Transcrição do áudio
Um SMTP e POP, que gostosinho, dois protocolos, entre os cinco mais caçados por hackers quando eles já estão dentro da sua empresa. Quando eles já estão dentro da sua empresa, eles vão procurar TELNET, FTP, POP, SMTP e também HTTP PUR na intranet. Por quê? Tá bom, vou explicar rapidinho aqui para vocês. TELNET, senha em texto plano, já falei isso para vocês em outros cursos. A questão do FTP, dentro da empresa o FTP é utilizado para troca de arquivos em servidores, beleza? E você pode enganar a rede fazendo envenenamento de DNS e momentaneamente os FTPs podem vir para você. Essa jogada, POP e SMTP é a mesma coisa, todos eles trafegam, gente, todos eles trafegam a autenticação por texto plano, por padrão, por padrão. Se você vai colocar um protocolo de segurança é outro assunto, por padrão sim. E dentro de uma rede, a equipe de TI, ela acredita nas pessoas. E dentro de uma rede, a equipe de TI, ela acredita nas pessoas. E dentro de uma rede, a equipe de TI, ela acredita nas pessoas. Ela é muito amável com as pessoas, então ela não coloca uma restrição mais severa ali na infra, até também para evitar ter chamado. Porque uma TI que tem muito chamado é tida como ruim. Uma TI que o hacker passa seis anos e ninguém percebe, a TI é tida como uma TI boa. É esquisito dizer, mas o hacker não gera chamado. Como o hacker não gera chamado, eu deixo aberto, todo mundo faz o que quer, o hacker faz o que quer, ninguém me abre chamado. Essa é a TI boa, tá, gente? A TI ruim é aquela que eu fecho, que eu crio muitas regras, que eu trabalho muito bem ali, isolando, lutando, e aí, sabe o que acontece? Todo mundo começa a reclamar, começa a abrir chamado. Essa TI é ruim. Mas o hacker está ferrado nessa rede, né? Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Vou lhe explicar. Na pendita intranet, a TI, em vez de militarizar e chumbar ferramenta monstro para detectar tudo, não. Tira as ferramentas de defesa. E dentro de uma empresa, existem muitas soluções. caseiras da empresa que foram feitas por pessoas que não são foda em programação muito menos em security E aí eu te digo essas pessoas acreditam ali dentro que estão isoladas fechadas estão protegidas ninguém vai tentar fazer nenhum tipo de maldade legal bom então os sistemas de intranet não possuem uma defesa muito forte em 99 999 por cento dos casos vai que alguém aqui me aparece dizendo eu fiz tudo exemplo eu pus https você pois https pois auto-assinado não é um https com um terceiro elemento da conversa para garantir que aqui porque é um endereço local dentro de uma internet a entender o problema é coleguinha aí o roda http né o http zinho básico ali e no http básico em uma tela de login e senha passa o usuário e senha e é e uma infra desses dessa forma eu bato a poça com vocês até aí quando criou usuário ela que o usuário da seguinte forma usuário e senha para ser administrador de servidores usuário e senha para o seu e-mail igualzinho usuário e senha para o smb usuário e senha igualzinho para o ftp a entender o tipo de variação quando tem uma variação sabe que eles fazem uma exclamação um asterisco no final eu tô bebendo café tá galera não consegui parar de beber café ainda é legal pegar a jogada né vamos lá nós temos dois programas e como eu posso dizer eles são muito importantes para nós do mundo hacker porque um eles são vulneráveis cara por padrão é e-mail é vulnerável ponto final é mas eu tenho um que eu posto fixo que roda muito bem linux que é um dos mais usados no mundo e que tem vulnerabilidades e nós temos também o Campeão das vulnerabilidades esquisitas chamado Microsoft Exchange server o Microsoft Exchange server é tão vulnerável é tão vulnerável é e muitas das vulnerabilidades dele nunca foram corrigidas são lá dez anos ou mais E eles não podem colocados numa rede sem um devido isolamento de borda, ou seja, um firewall com umas regras muito fodidas protegendo só ele. Nesse nível. E a Microsoft nunca vai corrigir, porque para a Microsoft é importante, a Microsoft tem um cliente chamado Governos e é importante que as caixas de e-mail das empresas estejam expostas para que seja possível fazer o que tem que ser feito, o que todo o governo faz. Se você vai falar que é só a China que faz, eu posso falar que os Estados Unidos também fazem e o Snowden está aí para provar, entenderam? Então como eu posso dizer, na verdade, todo o serviço deveria estar isolado, protegido por um firewall e eu seria muito estúpido, mas porém muito... Como eu posso dizer assim, parreira, a seleção do parreira, bem jogada, bem na retranca, seria muito retranqueiro que eu falasse para você que cada serviço deveria ter um firewall na cabeça, isolando o serviço e uma puta restrição de acesso, principalmente para administração, beleza? Só que é o custo da TI elevar para caramba, complexidade elevar para caramba, principalmente manutenção, tá? Então nós temos a porta 110, a porta 100. Então nós temos a porta 110, a porta 100. Então nós temos a porta 110, a porta 100. Então nós temos a porta 110, a porta 100, a porta 120, webvista 25, todas as tcps, todas ligadas à post Fix ou Exchange server, legal? Então, uma primeira cagada nós podemos encontrar lá é uma permissão que tem, que é padrão, tá? Para o mundo Linux e para o mundo Windows também. Mas no post fix te dá permissão total para todo mundo acessar a caixa de e-mail, de qualquer IP. Então, eu posso ter. Atualmente, IPs de adversários me atacando. Bom, eu poderia colocar um ARF para me ajudar a defender. Um firewall de aplicação focado em postfix. E aí eu colocaria no firewall de aplicação países esquisitos que provavelmente eu não receberia e-mail. Ou que meus clientes não se conectariam, por exemplo. Bom, qualquer host na internet pode pedir ao postfix que entregue mensagens de um remetente. Qualquer, não importa. Por causa disso aqui. E naturalmente, a segunda é um comando vrfy, que é habilitado. O que acontece? Esse verbo é criado para o servidor confirmar se um endereço existe antes de aceitar a mensagem. Ou seja, numa rede pública, isso é um oráculo de enumeração de usuários. Ou seja, se você tiver isso habilitado, você pode ficar testando usuários. Testando usuários. O que eu acabei de falar sobre usuários de uma TI? E aí você vem aqui e você bate usuários no samba. Você bate usuários. E aí eu falo para você, como que eles sabem? Eles sabem porque tem várias configurações zoadas dentro de uma infraestrutura. Tá? E por padrão também, desligar o verbo, né? E desliga os verbos e tudo mais. Restringe ao máximo possível. E ó, e outra coisa, a questão também, hello. Você, como eu posso dizer assim? Você pode, tipo, mandar um hello e ele responde. Muito idiota, cara. Muito idiota, muito idiota. Para enumeração, então você vai lá, cerca as redes, você é o recipiente, depois você desabilita o VRFY e desabilita o hello. Isso é que você já, naturalmente, avançou muito na sua configuração. Beleza? Lembrando que, deixa eu puxar aqui o Kali. Aí tá. Cara, eu vou criar um look and feel para o Kali, para o Kali K, cara. Estávamos aqui na nossa sala de SMB, não é? Color Paint. Então funciona assim, aqui você tem um atacante, aqui você tem um alvo, certo? E aí, conforme você viu no Turnable, o de redes de computadores, eu inicio uma connection pelo handshake de três vias, legal? TCP. Aí, logo em seguida, eu começo a escrever... O protocolo... E o protocolo me responde, e assim vai, não é isso? Beleza? Tá bom. Acontece que... Primeiro, preste atenção, eu bato aqui e falo... Oh, o que você é? Ele me fala, eu sou um servidor de e-mail. Olha a merda. Eu bato nele. Usuário João. João não existe. Então eu sei que João não existe naquele ambiente daquela empresa. Aí eu pego e tudo. Tudo bem. De novo. Usuário Maria. Maria existe. Veja, você não executou ainda o envio do password. Como você não enviou o password que é mais pra frente, ele não guarda isso aqui aonde? No log. Eu vou até colocar uma exclamação de negação de login. Então você consegue enumerar usuários em uma empresa? Ah, sem deixar nada no log dos caras. É muito burro. Oh, o cara que fez essa porra desse protocolo, eu te juro. O cara que cuida dessa merda. Ele deveria, te juro. Deveria ganhar assim, sabe? Eu comer um quilo de feijoada e ir lá no outro dia bem cedinho e cagar na cova dele lá onde ele tá enterrado. Cagar naquele mundo de bosta com feijão mal digerido. Merece. Merece. Mano, como é que você me cria uma forma de ser enumerado? Ai, cara, essa porra foi uma mulher, cara. Puta. Na verdade, o protocolo não. O protocolo não. O protocolo é antigo. O post fix, ele é recente. Eu acho que ele foi criado dentro da IBM e depois ele foi pra Google. Beleza? Se não falha a memória. Ah, isso aqui foi uma mulher. Bom. Tem como corrigir isso? Não. Impossível. Impossível. Então, olha só. Você vai vir aqui no Não Importa Web, no livro, e vai baixar a última versão do livro. Lá pro capítulo 18 eu ensino a instalar esse negócio. Mas não tem defesa. Não tem defesa. É indefensável. Beleza? Procura lá. Procura lá. Tudo bem. Vamos lá. Você poderia colocar uma Rona e Pote. Concordo. Concordo. Aí você começa a pegar IPs. Mas o atacante, o adversário, ele troca muito o IP. E aí é complicado. Tá bom? Então tá aqui. Ah, atacante de merda não troca o IP. Atacante bom tem bala na agulha pra ter muitos proxys. Proxy custa mais caro que VPN. Proxy custa mais caro que VPN. Dinheiro. Dinheiro é um segregador também. Entre o hacker bom e o hacker ruim. Tá? Aqui, ó. Aqui você vai ter como faz. Lembrando que você pode também, né? Vim aqui, meter uma estrela, passar uma língua, sei lá, cara. Dar uma dedada nesse projeto. Porra, cara. Vai lá. Passa a língua. Sei lá, meu. Porra. Beija. Rola no chão. Faz qualquer coisa. Faz qualquer coisa. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Não tem problema. Faz qualquer coisa aqui pra esse repositório aqui ganhar força também, né, meu amiguinho? Até mais. Tchau.