Transcrição do áudio
Bom, então nós já sabemos que essa máquina possui um serviço. Esse serviço está com o protocolo SMB sendo disponibilizado. Está em uma versão depreciada e nós sabemos que tem alguns diretórios, conforme vimos aí nos dois vídeos anteriores. E esses diretórios provavelmente possuem arquivos. Beleza? Lembrando que o protocolo SMB não é para arquivos, ele é para troca de mensagens longas e é por isso que ele serve para arquivos, impressão, plotter, entre outras coisas. Lembrando, é um protocolo que se tiver na internet é um problema, problema para a sua empresa. Se você é do mal e você achar isso na internet, pode ser uma rona e pote. Então você troca o seu IP, tenha certeza que você trocou o seu IP. Beleza? Fique atento, coleguinhas. Então o próximo comando, cara, tem que tomar cuidado que o novo estúdio não tem lugar de pôr café, cara. Tem que tomar cuidado para não derrubar o meu café, peraí. Ah, tirei o café daqui. Então nós vamos agora executar um comando chamado SMB MAP e SMB CLIENT. Na verdade são dois comandos. E que nós vamos naturalmente, por linha de comando, tentar descobrir ali discos, se tem uma área de troca de arquivos. Nós vamos encontrar muitas das informações que nós já temos. Eu sei que você vai de novo me perguntar aquilo que já me perguntaram. Poxa, se eu já consegui algumas informações com o comando, por que eu executo todos? Primeiro, não se executa todos. Legal. Porque você tem que mudar sua pegada digital. Tá? Mas é importante você executar alguns comandos, mesmo trazendo dados redundantes, porque sempre algum deles o traz com uma visão diferente, te chamando a atenção para um ponto específico, ou alguma particularidade que ele nos traz. Beleza? Esse comando nós vamos ver... E ele vai trazer, provavelmente, a palavra SMB1, para confirmar nosso protocolo SMB1, embora nós já sabemos que esse servidor, conforme já vimos no passado, ele é retrocompatível do 3 para trás. E nós vamos ver aqui diretórios que são, como eu posso dizer, acessíveis por convidados. E isso é importante. Legal. Então vamos lá. Vamos começar com o SMB CLIENT. SMB CLIENT. Se você não conhece, você pode puxar o MEN e ver sobre a parametrização desse comando. M-L. Opa! É o problema da dislexia, gente. Eu vou te falar. O dislexo tem algumas dificuldades com algumas sequências de letras. Por exemplo, M e N, para mim, é a mesma coisa. Eu olho para o M, eu olho para o N, e para mim, é a mesma coisa. E aquilo que eu clicar primeiro está valendo. Complicado, hein? É, rapaz. Eu só fui aprender a escrever meu nome na universidade. E é verdade. No primeiro curso. No primeiro curso, na federal. Então é o seguinte. Então está aqui. SMB CLIENT. M-L. Beleza? E aí eu coloco o IP do alvo. Tanto você no Kali Linux, dentro de um Debian, como estamos aqui, ou você no Kali Linux, dentro do Qubes, você vai atingir o mesmo IP. Eu deixei compatível a questão de endereçamento IP, tá? Então você pode executar. Olha lá. Conforme eu esperava. Ele novamente me fala que eu estou no SMB versão 1. Eu estou no Workgroup. Então ele não está no AD. Já dá para ver aqui. Bom, ele tem um master ali. É File Server, vai ser o nome dele. Do serviço. Home Directories, IPCs, Backups, Restrito. Então ele tem algo ali que é restrito. Mas eu tenho um ali que é de convidados. Chama-se Público. E eu vou lhe falar. Eu vou falar sempre em uma captura de flores. Na vida real não acontece a captura de flag. Eu vou repetir aqui. Captura de flag. Por que eu não gosto de captura de flag? Porque de todas as capturas de flag que eu participei, eu não encontrei como ela na realidade. Exemplo. O cara vai colocar uma senha dentro do FTP para você acessar um serviço interno. O cara vai colocar a senha dentro de um arquivo. No SMB Público, de convidado, com a senha para o... Isso aí é complicado. Mas o captura de flag tem uma coisa interessante. Que é você treinar, você exercitar. É igual a matemática. Se o professor não te dá equação para você brincar toda semana, você não brinca de equação. Não é verdade? Serve só para isso. E ele funciona como aquelas brincadeiras de infância. Não sei, na minha época eu não tinha internet. Então a brincadeira de infância era brincadeira. Brincar de fazer mapa, brincar de esconder coisa. Era um negócio bem legal. Era bem lúdico até. Então a captura de flag vem muito nesse sentido. Aquela brincadeira de você procurar, achar. E com isso você vai exercitando. Sim. Na vida real não, tá? Na vida real não. Só teve um momento que na vida real... Dois momentos em que a vida real a senha estava lá. Um foi na NASA. Toda criança invadia a NASA porque era de praxe para os cientistas colocar a senha na bio dele. Na bio. Para nunca esquecer a senha. Porque parece que era complicado recuperar a senha na NASA. Então os caras faziam isso. Então com o comando finger, muitas pessoas conseguiam acessar a NASA e invadir a NASA por causa disso. Era só bater o finger e todo mundo sabia e ninguém mudava. Então era uma brincadeira. Era uma brincadeira de criança. Porque todo mundo sabia que essa merda tinha lá. Entenderam? E nunca ninguém mudava. E a segunda vez que isso aconteceu foi no DataSource. O DataSource, acho que a senha estava no arquivo JavaScript, se falha a memória. Alguém deixou ela lá. Bom, complicado dizer. Então, você encontra um SMB Server, você se conecta com o SMB Client, você lista com o traço L e você traz a lista. Você traz ali tudo que você precisa saber. Legal. Agora, seria interessante a gente tentar começar a procurar ali. Eu poderia tentar alguns usuários de senhas para entrar na área que não é convidada? Poderia. Mas no caso, eu vou fazer o seguinte. Eu vou fazer o seguinte. Então vamos lá. SMB Map. E aí eu vou colocar traço H. Beleza? Vamos lá. Vamos buscar essas informações. Do que tiver de informação. Ele vai trazer cabeçalho. Ele vai trazer tudo para nós. Beleza? Da máquina. 10.137.0.24. Nós também vamos querer que o usuário seja o guest. Traço P sem senha. Estou esperando isso. Eu poderia também tentar sem usuário. Traço R e público. Que é o diretório que nós vimos que ele está público lá. Então aí ele vai rodar o SMB Map. Repare que esse aqui já não é um comando comum. Esse comando aqui já não é um comando do mundo da luz. Esse aqui já é um comando aqui do mundo hacker. O SMB Client, que foi o anterior. Ele já é um comando esperado de uma infraestrutura. Então o SMB Client, se ele é um comando esperado da infraestrutura. Ou seja, o rastro que ele deixa na minha rede. Já está como na lista de White. Legal? Agora o rastro que esse cara vai deixar. SMB Map. Na nossa rede. Já está na lista de negados, ruins, maus. Comportamento ruim. Então o comando anterior, ele foi importante. Para a gente descobrir os dados iniciais. Para executar o SMB Map. Para a gente ser certeiro no SMB Map. Porque se a gente começar a testar aqui. Público, não deu. Printers, não deu. Aberto, não deu. Nós vamos deixar tanto rastro na rede. Que nós vamos chamar atenção para nós. E isso é um problema. Entenderam? Roda o Client. Vem aqui. Roda o Map certeiro. Então nós encontramos aqui. Que eu tenho ponto, ponto. Que é o diretório ancestral. Nós temos. Desculpe, ponto. Que é o diretório atual. Ponto, ponto. É o diretório ancestral. Um arquivo de notas. É a brincadeira do captura de flag. Na vida real, você encontraria nota fiscal. Com nome de pessoas. Telefone. Que você poderia utilizar para fazer engenharia social. Na vida real, você encontraria provavelmente. Arquivos com dados privados. Talvez uma possível chantagem. Em um ambiente real. Você poderia ficar pisbirotando arquivos que entram e saem ali. Que é troca de dados entre pessoas. Podemos ver isso também. E talvez até tenham senhas nos arquivos de troca. Exemplo. Alguém exportou usuários de senhas de um banco. Jogou ali para outro funcionário pegar. E acha que em 10 minutos é rapidinho. Ninguém vai perceber esse arquivo lá. Mas a gente monitora ele. Entenderam? Monitora esse diretório aqui. Monta um Python e olha. Monitora. Cada. Você pode colocar cada 5 minutos e dar uma olhada. Beleza? Arquivo novo. Copia. Arquivo novo. Copia. Muito fácil, cara. Muito fácil. As pessoas tem esse problema. Então vamos. Agora que nós mapeamos. Nós podemos fazer o seguinte. Nós podemos tentar buscar ali esse arquivo de notas. Vamos lá. SMB. Porque eu utilizaria um comando que não fosse o oficial. Então vamos usar o SMB client. Legal. O SMB client. Nós vamos tirar o L de listagem. Porque eu não quero listar. Eu quero pegar algo. Beleza. E aí eu vou colocar aqui um traço C. Um traço C. Que seria o comando que eu quero executar. Beleza? Traço C de comando. E aí eu seria um get. Que é pegar. Notas.txt. E. Legal. Eu tenho que colocar aqui o diretório, gente. Aqui. Estou esquecendo alguma coisa. Galera. Eu não estava esquecendo nada não, cara. Era meu cérebro falando que eu escrevi errado. Caramba. Foi mal. Tive que cortar, tá galera? Normal, tá? Então, olha. Eu peguei o arquivo chamado notas.txt. Beleza? Então vamos lá. E eu procurei, cara. Eu fui na literatura. Pô, mas está certo, cara. Comando. Público. É guest. Não preciso de usuários. Executando contra o alvo. O IP tal. Acertei o nome do arquivo. Aí quando eu falei acertei o nome do arquivo, adivinha? Puta merda. Estava escrito errado. Cate notas. Então aqui. Eu tenho a dica. Olha a dica. A app web está na porta 80. Ó. Tem. Uma app web na porta 80. O FTP na porta 21. É uma informação idiota. Muito, muito idiota. Mas é que poderia ser. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Mas aqui poderia ter uma informação útil. É lógico. Não vou colocar usuário e senha aqui. Para não ter nenhum problema. No capture the flag. Viria uma senha aqui. Beleza. Vị uma dica, talvez de uma coisa mais importante, a que eu só coloquei sobre serviços. Poderia ser um arquivo de um banco de dados. Um SQL, um dump. Poderia ser tanta coisa. Até mais galera. Tchau.