. É isso aí, ó. Tá certinho. Ah, 32 piscina máscara. 3, 3, 120. Bateu, hein? Eu acho que eu apanhei, hein, cara. Eu acho que eu apanhei. Dá um reboot dessa bosta? Lembra do reboot? Ó, o reboot pelo menos deu, cara. Chá, revelação, cubes, hein? É, coleguinha. Vamos inicializar ele aqui. Chá, revelação. Você viu que não dá pra editar o IP? Padrão? O cubes, ele é meio generalzão, sabe? Ele é meio, tipo, aquele pai chato que quer editar as boas. Entendeu? Cub, é assim. E nós somos anarquistas, carai. A gente não aceita regra nenhuma. A gente não aceita porra nenhuma. É o que nós queremos. E usamos o sistema general. Ai, caralho, quanta... Quanto tá como eu poder dizer assim? Quanto tá como eu poder dizer assim? Quanto tá como eu poder dizer assim? Quanto tá como eu poder dizer assim? Inconsistência. IP address. Vamos lá. Ele pegou o 137, 120 de 30... Então, teoricamente, ping, 8.8.8.8.8. Tem que funcionar. Preciso dar um reboot, tá, galera? Preciso dar um rebootzinho básico, tá? Chá, revelação. Vamos procurar que chá, revelação, aqui? Chá, revelação, olha lá. Ah, coleguinha. É fácil fazer um chá, um de 60 e 10 para fazer um chá, revelação, aqui, de sistema operacional. Lógico, galera, estou zoando o chá, revelação, porque tem uns caras que nunca usaram o sistema operacional. Pode parar. Sai o novo, o Kali, ele corre e grava, mas ele não usa o Kali. Sai o novo, eu não estou zoando o Diorinux, não, tá, galera? Ele não usa essas porra que ele dá aula, que ele fala. Sai o Kodashi, ele corre e grava uma aula, mas ele não usa, porra. É o chá, revelação. Deixa eu me chá, revelação. Não, por doado que eu uso, caramba. Eu explico a minha experiência para vocês. Vamos de save. Legal, né, bicho? Bom, agora eu posso voltar a dar aula de... Cara, estava parado, bicho. Estava parado. Meu curso de Kali por causa disso. Agora vocês vão entender... Por que que aqui no curso de Kali Linux, você desce aqui histórico de vídeos. Olha só, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali, Kali. De repente, parei de colocar o de Kali. Porque eu estava com Qubes, cara. Eu não conseguia ter uma outra máquina para gravar a aula. Então eu dei uma estacionada no Kali Linux, eu dei uma estacionada, vim instalar o Qubes, para mostrar o Qubes para vocês, para voltar para a playlist de Kali para hackers, para pen-testes. Beleza? Foi por isso. Agora, agora é show.