Transcrição do áudio
É a quarta vez que eu gravo essa aula, hein? Vamos lá. Bom, você não sai atacando o alvo, executando comando contra alvos. Bom, vamos lá. Nós temos ferramentas de defesa na rede. Legal. E essas ferramentas de defesa da rede, elas escutam, cara, uma quantidade absurda de eventos acontecendo. Pacotes, processos com algum comportamento esquisito. Vamos pensar nós. Vocês acham que essas ferramentas conseguem processar tudo? Não, né? Legal. Aí é que está. A galera, em vez de apontar para o início de um ataque, para o início de um ataque, se você pegar aqui o CyberKillChain, eles analisam, essas ferramentas analisam somente aquilo que elas julgam que é mal para o ambiente. Elas não julgam que um scan na rede, como nós vamos fazer, vai ser tão ruim. Então, as pessoas, como eu posso dizer, saem atacando diretamente e são naturalmente percebidas. É mais fácil perceber você executando um comando contra um alvo que é um comando destrutivo do que você simplesmente escutar. Entende? Então, os hackers do VATS, eles são, tipo assim, muito apressados. É, como eu posso dizer, ele é muito apressadinho, né? Ah, ó, 60 segundos, já foi. Ah, os mais velhos vão entender a piada. O que acontece? Não. Você tem que naturalmente saborear aquilo ali. Esse cara é muito sacana aqui. Eu te juro que nenhuma das outras gravações foi zoeira assim. Mas é que eu já gravei tanto. Essa aula aqui, cara, por falha no OBS Studio, tô de olho nele lá. Se você olhar aqui, você tem que fazer o RECOM. Olha como que esse ciclo, ele é associado. Associado ao Cyber Kill Chain, associado à certificação CIH, associado ao mundo hacker em geral. O RECOM, ele deixa rastros na rede? Deixa, mas é mais difícil de perceber isso acontecer. Então, quando o hacker, ele vai executar a atividade, aí aquela que realmente é ruim para o ambiente, é a hora em que ele consegue ter uma assertividade. Por quê? Se eu ficar tentando, tentando, tentando, tentando, eu vou ser pego. Mas se eu der uma, pá, e eu for rápido o suficiente, posso até ser pego. Mas se for rápido o suficiente, a ponto de... Eu vou conseguir colocar outra coisa maliciosa lá dentro. Pegaram a jogada? Aqui nós temos aqui um Debian, que é o nosso alvo, que tá aqui nesse livro Kali K. Esse livro Kali K e o livro de Cyber Kill Chain, eles se completam bastante, tá? Leitura dos dois é importante. Aqui nós temos o nosso amigo Kali, tá? Bom, conforme eu falei, eu já gravei essa videoaula devido a falhas no OBS Studio. Tô de olho nele ali, enfim. Então, olha só. Vamos lá. A primeira coisa que você tem que fazer é instalar o Enum for Linux, NG. Bom, engraçado. Tudo que eu não uso do meu dia a dia tem no Kali. Aquilo que eu uso não tá lá. Ah, ah, ah, ah, ah. Com o passar do tempo, você vai montar sua própria... distribuição, tá? Então, você vai instalar esse cara. Depois, você vai executar o Enum for Linux, NG. E aí, você vai pedir para fazer uma enumeração. Bom, serviços, tudo, tudo, completo. AL, A de AL. Contra esse alvo, 10.137.0.24. Quando você executar esse comando, olha que riqueza. Vamos voltar. Certo? Olha só. Então, nós temos aqui o alvo. Nós temos um user randômico que ele gerou. Porque é muito comum o ser humano, ele deixar parte de si nos seus usernames que ele cria. Isso é ruim. Sem password. Repare. Foi possível, com isso, perceber que o SMB não tá ligado ao LDAP. Cara, o SMB ligado ao LDAP é um risco de segurança tão grande para a sua empresa que você não faz ideia. O SMB tá ativo, porta 445, com netbill na 139. Ataquezinho, RPC. Aqui, eu vou te falar, é muito provável. Você pegar essa dupla aqui. Isso aqui vai te chamar a um RPC. Lembra que eu mostrei o NBTScan pra vocês? E aí eu falei, olha, Workstation, olha, um file server que tá provendo arquivos. Olha, ali eu tenho um grupo. Olha só. Essa ferramenta traz aquelas informações e ela já enumera pra vocês, naturalmente, o que é cada coisa. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Olha só. Essa linha. E o file server tá lá. O file server está lá com alguma coisa na rede disponível pra gente. E é isso que me importa. Essa linha. Vamos partir pra ela também. É. É. É. É. É. É. A impressão minha, parece que o meu gato subiu no caixote de madeira de novo. Olha só. Isso aqui é interessante, hein? Ele tem um SMB. CNB3, legal, e repare o 2 e o 1, algum mané da infraestrutura deixou compatível as versões, retrocompatibilidade do modo legacy por que isso é ruim? Isso é ruim por um motivo simples, você deixa um monte de vulnerabilidades baseado em protocolos legados na rede e naturalmente o cara fez isso, o cara da TI fez isso para não dar suporte, para não dar chamado, porque ele não quer ter chamado, ele não quer ter que fazer algum trabalho dele provavelmente ele fez isso também, talvez até para dar compatibilidade com o NetBeal aqui, eu lembro do NetBeal, lembra? daqueles Windows antigos, puta que pariu, que merda, era aquilo, NetBeal e NetReels então olha só, cara, aqui é a grande cagada do cara, a grande cagada está ali, e as vulnerabilidades que nós vamos explorar estão aqui lá na primeira versão, NetBeal's Computer Name, chamado File Server, sem domínio, o nome do computador é Debian e ele é membro de um Workgroup, tanto que ele não está no LDAP, ele não está no LDAP então é aqui o local da própria máquina, poderia ser também naturalmente um pequeno router caseiro cara, eu vou fazer o seguinte, eu vou fazer um garimpo na feira do rolo, atrás de routers antigos e aí eu vou montar alguma coisa com isso, para vocês verem o quanto aquelas porcarias são e eu posso invadir meus próprios routers, não tem problema? não tem problema nenhum, são meus, eu comprei na feira do rolo, lógico RPC, porra, que importante, ele já faz para nós aqui ó, server, então vai permitir via usuário vazio e password vazio provavelmente tem alguma coisa pública na rede que eles deixaram deixaram um diretório público na rede, olha e como eu tenho protocolo 1 e eu tenho netbills netbills provavelmente, esse cara aqui vai ser muito vulnerável, está aqui ele está praticamente me dizendo, aqui ó, RPC praticamente ele me disse aqui o que eu queria ele aceitou inclusive qualquer usuário com qualquer password está aberto, alguma coisa está aberta nem todo serviço SMB é aberto assim os caras fazem isso por preguiça não para conseguir algum material na internet que um grupo hacker deixou para que otários vão seguir click fix tomei RPC. Review É, então, nós vamos usar RPC daqui a pouquinho daqui a pouquinho nós vamos invadir esse cara por RPC, escreve o que tô te falando aí é que tá, né, galera. Por que que eu tô falando provavelmente você tem que entender que nem toda máquina ela é vulnerável é difícil você montar um ambiente vulnerável é igual você falar no PHP 7 tenta instalar os componentes do PHP 7 não se acha mais então foi muito difícil eu montar essa máquina alvo num Debian 13 com vulnerabilidades tão antigas então pode ser que não consiga legal? esse sistema ele está mandando um banner de Windows 6.1 gente é porque é uma informação extra que veio lá ele está num Debian é de um Debian, mas veio essa informação eu tenho que ver da onde que veio isso isso é recorrente aqui isso aqui está sendo recorrente eu tenho que procurar talvez algum pau conforme eu falei, montar esse ambiente complicado eu consigo enumerar via informações do serviço e é um Debian é um Debian 13 aqui está o pacote do Samba 4.2210 4.2210 retrocompatível olha a merda user via RPC então ele numerou usuários e ele conseguiu localizar usuários msfadmin ele já fez o ataque que eu ia fazer para vocês verem não, eu vou fazer essa porra na unha ele já fez, entenderam? caramba é que da outra vez que eu utilizei esse comando num outro alvo real, do mundo real o RPC não estava aberto então não veio essa informação para mim e aqui o RPC que está aberto repara que ele localizou usuários grupos domain, built-in shared libraries foi possível um servidor de arquivos chamado IPC um backup do tipo disco diretórios do tipo disco setor administrativo do tipo disco privado, público e público permite então convidados eu acredito que o RPC vai ser um bom trabalho eu acredito que o RPC vai ser um bom trabalho eu acredito que foi por causa disso que os caras fizeram a má configuração no caso eu, né eu falo os caras é porque eu tenho múltiplas personalidades ora eu sou o cara da TI ora eu sou o cara o hacker é complicado para poder deixar o usuário aqui acessível, cagaram ali e foi por esse usuário que entrou calma RPC política política domain password information tem lá o histórico não, o tamanho aqui tem as informações extras tá complexidade tem muito mais informação não printers via IPC não tem nenhum impressor via IPC cara, eu poderia colocar uma impressora virtual para mostrar invadindo o Linux pela impressora utilizando naturalmente o SMB na verdade ele invada o Linux e o IPC o SMB do Linux mas como se eu estivesse mandando para a impressora cara, é muito da hora esse tipo de ataque foi muito utilizado mesmo principalmente para fazer adentrar a movimentação lateral em servidores top, top, top, cara comandinho, trouxe mais do que eu imaginava porque conforme eu falei das outras vezes, eu bati isso contra ambientes reais e nem todo mundo é vacilão beleza e aqui o ambiente estava muito exposto mesmo até o nosso próximo vídeo parece que o OBS dessa vez deu certo vamos dar uma olhadinha no bichinho aí deu certo até mais, tchau