Transcrição do áudio
Nem toda vulnerabilidade, ela é tratada, eu estou rindo aqui porque as empresas fazem isso, eles não corrigem, não tratam, não arrumam, nunca, por um motivo muito simples. Não é uma vulnerabilidade de execução de código remoto. Como assim? Nós temos aqui, toda vulnerabilidade, ela tem que ser, como eu posso dizer assim, ranqueada. Certo? Então, nós temos o Score 2, o 3, o 4. Hoje, em 2026, nós estamos no 4. E você vai encontrar uma boa massa de dados que ainda está classificada como a versão 3. O que é o CVSS? É uma classificação da vulnerabilidade, certo? Então, classificamos com relação a nível de acesso, ao escopo do ataque, no privilégio. Entre outras coisas, é natural que, com o passar dos anos, nós evoluímos. Então, nós tínhamos uma visão mais simples, uma visão um pouco mais complicada, e uma visão muito mais complicada. No livro Hacker, que está lá no Mega Upload, talvez no futuro não esteja mais nem no Mega Upload, o que acontece? Eu explico bem como é feito esse cálculo. Tem até uma fórmula matemática para o 3. Legal? Essa vulnerabilidade que eu vou mostrar, então, ela é uma vulnerabilidade classificada como baixa. Vou explicar o porquê. E aí você vai ver como as empresas são estúpidas e ignorantes. Tá? Vamos lá. Então, olha só. Não toda vulnerabilidade é uma vulnerabilidade de execução de código. Ontem eu tive uma reunião com uma puta empresa de segurança. Eu falei que eu não queria uma... Nossa, sim, assim, assado. Porque poderia acontecer isso, aquilo, aquilo e aquilo. Sabe o que a empresa falou? Ah, não mais. É só você cercar as outras coisas. Não, porra. Eu quero resolver esse problema. Porque se tiver esse outro problema, aquele outro problema, e essa porra toda se alinhar, como os planetas se alinham, o meu... E aí ele quis jogar o problema para os outros corrigirem. Ele não. Porra, cara. Então, foi mal. Muitas dessas vulnerabilidades, elas precisam de um alinhamento. Então elas são classificadas com um score baixo. Exemplo. Eu preciso que o cara esteja autenticado. Eu preciso que o cara esteja na rede local. Aí a classificação cai pra caramba. Não é execução de código remoto. Aí cai mais ainda. E a empresa olha para esse score 4 e fala, porra, não vou corrigir. Eu vou focar no score 7, 8, 9. E aí perde tempo com aquilo. Não estou dizendo que não é importante. Tá bom? Não estou dizendo isso. Legal. Tá pronto. Quer dizer, foi mal, galera. É o café, mano. Meu cérebro já está lá no final. Calma aí. Deixa eu voltar um pouquinho no meu cérebro aqui. Puta que pariu. Bom. Bom, olha só. Então, eu não posso deixar as coisas se alinharem. Essa falha, por exemplo, ela é... Presta atenção. Ela permite que seja possível ser feita uma negação de serviço, mas o cara tem que estar autenticado. Legal? E aí eu consigo fazer a negação de serviço por exaurir o processamento. Eu vou lançar um livro de... DDoS. E um curso de DDoS. Porque DDoS, ele é... DDoS, ele é uma ciência foda, cara. Não é qualquer um. Não é qualquer um. Por exemplo, a base do DDoS é o livro do Tânibor de redes de computadores que ninguém quer ler. Ponto final. Aquele cara, aquele livro é a base. Acabou. Matou. Eu matei 99,999% das pessoas que querem ser hacker ao falar nesse livro. Certo? Isso é impressionante. Porque para 100% dos hackers que conseguem chegar a algum lugar, eles conhecem esse livro. A ponto para começo de conversa. Então, ao exaurir o CPU, eu vou causar uma negação de serviço. E o problema dessa negação de serviço... Vocês sabem ter um livro de Linux, né? Você vai lá no GitHub falar nisso, né? GitHub. GitHub.com.br Não importa a web. Foda-se pra caralho. Book. O pau no cu da web. Foi mal? Fiquei nervoso. Não. Ah, não tem ponto aqui. Foi mal. Foi mal, galera. Por isso eu não vendo esse curso na Udemy, cara. É muito pesado esse curso. Então, aqui eu tenho um livro para você ler de graça. Pega a última versão, por favor. Não pega a mais recente, não. Ou a mais antiga, não. Eu dei um livro para vocês aqui. E aí eu explico a questão de priority. A prioridade de um processo, o NICE, como funcionam os dois algoritmos do Linux para processos em real-time, processos de usuário. Cara, isso aqui é muito importante para a negação de serviço. Por quê? Essa negação de serviço que eu separei para vocês, ela vai fazer desaurir o processador. Então, não vai dar um crash no sistema como um todo. Preste atenção. Por um motivo muito simples. Naturalmente. Naturalmente, uma máquina possui múltiplos processadores. Então, a máquina possui múltiplos processadores. A máquina que, por exemplo, a máquina... É uma máquina virtual com 30... São uns 30 processadores. Beleza? Ou threads de processamento. Ou threads de processamento. Veja, está bem sobrecarregada a máquina. Essa máquina está bem sobrecarregada. Mas aí é que está, né? Pessoal, se eu der um ataque desse que eu vou dar agora, um processador vai ficar no pau arriado por um bom tempo. E se eu lançar 30? Cara, a máquina começa a ficar sobrecarregada. Veja que não é um ataque de DOS, ou seja, de inicial, de distribuição, de processo... De ataque em uma nuvem distribuída, atacando contra um alvo específico. Entenderam? Então, veja, eu vou dar uma request apenas. E um dos processadores vai ficar bem sobrecarregadinho. Mas aí é que está, né? Quando entra um processo em real-time, RT, e aí o RT vai entrar aqui e vai ter... Porque o real-time sempre tem a prioridade sobre todos os outros processos. É inevitável. A priority dele é entre 0 e 99. Então, ele sempre vai ter... É na frente, tá? E o mecanismo de... Schedule. O Schedule dele lá. Schedule. Ele faz assim. Se chega um processo com uma priority menor, ele tira o processo quando termina o time slice dele, se for de usuário. Legal? Se for real-time, o processo é parado... É parado. Antes do fim do time slice. No livro do Turnable, esse time slice é chamado de quantum de tempo. Beleza? Bom, ou seja, eu vou dar um crash no serviço e a máquina vai sofrer um pequeno impacto. Com uma única requisição. Você não precisa de um milhão de requisições. Eu acabei de mostrar ali um 30. Então, acredito que 32, 33 processos ali já começam a agarrar a máquina. Não precisa de ser uma negação de serviço. Do tipo distribuído. E por que isso é importante? Você tem a firewall de aplicações. Certo? Você tem várias firewalls de aplicação aí no mercado. E todos eles vão detectar um excesso de requisições de uma máquina contra outra. Mas 30 requisições não caem nesse... Não caem nesse... Nessa... Como eu posso dizer. É para baixo da régua. Então, a ferramenta de aplicação vai deixar passar. E se você tiver duas máquinas, então você pode até distribuir em duas máquinas. Não precisaria, conforme eu falei. E as empresas nunca vão corrigir isso aqui, porque tem as 7, 8, 9, até 10. Score para corrigir. Uma parte de uma... Essa falha parte de uma falha numa função na listagem, tá? No ls.c. É uma listagem. O que acontece? É muito comum, gente. Preste atenção. Você pode percorrer essas vulnerabilidades de DOS. Elas vão sempre... Desculpe, sempre não. Fiz a palavra errada. A grande maioria esmagador é... Presta atenção. Rejex. 4, 8, 5. E já. E já. Esses filtros com carácter coringa. Simples. Coloca a máquina num loop infinito. E boa parte dessas falhas está na estrutura de dados. Está no controle da estrutura de dados, cara. É estéreo. E como você faz a máquina dar um loop, um loop, um loop infinito, por exemplo, num grafo. E o sistema de arquivos pode ser um grafo. Pode ser um grafo. Ele não necessariamente é um grafo. Ele é uma árvore. Mas dependendo dos links que eu faço, ele vira um grafo. Legal? Bom. E pode reparar... Bom. A maioria também esmagadora dessas vulnerabilidades de negação de serviço, elas não levam a execução de código remoto. Exceto algumas, tá? Algumas podem levar a execução de comandos de código. Então... E isso... Aí esse score aqui sobe para 7, 8, 9... No mês de agosto de 2026 tivemos uma mensagem, uma notícia, e eu gravei no canal Hacker lá essa questão de uma vulnerabilidade que leva ao crash do sistema de execução de um código remoto. E aí o score era 7.8, se vale a memória, por ali. Então, cara, essa é a... A vulnerabilidade que nós vamos atacar hoje. A máquina-alvo está aqui. Beleza? A máquina-alvo está aqui. Beleza? Vou dar um reboot nela. Sudo power-off. É? Então, power-off nela. Deixa eu dar uma inicializada nela aqui. Eu vou colocar, cara, um curso de TDOs, cara. Eu acho isso bacana, cara, porque... É o supra-sumo do conhecimento de rede de computadores, cara. É o supra-sumo, cara. Vamos lá. Subiu a máquina. A vulnerabilidade, como essa máquina é alvo para muitos ataques, eu coloquei ela em uma porta específica. Dois, três, quatro... Eu tenho que ir lá a qualquer hora dessa, no console em default, e colocar o tamanho da fonte aqui. Eu tenho que ir lá a qualquer hora dessa, no console em default, e colocar o tamanho da fonte aqui. Nunca lembro de fazer isso. A porta é a porta 2100. Então, vamos dar uma olhada se ela está lá. Nmap. 10.137.0.24. E nós vamos direto na porta, já que nós sabemos, traço SB, nós sabemos a porta que está aqui. Eu falei aqui. Então, vamos ver se ela está ativa. Nós não faríamos um ataque. Um ataque contra, como eu posso dizer assim, bateríamos contra todas as portas, porque poderíamos ser localizados, né? Então, fui em uma única porta específica, fui lá e testou e deu certo, tá? E repare que ele é o 2.3.2. 2.3.2. Tá? Aqui o alvo, ele está lá, ativo. Beleza. Então, eu poderia... Eu poderia chamar aqui o NETCAT, como eu já fiz anteriormente, beleza? E desse NETCAT, eu poderia também executar os comandos, mandar o USER, mandar o PASS e depois mandar um comando chamado NLST, que é um comando para FTP. E aí eu passaria tipo uma expressão e essa expressão faria um negócio entrar em loop louco lá, cara. Exaurir o CPU. Bom, mas não vou fazer assim. Eu vou ensinar você agora a fazer o quê? A execução em um comando de uma única linha para você automatizar com NETCAT. Para você aprender a fazer o quê? Automação com NETCAT, tá? NETCAT é uma puta ferramenta do caramba. Ela não é só interativa, não. Ela é automatizada também via command line. Parece que eu esqueci de falar alguma coisa que estava na minha mente para eu falar para vocês. Peraí, estou tentando... Ah, vamos voltar aqui ao caso aqui do que me falaram ontem. Ah, mas eu preciso que... Cara, acontece. Exemplo. Essa vulnerabilidade, ela precisa que o cara tenha acesso a um FTP anônimo com essa versão ou usuário e senha qualquer. Não precisa de ser master blaster. E isso é muito comum sim na internet ter FTP aberto para anônimo, listar, pegar, colocar arquivos, não conseguem editar, mas já seria o suficiente. Eu só preciso do listar, eu só preciso de entrar. Ah, então é só a gente fazer com que a empresa não vaze o usuário e senha. Cara, é aquilo que eu falei, eu não quero que as coisas aconteçam, entende? Então vai atualizar esse VSFTPD aqui, vai atualizar, vai, vai atualizar essa porra aí. Entenderam? Ah, não, cara, não tem esse negócio de só não vazar, entenderam a jogada? Então, eu acredito que muitos dos hackers tiveram sucesso ao longo da história, porque alguém pensou assim, ah, é só o outro corrigir a parte dele que não precisa corrigir a minha. Tipo assim. Beleza? Então vamos lá. Falei que eu vou ensinar você a fazer ele conforme um comand line, printf, peraí, quase que eu estou no sudo power off, printf, aí agora eu coloco o que eu quero injetar lá no netcat. Então eu quero primeiro injetar. User e aquele negócio, né? Digamos que vazou algum tipo de usuário e senha ou é anônimos, aí eu vou mandar aqui para anônimos, porque é usuário lá, deve estar cadastrado lá, barra R, barra N. Password. Ali, arroba LAPI. Vazou isso aí ou conforme era realmente anônimo, sem autenticação. Legal? NLST. Então vamos fazer agora uma pesquisa, uma listagem em blob e aí nós vamos fazer o seguinte, nós vamos mandar algo que é sinistro. Eu gosto sempre de abrir e fechar as chaves, colchetes e eu volto o cursor, tá? Para eu nunca esquecer de fechar as coisas. A, B, opa, A, B, C, beleza, vou fazer um tipo de busca aqui, cara, isso aqui está na comunidade rápida. Isso aqui é desconhecido. Isso aqui vai fazer com que há essa busca entre uma recursividade e um loop fudido para entender a expressão e nisso vai fechar, barra R, barra N. No caso aqui não é uma falha de estrutura de dados, é uma falha em que o NLST vai te matar para tentar entender essa expressão aí e vai consumir, exaurir o CPU, tá ok? Cara, você tem que conhecer as comunidades hackers e ir atrás. Ok? Tem muita documentação, muito PDF liberado, tem muita coisa sinistra que, por exemplo, se você viu no vídeo anterior que você mandar isso aqui no user, você entra, ativa um backdoor, não é? Então tem os caminhos da força já estão lá, tá? NC, que agora é o comando do netcat, né? 0.937.0. Eu ainda não me acostumei com os IPs do... Eu não me acostumei com esses IPs do Qubes, cara. 10.137 é um IP que eu quase não digitei em minha vida, 137, tá? Vamos lá. Aqui, se eu pressionar enter, então ele vai fazer o quê? Vai conectar e vai receber o 220, certo? Tá lá no livro do Turnable de redes de computadores. Aí ele vai falar, ó, login. Vai pedir o login, né? Aí eu mando o user. Aí ele vai pedir o password. Aí eu mando o password. Se for anônimos, né? Aí ele vai fazer, falar login sucessoful e pau na máquina. Logo em seguida, eu vou executar o comando nlst, passando aquele argumento, pá, e o bicho entra. Teoricamente, ele não vai finalizar a listagem. A finalizar a listagem é 226, não falha a memória. Aí então ele vai iniciar uma listagem e vai retornar. Repare que o protocolo FTP, ele sempre retorna esses números. Você tem que conhecer esses números. Tá no livro do Turnable. Opa. Não, agarrou. O bicho agarrou lá. Algumas versões anteriores, eu tô numa versão anterior, ele até retorna o 226. Beleza? Ele até retorna. Mas há um custo de muitos minutos. Ou seja, uma única requisição que saiu da minha máquina. Nós estamos falando aqui de bytes. Nós estamos falando aqui de... Mandei quantos bytes ali, ó. Isso aqui tudo bytes que eu mandei. Conta aí, porque eu não vou contar essa porra não. Mas esses bytes aqui que chegou e... Cara... Foi o peso do meu ataque. Beleza? Foi o peso do meu ataque pra começar a exaurir o serviço do alvo. O alvo vai ficar... Prendendo o serviço, prendendo o serviço. Agora eu abro uma thread que dispara 50 dessa máquina. Mas aí ele poderia cair no AF. Então eu pego 3, 4 máquinas. Cada uma dispara 20. Não cairia no MAF, por exemplo. 20 requisições não cairia no MAF. É comum do FTP. Lembre-se, o FTP, ele é um maldito. Como é um maldito? Eu acho assim que certos caras que inventaram certos protocolos... É... Eu vou fazer o seguinte, eu vou lançar uma campanha. Você vai até o túmulo de um desses filho das puta. Filma você cagando. E eu vou por no meu canal principal. Sério. Nem que eu tome um ban, um strike. Por um motivo simples. Porque o filho da puta do cara faz um protocolo muito maldito, cara. Olha só, vamos lá. Eu peço na porta 21, passo horas sem autenticação. Aí ele me manda uma porta. Por exemplo, manda a porta 40000. E aí eu inicio várias conex... Cara, eu inicio várias connections nessa porta. Várias. Agora eu te pergunto, como que eu coloco... Cara, caiu. Agora eu te pergunto, como que eu coloco um MAF para proteger? Como que eu coloco um MAF para proteger um serviço... Em que um IP que tema várias vezes, faz várias requisições num pau arriado. Como que eu consigo segregar esse pau arriado de requisições que está vindo desse IP único. Ele é digno ou não digno de se conectar. Vamos colocar assim. Não tem como, porra. Não tem como, cara. Não tem como. Então o cara que projetou o FTP é um burro. Você quer ver ele ser burro? O cara que projetou essa merda aqui. Ele está dizendo até a verração do protocolo. É um cara desse aqui que merece apanhar. Não, acho que tem certas pessoas que não vão para o céu não, cara. Agora eu entendi. Foi mal, fiquei nervoso. Porque não tem como proteger uma merda dessa. Entenderam? Foi mal, fiquei nervoso. O cara passou, eu fiquei nervoso, tá? Por isso que eu não vendo esse curso na Udemy, galera. Entenderam? Então... Como que funciona? Eu vou explicar para vocês aqui como que funciona as... Como funciona esse negócio de ataque. De DOS. Ou DDoS. Então vamos lá. Vou abrir um color paint aqui. Primeira coisa, então. Você vai fazer um recon. Legal? Igual você faria em um ataque. Ah, mas eu só quero fazer aqui que o site do inimigo caia. Não, cara. Você vai fazer isso aqui. Legal? E aí você vai naturalmente enumerar. Enumerar os serviços. Localizar os serviços. Localizar tudo. Beleza. Então você vai fazer toda uma análise de... Pô, cara. Qual é a melhor forma de eu fazer uma negação de serviço ali? É por floating? É por ataque de criptografia? É... Como eu posso dizer... É por uma vulnerabilidade? Certo? Você vai analisar. Então você vai se armar. Você vai se armar para um ataque. Legal? Você vai se armar para um ataque. Se armar para um ataque poderia ser assim. Olha, o alvo tem alguma vulnerabilidade de negação de serviço? Tem. Então eu sigo para um ataque DOS. O menor custo possível. Certo? Não, cara. Infelizmente o meu alvo não tem vulnerabilidade de DOS. Esse aqui é um... Uma negação, tá? Então aí eu vou ter que partir para um D D O S. O D D O S pode ser, então, não necessariamente somente um, tá? O floating, tanto de TCP como DP. Floating de camada de aplicação. Ele pode ser ataque de, por exemplo, de criptografia, que é o TLS. Ataque de TLS ou SSL. Ah, eu posso fazer um ataque, por exemplo, forçando serviços. Forçando serviços que não é bem o serviço que eu queria atacar. Que são outros serviços que não é o serviço que eu queria atacar. E aí eu vou projetar isso. Baseado no meu recon e na minha análise. Certo? De como eu vou abordar esse ataque. E aí eu executo, porra. Eu executo. Nesse caso, nós tomamos o caminho mais simples. Nós fizemos um NMAP. Pegamos a versão. Analisamos. Localizamos a vulnerabilidade. E projetamos um ataque de D O S. Entramos aqui e fizemos, então, um ataque de D O S. É o caminho de menor custo para mim. Lembrando que você tem que entender. Tá bom. O D O S, ele não é apenas para negação de serviço, tá? Eu vou explicar. Uma negação. O D D O S. O D O S, seja lá o que você queira. Ele tem dois objetivos. Pode ser um ou pode ser até os dois. Não sei. Eu nunca vi dois objetivos ao mesmo tempo. Um. É manter o alvo vivo. Mas fazer com que ele gaste uma nota fodida. Enquanto você gasta o mínimo possível. Certo? Ou seja, é um ataque de gasto. De dinheiro. Por quê? Nós estamos na época da... Nuvem. Na nuvem qualquer bit é contado. Entenderam? Na nuvem qualquer bit é contado. E você tem um ataque clássico. Que é a negação de serviço. Que é o D O S. D O S. E o D O S, ele vem do princípio. Você vê o meu livro de Rapper. Na parte de socket. Eu explico porque que vem o D O S. Da onde que vem essa negação. A história de toda negação. O legal vem de uma fila. De uma fila obrigatória. De uma fila obrigatória. Tá? Podem cara. Então cara, você vê que. Mesmo que seja uma negação de serviço. Não é uma coisa tão idiota. Tem toda uma ciência por trás. Um motivo por trás. Beleza? Bom. Próximo vídeo. Já vamos falar sobre protocolo SMB. Cara, SMB meu. É um risco para sua infraestrutura. Até mais. Tchau.