Transcrição do áudio
Vamos falar sobre endereço de camada 2 chamado Mac Eddard. Na década de 70, dentro de X-ShareX foi projetado algo que mais tarde, na década de 80, foi formalizado pela i3D, que é um protocolo de rede chamado Ethernet. E nesse protocolo de rede você tem, naturalmente, 6 bytes para origem, 6 bytes para destino, entre comunicações de máquinas. Então toda máquina, segundo a Dix-ShareX ou segundo a i3D, teria uma placa de rede. Com isso ele conseguiria, naturalmente, transmitir dados de uma máquina para outra dentro de uma rede, como uma grande colisão. Vamos colocar assim, encabe o coaxial. Olha que louco, o curso de redes eu explico isso com mais detalhes, no capítulo de camada 2 chamado Subcamada Mac. Então, naturalmente, a manteve se essa ideia de 48 bytes, do qual é dividido. Os primeiros 24 bytes, ele é destinado para a empresa. Então, é isso chamado de OUI. Você pode pegar, naturalmente, os primeiros, digita lá então, IP Hedrus, vai na internet, porque eu estou sem internet, porque cortar internet por falta de pagamento. E o outro link quebrou, e eu não percebi. Vai na internet, digita IP espaço Hedrus, pega o seu Mac, então vamos lá. Com o curso aí, ajuda o coitado para o pessoal que não pagou a corta. O red internet, cara. Está vendo aqui, você pega isso aqui e vai na internet e procura assim, o I, espaço isso aqui. Ah, e morra! Vou fazer essa piada em aula. Você vai ver que ele vai dizer qual é o fabricante da placa de rede. No meu caso, não é um fabricante, é uma virtualização. Vai dar aqui um QBS, provavelmente. Beleza? É dessa forma que muitos hackers, ele sabe mais ou menos que atacar um hardware na rede. Você está vendo qual é o fabricante daquele hardware. OUI, cara. Por isso que é comum, né? Eu ativo no meu Linux a mudança automática, porque ativava, né? Porque no meu QBS eu estou com medo de fazer isso. No meu Debian, eu ativava a mudança automática de Macadres. Então a máquina ligava e o Macadres mudava. Só que o problema que o DHCP serve, ficava louquinho na minha rede, sempre me dando endereços diferentes. Beleza? A segunda parte, então os outros 24 bits, esse que não deveria estar maiúsculo, deveria estar minúsculo, para cada placa de rede que a fábrica faz, ela incrementa em mais um, mais um, mais um, mais um, mais um, que seria os últimos 24 bits. Legal? Aqui, ó, lista completa de todos os fabricantes aqui, ó. E o fabricante, desculpa, a Zia de café. E o fabricante, ele pode ter mais de um, como assim? Esses nem, para a RealTek, ela faz muita placa de rede, né? Então ela pode fazer RealTek para computadores da Dell, da rede da linha Inesperon. É sério? Eles cadastram isso, cara, eles até falam às vezes o modelo do dispositivo. É muito burro, cara, é amarrar o cachorro com a linguiça, cara. Cachorro de 2026 não é igual o cachorro de 1970, porra. Você sabe, né? Em 1970 você poderia marrar o cachorro com a linguiça, o cachorro não podia, não, cara, ficava presinho, bonitinho, como se fosse uma corrente. Faz isso hoje, você vê. Vamos ver a parte do fabricante, que é o i, e a parte que é da placa de rede, que é alta, legal? Beleza. E naturalmente, esse Macadrus, ele está cravado na placa de rede, como assim? A placa de rede tem uma memória ROM e está no Macadrus. Você não muda para sempre. O que você pode é dar um set e alterar o IP link, pelo comando IP, sobre o link, você consegue dar um set no Address, legal? E como isso você muda, você muda o Macadrus, tá? Mas quando você faz isso na memória, por quê? A placa de rede é um tipo de dispositivo em que ele é mapeado na memória, não nos registradores dele. Aonde você vai ver isso? E não falha a memória no capítulo de dispositivos de entrada e saída do livro do Tanioball de redes de computadores. Se não for um capítulo de dispositivos de entrada e saída, está no capítulo de memória. Então, quando você muda o Macadrus, você está mudando na memória RAM, porque o dispositivo de placa de rede está mapeado na memória RAM. Então, quando você desliga a máquina, você naturalmente vai ter problemas. Se você está utilizando um Debian, eu nem sei se o Linux tem essa possibilidade, mas também não adiantaria mudar porque esse Linux que estou usando aqui, sempre que eu reinicio ele, ele volta, ele sempre, quando eu desligo, ele esquece tudo que eu fiz. E eu tenho que reconstruir ele todo dia. Todo dia eu reconstrui, todo dia eu reconstrui essa porra dessa máquina para garantir que eu não deixe pegada digital na internet, porque todo dia naturalmente eu vou mudar alguma coisinha, beleza? E essa máquina é nova todo dia e ela atualiza automaticamente também. Então, tudo que eu fizer agora vai com certeza esquecer quando reiniciar essa máquina. Tudo nano. É uma boa idade, é uma louca, está mais, é muito boa. Libre, sistema, ó, existe, tem o de, legal, network, 99 de fã, puta, está lá cara, existe. Existe aqui, está vendo isso aqui? Está persistente. Quer dizer que ele vai pegar a placa de rede, vai mapear na memória e vai colocar lá. Se você colocar aqui random, quer dizer que toda vez que a máquina reiniciar, ele vai trocar esse endereço, mas aí ele vai pegar o endereço IP diferente. Ele vai pegar um IP diferente. Eu faço, eu faço isso, vou fazer essa mudança aqui cara, não vai importar, porque quando eu reiniciar essa máquina que ela vai esquecer tudo mesmo, é uma maldição do Qubes, né? O Qubes funciona assim, né? Você tem dois níveis de máquina, né? Ela é diferente. Então, por exemplo, eu teria que inicializar essa máquina virtual e alterar nela. Ela é a semente que todo dia quando eu ligo a de trabalho minha, ela pega essa daqui e recria na memória os diretórios, exceto o Barra Home. O Barra Home é o mesmo. É persistente para mim só no Barra Home. O resto é tudo sempre que eu ligo a máquina, sempre uma máquina nova. Eu tenho que instalar tudo de novo, né? Ou eu vou nessa máquina aqui, que é a semente e eu faço a configuração aqui. Aí quando eu faço a configuração aqui, adivinha, sempre que eu ligar a trabalho, a configuração já foi feita lá na semente, mas eu não vou fazer isso nada, foda-se. Persistente, randol e noni, né? Vamos tutar as três formas aqui. Se você está no mundo da segurança, é randol, né? Randol, você não vai ser uma piada da rede. Só que sempre que você ligar essa máquina, seu computador vai pegar um IP diferente também, tá? Sempre que seu computador vai pegar um IP diferente. Beleza? Tem algumas coisas que você tem que saber, tá? Você dentro do oui, o fabricante tem que dizer para que ele vai usar isso aqui, tá? E é o que eles colocam lá na standard, né? Da oui. Para que o fabricante vai fazer? Tem um bando de burro do caralho. Na primeira parte, os primeiros, aqui são 6 bytes, tá? No primeiro byte, nessas duas posições aqui, é engraçado, né? Porque, tipo assim, invente conta zero, um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, né? Eles contar invertido, né? Daqui por lá, como eu decidi zero, foda-me por lá. Eu vou pegar a internet, eu vou ter que melhorar essa imagem. Ó, aqui, tá? Se for zero, é para unikest. Se for um, é para multicast. Então, a placa de rede é feita para unikest ou multicast. Vai depender do propósito dela. Se é para atender, né? Naturalmente, um grupo de máquinas, você é para atender as máquinas que se conectam de uma a uma, né? Multicast poderia ser ali. Então, aplicada ali, a imaginão data center. Global unikest ou local, né? Administrado. Zero ou uma aqui. Então, normalmente é local administrado. Global é raro você pegar o zero aqui, geralmente. Muda só isso que vai funcionar aqui dentro. Então, por isso que aqui você pode ter sempre assim, eu acho que era quatro ou seis, tá? Quatro ou seis ali, que é o que é o normal pegar ali, beleza? Aqui, ó, por causa dessa mudança aqui, beleza? Unikest, multicast, broadcast. O funciona assim, o unikest é para uma máquina, para uma máquina, é tudo de um grupo de máquinas, tá? O multicast de uma máquina para algumas máquinas de um grupo de máquinas, sendo que essas máquinas em vez de estão previamente cadastradas. E aqui tem o range que você poderia ter, por exemplo, ó, o um aqui, ó, tá vendo? E naturalmente, aqui você tem o broadcast, são endereços que você colocaria e você vai colocaria todas as máquinas dentro do infraestrutura. Você tem broadcast em duas camadas, tá? Você tem o broadcast de camada 2, que é aqui, e você tem o broadcast de camada 3, que é camada de rede, tá? Você viu o broadcast de camada de rede quando você configurou aqui, o arquivo network interface, né? Vamos, vamos aqui não. Usar o menu aqui, né, de opções aqui, ó, quando você colocou isso aqui, ó, aqui, ó, 255, tá vendo? No último endereço da rede, você colocou isso aqui, é o endereço de broadcast de camada 3. Mas você também tem o broadcast de camada 2, beleza? É, isso é muito importante, porque o Triggs, né, você pode ter num switch duas redes diferentes, a camada Triggs, e cada uma se comunica naturalmente com as máquinas de sua rede, sua rede. Mas quando eu falo de um broadcast em camada 2, eu tô falando de todo mundo dentro do enlace, vamos colocar assim, do enlace é até onde o teu router vai, vamos pensar assim, qual o enlace da sua casa, é até o router da sua casa. Numa empresa, até onde é o enlace, do seu departamento, é até onde você encontra um router, até lá é o enlace, beleza? Ele cobriria tudo aqui, o ac<|cs|><|zh|> Anders, que é isso de camada 2. Poucas vezes eu precisei te fazer isso, Você quiser ver IP Link Show e a placa de rede você vai ver o MAC Eadres. Conforme eu falei IP Link 7, a placa de rede, dá o desliga, você altera, repara o 4, que é um tipo de comunicação Unicast. E então você dá um up e você liga a placa de rede, beleza? Esse 4 aqui é devido a global, a local administrado, a questão do Unicast ou do multicast, tá? Isso aqui que vai definir esse 4 aqui. Beleza? Tranquilo. Bom, então, sua máquina, ela precisa, na verdade, dentro da sua infraestrutura, ela se comunica por MAC Eadres. Então vamos lá. Imagine que você está aqui na sua infraestrutura, tem outros computadores. No outro fã de internet, esquece internet, é dentro da sua infraestrutura. Se duas máquinas têm que se comunicar aqui dentro, elas vão utilizar o quê? Adivinhe? Comando ARP para localizar o MAC Eadres da máquina de destino dentro da infraestrutura. Beleza? Então ARP é um protocolo que roda na rede local, que dá para o endereço de camada 3, que é o endereço IP, eu obtenho o endereço de MAC Eadres de camada 2 para comunicação no link local. Ok? Olha que legal. Então você é muito comum você ver, tá? Você ver ARP passando na rede de um lado para o outro, porque ele está fazendo isso aí. Então o ARP é quando você tem um MAC Eadres e você quer o endereço IP, ao contrário, que é o R de reverso. Beleza? Tranquilo? Beleza. E aqui nós vamos falar agora do WGET, tá próximo aula, eu falo do WGET. Até lá. Até mais. Tchau.