Transcrição do áudio
Então, coleguinha, nós chegamos aqui no curso de Python para sistemas operacionais. Bom, vou explicar uma coisa. Você tem que saber Python. Python não é só uma das linguagens mais utilizadas no mundo, bem como a Equipe, na verdade, é a segunda de Job Index, uma das mais usadas, mas também você tem que entender que Python é aquela linguagem muito utilizada em sistemas operacionais e pela Equipe de TI. Então, Python, rapidamente você abre um arquivo ali, zerbala e começa a fazer uma rotininha com cento e poucas linhas, você resolveu o seu problema. Lógico, cento e poucas linhas se for muita coisa, né? Mas tem muitos scripts meus, meu não singular, mas scripts no plural, que não passam de vinte linhas. Python tem uma sintaxe muito enxuta e além de uma sintaxe muito enxuta tem APIs e bibliotecas para tudo. Legal? E outra coisa, qualquer inteligência artificial hoje tem como base ali Python como uma linguagem. Não é nada maluco. Por exemplo, se você inventar de dar manutenção no seu sistema operacional em PHP, C Sharp, Java, você está completamente fora do mercado. Está fora. A manutenção hoje é feita em Bash, Pair e Python e Pair está saindo e Python está entrando cada vez mais com força. Python está entrando coelhinha! Por isso que eu não vendo esse curso na UDM, não tem como. Vamos aqui para a aula. Ei coleguinha, puxa, estou aqui tomando um café sem marca porque eu não faço propaganda para ninguém. O café é muito bom. Se você quiser me ajudar com um cafezinho, lá no curso hacker.com.br você consegue me ajudar. Vamos lá. Aqui. Aqui. Estou aqui com o meu terminal aqui aberto, está conectado bonitinho. Shell está ok. É tudo que abriu. Então eu digito Python 3. Antigamente, não muito antigamente, mas antigamente, Python apontava para Python 2. Se eu quero Python 3, eu teria que colocar o 3 aqui. Nesse Debian eu já não tenho Python 2. Python 2 já é totalmente obsoleto nessa história. Então aqui eu estou com o Python aberto. Veja que eu estou com Python 3.13. E ele é de maio de 2026. E ele foi compilado com GCC 14.2. Cara, isso tudo impacta sim. Só para você ter uma noção, o compilador C, C++, ele tem uma pancada de flags. Uma pancada. Isso influencia em como vai ser feito o executável final. Eu não falei isso para vocês ainda. Mas sim, cara, impacta para caramba. Impacta bastante. Por exemplo, procure assim, tamanho do tipo int no C++. Procura. Você vai ver que dependendo do compilador e de como você põe as flags, tem tamanhos diferentes em bytes. Sério, cara. Então só para você ter uma ideia. Então nós trabalhamos assim. Python tem a versão dele, depois tem a subversão e todo mundo em subversão a esse canal. Todo mundo. O I5 vai chegar em vocês se eu zerro ela. Então Python é muito importante. Nós temos uma versão maior que a Python 3 atual. Nós temos a Python 2 que já está saindo das distribuições. Ninguém mais programa em Python 2. Kali Linux curiosamente é apaixonado por Python 2. Curiosamente Kali Linux é apaixonado por Python 2. Eu não sei o que esses caras têm na cabeça. Outra coisa, você já viu que no Kali Linux os caras entram como super usuário para tudo? Porra, cara. Eu não sei o que esses caras do Kali Linux têm na cabeça. Python é o 3. Tomara que venha o 4. Python 2 para o Python 3 tivemos mudança na sintaxe da linguagem. Aqui foi um Python quando eu escrevi esse livro, era o Python 6. 3.6. O Python 3.6 tem a mesma sintaxe do Python 3.13. Python 3.13 tem a mesma sintaxe do Python 3.6. Normal. Beleza? Mas quando chegar ao Python 4 a sintaxe vai mudar. Já vou avisando. A sintaxe já está mudando. Já está mudando em curso do Python 3 mesmo. Uma coisa interessante é que Python, embora você tenha o default, a versão default, você pode trabalhar com múltiplas versões do Python. 2, Python 3, 3.6, 3.13. Você pode ter um script rodando no Python 3.6 e um outro script já rodando no Python 3.13. E assim você faz um upgrade dos seus scripts, mantendo múltiplas versões do Python. Sintaxe não muda. Comportamento muda. Exemplo. Python 3.5 era uma desgraça em questão de Unicode. Python 3.6 com muito bom Unicode. Mexeram no motor interno do Unicode. Então sim, o comportamento muda na versão menor. Na versão menor já muda o comportamento. Beleza? E tem a microversão, pequenas corretivas, pequenas coisinhas que eles vão lançando ali. Geralmente problemas corrigidos. Então eu tenho um classpath. Não, você não tem porra nenhuma de classpath para o começo de conversa. Isso aqui não é Java. Então funciona assim. O SRBeam. O SRBeam. Python. Desculpa galera, é o café. Mas dou café, cara. Me dou um cafezinho aqui. Está me matando, mas está me ajudando. Vamos lá. Python, nós vimos que essa cor é de um link simbólico. Tanto que tem um L aqui. Então Python aponta para o Python 2. Aí vem a desgraceira do Kali Linux. Que não tem o Python 3 praticamente, você chama Python, Python, Python. Olha a merda. E aí o Kali Linux evoluiu e passou a apontar Python para o Python 3. 3 ponto alguma coisa. Sabe o que aconteceu? Começou a dar crash no monte de scripts. Não faz as coisas direito desde o começo. Dá merda depois, cara. Dá merda depois. Triste. Vamos lá. Python é um link simbólico para o Python 2 desde o Debian 9 por ali. Beleza? Python 2 aponta para o 2.7. Então Python 2 e Python 2 é um link simbólico que aponta para o Python 2.7. Essa distribuição Linux, acho que era um Debian 10, tinha Python 2 e Python 3. Beleza? Aqui nós temos o Python 2.7 como um binário. Dá para você ver que ele é um arquivo. Está aqui. E pelo tamanho dele dá para entender que ele é um binário. Ele está com permissão de execução. Está verdinho aqui. Python 3 aponta para o 3.8. Aqui vem toda a brincadeira. Digamos que eu instalei o Python 3.13 agora nesse Linux. Então eu mato o link Python 3, que é um link para Python 3.8, e recrio o Python 3 apontando para o Python 3.13. Então aí eu teria o Python 3 por default Python 3.13. Então eu mudei de versão assim. Mas eu mantenho Python 3.8. Então você pode ir lá naquele script que roda só no Python 3.8. Pode ser que isso aconteça. Sim, galera de IA sabe muito bem disso. Principalmente com o PyTorch lá. Às vezes dá uns pipoco de versão de Python. Então pode ser que você precise. Então lá você define no xaobang que não é Python 3, é Python 3.8. E o teu script vai continuar funcionando normalmente. Você pode manter múltiplas versões. No máximo você vai ter que talvez alterar o contexto do teu script. E aí você pode criar outros links. Então é assim que nós trabalhamos com Python. Nós trabalhamos criando esses links apontando para os binários. Com esses links virando apelidos. Vamos chamar de apelidos. E o Python você pode usar ele assim, como eu estou utilizando aqui no modo interativo. Print. Brasil consegue ser pior que o Botafogo. Certo? Brasil conseguiu me deixar mais triste que o Botafogo. Então você pode usar o script Python interagindo assim com o terminal. Aqui você pode fazer o que você quiser. Ou, exit zero, vamos sair. Legal? Então você pode criar um script. Já falei para vocês, cd barra tmp, o diretório de fazer merda é esse aqui. Legal? Nano. Nano. Pera aí. Pera aí. Nano. Mensagem. Ponto peito. Vou criar uma mensagem para vocês. Com certeza vocês sabem que a mensagem é usr bin python3. Só vamos confirmar que nesse Linux está nesse caminho mesmo. Pode ter mudança. Então file usr bin python3. Opa. Pera aí galera. Python3 está lá. É lá mesmo. É o link simbólico para python3.13. Está corretíssimo o caminho aqui. Então naturalmente print país de merda. Nem posso ter um time de futebol. Caraca. Eu passo raiva nesse país. Eu acabei de criar um script como criamos no bash. Cegamode mais x mensagem. Então depois ponto barra. Dá um clear. Dá um clear ponto barra mensagem. Então país de merda. Nem posso ter um time de futebol. Legal? Olha a merda. Botar um foguinho e você ainda é brasileiro. Mano, que merda. Não dá para nascer de novo, cara. Não dá para nascer de novo. Próximo vídeo eu começo a falar sobre importação de scripts e tudo mais. Até o nosso próximo vídeo. Até mais. Tchau.