Transcrição do áudio
Chegamos do fome gerado, script, linguagem do capeta. Eu concordo se eu puder fazer Python, eu faço, mas a vantagem desses scripts, na verdade eu faço script de instalação, atualização e remoção, eu só faço com isso aqui, cara. Porque eu sei que vai funcionar. Python não sei se vai funcionar, eu não sei se o cara tem os recursos. Isso aqui não, cara. Isso aqui com script idiota, você faz milagre, só que é uma linguagem infernal. Eu acho que quando o capeta decidiu fazer um contrato, alguém, eu acho que ele deve ter usado Shell, porque talvez esse alguém entenda de Shell. Script bash. Bebiu aqui um café, aqui tem meu café, daqui a dia no estúdio, vamos lá. Acho que eu consigo gravar mais alguns vídeos, hein. Bom, o SH conhecer como Born Shell, ou Shell Original. Lógico que ele é lento pra caramba, pense. Um if era um programa, cara. Fonto, foi um sério. Um IEU é um programa, cara. Não é um comando. Essa coisa é estencível ao ponto de você criar uma linguagem toda nova em cima de programas. Sério. Bom, algo tão dinâmico assim em um passado aonde as coisas não estavam consolidadas, é legal. Mas quando as coisas se consolidam, essa vidão muito aberta faz com que tudo seja uma grande bosta lenta. Então, nós vamos ter ali algumas reescritas, umas melhorias, e nós vamos encontrar, por exemplo, tal do Dash. O Dash é uma boa reescrita disso tudo que roda no Debian, tá? Debian, alquimist Shell. E que, naturalmente, ele é um Shell padrão ali, que aproximadamente, os Debs, aproximadamente, umas quatro vezes mais rápida ali, tá? Do que o próprio Bash, que é mais rápido que o SH. O Shellborn, again, por exemplo, é o tal do Bash, que é o classicão. É esse cara aqui que você pode criar um curso, dar um curso, criar um livro, você pode explicar na internet como usar, você pode deixar a inscrição na internet. Esse cara aqui, com certeza, vai rodar, entende? E é por isso que eu só escrevo com a sintaxe apropriada para o Bash e que o Dash se dane, o Dash que entenda o Bash. Por inscrição, o que pareça? O Dash que o Bash vão se entender, tá? E o SH, ele virou um link simbólico, ou para o Dash, ou para o Bash. No seu sistema operacional moderno, beleza? Pernil, puta que pariu! Eu prefiro beber café, esse café é, pelo menos, é de alguns dias. Se esse café tivesse um ano aqui, você beberia essa xícara de café de um ano aqui, que esse estúdio tem barata. Ou você usaria o P, eu beberia xícara de café de um ano, do estúdio com barata. No que é programada aquela maldição ali. Por isso que o Python faz tanto sucesso no mundo Linux. O pessoal das antigas sofreu tanto com essa sintaxe maldita e essas dificuldades aqui. Que quando isso aqui apareceu, o povo abressou. Por isso que Python hoje é Python para sistemas operacionais, cara. É Python para tudo, na verdade. Mas se você olhar no meu livro, é Python para sistemas operacionais. Entende? Ah, se você for lá no Ocupe Web, um dos melhores lugares para botar informação hacke, é Python, Python e Linux. Python e Linux, tá? Esse cara aqui é o Adobe K, que nós já chegamos até a utilizar um script em linha. Muito útil, tá? Estou devendo um capítulo para você de Adobe K. E cai nas certificações. Então provavelmente eu vou ter que criar um tópico extra e depois chamar vocês. Aula extra para cumprir requisito da LPI e da Compitia Linux Maya Plus. Galera, eu vou adaptar todos os meus cursos para LPI e Compitia. Eu acredito que eu vou bater ali algo todo de 95% de aderência. 100% difícil. Porque esses cursos sempre modificam. E essas certificações são o meu curso estático. Não tem como. Tá? Então é isso aí, galera. Nós vamos se preparar, né? Você vai ter que enfrentar aqui uma sintaxa que não é linguagem bem complicadinha. Beleza? Até mais. Tchau!