Transcrição do áudio
Entenda o meu problema, coleguinha. Nós temos aqui hoje um grupo hacker muito forte desse canal e nós temos pessoas que estão começando. Eu tenho que atender dois públicos. E se eu falo de uma forma superficial, um grupo grita. Se eu falo de uma forma superficial, muito foda, o outro grupo grita. Então nosso objetivo é fazer com que todos cheguem lá. Então é o seguinte, temos dois cenários. O cenário do cara que está no nível mais avançado é um cubes, virtualizando tudo, para essas nossas práticas aqui. Beleza? Já, para um cara normal, ele geralmente está com o Debian, ou geralmente ele está com Ubuntu. Não os criticamos. É isso aí, está aprendendo. Ele já usou o Debian, já usou Ubuntu. Normal. Isso aí, coleguinha, tem que aprender mesmo. E nós temos que ensinar esses caras a chegar lá no nível mais avançado. Beleza? Então, eu vou fazer as práticas. Repare, eu vim com a teoria. Agora eu vou fazer as práticas. Tanta prática num nível tipo assim, para a galera que já manja, com cubes, como a prática repetida com o VirtualBox. Sério. E eu não vou dividir, não. Então eu vou colocar no título. Prática com cubes. Prática com VirtualBox. E aí vocês já sabem. Certo? Então vai ter o mesmo nome, o mesmo título, e entre parênteses, prática com cubes, mesmo título, entre parênteses, prática com VirtualBox. Legal? Então olha só. Mas VirtualBox não é difícil, gente. O único problema do VirtualBox é o hardware. O hardware é muito exigente. Eu preparei para vocês, além do curso, se você for lá no curso Racky, você for no curso Racky, certo? E aí se você vier aqui em disciplinas, eu já estou gravando cubes para a galera. Aqui já está saindo cubes. Praticamente esses dois cursos estão saindo aqui. Desculpa, disciplinas, agora eu estou chamando de disciplinas. Eu chamava de curso, agora estou chamando de disciplina. Porque a minha ideia é transformar isso aqui numa puta faculdade de hackers. Então esses dois estão saindo praticamente ao mesmo tempo, entenderam? Então está aqui. Você pode aprender. O problema é hardware. E eu já deixei um paper para vocês aqui, estilo livro, estilo ebook. Inclusive você pode ler no seu Android. Você pode baixar o APK e ler no teu Android. E aqui, meu coleguinha, você tem a explicação de cubes. Beleza? Está bom. E aqui é o nosso livro personalizado de Kali. Bom, o livro oficial dessa disciplina é aquele livro clássico azul, que vocês viram no início aqui. Mas esse livro clássico é muito básico, sabe? Ele é muito mesmice de muitas mesmices. Então, o que eu preparei para vocês, além do livro clássico, que nós vamos aqui abordar, e usar normalmente até o fim, como eu prometi para vocês, olha o que eu fiz para vocês, coleguinha. Vocês vão gostar. GitHub, não importa. Projeto, meu Deus. Porque se tiver qualquer uma dessas merdas lá, que eu vou mostrar para vocês aqui, você vai falar assim, meu Deus, me fudi. Você não pensa em mais nada. Sim, eu preparei aqui para vocês um script que cragalha a máquina todinha, cara. Com todos os CVS que todo hacker tem que saber. Provavelmente, o The Rack, aqueles negócios de Troy Hackman, esses trecos aí, utilizam esses caras aí. Você tem que conhecer essas vulnerabilidades que estão aqui. Tá bom. Tá bom. Olha só que interessante. Ele cragalha a máquina todinha. Só que você não vai cragalhar a sua máquina, muito menos cragalhar até o Linux. Debi, desculpe. Cali. Você vai cragalhar uma máquina virtual. Certo? Então, o projeto se chama meu Deus. Porque se tiver qualquer coisa dessa lá, é o que você vai pensar na hora. Você vai pensar na hora. Meu Deus, me fudi. Você pode ser um ateu, você pode ser de outra religião. Você vai pensar na hora, meu Deus. Sério mesmo. E como que você instala isso lá na máquina que você vai cragalhar? Executando essa linha de comando aqui. Ela baixa o script de profissionamento. Cara, mas ela faz uma merda na máquina. Merda. Só que aí é que tá. Se essa máquina estiver na rede, ela pode virar um trampolim pro mal dentro da sua infraestrutura. E isso é um problema, tá gente? E ela pode virar um trampolim do mal dentro da sua infraestrutura. Ai meu Deus, então... Eu não sou religioso. Então, preste atenção. Você, usuário de Qubes, tem que isolar. Muito bem. No VirtualBox é muito fácil. No VirtualBox você vai lá na placa de rede e coloca ela no modo... Acho que é... Guest Only. Alguma coisa assim. Ou rede interna e faz uma rede interna. Eu vou explicar pra vocês como é que faz isso. Lá no livro de Linux... Lá no meu livro de Linux... Fala nisso, pô. Curte e compartilha, cara. Põe estrelinha nessa bosta aqui. Lá no GitHub... Não importa. Book. Certo? Meu livro. Aqui meu livro. Escrevi há muito tempo atrás. Pegue esse livro aqui, a última versão, que ele ensina você a como fazer isolamento de redes com o nosso amigo VirtualBox. Tá? Tá aqui. Mas hoje nós estamos falando de Qubes. Essa prática é de Qubes. Certo? Tá bom. Então vamos lá. Tá aqui. Então eu tô no projeto, meu Deus, da Mac, estrelinha nos dois também. No book também, cara. Você tá com o teu Qubes aqui, certo? O Qubes funciona assim. Eu vou abrir o Qubes pra vocês verem. Nós já conhecemos o Qubes. Abre e desgrama. Ah, eu tenho que parar. Foi mal. Foi mal. Eu não cliquei no link. Foi mal, galera. Aqui o Qubes, certo? Legal. Então aqui eu tenho minhas máquinas virtuais todas. Funciona assim. Essa aqui é a máquina que tá toda cagalhada. Certo? Essa daqui é a... Pô, cara, eu coloquei esse POTable. Deve eu chamá-la de cagalhada, hein? Pô, desgrava. Às vezes a ideia só vem quando nós estamos gravando mesmo. Aqui você clica em configuração, você vai ver que ela tá numa rede chamada Cisnet. Ela tá numa rede chamada Cisnet. Ela tem um alert aqui porque essa rede realmente é muito pública. Calma aí. Eu sei que você vai falar pra mim, pô, mas você vai me meter uma máquina cagalhada, que pode ser um trampolim de hacker. Na Cisnet, vou explicar pra vocês. O Qubes não tem o conceito que nós temos no VirtualBox de criar uma rede ali interna. Nós até temos, tá? Que é essa labnet aqui. Mas como eu posso dizer, ela não é tão simples. Eu praticamente tento subir uma máquina virtual no Qubes, que por exemplo, essa labnet, essa labnet é isso. Eu tenho uma máquina virtual com portas virtualizadas e aí eu conecto as máquinas virtuais nela. E eu transformo ela tipo um router interno. É como se eu fizesse tudo pra routers internos, cara. Tudo nesse Kali Linux é router interno. Essa é a melhor definição. E você realmente tem que montar ela. Então, eu tenho uma outra forma de você pegar a Explotable e isolar ela da rede. Tá até no meu livro de Linux lá, coleguinha. Chamado regras de firewall nela mesmo. As regras de firewall podem estar na rede, que seria labnet, ou ela pode estar direto na Explotable. Então, em vez de eu ligar... Qual o problema? Eu ligaria Kali... Se eu ligasse a Kali na... Eu vou desenhar. Melhor. Cadê a ferramenta de desenho? Tá aqui. Então, por exemplo, eu tenho aqui a labnet. A labnet. Uma rede só para... É uma máquina virtual que monta uma rede só para os laboratórios. Ela tá isolada. Ela não tá ligada à internet. Se eu ligar o Kali... E se eu ligar a Explotable... Qual o problema? A Explotable precisa de fazer atualização de pacotes. Ela precisa de se montar. Ela não é como a MetaSploitFromWork... Desculpa, a MetaSploitable 2, ou a MetaSploitable 3 da RapidSet, que você pega ela pronta. No meu é um script. Então, ela vai ter que ir na internet. Esse é um grande problema. Então, eu conecto ela... Olha o que eu faço. Eu conecto ela na net. Na minha rede. Calma aí. Vocês vão entender. Pois aqui eu coloco regras de iptables. Aqui eu meto as regras de iptables. Beleza? Aqui eu coloco as iptables. É tudo junto, tá galera? É... Tô gravando esse visal de IP, comando IP. Aqui eu coloco as regras de iptables. De tal forma que a iptables é proibida... De escapar tanto para a minha rede de máquinas... Como ela é proibida... Então, vou até colocar um x aqui de proibido. Como ela é proibida de escapar, por exemplo, para a minha rede home. Para a minha rede caseira. Então, a gente vai fazer isso aqui. Na rede home. Mas, eu permito que ela vá... Mas, eu permito que ela vá para a internet. Eu permito que ela vá para a internet. Mas, a internet não vem para ela, tá? Então, ela vai para a internet. Mas, a internet não vem para ela. Ou seja, nada da internet chega até ela, originado da internet. Tudo que tem vermelho está proibido. Então, eu faço essa regra aqui. E aí, a minha máquina Explotable acaba sendo acessível pelo Kali Linux. O Kali Linux consegue acessar ela. E ela só consegue acessar a internet para atualizar. Dentro do Kali Linux, eu tive que fazer toda essa volta... Para deixar essa Explotable preparada. Entenderam? Mas, você também pode, num outro cenário, fazer assim. Num outro cenário, você colocaria a Explotable direto no Cisnet, sem nenhuma regra. Aí, a Explotable joga ela na Cisnet. A Cisnet vai na internet, faz a instalação e depois que faz a instalação, você desliga ela. Seria a Explotable 2, né galera? Aí, você teria igual a Explotable 2. Ela já preparadinha, mas com o teu script. Só que eu te pergunto pra você coleguinha. Eu te pergunto. Você sabe o que vem na Explotable 2 da RapidSet, pra dentro da sua infraestrutura? Você não é capaz de saber. Por isso que eu tenho muito pé atrás com eles. Por isso que eu tenho o meu próprio script de cagalhar. O que você sabe que vem do meu script? Tá aqui o meu script. Tá aqui todos os pacotes que eles instalam. Tá tudo aqui pra você ler. Não tem nada escondido. A RapidSet é escondida. O MyExploitable 2 é escondido. Aí, eles estão com todos os pacotes cagalhados, fazendo configuração cagalhada. Fazendo configuração de merda. Fazendo configuração de merda. Tá vendo? Olha só. Configurando o Log4j cagado. Entende? Você vê tudo que o meu script faz. Entende? Então é uma vantagem. Então quando você faz isso, você faz o provisiono da máquina cagada. Essa daqui é o Explotable 2. Agora, desse cenário, você pode ligar ela na CisNet. Ou desculpe. Você pode ligar ela na Cislab. Então, pera aí. Eu chamei ela de Cislab. Porra, cara. Eu já esqueci. Não, LabNet. Putzgrila. Ah, tá certo. Não, não. O nome tá certo. Tá certo, tá certo. Tá certo, tá certo, tá certo. Sabe por quê? A Cis é do sistema. Lab é a nossa LabNet. Aí, você ligaria ela na LabNet. A LabNet está isolada. Ela não acessa nada, nada, nada, nada, nada, nada. Aí, você vem cá e coloca o teu Kali aqui dentro. Estou falando? É muito mais complexo você fazer isso aqui no Qubes do que você fazer isso aqui lá no VirtualBox. Beleza? Mas, de repente, é um pouco de jogo de cintura. Mas, esse jogo de cintura é o que vai fazer você aprender. Você pode fazer no VirtualBox e depois tentar fazer no Qubes. Lembrando que o Qubes, esse sistema operacional, ele não roda dentro da VirtualBox. É pela questão de requisito. Bom, vamos dar uma olhada nos scripts que eu preparei para você lá no projeto Meu Deus. Então, o script de promenadeamento é o script que cagalha tudo. É isso aqui que você roda tanto no VirtualBox quanto no Qubes, na máquina que você quer estragar tudo. Conforme eu expliquei para vocês. Show. Tá bom. Vamos nós. No Qubes, eu preciso de mais alguma coisa? Precisa. Bom, no Qubes você tem, conforme eu falei, a ligação da máquina virtual com a Cisnet. E tem toda aquela configuração de restrição de acesso. Então, eu preparei para vocês o seguinte. Tá? Aqui, um script que você coloca o IP da Kali Linux aqui e o IP da máquina Alvo aqui, a Explotable Alvo. Tá aqui o nome delas. Beleza? Como você sabe disso? Bom, você já é um usuário Qubes, tem o curso Qubes, você clica aqui. Ah não, ele já coloca o IP para você aqui. 10.137.021. E a Explotable. 10.137.024. Para cada pessoa isso pode ser diferente. E você não comanda isso. Quem comanda isso é o Qubes. Ele não te dá a possibilidade de você ficar trocando essas coisas pelo fato das pessoas cagalharem o Qubes com o passar do tempo. Então ele controla isso. Ele é bem controlador. Tá? Então você coloca aqui esses IPs porque aí essa variável é utilizada em todo script. Beleza? Aqui no caso o que ele faz? Ele faz todas aquelas regras de P-Tables que permite que uma máquina Kali Linux conecte na Explotable. Que proíbe que a Explotable se conecte nas outras máquinas virtuais. Que permite que a Explotable acesse a internet. Entendeu? Então todas essas regras estão aqui. Preparadinhas para você. Tá? Isso aqui é para rodar na máquina chamada Cisnet. Como que você leva para lá? Ctrl C. Copia. Vem aqui na Qubes. Botão direito. Cadê? Cisnet. Botão direito. Roda aqui o command line do Qubes. Roda aqui o... Cadê? Cadê? Cadê? Não Qubes. Não console em Qubes. Esse aqui. Tem duas caixinhas. Aí ele vai startar para mim aqui um... Ele vai startar uma máquina, como eu posso dizer, ele cria uma máquina chamada Disposable. E aqui você conceita nós. Aqui você pode executar os comandos. Você pode executar os comandos diretamente aí. Tá? Também. Tem uma forma muito melhor. Quer ver? Tem uma forma muito melhor de fazer isso aí, cara. Tem uma forma melhor de fazer isso aí. Run command line. Hum... Pera aí. Tem como fazer isso aqui, sim. No menu... Pera aí, aqui vocês não estão vendo o menu. Deixa eu dar uma olhada aqui. Templates e serviços. Achei. Achei. Vai no menu Templates e serviços, você vai encontrar essa tela aqui. Dá uma olhada lá no curso de cubes que tem como chegar. Aqui você pode rodar esse script aqui. Ele traz esse script para cá. Cola ele aí, escreve um arquivo e executa ele na Cisnet. Então aqui você prepara a Cisnet. Legal? A Cisnet é isso aí. Tá? Mas também tem a configuração da Explotable. Vamos configurar a Explotable aqui. Para fazer a configuração da Explotable é esse outro script aqui. Aqui ele vai... Novamente você vai colocar o IP do Kali Linux, o IP da onde você quer um DNS e qual é o router da sua infraestrutura toda. Esse aqui é o router da minha infraestrutura fechada. Da minha infraestrutura. É por aqui que tudo vai sair. Da minha infra todinha. Tá? É preciso saber disso. Então aqui ele vai montar aquelas regras em que ele não acessa a rede interna, mas ele acessa quem? Ele pode mandar comunicação para fora pela internet usando esse IP. Então aí se for para a internet ele joga para esse IP e vai embora. Para a internet. Então ele consegue acessar. Beleza? Ele consegue acessar a internet. A internet não acessa ele. Ele não acessa as outras máquinas da infraestrutura. Então, se ele virar um trampolim ele é um trampolim isolado. Se ele virar um trampolim ele vira um trampolim isolado. Tá? Cara, repare como que essa questão de segurança ela é fundamental. Nunca rode isso na sua empresa. Nunca rode essa máquina... Ah, eu tenho 10 minutinhos aqui, eu vou aprender um pouco sobre Kubs e Kali Linux. Nunca rode isso aqui na sua empresa. Nunca, nunca, nunca, nunca. Porque se isso aqui vazar, meu amigo, você pede seu emprego, cara. Você vai fazer isso na sua casa. No máximo que se isso aqui vazar, fudeu ali, a TV Box, essas tranqueiras. Eu nem tenho essa merda em casa mesmo. Vamos lá. E no Kali Linux? No Kali Linux você vai ter que rodar isso aqui, permitindo que essa máquina acesse a máquina-alvo, ou seja, a Spottable-alvo. Tá? Vai pingar, vai verificar. Beleza? Legal. Meu, tudo deu certo. Tudo deu certo. Você instalou, rodou esses scripts, então você vai ter aqui a Kali Linux. Cadê, peraí, deixa eu pegar aqui. Você vai ter a Spottable. Deixa eu rodar a Spottable. Ah, resume, caso. Pouco sabe ter um run, ou um play, algo assim, né? Ah, tem um stat, né? Foi mal, galera. Eu esqueci o Oculus fora do studio. Ah, esse Kali Linux vai abrir gigantão aqui, bicho. Tá vindo aí. Cara, tem uma pancada de máquina virtual aberta no meu computador. Tem uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove máquinas virtuais abertas aqui. Então as coisas vão ficar um pouco lentas aqui, tá, gente? Normal. Peraí, cadê meu cursor aqui? Meu cursor tá aqui. Ah, Kali Linux sempre dá uma garradinha, normal. Legal, então o Kali vai vir agora, vai dar um zoom aqui. Cadê o meu... ah, eu dei um play na Spottable, mas eu não abri o terminal dela, né? Deixa eu abrir o terminal dela aqui. Deixa eu abrir ela aqui. Olha no outro menu, aplicativos, Spottable. O título das máquinas sempre fica aqui em cima, no Qubes, tá? Então o título da máquina sempre fica lá em cima, cadê? Vamos lá. Kali Linux e a Spottable. Peraí, Kali Linux e a Spottable tá aqui. Eu vou pegar essa Spottable, vou jogar ela sempre no topo. Vou jogar o Kali Linux aqui. Eu deixo ela aqui de lado, ó. Eu deixo ela aqui de lado. E aí eu deixo o Kali Linux aqui de lado. Por incrível que pareça, embora eu use Kali Linux, eu não uso a parte gráfica do Kali Linux. Se o Kali Linux fosse terminal, seria até melhor pra mim. Full terminal, sabe? Não adianta também ele ser gráfico e depois eu ter que desinstalar a parte gráfica. Tem aquele monte de lixo no sistema. Ele deveria ser um kernel cru, tudo instalado. E aí depois, se você quiser, você instala a parte gráfica. Ele deveria ser assim. Então essa máquina aqui é Iperdris. Então vai estar aqui a máquina, tá no IP24, como podemos ver aqui. Repara que é bem isolado, máscara de 32 bits. É ser bem isolado. Cara, é foda. O Qubes, cara. O cara te invadi no Qubes. A ideia do Qubes é muito louca. Imagine que essa máquina foi invadida. Ela não chega nos outros Qubes. Qubes não vem com o Qubes. Ela não vem com o Qubes. Ela não vem com o Qubes. Qubes não vem com a ideia de que ela é anti invasão. Qubes não vem com essa ideia. É escrito na documentação do Qubes oficial. A ideia do Qubes é o seguinte. Invadido você vai ser. Ponto final. Mas ele vai invadir um Qube. E desse Qube, Qube é máquina virtual, tá gente? Que eu estou usando duas aqui na sua tela, para você ver. De uma máquina virtual, ele não invade a outra. Pegaram a jogada? Pegaram a jogada? Essa é a visão de Qubes, cara. Então vamos lá. Essa aqui é a máquina com IP 21. Conforme está aqui. Então ping. 192.168. Opa. Ping 10.130.37.0.24 Que é a outra máquina. Eu pingei na outra máquina. Porque a Explotable e a Kali Linux tem que se conversar. Beleza? Vamos ver. Vamos pegar o IP de uma máquina. Aqui é a minha máquina pessoal. A 10.137.0.19 Então vamos lá. Ping. Agora é a hora, hein galera? Agora é a hora da verdade. Ping 10.137.0.24 Eu vou pingar na Kali Linux, pra você ver que funciona. Pinguei na Kali Linux, certo? Pinguei na Kali Linux. Agora eu vou tentar pingar na outra, que é a minha máquina pessoal. Que eu estou trabalhando aqui agora. Olha, ele não acessa. Então a Explotable ela não é capaz de acessar ela não é capaz de acessar uma máquina que é uma outra Qube. Porque eu isolei ela, gente. Com aquelas regras de IPTables. Legal? Agora o próximo passo é o seguinte. Vou pingar na Kali Linux. O seguinte. Vou pingar numa máquina da minha infraestrutura. Ping 192.68.100.90 Repara, é uma máquina da minha infraestrutura. Ela não é a máquina router. da minha rede. Não vai. Entenderam? Ou seja, se fosse uma TV Box se fosse um celular, se fosse qualquer diabo assim que eu tivesse, que eu acho que eu tivesse, não acessaria. Legal? E um ping. Lembrando, galera, que as regras estão lá na CISnet. A CISnet tem as regras de negação. Então se o hacker invadir essa máquina é uma coisa. Aí ele vai invadir como trampolim a CISnet ele não vai conseguir. Então ele não vai conseguir sair dessa caixa de areia de rede. Eu montei uma caixa de areia na rede pra ele. Entenderam? Então aqui agora vou dar um ping numa máquina que é a máquina de saída. 192.68.100.1 100.1 Se ela pingar que vai pingar com certeza ela sai pra internet. Pingou não! Puta merda! Será que eu não vou conseguir sair pra internet? Será que eu fechei até isso? Ah não, galera! Eu tô usando o router do Keebs, quer ver? 8.8.8.8 8.8.8.8 8.8.8.8 8.8.8.8 Agora eu lembrei que o Keebs ele faz uma jogadinha pra mim. Ele garante que se for para a senha exatamente ele não deixa. Mas se for pra internet ele deixa. Cara, repara é impossível dessa máquina o atacante usar como trampolim pra minha rede interna e pra minha rede de Keebs. Então eu tô muito bem protegido. Mas tô indo pra internet. Tô muito protegido. Que que é essa história? Então esse projeto, meu Deus, ele é pra isso. Mas eu sei que você vai falar assim porra, mas caraca, mano! Que merda! Tudo isso! Calma aí, coleguinha! Calma aí, coleguinha! Você tá com papai aqui. Vamos lá! O que eu preparei pra vocês? O que eu preparei pra vocês? O livro de Keebs! Com as 200 páginas pra você ler, cara! E tem toda a teoria de Keebs aqui. E eu preparei pra vocês! O livro de Keebs! E eu preparei pra vocês um material único que você não vai encontrar na internet. Esse material aqui e tá evoluindo, tá? Só ontem eu coloquei mais duas explorações aqui. Eu estou documentando as explorações. Como que, por exemplo, você explora aquela falha. Eu ia falar como explora a exploração ia ficar muito redundante, né? Por exemplo, DNS transferência de zona, AXFR. Olha só como você faz. Então, eu venho, aí eu explico, aí eu explico o que é o recon, que nós já sabemos. Nós estamos nesse ponto do curso de Kali Linux. Essa parte de recon nós já sabemos, já passamos. Mostrei, inclusive. E aí você tem um mecanismo pedindo a zona com o dig, você tentando fazer uma pedir a zona da infraestrutura pra saber como que a infraestrutura interna é. E a empresa se entrega, ela responde como que é. E aí eu mostro pra vocês um comando. Aqui no caso está com o dig. Exploração com o dig. Aqui está a exploração, se você não tiver o dig, não quiser usar o dig, tem o DNS recon que você consegue buscar também com o DNS recon. Então eu estou colocando várias ferramentas como usar o DNSC num de enumeração. Nós já vimos aqui no caso, que é o recon, que é o recon de uma forma de ser num de enumeração. Nós já vimos aqui no Kali Linux. Sobre a flag, qual é o objetivo disso? O que nós queremos com isso? Bem descrito. O que você vai? Até onde você vai? Então Nmap, o DNS recon, hoaxes internos, e aí você conhece novos alvos internamente. As imagens ficaram pequenas, eu tenho que dar um resize nessa joça. Cara, foda! E aí o que eu coloquei pra vocês? Todas as ferramentas referenciadas. E eu coloquei todas as referências que eu utilizei pra escrever o texto. Legal? Beleza? Isso aqui é só um exemplo, cara. Nós vamos passar um por um desses capítulos. E eu estou adicionando mais. Adicionei 12 páginas de ontem pra hoje. Beleza? Então são dois conteúdos que vão andar, que você vai ter que conhecer pra chegar no nível mais foda. Cara, não quero Qubes, eu quero só VirtualBox. Então eu vou gravar essa mesma aula daqui a pouco com o VirtualBox. Problema que a qualidade do audio talvez não fique tão bom. Porque a máquina é um notebook. Bom, e aí, coleguinha, vou explicar pra vocês. Aí você não vai precisar de ler o Qubes, você vai só focar aqui nesse material e no livro oficial do curso de Cali Linux. Beleza?