Transcrição do áudio
Bom, nós não decoramos IP. Não decoramos que o IP do Google é 1.7.2.2.17.28.14 e esse IP ainda, ele hoje é esse IP, amanhã pode ser outro, não importa. O que é pior ainda. Então nós geralmente decoramos o nome de coisas. Então, a gente decoramos os nomes. Alguma coisa tem que traduzir. Então tem que ter um catálogo em algum lugar no mundo traduz esses nomes no endereço IP de 32 bits. Qual é o problema? Você já imaginou se toda comunicação mundial fosse para um lugar para perguntar. Qual o endereço IP? Bom, não funcionaria. Inclusive no livro do Thunable, já de redes, de computadores, ele fala lá no capítulo de camada de aplicação, tá? Que você acha capítulo 7, por ali, 8. Ele fala assim, ó, a internet e o serviço de nomes, no caso DNS, poderam certo porque é distribuído, porque se fosse centralizado não ia dar certo. Ele fala isso em 1994. Pense como eram as redes em 1994. Compare hoje, em 2026. Pense bem. Então é natural que nós temos que ter esses roues, desculpe, engasguei aqui, resolvedores de nomes. Caramba, quase que o rato roueu a roupa do rei de Roma. Legal? Então, nós temos um tal de resolver na máquina que é quem vai fazer esse resolver. E eles conectam serviços e esses serviços, naturalmente, eles... Trazem-dades. Beleza? Que é o endereço IP. Beleza? Deixa eu só fazer um teste aqui. Eu tô com um testinho andamento. É, pelo que eu tô vendo o meu teste, então tá aqui pariu. Vamos lá. Então nós temos alguns lugares para pôr essas informações, tá? No network interfaces, como vimos até então na aula anterior. Ou no resolve.com. Deixa eu abrir aqui o Nino que está. Deixa eu clicar ele aqui. Um, dois, três, três, TTC. Resolvo o cartão de madrugada gravando essas alas, cara. Tá? A importância, a importância de se ter essas alas entrando, né? Para terminar logo esse custo, para vocês tirarem um certificado de vocês, né? Então vamos lá, cara. Vamos adentrar a madrugada aí. Outra é sempre compartilhar esse canal, galera. Sério mesmo. Tá vendo ali? Esse resolve.com é um arquivo muito dinâmico, gente. Esse arquivo é um arquivo muito dinâmico. E ele pode ser modificado. Uma das fontes que leva dados para ele é o próprio network interfaces que nós colocamos aqui. DNS Tim server, tá? Ele é um dos caras que é consultado para levar dados aqui para dentro. Como eu estou em Qubes, ele é de todo chatinho, ele tem um próprio serviço de nomes dentro dele. No livro de Hacker, lá, você vai procurar um capítulo que vai falar sobre um protocolo chamado DNS. Lá no livro de Hacker eu trago muitas opções de DNS. DNS para anonimato, DNS para segurança, DNS para a empresa, DNS criptografado, DNS tão criptografado. Tá tudo lá. Mas você aprende a criar um servidor dentro de uma empresa, ou seja, o normal. O Hacker não é o cara normal, né? Mas vamos lá. O normal de uma empresa seria esse capítulo 20 aqui, que vocês vão aprender comigo. Então dá para instalar internamente aqui. No meu caso, se você olhar o Qubes que eu utilizo, ele já tem o servidor embutido, cara. Então, por isso que você está vendo em PED Lanza, que é a minha própria infraestrutura. Você pode adicionar, porque não, mas esse arquivo pode voltar. Você pode colocar na MSAVER 8.8.8.4. É melhor. 4 de 9.9.9 é melhor. Cara, estou longe das brigas. Legal. Eu estou no Paz de Amor. 1.1.1.1 da Cloudflare. O Cloudflare tem um serviço clássico. O Cloudflare também tem um serviço de DNS criptografado. O clássico é não criptografado, testo plano na internet. Isso é o DNS clássico. O não clássico é criptografado. A Cloudflare tem dois serviços em portas diferentes. E volta no livro de Hacker. Você pode colocar o nome de um serviço de DNS. Dá para você colocar Search no Domain e colocar um domínio dentro da sua infraestrutura. Você vai ver no capítulo 20. Você consegue programar e resolver nomes. Nós temos comandos. Comando dig, comando NSLocup. Já vou explicar sobre eles. Aqui fiz um exemplo para você. Você pesquisa por aed.com.br. Get host by name. Lembrando que temos um pacote ARPA. Olha só o ARPA. Classico nome. ARPA e P4. O IP de 32 bits foi feito para ARPA.net. Para ARPA.net. Procura o app. Get host by name. Procura e faça uma busca. Pelo app. Nomes e PES. De retorno. Você pode resolver o nome e obter um endereço IP. Importando o net e net version 4 do projeto ARPA.net. É, coleguinha. Aqui é como você consegue obter o endereço IP. Aquele traz apelidos, várias coisas. Várias informações. Tras todas as informações. Aqui você consegue extrair exatamente o endereço. Exatamente o endereço. É muito semelhante ao comando NSLocup. Aqui não vai funcionar porque eu estou sem internet nessa máquina. Seria assim NSLocup. Por exemplo, Google.com. Se você coloca sim, ele vai utilizar o que? Ele vai utilizar o seu arquivo de resolve. Cache.ptcresolve.conf. Então, ele vai vir aqui. O NSLocup vai vir aqui no primeiro registro. Vai bater e vai tentar localizar o endereço IP. Se não dele vai para esse, se não dele vai para esse. Ele não faz joina. Ele vai em sequência. Por isso nós colocamos o que mais acreditamos. O primário, o secundário e foda-se lándia. Deu merda. Espero que não dê merda. Mas você também pode chegar assim e falar eu quero que você busque o google.com na quad9. Que é um outro serviço de NS que não está na minha lista. Então, ele iria lá. Teria a mesma coisa para o dig. O dig faz a mesma coisa. O NSLocup aparece em mais distribuições. O dig aparece em menos distribuições. Mas o dig aparece nas distribuições da galera que mais contribui para o Modulinox. Então, é muito como você ver dig, dig, dig, mas o que você mais vai encontrar é o NSLocup. Inclusive o próprio Windows tem o NSLocup. Você pode chamar o NSLocup sem nenhum parâmetro. Então ele abre no modo terminal um promptzinho. Eu não gosto. Eu só entro aqui quando eu dou aula. O que eu executo mesmo é como eu mostrei no terminal. Tipo assim, o NSLocup. Isso aqui é opção. No capítulo 20, eu explico que tem vários tipos de endereços. De name server, endereço de host, endereços reversos. Então, talvez nem deveria estar aqui isso que eu grifei. Você tem um comando chamado Ruiz. O Ruiz você consegue localizar o endereço muito específico numa grande base de dados de domínios no mundo. Muito usado aqui pela galera de Pentestre. Todo cara de Pentestre utiliza. O problema é o Ruiz costuma dar ban. Ele costuma dar ban, tá galera? Se você colocar um laço buscando 300 mil domínios, você vai receber um ban. O seu endereço IP vai receber um ban. Por isso que quando eu utilizo o Ruiz, não o laço fudido, eu contrato proxies, que aí é caro pra porra, tá? Um grupo de proxies nos enderecininhos assim, tá 10 dólares, cara. É pesado, por isso. Tem muita VPN que é mais barato que proxies. Beleza? Você pode fazer uma busca por um host, tá? Olha só, host e o name. Eu uso no capítulo 20 pra testar se está tudo funcionando. O serviço de nomes, ele não serve pra você localizar uma máquina, um endereço IP pelo nome de uma máquina na internet. Você também consegue colocar com que isso, você surpresa as máquinas lá de dentro, tivesse um nome. E aí você, pelo nome da máquina, você saberia o IP daquela máquina, entenda na empresa, exemplo. Imagine impressora. Então você tem impressora do diretor, tá? Do seu diretor lá do seu setor. Então seria print diretor. Seria o nome. E nós lá, no capítulo 20, eu mostro que é das trânsito. O print lá do diretor, pra print da diretor, impressora lá, tem o IP, um 926805, por exemplo. Entende? Então nós conseguimos também fazer uma busca dentro da empresa. Mas pra isso nós temos que fazer o capítulo 20. Que é o que é feito no capítulo 20 e ele é provado lá no capítulo 20. Legal? Bom, mas essa distribuição de IPs pelo mundo é complicada. De forma que eu falei pra vocês, é distribuído. É distribuído, bom, você tem que ler o livro negro do Tanebo. O livro negro do Tanebo, capítulo que fala sobre distribuição de dados, ele vai ser bem categórico. Olha, é comum que o sistema distribuído você nunca trabalhar com todos os nós, contendo a mesma informação. Sempre vai ter um nó como informação defasada, ou uma nova informação. Beleza? Está escrito isso lá. Então, se esse negócio de tradução de nomes, a ed.com.br, google.com, ele é descentralizado, ele tem que ter canais de distribuição de aprendizado por esses datacentres. Por isso que eu utilizo 1.1.1.888 e o 444.999 pra poder fazer o aprendizado. Esses são grandes datacentres que conseguem consolidar esses dados com mais rapididez. Se você está falando pra mim anonimato, segurança e tudo mais, devo alertar sobre o capítulo de DNS do livro de Hack. Vai lá e lê. E aí eu explico como você deixar essa coisa mais segura. Beleza? Mais anônimo. Bom, aqui eu tenho um serviço chamado DNS Shaper. Eu consigo colocar um endereço ali, um domínio, e ele me traz os endereços de peso. Imagine que se você estivesse lá no Canadá e você tentasse entrar no site aed.com, você caía no... Cara, eu peguei um próximo exemplo. Eu deveria ter pego do Google. Faz você agora na sua casa. Entre no site chamado DNS Shaper. Pode pesquisar no Google mesmo. Você vai entrar nesse site aí. Coloque google.com. Você vai ver que alguns países dão IP e outros países dão outros IPs. Às vezes, até dentro do mesmo país, com Estados Unidos, dão IPs diferentes. O que eles descentralizam o processamento. Além disso, não existe um tal de replicação. Sempre que você contrata um novo .com.br, vamos imaginar que você é brasileiro, você contrata aqui no Brasil, certo? O manifesto.br, que é da certe br, ela vai propagar o seu novo domínio. Isso vai demorar 4 horas para propagar para o mundo inteiro que o novo domínio foi concebido. Que alguém pagou um novo domínio. Vamos colocar assim. Olha o dig aí, aed.com.br, como eu não coloquei. Qual é a fonte? Ele pega da minha máquina local, que está no resolvo.com, conforme eu já expliquei. Você pode colocar o Arrobo 888 ou colocar ele aqui para trás. E você consegue focar naquele server para retornar o teu domínio. A mesma forma seria o NSLocup. Até o nosso próximo vídeo, onde eu vou falar sobre o Nomes de Hostes, um arquivo muito importante. Até mais, tchau!