Transcrição do áudio
Bom, hoje em dia nós temos um problema. Eu não sei se é babaquice, eu não sei o que é, mas parece que nós temos dificuldades ali no processo de empacotar e colocar os pacotes no repositor oficial, os principais sistemas operacionais. Não sei se é um preciosismo, se é um medo por questões de segurança, eu não sei. Muitas empresas estão ali ou colocando repositores próprios, empacotando com outro sistema de instalação de alto nível. O Dabian, a instalação de alto nível é feita utilizando o APT. O APT então é a nossa instalação de alto nível por padrão. O que não é padrão, por exemplo, o Snap e, por exemplo, o Flat, bom, isso é ruim, porque isso é ruim. O que acontece é que você não pode sair instalando coisas da marca, não pense. Imagine você ter que instalar uma ferramenta de instalação de coisas, olha o risco. Sendo que você já tem uma ferramenta de instalação, o que se chama APT, porque que eu estalaria o Snap se eu tenho o APT? Porque entende? Então é aí nós encontramos um problema, porque sempre que você instala alguma coisa nova, você influa o balão. O balão é superfície de ataque, sempre que você assopra é sempre quando você coloca uma tecnologia nova na sua empresa, na sua vida pessoal. Então eu evito ao máximo colocar essas ferramentas, a não ser por obrigação. Quando é obrigação, por exemplo, eu não tenho que fazer mais, como eu utilizo Qubes, você está vendo que é o Qubes. Falar nisso, já tem um livro de Qubes para que você possa pegar o meu livro de Qubes. Olha só, essa aqui é o RL. Hoje o livro de Qubes está na cabeça, mas no futuro ele vai mais para trás. É de graça, você clica aqui. Eu costumo colocar os livros que você baixa dois arquivos, um PDF e um malware. Você só vai baixar um PDF. Vou clicar aqui e vou provar para vocês. Só um PDF. Agora se o PDF tem malware, eu estou assunto. É um outro lindo, que você se linda com isso que eu estou usando aqui. Tem 140 páginas, a previsão de chegar em 200. Pega esse RL, você vê que eu nem tive que me cadastrar. Eu estou sem me cadastrar. Eu queria que clicar lá para entrar. Qualquer pessoa pode baixar. Ok? Bom, vamos lá. Como eu uso Qubes, eu posso muito bem fazer. Por exemplo, o que eu já fiz, que eu fui obrigado a colocar o Timus para um cliente específico. Então, abre uma VM nova, porque é fácil, coloca o Timus lá e intercala ela com o resto do meu sistema operacional. Você chama Qubes. Mas cara, por que você vai colocar um servidor caro? Por que? Porque não tem no APT. Então, se não tem no APT, você vai ter que voltar para trás e fazer a instalação com o DPKG. Mas é difícil. É, cara. Por isso que você ganha o R$12.000, é esse o valor que nós estamos falando. Um salário de um cara em um nível muito foda na TI é R$12.000, cara, que tem responsabilidade, que tem segurança. Entendeu? Nesse nível. Vai, vai, vai, vai que você consegue. Vamos lá. O ano é 2021. Então, nós temos no mundo o débio, o APT. Nós temos um APT GAT, o APT ele não é o sucessor do APT GAT. O APT ele era um projeto e tem o APT GAT, o APT simplesmente, tá? E aí foi, naturalmente, passar da bola no mundo débio para o APT em vez do APT GAT. É aquilo que eu falei, é um monte de probleminha com um monte de de grupinho, um monte de coisinha, tá? Bom, primeira coisa. O teu computador, deixa eu abrir aqui um Linux, eu posso mostrar esse Linux, eu vou abrir um outro Linux. O que nem todo Linux eu posso mostrar para você. Deixa eu pegar um Linux bem levinho aqui. Eu acho que esse Linux é levinho. Tá? Isso aqui, ó. Isso aqui, tá? Esse vermelho é um sistema opressional, é uma VM. Vai dar uma demorada para carregar aqui porque eu estou no limite, do limite, do limite. Foi inicializado já. Então, cadê a telinha que não apareceu? Aqui eu pareceu duas. Vamos lá. É que eu estou com um processamento fudido aqui do lado. Vamos lá. Então, CD, ETC, APT, LES. Então, nós temos aqui LES traço L. Legal? Deixa eu aumentar aqui a fonte para que você possa enxergar. Legal. Vamos lá. Beleza. Temos alguns arquivos interessantes. Vamos lá. Aí eu tenho o APT com onde eu tenho vários arquivos de configuração lá dentro. Mas o que é importante é esse cartilhsourcelist. Opa, não é cartilhsourcelist. Então, o source list dele está dizendo, olha, você vai, naturalmente, obter pacotes do tipo Debian nesse HTTPS. Então, os repositórios, você vai colocar no internet, você copiar isso aqui e você, a sessão site, você vai conseguir browsear todo o repositório. Não, nunca, no mundo Linux, nunca partimos para a premissa do escondido. O escondeu está errado. Até eu treço esse Linux com nome, por que que não veio aqui? É que você tem que ficar sabendo a sequência de nomes do Linux. É igual a sequência de doces do Android, que etiquete, que estreca tudo. Ah, idiota. Que é, então, aqui o principal? Contrib, não, Free firmware. Legal? São pacotes que você vai encontrar lá dentro. E isso aqui está lado. Essa lista pode estar depreciada. Entende? Essa lista pode estar depreciada. Ah, por isso que, então, você tem que executar. Agora, cadê o livro? Cadê o livro? Achei. É por isso que você tem que executar. Achei. Cara, eu não está aguentando a minha máquina, bicho. Legal. Você tem que executar o update. O update não só atualiza os pacotes, mas ele também atualiza as referências aos pacotes. E isso é importante. Com isso, então, sua máquina consegue fazer uma instalação. Vamos lá. Então, acabei de colocar aqui o source list. Entrei no Linux e mostrei para vocês. Legal? Eu preparei esse material para dar aula na época da IAD, gente. Então, na época da IAD, os alunos não tinham computador assim, sabe? Tem que partir desse pressuposto. E se tem Windows, então, todo material, ele é autoestrutivo. Ele tem os print screens de tudo. Tem muito print screens por causa disso. Se eu fosse escrever esse livro hoje, eu escreveria com menos print screens, com certeza. E ali está a explicação. Eu tenho o pacote Debian, HTTP, certo? Aí eu tenho o caminho. A distribuição que nós estamos discutindo, os tipos de componentes que vamos encontrar lá dentro, é comum em máquinas de desenvolvedores você também ter o Debian CRC, aonde você tem os componentes mais encódicos, onde você pode reutilizar eles na compilação dos projetos. Beleza? Tem que atualizar, tá? Legal. E que é adicional PPA? Adicional PPA, imagina o seguinte, a tua empresa vai lá e decide montar o servidor desse. Não é difícil não, tá gente? Com a compilação você monta isso aqui. Beleza? Tem uma estrutura, tem os comodinhos para rodar, que monta a estrutura já para vocês. Beleza? E aí para vocês distribuírem seus pacotes. Mas vamos lá. Digamos que eu quero baixar o Python. A nova versão do Python não tem para ARM. E eu teria que baixar para ARM, compilar no ARM. Ou, segundo o blog, do Joãozinho ali, o Joãozinho ali, ponto com ponto BR falou que se eu quiser eu posso naturalmente colocar o PPA, ou seja, colocar o RL dele lá no meu source list. É mais ou menos isso. Tem que também trazer as assinaturas, então assim não. Coloca o RL, tem que trazer as assinaturas, tem que preparar e depois o comodinho que você consegue adicionar, ADD, APT, Repository, que faz todo esse esqueminha para vocês. Bom, aí está o problema. E se o cara lá distribui um pacote malicioso? Quando você dá um update, o pacote malicioso vem para dentro da sua infraestrutura. Cara, é uma das últimas coisas que eu faço na minha vida. Então vamos lá. Não tem. Não tem. Fudeu. Tento o DPKG. DPKG não dá nem por diado. Não dá nem por diado daquela bosta. Tá. Então baixe o código e recumpila. Não recumpila. O deu. E snap. Pode ser uma opção lá no fim. E colocar o PPA nunca. A última coisa eu chegaria para o meu usuário e falaria que não dá para instalar esse problema aqui. Mas eu jamais deixaria colocar o RL, PPA de outro lugar. Do BaiaSkelly eu deixei outro dia. Ah, deixei. Mas quem eu deixei? Ah, então você tem que pesar muito isso aí na balança. Eu não acredito que a hora que eu vou querer destruir toda a carreira dela com pacotes maliciosos. Eu acredito que tem ali um certo rigor ali. Talvez você precise dar um update, o install software com o Part.com, para você ter acesso ao ADD repositório. Então para você ter o ADD repositório você precisa instalar esse cara e basicamente colocar as options e o repositório que você quer adicionar. Por exemplo aqui. Sudo DPKG ADD APT repositório. Mas para simples. Do tipo débil. Cochet, arquitetura, arquitetura, fecha o cochet. Espaço, o caminho e a aspa simples. Então isso aqui vai ser injetado lá no arquivo Source List. Vai lá, vai pegar as assinaturas e tudo mais. Vai preparar o cenário para que você possa fazer um update ou install de lá esse repositório também. Você pode ter um monte de repositórios. Não só um repositório. Só que vai virando uma zona. Essa é a verdade. Bom, listando os pacotes de um repositório. Basta você usar então ali um LES básico dentro do diretório Debian, naturalmente na sua máquina lógico, aonde ficam os binários. É muito simples. Var Lib APT List. Você vai ter que dar um LES no var lá. Libs, pacotes que você quer e ele vai listar todos os pacotes. No caso, se você ver o pacote que você quer, só daquele pacote específico. Então filtro que resolve. Tudo fica na máquina. Não tem nada. Um grepzinho básico para você fazer um filtro caso precise. Bom, o APT com parâmetro Sancho localiza pacotes em um processo. Então o APT Sancho MariaDB localiza dados do pacote MariaDB dentro e fora. Então fora na infrar, lá onde está os pacotes para a instalação, ele vai lá e busca essas informações. Então você pode ver, você pode ler, tem as recomendações, o que é preciso. Você pega essas informações lá no CVE.org. Para instalar pacote Y, para ele não ficar te perguntando. Deseje estar lá, ou se você mandou, digita o acento de sudo, com certeza. Não upgrade. Então aquele cara aqui faz a instalação daquela versão de um pacote, mas sem upgrade. Então ele faz a instalação, somente se for um upgrade. Pacote traça o número da versão que você quer específico. A galera ali de inteligência artificial tem um pouco de problema com TensorFlow, né? TensorFlow tem uns pipôcos de versão lá, né? Então você coloca igual a versão que você quer. Caso você precise reestalar, caso você precise forçar na ignorância bruta e total, traça o F. Então você pode muito bem abrir o terminal, executar o cômodo M, A, N, tudo junto, espaço, apt, ele te dá trocentas opções. Coloquei aqui o básico que usamos do dia a dia. Vamos instalar o pacote? Vamos lá. apt install net traço tu, usar o pacote do mundo débio. Traço y. Não me questione. Instale. Dá um enter. Então ele começa a fazer a instalação. Beleza? Reestal o pacote com suas dependências. Aqui é meio bruto, tá? O reestal muito bruto. Com todas as dependências. E eu poderia ter metido um F ainda para forçar ainda, cara. Um update. Eu atualizo o sistema. O update faz todo dia. O Linux não é como o Windows, que ao fazer o update você tem que provavelmente desligar a máquina ou até mesmo esperar meia hora. Principalmente na terça-feira, né? Isso é legal. O Windows sai teoricamente. A atualização não só na terça-feira, tá? Mas é porque eles pacotam tudo para terça-feira para ter e ficar sabendo. É a segunda terça-feira se não falhar memória. E pretende tudo ficar sabendo que na segunda terça-feira vai ter problema na infraestrutura. Basicamente isso. No mundo Linux não há qualquer momento que tem o pacote novo entrando lá uma atualização. Recomendo colocar o apt update no Chrome Table com o traço Y uma vez por dia. Beleza? No meu computador é de hora em hora. Não me importa. Caso você precise obter uma lista, tá? É, uma lista ali que tem que ser feito um upgrade você pode solicitar. APT upgrade, dist upgrade, full upgrade. Aí aqui tá, né? Alguns Debian pode ser dist upgrade, tem full upgrade também. Não tem mais fácil, eu acho. Remover pacote da mesma forma. Remove, move o pacote, mas deixa os arquivos de configuração. O plug elimina tudo. Eu vou explicar. O apt se utiliza no dpkg. Ele conhece a árvore de dependência e conhece o dpkg. Então ele faz tudo por dpkg. Então o que você vai encontrar de comandos no dpkg você vai encontrar aqui também no nosso amigo apt. É comum, às vezes, dar uns ppp no teu apt. Normal. Dá um clima para limpar cache, um auto clima para ficar limpando os cache por um tempinho. Orcaria tranqueira que não deu para instalar, deu pp, às vezes fica enchida paciência. Ali. Então você pode limpar isso aí. Limpa, limpa e pulga isso aí. Terminamos o capítulo 10. E vamos agora para o malvado. Esse aqui é o capítulo malvadão. Capítulo 11, chamado Shell Script. E naturalmente vamos falar sobre teste terminal. Até mais, tchau.